Notas iniciais
Oi pessoal, vocês não estão sonhando, nós voltamos mesmo. Peço perdão pela demora, nós realmente não tínhamos tempo para escrever por vários motivos, entre eles o mais comum que é a escola, mas enfim... Para quem não lembra o que estava acontecendo na fic (espero que alguém ainda leia), aqui vai um breve resumo: Não tivemos um smut ainda, porém, sabemos que Finchel já tiveram relações. Sabemos também que a Lauren já conheceu seu pai e seu tio, e que iria conhecer seus avós. E o Brody? HAHA Boa leitura.

POV Rachel.

Hoje seria um dia especial, reencontraria os pais do Finn e Kurt, e Lolo conheceria os avós.

Ela sim estava completamente empolgada, não parava de dizer o quão ansiosa estava, eu não a culpo, a privei de ter os avós por perto, eu realmente estava feliz por ela, mas estava com receio por mim.

Carole e Burt Hudson são ótimas pessoas, mas depois de todos os meus erros, de ter fugido grávida mesmo com o Finn sabendo e se dispondo a assumir e sustentar nossa filha, e também sobre a história da despedida de solteiro, eu não sabia se eles iriam me aceitar de volta ou pelo menos me perdoar, principalmente quando souberem do Brody.

Meus pensamentos foram interrompidos pelo toque do meu celular. Olhei o visor e vi o nome de Finn.

"Oi meu amor, como você está?" Ouvi Finn e logo abri um sorriso largo.

"Estou bem e você?" Respondi tentando disfarçar o nervosismo.

"Estou ótimo!" Ele exclamou. "Bom, eu queria saber se eu posso buscar vocês para irem até a casa dos meus pais?"

"Finn não queremos te incomodar, eu vou com o meu carro mesmo."

"Desde quando vocês são incômodos na minha vida?" Finn indagou e eu ri. "É melhor nós irmos juntos, quero dizer, melhor para Lolo claro."

"Você venceu Hudson." Eu cedi.

Finn disse que já estava saindo de seu apartamento para nos buscar. Fui até o quarto de Lauren ver se estava se aprontando.

Bati na porta e a ouvir murmurar para eu entrar.

"Lolo, minha filha, você ainda está de pijama?"

"Mãe, eu não tenho roupa decente pra ir nesse almoço. Revirei o meu closet e não achei nada, NADA." Ela contou frustrada jogando-se na cama.

"Estávamos no shopping ontem, por que não pediu ajuda para os seus tios?"

"Sinceramente? Não estava a fim de ser disputada por nenhum dos dois... Eles são divertidos, mas ao mesmo tempo são bizarros." Ela completou sentando-se.

"Você tem razão. Mas acho melhor se apressar... Seu pai está vindo te buscar."

"Você vai com a gente?" Perguntou confusa.

"Vou, na verdade ele vem buscar nós duas." Confessei com vergonha.

"Ele realmente não consegue viver longe de nós, ou melhor, não consegue viver longe de Rachel Berry." Ela disse com um sorriso sapeca.

"Engraçadinha!" Ri sem vontade. "Agora, vá se arrumar." Ordenei.

"Mas mãe, eu não sei o que vestir." Ela resmungou.

"Beleza, então você vai vestir o que eu escolher." Falei entrando no closet com ela atrás de mim.

"Tá me zoando né?"

Arrumamos-nos e Lolo sem opção de roupa, colocou o que eu havia escolhido. Fiquei muito bem produzida, queria estar decente para ver os meus sogros.

Finn mandou uma mensagem que já havia chegado.

"Meus amores." Finn disse nos olhando.

"Oi Finn!" Sorri timidamente.

"Oi pai!" Lolo cumprimentou-o com um beijo.

Ficamos nos encarando por alguns minutos até Lauren dizer:

"Tá esperando o que pra agarrar a mamãe?"

"Lauren" Finn e eu a repreendemos.

"Pelo amor de Deus, a tensão sexual de vocês está gritante." Lauren disse e eu a fuzilei com o olhar.

"Me lembra de te deixar o máximo possível longe da sua madrinha."

Lauren revirou os olhos e entrou no carro. Finn não perdeu tempo e puxou-me pela cintura e me beijou apaixonadamente.

Separamos-nos e entramos no carro. Eu estava tensa, não parava de me mexer no banco do carro. Até que chegamos e Finn me olhou nos olhos e disse para eu me acalmar.

"Mãe, chegamos!" Finn avisou assim que entramos.

Quando Carole e Burt entraram na sala, eu e Lauren ficamos mais tensas ainda.

"Rachel como você está linda." Carole abraçou-me fortemente.

"Obrigada Carole, você também está linda, como sempre." Disse sincera.

"Você deve ser a minha neta." Carole disse enquanto eu abraçava Burt.

Lauren estava calada e isso não era o normal dela.

"Sim mãe, essa é a Lauren. Lolo essa é sua avó." Finn tomou as rédeas da situação.

"Você... Você é tão bonita e jovem. Tem certeza que é minha avó?" Lauren falou pela primeira vez fazendo todos rirem.

"Esperava uma velha com cabelos brancos?" Carole aproximou-se dela.

"Não é isso, é só que... Você é muito linda."

"Não mais que você. Posso te dar um abraço?" Ela assentiu, abraçaram-se e eu me segurei para não chorar.

"Chega Carole, eu também quero um abraço,” Burt interrompeu o momento indo abraçá-la também. “Espero que você diga que eu sou bonito e jovem também." Brincou.

A partir daí tudo estava bem, sentamos na sala e conversamos como uma família. Carole e Burt enchiam Lauren de perguntas sobre o que ela gostava de fazer, de comer, entre outros.

Lauren estava se soltando, aos poucos fazendo piadas, sendo a Lauren de sempre. Carole de repente olhou na minha direção e percebeu que eu estava calada e pensativa. Ela me chamou discretamente até a cozinha e eu a acompanhei.

"Querida por que está assim?" Ela perguntou gentilmente.

"Assim como?" Devolvi a pergunta tentando disfarçar.

"Parece que você está com medo. Não é como se fosse a primeira vez que você vem aqui em casa."

"Carole me perdoa por tudo que eu fiz vocês passarem, me perdoa por ter feito o seu filho sofrer e por ter me escondido todo esse tempo com a Lauren. Eu realmente estava com medo porque eu não sabia se você me trataria bem depois de tudo."

"Você errou, mas quem não erra nesse mundo?" Ela sorriu e pegou minhas mãos. "Você não precisa pedir perdão para mim e nem para o Burt. Sei que você teve motivos pra fazer o que fez."

"Naquela época eu achava que o Finn poderia tirar a Lolo de mim para sempre, já que não tivemos um término muito amigável."

"Não é difícil de entender, o Finn seria capaz de tudo por essa garotinha."

"Ele ainda é capaz de tudo por ela, e ela é capaz de tudo por ele." Sorri orgulhosa.

"Fiquei sabendo que finalmente ele rompeu o noivado com a Taylor por sua causa, como está à relação de vocês?"

"Complicada." Fui simples e direta.

"Então está à mesma coisa de antigamente." Ela riu.

"Nem tanto, pelo menos naquela época nós transávamos." Disse para mim mesmo baixo, mas Carole acabou escutando.

"O que? Com uma mulher dessas e meu filho nem te toca?" Ela afastou-se de mim um pouco.

"O Finn é todo certinho com os prazos do trabalho, e já que ele não tem tempo eu prefiro não atrapalhar ou forçar algo."

"Não rolou nem uma vez depois que você voltou?" Sério que eu estou conversando sobre isso com ela?

"Sim, uma vez." Respondi envergonhada. Eu realmente não queria conversar sobre isso.

"Depois do almoço eu quero vocês fora daqui, Lauren vai ficar aqui comigo e Burt." Ela disse autoritária, eu apenas assenti.

"Podemos mudar de assunto?" Pedi e ela riu.

"Vamos almoçar então?"

...

"Minnesota Wild?" Finn questionou.

"Muito melhor do que torcer pelo Vancouver Canucks." Lauren rebateu.

"Mas filha, eles são os maiores rivais dos Canucks. Por que você torce justo por eles?"

"Finn aceita que dói menos." Burt interferiu. "Inclusive se quiser que seu avô te leve a algum jogo do melhor time do mundo, é só dizer."

"Pai você nunca quis me levar em um jogo e agora vai levar minha filha..." Finn disse chocado.

"Porque seu time é uma bosta e é óbvio que o vovô não perderia o tempo dele vendo aquelas pernas de pau." Debochou Lauren.

"Você é de New York, não deveria torcer para eles." Finn insistiu.

"E você é de Ohio, então estamos quites."

Sim, eles estavam discutindo sobre times de hóquei. Enquanto eu tentava compartilhar algumas memórias sobre a infância de Lauren com Carole.

O almoço havia ocorrido tranquilamente, estávamos descontraídos e alegres.

"Quando ela fez nove anos, eu e o Bro..." Interceptei-me por quase falar o nome do meu — ainda atual– namorado. "Meu amigo e eu a levamos para ver o jogo do New York Rangers contra Minnesota, desde então ela é doente por hóquei, igual ao pai." Contei a todos.

Nesse momento, meu celular começou a tocar. Era Brody.

"Desculpa, eu tenho que atender." Disse e saí do recinto.

Fui até o quarto de Finn e respirei fundo.

"Oi meu amor." Disse Brody assim que atendi.

"Oi querido." Cumprimentei baixo.

"Como você está?" Perguntou desconfiado.

"Ótima e você, como estão às apresentações finais?"

"Está tudo maravilhosamente bem, exceto por uma coisa." Disse sério.

"O diretor musical continua pegando no seu pé?"

"Não amor, isso são águas passadas. O meu único problema é você não estar comigo. Sinto sua falta, falta dos seus beijos e principalmente do seu corpo."

"Ah sim... Eu também." Disse desconfortável.

Ou seja, ele estava com saudade de transar comigo, não necessariamente da minha presença.

Um silêncio se instalou então me virei e vi Finn encostado no batente da porta. Droga! Será que ele tinha escutado algo? Fiquei mais tensa do que estava.

Aos poucos quando percebi seu sorriso fui ficando aliviada.

“Rachel, você está aí?”

"Eu tenho que desligar, estou ocupada no momento, nos falamos mais tarde." Disse rapidamente e desliguei.

"Com quem falava?" Perguntou Finn, aproximando-se.

"Uma amiga de New York." Menti.

Ele sorriu e abaixou-se começando a beijar meu pescoço, como se fosse instinto, fechei os olhos e comecei a me arrepiar. Desceu suas mãos até minha bunda e apertou ao mesmo tempo em que pressionava nossos corpos.

"Finn, aqui não... Sua mãe pode entrar aqui e...”.

"Você sempre dizia isso quando namorávamos, e foi exatamente aqui que fizemos a Lolo." Ele lembrou rindo.

"Você deixou seu quarto do mesmo jeitinho daquela época."

"Inclusive não esqueci que naquela época, eu estava ensinando você a tocar bateria." Ele puxou-me até sua bateria.

"Ah não Finn!" Protestei.

"Anão é uma pessoa bem pequena, igual a você" Dei um soco em seu braço, ele riu.

Ele sentou-se no banco atrás do instrumento. Sentei em seu colo, peguei as baquetas que ele deu, ele pegou na minha mão e começamos a tentar tocar.

"Isso não vai dar certo com você no meu colo" Ele sussurrou.

Nesse momento, Lauren entrou no quarto e ficou deslumbrada.

"Você sabe tocar?" Ela perguntou para Finn que assentiu sorrindo.

"Esqueci que você sempre gostou de bateria." Falei.

"Quer aprender a tocar?" Finn perguntou.

"É óbvio que sim." Pulou animada. "Mas não agora, a vovó me mandou vir aqui. Ela também mandou vocês me deixarem dormir aqui pra vocês poderem conversar." Avisou sorrindo maliciosamente.

Lolo está cada vez mais impossível.

POV Jesse.

Recebi uma ligação que poderia mudar o rumo de muitas coisas, mudando para pior e causando feridas nas pessoas que mais amo nessa vida.

Essa ligação. Eu precisava encontrar a Rachel, o mais rápido possível. Estava dirigindo até a casa de Santana e Puck, já que não fazia ideia de onde os pais de Finn moravam.

E não foi muito difícil de chegar ao meu destino, pois eles moravam numa pequena distância de Santana, como a mesma havia informado.

Sai do carro e fui até a porta de entrada, toquei a campainha e um senhor atendeu.

"O que deseja?" Perguntou.

"Oi, eu sou Jesse, tio da Lauren. Suponho que você seja o pai do Finn, certo?"

"Oh! Claro, prazer em conhecê-lo Jesse. Sou Burt, por favor, entre." Ele deu passagem e entrei.

"Olha mil desculpas se atrapalhei algo, mas eu precisava falar com a Rachel, é um assunto de urgência. Tentei ligar, mas sempre caía na caixa postal."

"Ela saiu com Finn, parece que os dois não vão aparecer tão cedo." Deixou subentendido.

"Tio Jesse?" Lauren apareceu.

"Lolo, eu preciso achar uma forma de falar com a sua mãe, o mais rápido possível."

"O que aconteceu?" Demonstrou preocupação.

"É um assunto muito sério... Da parte da nossa família." Gesticulei com a mão.

"Vou deixar vocês sozinhos, fiquem a vontade." Burt disse.

"Obrigada vovô." Lauren agradeceu. "Agora pelo amor de Deus, me fala que assunto é esse?" Suplicou.

"O Brody está chegando."

POV Finn.

Chegamos ao meu apartamento aos trancos e barrancos, parecia que estávamos com uma sede insaciável, uma sede carnal.

"Não sei como consegui viver sem você." Rachel sussurrou.

Nossas roupas começaram a serem deixadas pelo caminho até o quarto. Quando estávamos diante a porta do quarto, eu a ergui deixando que suas pernas se enroscassem em minha cintura.

Rachel começou a movimentar o quadril lentamente para cima e para baixo criando uma fricção entre nós.

Levei-a até a cama. Assim que a deitei, contemplei-a com desejo e amor. Meu corpo chamava por ela, assim como o dela chamava por mim.

Eu estava mais do que excitado, do jeito que estava não iria aguentar nem os preliminares.

Deslizei minha mão do colo até sua região íntima. Afastei sua calcinha e passei o dedo indicador na região. Senti que ela prendeu a respiração com o ato.

"Estou pronta pra você, meu amor" Ela disse sensualmente.

Com essa provocação, introduzi dois dedos de uma vez em seu interior, ouvindo o grito dela. Comecei a fazer movimentos de vai e vem com os dedos, num ritmo lento provocando-a e depois eu acelerava pegando-a de surpresa.

Retirei os dedos e deitei sobre ela, nos beijamos apaixonadamente e intensamente.

Entre o beijo, aproveitei para tirar seu sutiã. Desci meus beijos para o colo. Enquanto massageava o seio direito, abocanhei o outro seio, mordiscando o bico, Rachel soltou um gemido de aprovação.

Colocou suas pernas envolta de minha cintura pressionando nossas partes íntimas mais forte do que anteriormente. Soltei um gemido abafado.

Não aguentava mais, eu queria me enterrar nela e sabia que o sentimento era recíproco. Estávamos em um nível de excitação muito alto; nós suávamos e respirávamos profundamente, chegando a não controlar mais nossos movimentos.

Tirei sua calcinha lentamente instigando-a. Rachel começou a ficar incomodada pela falta de contato entre nossos corpos. Quase finalizando o ato, ela foi descendo sua mão até seus lábios vaginais.

Peguei em seus braços antes que ela terminasse o que estava tentando começar, coloquei acima de sua cabeça prendendo-a.

"Quietinha Berry!" Sussurrei.

Introduzi meu membro nela lentamente, sentindo uma ótima sensação. Comecei a investir calmamente.

"Apertada como sempre!" Murmurei.

Ao poucos, meus movimentos ficaram mais rápidos, apoiei minha mão em sua cintura para ajudá-la nos movimentos.

"Mais forte Finn." Ela pediu.

Propositalmente continuei no mesmo ritmo. Ela gemia cada vez mais alto, eu estava quase lá, mas queria aproveitar a sensação de ter a minha mulher nos meus braços. Sim, minha mulher, como sempre foi até mesmo quando estávamos separados.

Sem ter os braços presos, Rachel juntou suas forças, puxou-me pelos ombros deitando-me na cama, invertendo as posições. Ela que minutos atrás pedia por estocadas fortes foi diminuindo os movimentos.

Estiquei minhas mãos até seus seios e ela segurou em meus pulsos e não deixou que eu a tocasse. Abaixou-se e deu uma chupada forte no meu pescoço.

"Quietinho Hudson!" Devolveu a provocação mordendo o lóbulo da minha orelha.

Rachel passou suas pequenas mãos sobre meu peito, correu as unhas sobre minha pele, comecei a me arrepiar com o seu toque.

Estava sendo como nossa primeira vez, onde ela mostrava-se sempre confiante, sexy e provocativa. Além de fazer com que eu me sentisse o cara mais sortudo do mundo.

Abaixou-se novamente, olhando-me intensamente. Roçou seus lábios nos meus, puxou meu lábio inferior com os dentes, logo me engolfando em um beijo avassalador.

Voltou a ficar reta e começou a movimentar-se rapidamente fazendo com que membro entrasse com força, assim como ela queria.

Eu tinha a visão mais excitante da minha vida, Rachel com as pernas completamente espaçadas, as mãos delas apoiadas em meu peito, corpo e cabeça jogados para trás enquanto engolfava o meu pênis num ritmo alucinante, subindo, descendo, gemendo e falando coisas sem sentidos.

Troquei minha posição, sem perder o contato, ficando por cima novamente reassumindo as estocadas, adicionando mais velocidade e força, deixando-a louca, fazendo com que suas unhas cravassem nos lençóis, gemendo cada vez mais alto. Meus movimentos estavam um pouco violentos, mas ela parecia estar gostando.

Rachel contorcia-se debaixo de mim, os olhos fortemente fechados gemendo, implorando para que eu não parasse. Estimulei seu clitóris por alguns minutos e foi o que bastou para que ela atingisse o orgasmo.

Gritou sentindo o orgasmo atravessá-la sugando todas as suas forças. Gozei urrando o nome dela para em seguida cair exausto sobre seu corpo, porém não colocando todo meu peso. Ficamos assim por uns minutos, tentando controlar nossa respiração. Desconectei-nos e ela gemeu pela falta de contato.

"Machuquei você?" Perguntei.

"Talvez eu fique com dor amanhã, mas, você não me machucou." Respondeu rindo.

"É tão bom ter você de volta. Desde que você voltou minha vida só tem mudado pra melhor, incluindo o sexo. O sexo com a Taylor era sempre a mesma coisa, ela nunca tentava inovar."

"Já entendi Finn, mas eu não preciso saber da sua vida sexual com a palmito." Ela disse aconchegando-se nos meus braços.

"Palmito?"

"Lauren a chama assim." Explicou e nós rimos juntos.

"E sua vida tem mudado pra melhor também?" Disse depois de uns minutos.

"Obviamente sim."

"Você teve alguém em New York?" Perguntei ansioso e preocupado com a resposta.

"Eu não quero falar sobre isso, sei como você é ciumento." Ela disse desconfortável.

"Eu posso até ficar com ciúmes, mas eu juro que não demonstrarei." Ela riu docemente.

"Se você quer tanto saber... Só namorei um cara em New York." Ela disse brevemente.

"E este cara era melhor que eu na cama?"

"FINN!" Ela gritou e escondeu o rosto em meu peito.

"O quê? Só estava certificando." Ri da sua timidez. "Mas se este cara fosse melhor que eu, você ainda estaria com ele. Já que não está, você é só minha." Comecei a beijar seu pescoço e ela ficou estranha de uma hora pra outra.

Empurrou-me delicadamente e disse:

“Finn, nós precisamos conversar...”

Notas finais
Sobre o que será essa conversa? Eita... Espero que tenham gostado principalmente da parte hot, porque essas partes não são o meu forte na hora de escrever, mas eu tentei. Semana que vem postaremos mais. Beijos e não se esqueçam de comentar.