Em New York estava uma noite muito linda, acompanhada por um silêncio e um vento suave e induzido por uma acalmaria ao redor da cidade de New York.
Kurt tinha alugado uma cabana na floresta um pouco afastado da cidade para terem um momentos a sós entre eles dois, e principalmente para celebrar o amor deles e o aniversário de casamento que eles estavam a completar hoje.
Era uma data muito especial e mágica para ambos, era uma data que não poderia ser deixada em braco, ou ser deixada de lado.
Era a data mais linda e a mais especial, pois havia muito ao que brindar e celebrar por todos os momentos que estiveram juntos, que apaixonaram um pelo o outro, por terem se casado, por tudo o passaram, por tudo o que eles viveram, e até pelos os momentos tristes e ruins, e principalmente pelo o motivo de estarem juntos.
Kurt queria levar a Jane para eles jantarem um restaurante elegante para celebrarem, por exemplo o Mr.Valvet, acompanhado por uma comida deliciosa e um jantar romântico, e então no final da noite eles iriam para o apartamento deles, e concluiria o fim da noite adormecendo juntos e apaixonados e satisfeitos pela noite, mas Jane ela queria uma coisa simples, o importante para ela era estarem juntos como tem que ser.
—Ual!-Disse ela eles ao chegarem finalmente na cabana e estacionando o carro, a poucos passos da cabana. -Você tem certeza que essa cabana e esse lugar é seguro mesmo a noite?
—Não se preocupe Jane! Antes de alugar essa cabana, eu me informei muito bem, e também o dono ele me garantiu que esse lugar é seguro e muito calmo. Sem preocupações hoje, ok? Apenas se concentre em nós. Eu e você.
—Ok.-Sorriu ela, e em seguida seus lábios e os seus rostos reaproximaram um do outro, e se beijaram-se.-O que você está fazendo Kurt?-Ele pegou ela no colo, e a pôs em seus braços, carregando ela em seus braços apaixonadamente.-Ela estava a olhar para ele com aqueles seus olhos perfeitos e ao mesmo tempo a rir e a sorrir.
—Ou é. Você é a minha esposa.-Eles beijaram-se enquanto ele a carregava. E além do mais eu te amo você.
—Eu também te amo Kurt!-Ela pôs a sua mão delicada sob o rosto dele.
Ao entrarem na cabana, parecia uma bela cabana elegante, com ótimas especializações e qualificações, a cabana era muito confortável, mesmo que lhe parecia um pouco pequena, ela tinha um quarto de casal com banheiro, uma cozinha com comida e alimentos aquecidos e refrigerados pronto para quando estiverem com fome, ou quiserem comer, e tinha uma pequena sala, porém sem acesso a TV a cabo, internet e rádios de telecomunicações( que eles não faziam nenhuma ideia quando eles alugaram a cabana).
—Esse lugar é realmente incrível e lindo.-Comentou ela.-Obrigado mesmo.
—Você não precisa agradecer nada Jane, eu é que tenho que agradecer por estar sempre ao meu lado nos bons momentos e principalmente nos ruins momentos.-Ele passou a mão delicadamente pelos fios suaves e pretos pelo cabelo da Jane.-Eu te amo! Você é o meu ponto de partida. Você é a minha estrela polar.
—Você bem que poderia dizer essas coisas com mais frequência. Eu amo isso!-Disse com um olhar sexy.-Eu amo ouvir você dizendo coisas assim...Isso soa tão romântico e lindo.
—Você está querendo dizer que eu não costumo dizer coisas assim para você?-Sorriu ele e a olhar para ela docemente.
—Imagina. Eu não estou dizendo nada.-Riram ambos.

APARTAMENTO DO READE
Enquanto isso no apartamento do Reade, Reade e Zapata estavam a aproveitarem essa linda noite, eles estavam a assistirem TV na sala, um de seus jogos de futebol favoritos acompanhado por uma deliciosa cerveja da Pensilvânia, que eram as melhores cervejas mais incríveis da cidade.
Reade e Zapata estavam a assistirem o jogo de futebol juntos ambos sentados no sofá, torcendo juntos e a fazerem a maior festa e fazendo as suas apostas que time iria ganhar, e ao mesmo tempo chamava os jogadores do time que estavam a torcer de "idiotas" "lesados" e "pernas de pau'', o que era uma referência muito bem dita considerando a maneira como os jogadores de seus times se comportavam. Aquele jogo era um vexame segundo ambos.
Quando o jogo terminou ambos pediram comida para jantar pelo telefone, comida pronto para entrega para jantarem, mas ao mesmo tempo que esperavam o cara da entrega, os olhos da Zapata estava a se fecharem e se a abrirem a cada 20 segundos. Zapata estava caindo de sono.
—Você acredita que esse cara está atrasado há mais de 45 minutos?-Perguntou Reade.
—O quê? O que você disse? Desculpa, eu não ouvi você.-Perguntou se alertando
—Olha só para você! Você está morta de sono.
—Eu não estou. Eu estou só cansada.
—Quer que eu faça um pouco de chá para você?-Perguntou ele
—Se tivesse café seria bem melhor, não acha?
—Esqueça, eu não vou comprar uma cafeteria.-Disse ele
—Reade qual é o seu problema com a cafeteria? Porque você odeia café tanto assim?-Riu ela adormecendo no sofá, e caindo em um sono profundo, e Reade ali em pé e olhando a dormir, o quão lindo era bom e lindo ver dormindo. Ele se aproximou do sofá, e embrulhou ela com um cobertor reconfortante com sua delicadeza e carinho, e em silêncio para não acordá-la, e passando a sua mão leve e serena pela a maçã do rosto dela.
LABORATÓRIO
Patterson estava trabalhando no seu computador do FBI, em alguns casos que precisavam ser solucionados e resolvidos, porque segundo ela os botões eles não funcionam e não se apertam sozinhos. Ela precisaria continuar fazendo o seu trabalho como sempre, e sem ela seria impossível o FBI manter em funcionamento, Patterson era a principal alma do FBI. Ela era o espirito.
Rich tinha ido para casa há mais ou menos uma hora atrás, segundo Patterson ele poderia ir para casa descansar porque ela não iria precisar mais dele por hoje, e que iria fazer o mesmo, ela só precisaria fazer umas coisas restantes antes de ir para o seu apartamento, mas não foi o que aconteceu, nunca é. O trabalho dela sempre vindo em primeiro lugar, e usando sempre o trabalho como desculpas para não se relacionar, ou se permitir ser feliz novamente.
—Droga!-Disse Patterson gritando com o seu computador que estava travando, o que é muito difícil acontecer, isso quase nunca acontece. Nunca.-Por que isso tem sempre que acontecer na hora que eu mais preciso?-Ela queria gritar com os técnicos do laboratório, mas não tinha ninguém para ela poder gritar ou reclamar.-Isso é perfeito!
— O que você ainda está fazendo aqui?-Disse Rich entrando em silêncio, e vendo ela ainda trabalhando.-Você me disse que iria para casa, você ainda está aqui?
— Eu precisava terminar de resolver alguns assuntos aqui.
—Você quis dizer casos de tattoos, certo? Patterson você tem que parar de viver na escuridão. Você é uma grande mulher: linda, inteligente, brilhante e fenomenal. Você merece ser feliz.
—Você voltou só para me dizer isso? Porque eu já ouvi, então quando quiser pode ir.
—Você é tão rude, eu nem sei porque eu ainda volto para você.-Disse ele levando na brincadeira.
—O que você está fazendo?-Ele estava com o tablet dele, e mostrando uma vigilância de câmera de segurança.-O que é isso?
—Apenas olhe, e observe.-Pediu ele.
— Aonde você conseguiu isso? Esse é o Roman Rich.-Pattersou ao assistir a vigilância de segurança estava frustada, aterrorizada e sem acreditar no que via. Roman esstá vivo? Ou melhor... Que diabos o Roman está fazendo no corpo de fuzileiros?
—Segura a onda aí Patty-Patty.-Ordenou ele.
—Eu não que acredito ele nos fez acreditar que ele tinha morrido, mas como isso é possível? Blake atirou nele, Jane mesmo estava lá na África ao lado dele e vendo o morrer da ferida a bala, como ele sobreviveu?
— Eu não sei, mas você não acha que devemos investigar?
—Claro que devemos, mas como? Eu tenho uma ideia...Eu vou rodar essa foto do Roman no computador do meu software, e seja por qual pessoa o Roman estará se passando, sozinho meu software irá detectar uma identidade falsa ou verdadeira, eu só preciso de um minuto.-Disse ela trabalhando, e Rich impressionado com a rapidez dela, e talento dela. Patterson é demais mesmo, todos estamos cansados de saber disso.
—Abe Abraham? É um nome bem prestigiado. BINGO ROMAN! Amos estavam surpresos.
— Como isso é possível Rich? Segundo um histórico e um currículo que eu encontrei, Abe ele frequentou uma academia militar em uma das instituições do governo mais prestigiadas do país.
—Olha para isso Patterson atualmente ele é um advogado de defesa, investigador e fuzileiro naval atuando como advogado militar dentro e fora do tribunal. Filho único, 33 anos, e o principal, ele nasceu e cresceu aqui na América.
—Exato. O que complica ainda Abe Abraham ser Roman Briggs. Tem que haver algo que não estamos vendo.
—E se irmos até a academia de corpos fuzileiros que ele atua como promotor?Nós poderíamos descobri mais. Está afim de uma aventura?-Viajou ele nos pensamentos, e animado.
—Você está louco? Ele nos reconheceria de perto seu idiota. E se ele fingiu a sua morte, ele não quer que ele seja encontrado. Não seja idiota.
—Patterson o irmão da Jane está vivo, você não quer que descobrir mais sobre Abe Abraham, e o porque ele fingiu a sua morte? Jane amava o seu irmão, ela sofreu muito, porque apesar de tudo ele era o seu irmão...E agora, ele pode estar por aí vivendo um vida completamente diferente.
Dá para acreditar, Roman Briggs ex-terrorista e ex-agente da Sandstorm advogado de defesa?-Ele estava a rir, e imitando aquele sotaque e risada de malvado do Roman.
—Ok. Você me convenceu, mas iremos sem ser Agentes do FBI, Ok? Temos que avisar a Jane e o Weller.
—Nem pensar. Jane e Weller devem estar muito ocupados, e bem quentes, você entendeu, e isso não é uma coisa que devemos interromper.
—A nós
—A nós
Jane e Weller estavam a beberem vinho em suas taças e a brindarem entre eles. Na cabana estava um clima incrível,agradável e muito romântico entre eles, eles estavam muito felizes, um momento só entre eles, sem interrupções, e o principal motivo sem trabalho e sem ninguém para os interromper e atrapalhar. Era só ambos amando-se, felizes, curtindo e celebrando o aniversário de casamento deles.
—A nós e ao futuro.-Disse ele brindando novamente.-E a esposa mais linda, inteligente e gostosa que eu tenho.
—Você tem?-Sorriram ambos e beijando-se apaixonadamente.
—Eu sou o homem mais sortudo por ter uma esposa muito gostosa e apaixonada.
—Eu acho que nesse caso somos dois. Eu me pergunto isso todos os dias O que eu fiz para merecer você, e o que temos e o que nos tornamos juntos. Eu sou muito feliz tendo você e ao meu lado, e a vida que temos juntos. Eu tenho muito que sentir agradecida e agradecer. Você me tornou uma nova pessoa.
—Eu te amo muito! Tem coisas que eu me arrependo muito.
—Como o quê?-Perguntou ela
—Eu fui muito covarde referente aos meus sentimentos por você Jane. Eu devia ter chegado há muitos anos atrás em você, desde o momento que eu me apaixonei por você e que você apareceu na minha vida,mas eu nunca fui bom em me expressar.-Ela sorriu.
—Aparentemente somos muito ruins nisso, transformar os sentimentos em palavras. Mas o importante é que estamos juntos,e que vamos morrer e envelhecer juntos e ainda nos amando como tem que ser.
—Eu prometo que irei aprender a me abrir e a me expressar mais vezes, e que iramos ter mais momentos românticos assim como esse.-Ele beijou a mão dela delicadamente. Você é a minha vida!
—Kurt você é a minha vida também. Eu te amo tanto...Eu não consigo imaginar a minha vida sem você. Eu quero uma vida e uma eternidade ao seu lado.
Seus lábios se aproximaram um do outro, a toques leves, ao seus lábios se tocarem suavemente beijaram-se de leve, eles se recomporão por um breve segundo,depois voltaram as se beijarem, e deixaram as suas taças de vinho que ainda vinho cair sob o chão sem se importarem. Eles não queria que nada os interrompessem. Os beijos pareciam mais quentes e mais agressivos do que seriam. Em seus lábios colados um do outro estavam completos e e entregues ao amor, e a paixão que sentiam um pelo o outro, mas os beijos não eram o bastante para preencher o desejo e a satisfação que até onde queria.
Cada partícula de seus corpos queimavam como fogo e faíscas de fogo misturado com outros mais componentes. Eles estavam a beijarem-se e ao mesmo tempo que tiravam as peças de roupas um do outro, estavam entregues aquela paixão ofegante e paixão que nesses momentos é muito difícil apagar a paixão, sem antes apagar primeiro a responsável pela chama da paixão.
Kurt estava sedento de desejo e os seus pensamento sendo dominado pelo desejo de ter a Jane , Kurt tratava a Jane com uma linda e pura delicadeza, a tratando a delicadamente e do jeito que ela merece, e ambos amando-se como tem que ser, e suas mãos entrelaçadas e Jane a olhar para ele enquanto se amavam e ao mesmo tempo se amarem.
E UMA VEZ OS SEUS DESTINOS ESTARIAM PARA SEMPRE ENTRELAÇADOS...

ACADEMIA MILITAR

—Abe a noite a cerveja ficará por sua conta. Afinal você me deve uma bebida, lembra?-Disse a comandante.
—Está tudo bem.-Disse Abe a sorrir. Tenha um bom dia Comandante!
—Para você também.-Maya acenou e sorrindo para o Abe.
—Oh meu Deus! É o Roman!-Disse Rich. Rich e Patterson estavam na academia vendo Abe de longe.
—Como isso é possível? Ele não parece o mesmo Roman que nós conhecemos, os olhos, a cor da pele, a feição e o cabelo parecem exatamente o mesmo. Ele não tem mais aquela cicatriz no rosto, e sem aquela barba, o que é estranho, mas fora isso ele continua sendo exatamente o mesmo. Quem é ele? O que ele está fazendo?-Disse surpresa e vendo-0 vestido no uniforme de advogado militar.
—E se não for ele? Imagina aí um clone do Roman perdido por aí. Existem muitas pessoas parecidas, por exemplo eu já vi muitos clones da minha pessoa. Você nunca viu?
—Eu posso ajudar vocês?-Perguntou Abe vendo os parado, e indo até eles. Eu sou Abe Abraham. Eu posso fazer algo por vocês?-Patterson ficou a olhá-lo, ele era tão gentil, doce, simpático e sorria para ela com um sorriso tão incrível que a surpreendeu, e que a faz questionar todas as perguntas, todas as respostas, ele os fizeram questionar tudo. Ele era como um fantasma do passado em forma de pessoa.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.