You're My Only Song
22 North Richland Terror
Notas iniciais
Sunny
Quando alguém aparece buzinando na frente do seu apartamento, a primeira coisa que você pensa quando está dormindo é...
– Mãe! Olha quem é esse desgraçado, por favor! – Essa era a concepção de Sunny. E então, virou-se para o lado e colocou o travesseiro na cara.
Depois da noite anterior, sonhos muito bons tinham invadido sua noite. Da primeira vez que fechou os olhos, viu Camille e ela na campina do Acampamento Rocque, com a grama verde sob seus corpos e o sol brilhando. Não era de todo agradável um sol de mais de 30 graus te torrando a pele, mas com Camille, tudo parecia agradável. As duas estavam deitadas de lados opostos, deixando suas cabeças lado a lado.
Nenhuma ousava dizer nada, apenas o sol e o vento falavam naquela cena. Então, Camille se levantou e a beijou. Nesse momento, Sunny recebeu a visita do leiteiro. Ele não foi muito bem tratado, principalmente porque Joey e Rachel não fizeram questão de deixá-la dormir mais e a mandaram atender. Resultado: ninguém bebeu leite.
O segundo sonho foi... Um bom sonho. Bem melhor que o outro. Sunny e Camille estavam na piscina da mansão Mitchell, ignorando completamente o fato de Carlos e Logan estarem deitados logo à frente. Camille a beijava com paixão, e suas mãos percorriam seu corpo com voracidade.
Infelizmente, a umidade em sua calcinha, quando um dos funcionários de sua mãe bateu na porta, não era menstruação.
Terceiro sonho.
Sunny se viu no meio da cidade de North Richland Hills, em cima de uma limusine que corria despreocupada pelas ruas. Ela e Camille estavam rindo e bebendo com total deleite. Quando Camille começou a beijá-la, a garrafa caiu de sua mão e então, as duas se viram diretamente nuas. E a buzina do carro do lado de fora do apartamento no condomínio fez Sunny querer explodir a cabeça do maldito motorista.
Sua mãe finalmente atendeu à porta.
– A Sunny está? – Uma voz doce perguntou do outro lado. Podia ser ilusão, mas... Como Carter sabia onde ficava o condomínio?
Seu corpo se fez ereto na cama com um impulso de disposição que Sunny nunca sentira antes. Ainda em seu baby-doll, a mesma se encaminhou para a sala.
– Ah, aí está ela – Rachel disse.
– Quer se arrumar? – Carter perguntou – Ou pode ir assim. Há quem goste de ver meninas assim na rua – Piscou.
– Do que tá falando? – Sunny perguntou erguendo uma sobrancelha.
– Você vai passar o dia comigo e os outros fazendo um tour pela cidade.
– Lembro de ter concordado que ela fosse na sua casa – Rachel contrariou de repente.
– Mudança de planos de última hora? – Carter inquiriu.
Rachel a encarou e depois mirou em Sunny. Seu olhar estava praticamente gritando “POR FAVOR!”.
– Tudo bem. Qualquer coisa é melhor que você ficar aqui brigando com seu pai – A mais velha se decidiu.
Sunny lhe deu um abraço apertado recheado de “Obrigado-mães”. E correu para seu quarto para se arrumar, na companhia de Carter.
– Tem que ficar bonita – A morena sussurrou – Não quer deixar a....
– Sh... – Sunny fez rapidamente – Não fala isso alto. Se meu pai ouvir, acabou – Ela sussurrou.
– Tudo bem – Carter disse em mesmo tom – Mas sabe que tem que estar pronta.
– Como nos encontrou? – Sunny perguntou curiosa.
Carter tirou o celular do bolso.
– Rachel Monroe... Imagino que uma empresária em ascensão sempre vai ter um GPS bem reconhecido – Carter mostrou a tela para Sunny onde o nome de sua mãe aparecia bem grande, apontando um mapa da cidade em 3D – Eu tenho amigos, Sunny. Amigos de gente como eu sempre são bons.
– Por isso que sou sua amiga? – Sunny perguntou e as duas riram.
Sunny optou por uma roupa bonita até demais para quem não sabia para onde ia. Blusa prateada e calça de couro preta. Salto alto prata pra completar. A maquiagem ficou por conta de Carter e mesmo ela caprichou.
– Hora da limusine – Carter disse fechando a porta – Próxima parada, James.
– Se todos demorarem como eu, vamos terminar só de noite – Sunny constatou.
– Não seria de todo mal. Mas a C.C. também tá na jogada. Ela foi pegar a Rocky. Logan está com o Kendall nas mãos.
– E o Carlos? Ele foi dormir com vocês?
– Veja por si mesma – Carter abriu a porta da sua própria limusine e revelou Carlos no seu interior. Uma cara nada amigável era o seu semblante, mesmo assim, acenou e deu “oi” para Sunny quando a viu.
Carter não parava de comentar o quanto o dia deles seria incrível quando chegassem às festas que estavam programadas para eles, mas Carlos não estava tão animado. Na verdade, Sunny não entendeu porque ele e Logan não estavam na mesma limusine, até que Carter desceu no destino onde pegariam James e finalmente a moça teve coragem de perguntar ao latino o que estava acontecendo.
Bem como ela esperava, Carlos não respondeu imediatamente.
– Não vou perguntar o que aconteceu – Sunny se corrigiu – Só me diz o que ele fez – Ela disse o pronome como se a palavra “Logan” fosse ser ofensiva demais para falar em frente a Carlos.
– Deixa ele de lado, por favor – Carlos pediu simplesmente.
– Ele não fez outra burrada daquelas, não é? – Sunny questionou – Ele te magoou? Como?
– Sunny, não quero falar dele.
– Por que está aqui pra começo de conversa, então?
– Carter me obrigou.
– Ótimo. Tenho a leve impressão de que uma garota apenas magra e linda não conseguiu dobrar um cara do seu tamanho, com relação a músculos, só com ameaças. Você está aqui por um motivo.
– Que obviamente, não é ele.
– Eu nunca disse que era ele – Sunny ergueu uma sobrancelha e sorriu.
Carlos se virou e fechou a cara.
– Vamos lá, Carlitos. Apenas diz o que ele fez...
Carlos se fechou por mais algum tempo, mas Sunny não desistiu. Ela sabia que pressionar Carlos era o único jeito de tirar algo dele.
– Tudo bem – O latino se rendeu, para a alegria da loirinha – Ele me deu um chute.
Sunny ficou esperando o restante, mas Carlos não disse mais nada.
– Só isso?
– Não quero entrar em detalhes – Carlos garantiu.
– Deixa eu adivinhar. Ele veio com várias desculpas de que a vida dele tinha mudado e agora não é mais você quem ele ama?
– Na verdade, não – O jovem contrariou – Ele disse, sim, que tinha esquecido de mim... Mas não me deu nenhuma desculpa – Seu tom se tornou embargado.
Esse aqui aumentou só no tamanho dos músculos, Sunny disse a si mesma.
– Tudo bem... Pode parar. Você sabe que... Bem, é o Logan. Uma hora ele se arrepende e–
– Eu pedi pra ele não fazer isso – Carlos admitiu – Disse que não queria que ele viesse pedir desculpas.
– O que isso tem a ver?
– Carter disse que ele nunca repete um gesto duas vezes, se alguém mandar ele parar.
– Duvido.
– Bem, ninguém mandou ele parar de me magoar. Talvez tivesse dado certo se tivessem mandado – Carlos fechou a cara novamente e se virou.
– Carlos...
Sunny foi interrompida pela porta abrindo e a risada de Carter invadindo o local.
James estava com ela e também estava sorrindo, mas não tão escandalosamente. Depois disso, não deu mais para conversar com Carlos. James estava o tempo todo lá e, francamente, Sunny e ele ainda não se davam bem. Os dois eram como azul e amarelo, água e fogo, sal e açúcar, limão e café. Totalmente opostos.
Depois de pegar James, não precisaram pegar mais ninguém. O ponto de encontro seria a própria mansão Mitchell. E novamente, os enormes portões dourados estavam em frente aos olhos de Sunny. Da última vez que passara por ali, foi para deixar a mulher que amava por seis anos. Agora, ninguém sabia o que ia acontecer.
A limusine preta e a rosa apareceram logo depois. Logan trazia Kendall, Camille e Lucy. Nenhum dos três parecia o mais feliz do mundo, mas o semblante de Camille mudou assim que a morena a viu. Justin saiu indiferente da outra limusine, enquanto Jo, Rocky e C.C. davam risada como se fossem três melhores amigas que acabaram de se reencontrar. Nesse momento, Sunny sentiu inveja. Queria estar rindo com alguém, mas só tinha três vontades no momento: beijar Camille loucamente, dar um soco em Logan e fazê-lo voltar com Carlos e afogar James na piscina.
– Então, finalmente juntos – Carter comemorou – Hora de irmos diretamente para a festança.
– Carter, tá meio tarde. Prefiro dormir – Logan disse, rumando a casa.
Sunny percebeu que suas olheiras (nada de ruim, ele sempre as tivera) estavam um pouco mais marcadas.
– Volta aqui – Carter o puxou pelo braço – Deixa de ser quadrado. Vamos logo. Vamos ter que nos reagrupar. Sunny, você e a Camille vem comigo. Logan, Carlos, James e Kendall vão na dele. C.C., Jo, Lucy e Rocky, vão em frente com a da maninha. A gente se vê no destino final... Lembrem das preliminares.
– Vamos pra um motel? – Lucy perguntou.
Sunny riu.
– Não garota, tô falando de beber e comer algo antes de chegarmos na boate.
– Ah... Um motel seria mais divertido – Jo concordou. Elas riram novamente.
Sunny percebeu Logan olhando pra uma mensagem em seu celular. O texto escrito a fez arregalar os olhos.
Não me venha com essa história de novo. Não me importa o que sua mãe diga, eu irei cumprir o que eu falei.
Logan a encarava como se fosse um lembrete, para não fazer nada errado naquela noite. Imediatamente ela soube quem era o remetente e sobre o que era a mensagem.
– Carter – Ela levantou a mão rapidamente – Pode levar o Kendall e o James pra eu ir com o Los e o Logie. Tenho que conversar com eles, sabe... Assuntos.
Carlos engoliu seco, audivelmente.
Carter entendeu e concordou prontamente.
Os quatro entraram na limusine de Logan, e a primeira coisa que Sunny fez foi beijar sua namorada ardentemente.
– Senti sua falta – Camille disse.
– Eu também – Sunny admitiu.
– Agora comecem a falar – Camille se virou para os dois homens à frente delas com a mão apontada com firmeza.
– O quê? – Logan perguntou, inconscientemente, segurando a mão de Carlos e o latino retribuiu pelo susto.
– Você também sabe? – Sunny perguntou rapidamente, ignorando completamente o fato de as duas não estarem matando a saudade por si próprias, mas tentando reunir dois amigos.
– Claro que sei. C.C. me contou tudo – Camille disse.
– O que vocês duas sabem? – Carlos perguntou.
– O que deu em vocês? – Sunny se prontificou a perguntar – Mais especificamente no Logan.
– Do que estão falando? – O moreno questionou.
– Por que estão terminados? – Camille assumiu – Vocês dois estão aqui, um com o outro, e tudo o que fazem é brigar.
– Acho que a gente não pediu psicólogas de relação inexistente – Logan destacou. Carlos se encolheu em seu lugar.
– Para de falar asneiras. Eu sei bem. Eu vi a mensagem no seu celular – Sunny revelou.
– Que mensagem? – Camille perguntou.
– Agora chega – Logan apertou o botão de comunicação com o motorista – Me deixa na próxima.
– Ah, você não vai fugir – Sunny disse.
– Fica assistindo – Logan disse, esperando a limusine parar, para então, saltar do veículo e ir até a porta falar com o motorista. Sunny não perdeu tempo em segui-lo.
– Leva eles até a boate que a Carter mandou. Eu pego um táxi.
– Ei! – Sunny evocou.
– Pode esquecer ela. Vai logo.
O motorista partiu rapidamente, fazendo Camille se apressar em fechar a porta, que Sunny deixara aberta. E ali estavam os dois, Sunny e Logan, sozinhos no meio de uma rua qualquer, que não estava lá tão movimentada.
– O que pensa que está fazendo?
– Evitando pessoas invadindo minha vida – Logan respondeu abruptamente – Minha não-relação com o Carlos é assunto nosso. Vai cuidar da sua e da Camille. Vão transar, ou sei lá, e nos esqueçam.
– Em primeiro lugar – Sunny bateu com o indicador no ombro de Logan – Respeita. E em segundo lugar, eu meio que tô fazendo isso. Eu gosto de você e gosto do Carlos, e apesar de ele ser um frouxo e você um retardado, não esperei seis anos da minha vida pra vê-los de novo e descobrir que vocês estão jogando o tempo perdido no lixo.
– Eu tenho meus motivos pra fazer isso – Logan insistiu.
– Seu pai move a sua vida com o mindinho, não é?
– E se for? O que você tem a ver com isso?
– Já falei e não vou repetir. Mas fico surpresa em saber que você só cresceu em tamanho... E talvez nem nisso.
– Olha aqui, Sunny, eu não vou ficar aqui ouvindo você tentar forçar alguma coisa entre mim e o Carlos. Ele não pode saber disso. Se eu pudesse contar, ele seria o primeiro a saber.
– E por que não?
– Se eu contar ao Carlos, ele vai contar ao pai dele. Se o pai dele souber, pode mover uma ação por ameaça contra o meu pai e é aí que meu pai vai mover céus e terra pra nós dois não nos vermos de novo, nunca mais.
– Afinal de contas, o que seu pai quer fazer de tão mal assim contra a família do Carlos?
– Não é da sua conta. Só me deixa.
– Logan, volta aqui!
– Se me seguir – Logan virou ameaçadoramente – Eu te levo pros confins do mundo, ligo pra me buscarem e te abandono lá.
Sunny parou na hora e ficou encarando-o, enquanto ele se virava e ia embora, desaparecendo na próxima esquina. A garota se virou revoltada, acima de tudo, consigo mesmo. Talvez Logan tivesse mudado em ficar ainda mais teimoso e cabeça dura. O que ela queria mesmo era esmagar sua cabeça em um espremedor de cítricos, mas não podia.
Começou a andar sem rumo pelas ruas, em busca de um ponto de referência que a levasse de volta ao hotel de seus pais, mas o local parecia bem afastado do aeroporto. Agora, estava perto de um conjunto de prédios e nenhum deles era familiar. Estava tudo completamente parado.
Pelo menos foi o que ela achou.
Alguns metros à frente, Sunny ouviu risadas masculinas e barulho de garrafas sendo quebradas. Decidiu apressar o passo para tentar sair de vista, mas não adiantou nem dar o primeiro. O barulho do sapato chamou a atenção de um dos rapazes.
– Olha só, que belezinha, andando sozinha a essa altura? – O atraído perguntou.
Sunny ignorou e continuou andando. O barulho de tênis batendo na calçada apressadamente a deixou extremamente alerta. Ela ainda sabia exatamente tudo que aprendera quando tinha quatorze anos... Ela tinha usado em Kendall, se bem se lembrava.
– Vamos lá, gatinha, dá uma pausa. A gente só quer conversar.
Novamente, ela ignorou e apertou mais ainda o passo. Pretendia dar a volta no quarteirão e voltar ao ponto de partida. Talvez pudesse seguir o caminho de Logan e sair daquele local deserto.
– Ei, gata, espera! – Um deles gritou e Sunny ouviu os tênis se apressarem mais ainda no cimento da calçada. Quando chegaram perto o suficiente, Sunny se virou e deu um chute no primeiro atrevido.
– Uau! Gata perigosa – Um deles disse em tom típico de bêbado.
Sunny decidiu correr. De uma forma ou de outra, eles eram como cães, continuariam seguindo-a.
Ela desatou a correr, com um leve problema. Ela era baixinha e correr nunca fizera seu estilo. Por isso ela aprendera a brigar. Os agressores continuavam a persegui-la com gritos e incentivos aos outros membros do grupo. Pelo menos ela sabia andar de salto alto.
Infelizmente, o salto perdeu a parte boa de si quando Sunny chegou ao ponto de partida. Havia uma rachadura na calçada e o salto do sapato prendeu e quebrou, fazendo-a cair.
Antes que pudesse se recuperar e correr novamente, sentiu mãos atrevidas tocando suas pernas e busto, enquanto outro a virava e sentava em cima de sua barriga, com as pernas em torno de seu corpo.
– Que foi, gatinha? Não gosta de homem.
– Tá meio na cara que não – Sunny lhe deu um soco no rosto e chutou os outros. Antes que pudesse se libertar, outro a deu um tapa no rosto e imobilizou suas mãos.
– Vai em frente, Zack, bota essa vadia no lugar dela – O rapaz disse.
– Me larga, seu imbecil – Sunny disse se debatendo desesperada e furiosamente.
– Vou te ensinar a gostar de macho agora, vagabunda – O agressor que ela socara, o tal Zack, disse, limpando o sangue de seu lábio. Ele apertou as partes íntimas de Sunny e depois abaixou suas calças.
Sunny fechou os olhos de nojo e então, seus ouvidos ouviram a voz que podia ser a melhor melodia do mundo.
– Sunny! – Logan gritou logo atrás deles.
– E quem é esse? – Um dos caras perguntou.
– Pra ela, um amigo, pra vocês, a morte em pessoa se não soltarem ela agora – Logan comandou. Sunny nunca tinha ficado tão feliz de ver aquele idiota em sua vida.
– Mostra – Um deles zombou. Era o mais alto. Bem mais que Logan.
– Já que insiste.
Logan avançou no homem, que tentou socá-lo, mas isso serviu apenas para dar a Logan o movimento que precisava. Ele segurou o braço do homem o girou até suas costas.
– Bom o suficiente? – Logan zombou antes de soltá-lo e dar-lhe um chute nas costas, que o fez cair de cara – Quem é o próximo?
– Pode vir – Um deles desafiou.
Antes mesmo que ele fizesse o próximo movimento, Logan o derrubou com um chute no rosto.
Os últimos três foram em gangue pra cima de Logan... Pelo menos tentaram. Um deles teve o pé segurado por Sunny e caiu de queixo no chão. O barulho de ossos quebrando nunca foi tão prazeroso para a loirinha.
Logan deu conta de derrubar os outros dois. Tão rápido que Sunny só teve tempo de constatar depois que já estava em pé e com a roupa no seu lugar.
– Desculpa – Logan pediu sem jeito – Eu não devia ter te deixado pra trás.
Sunny deu um soco no ombro dele.
– Estamos kits – Ela disse.
Logan massageou o lugar e se virou.
Sunny deu um tapa com toda força em sua bunda.
– Ei!
– Kits duas veze – Ela disse.
– Tá – Logan massageou o traseiro para aliviar a dor – Vou te levar até a minha casa. Vou ver se a Carter tem roupas que sirvam em você.
– Não precisa. Me leva pra casa.
– Eu não vou estragar a noite da Camille, levando você pra casa – Logan insistiu – Vem. Vamos nos ajeitar agora e depois encontrar eles na boate.
Meio contra a vontade de Sunny, eles voltaram à mansão.
Carter tinha roupas bem bonitas que serviram perfeitamente na loirinha e, depois disso, Logan pegou um táxi, junto de Sunny, para uma boate.
Pelo menos Sunny sabia que agora poderia se divertir com Camille, mas antes de entrar, ela tinha que fazer uma coisa.
– Logan. Você nunca faz algo novamente se alguém te pedir pra parar, não é? – Ela perguntou.
– Não – Logan respondeu.
– Então volta pro Carlos e não faz ele sofrer de novo – Sunny disse e adentrou a boate, deixando-o para trás.
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