Youre Fixing Me, Dont Leave.

24 Deuses Gregos encontram o Destino


Notas iniciais
Nome de capítulo mais gay que, como dizem os meus colegas de turma, o Twilight - não pretendo ofender ninguém com isto até porque eu secretamente até gosto de twilight, apenas queria fazer uma "piadinha". Não se ofendam!
Posha, custou a vir este ahah. Este capítulo vai ser apenas sobre a Danika e o Zayn. Cada um dos encontros será narrado num capítulo dedicado apenas aos casais, se não se importarem.
Estou a ser devorada por mosquitos portanto vou ser breve e passar à história em si.
É assim... Tudo bem que eu tenho várias reviews mas são tipo sempre das mesmas pessoas e eu por vezes penso que elas só dizem isso porque já se afeiçoaram às personagens... Tenho 11 leitores, por agora, porque raio é que só 4 ou 5 pessoas me deixam reviews? sei lá, mas faz-me ficar triste que mais ninguém deixe reviews... A fic está assim tão má? :/
Bom, vejo-vos lá em baixo...

Danika POV

Hey, Danika, estás a caminho do London Eye com o Zayn! pensei para comigo. Sei lá, nem me sentia como se estivesse com o grande Zayn Malik, dos One Direction, a meu lado. Sentia-me apenas uma miúda normal a sair com a sua paixoneta adolescente nada conhecida. Como se Zayn não fosse conhecido mundialmente... como se eu não fosse uma Directioner orgulhosa e fiel. Não sei... Sentia-me como se aquilo fosse a coisa mais normal de todo o mundo e sentia-me feliz, completa... como já não me sentia desde que terminei o namoro com o Rafa. O Zayn fazia-me bem... Caramba, fazia-me mais que bem. Quando estava com ele, o buraco que se formara no meu coração ao ver o meu Rafa... meu nada, que estupidez pegada, ele já não era meu e eu não queria que voltasse a ser. Adiante, ao ver o Rafa na cama com a minha ex-melhor amiga, formou-se um buraco no meu peito mas, quando estava com o Zayn, consigo sentir esse buraco a sarar aos poucos. I was broken and he's now fixing me.

– Estás a pensar no quê? — Perguntou o Zayn, arrancando-me dos meus devaneios, a olhar para mim de sobrolho franzido.

– Quê? — Perguntei, meio atordoada. Estava tão embrenhada nos meus pensamentos que aquela simples pergunta conseguiu baralhar completamente o meu sistema.

– Estás calada e alheada... Fiz algo que te desagradasse? Foi do beijo? Não querias vir sair comigo? — Ele começou a disparar um monte de perguntas e eu parei, virei-me de frente para ele e coloquei o dedo sobre os seus lábios. Ele fechou os olhos e estremeceu, coisa que eu não compreendi e afastei qualquer parte do meu corpo que estivesse em contacto com o dele, julgando tê-lo magoado.

– Não fizeste nada de mal, não te preocupes. Estava só a pensar. — Sorri-lhe e voltei a andar em direção ao London Eye que se encontrava agora a cerca de vinte metros de nós, erguendo-se em toda a sua beleza a 135 metros do chão londrino.

Entrámos numa das cabinas, apreciando a paisagem linda que era Londres vista de cima. Por mais vezes que visitasse o London Eye e subisse nas suas cabinas, nunca me iria habituar a tamanha beleza que este mostrava. Olhei para Zayn e reparei que ele me observava, o que me fez corar e, se não fosse a minha pele morena, teria ficado vermelha que nem um rubí. Ele sorriu levemente, os seus olhos cor de mel a percorrerem cada traço facial meu até se fixarem nos meus olhos castanhos escuros, tirando-me o ar. Será que eu o amava mais do que como uma Directioner? Será que eu estava mesmo apaixonada por este rapaz moreno de cabelo negro e olhos cor de mel que me observava com um sorriso lindo? O choque elétrico que percorreu o meu corpo no momento em que ele estendeu a sua mão para tocar o meu rosto respondeu às minhas perguntas. Sim, eu amava-o. Sim, eu tinha-me apaixonado por ele.

– És linda... — Sussurrou, sem tirar os olhos dos meus e eu pude ver sinceridade naquele mar de mel que eram os seus olhos.

– Olha quem fala, não é, Senhor Deus Grego? — Disse eu num sussurro, com um riso abafado, descendo o meu olhar até aos seus lábios. Estavam tão próximos que podia sentir o seu hálito de menta na minha cara. Seria tão fácil inclinar-me e beijá-lo... mas não podia... eu nem conhecia o Zayn... Quer dizer, sim, conhecia, enquanto directioner e tal, mas mal o conhecia enquanto amiga. Ou ele mal me conhecia. Eu não sei, não consigo pensar com ele assim tão perto. Ele aproximou-se de mim, colando o seu corpo ao meu, segurando-me pela cintura. Meti os braços à volta do seu pescoço, tendo de me colocar na ponta dos pés para ficar mesmo à altura dos seus lábios. Ele aproximou o seu rosto aos poucos, dando-me hipótese de recusar. Eu ainda estava a decidir se recusava ou não quando a nossa cabina parou no chão e o segurança disse que tínhamos de sair. Pigarreei e afastei-me do Zayn, envergonhada. Ele sorriu-me levemente e pegou-me na mão, levando-me consigo dali para fora. Será que ele também sentia a corrente elétrica que me percorria sempre que ele me tocava? O que acontecera naquela cabina? Era como... como se...

– Danika? — A voz do Zayn a chamar o meu nome quebrou a minha linha de pensamentos.

– Sim, Zayn? — Perguntei, sorrindo. Estava a sorrir desde que saíra da cabina. Começara por ser um sorriso tímido mas crescera para um de pura felicidade, apesar de continuar a ser tímido. Não sei, quando estava com o Zayn, os meus sorrisos eram sempre um pouco tímidos.

– Hum... sabes, na verdade não sei o que ia dizer... Cada vez que olho para ti, os meus pensamentos desaparecem e tudo o que consigo sequer enxergar é o quão perfeita tu és... — Disse ele, mordendo o lábio com um sorriso torto.

– Isto é um sonho não é? — Perguntei, parando de andar. Estávamos a andar. de mãos dadas, há algum tempo, sem eu saber para onde, e as fãs ainda não tinham irrompido aos gritos pelas ruas londrinas em direção a nós.

Ele riu suavemente. Eu amava tanto o riso dele... sentia sempre o meu corpo reagir-lhe de maneira um tanto engraçada. Parecia uma rapariga da escola primária que dera um beijinho na cara de um rapaz. Ficava toda nervosa e feliz ao mesmo tempo e as minhas pernas ficavam sem forças. Como era possível amar alguém a este ponto?

– Parece, não parece, minha Grega? — Perguntou, sorrindo-me e eu pude ver amor nesse sorriso. Amor por mim.

– Parece... — Disse, num múrmurio, baixando a cabeça, envergonhada. Se isto era um sonho, não queria mesmo acordar porque, apesar de não ser sua namorada, estava ao lado do rapaz que mais amei em toda a minha vida... e tudo começara com os rapazes a salvarem-me de mim própria e eu criar um amor de fã profundo por todos eles. Como a vida dava voltas.

Senti a sua mão no meu queixo, sem a ver uma vez que tinha os olhos fechados como se isso me impedisse de acordar, e ele levantou-me a cabeça, obrigando-me a abrir os olhos e fitar aquele rapaz que me alterava completamente o ritmo cardíaco. Ele aproximou-se de mim, lentamente como fizera na cabina, agarrando-me pela cintura com uma mão, puxando-me para mais perto de si como se quisesse fundir os nossos corpos num só, e, com a outra, segurou suavemente o meu rosto. Estiquei-me na ponta dos pés, colocando os braços à volta do seu pescoço uma vez mais e encostei a minha testa à sua. Ficámos assim durante um pouco, sentindo apenas as nossas respirações baterem na cara um do outro e a olhar bem perto para os olhos um do outro, sentido-nos como se nos pudessemos afogar nesse mar. E depois, muito levemente, o Zayn beijou os meus lábios, apenas encostando os seus aos meus e afastando-se como que a perguntar se podia continuar. Assenti levemente com a cabeça, de olhar fixo nos seus lábios carnudos que eu tanto desejava beijar e que já beijara por duas vezes mas nunca com tanta paixão como agora, e ele beijou-me, desta vez com língua, explorando cada parte da minha boca com suavidade. Uma das minhas mãos entrelaçou-se no seu cabelo enquanto a outra agarrava o tecido da sua camisola por cima do seu peito, mesmo do lado do coração, e pude senti-lo a bater descompassado. Era eu que tinha aquele efeito nele?


Zayn POV

Naquela cabina do London, ela parecia mais bela que nunca. Parecia fascinada a olhar para a paisagem à nossa frente enquanto eu continuava de olhar preso à sua cara morena tão perfeita e imperfeita ao mesmo tempo e aos seus olhos de um castanho escuro quase negro tão belo... Porém, os seus olhos tinham vindo a clarear ultimamente. Estavam a passar a uma cor de amêndoa, mesmo continuando com os olhos bastante escuros e belos e magníficos... Estava eu com estes pensamentos na cabeça quando ela se volta para olhar para mim e eu senti o meu coração falhar um batimento para depois recomeçar a bater velozmente. Dei por mim a sorrir e toquei-lhe no rosto levemente.

– És linda, sabias? — Perguntei, num sussurro, encantado com a sua beleza. Ela não era perfeita, tipo as barbies, longe disso, mas era isso que a tornava tão bela e perfeita aos meus olhos. Era isso que fazia a minha respiração alterar-se e o meu batimento cardíaco aumentar.

– Olha quem fala, não é, Senhor Deus Grego? — Disse ela num sussurro, com um riso abafado, descendo o seu olhar até aos meus lábios, fazendo-me sentir um formigueiro estranho neles. Como era possível amá-la tanto quando tinha evitado tanto tempo aproximar-me dela ou conhecê-la? Tudo o que sabia sobre ela, fora o Niall que me contara... Como podia amá-la tanto assim?

Aproximei-me dela, lentamente, colando o seu corpo ao meu, puxando-a com as mãos na sua cintura para mim, trazendo-a mais perto. Fui aproximando o meu rosto do dela com cuidado, com medo que ela me recusasse, mas isso não aconteceu. Quando os nossos lábios já se roçavam, a cabina parou e o segurança chamou-nos dizendo que tínhamos de sair, arruinando tudo.

Saímos e fomos caminhando lentamente. Tencionava levá-la até à praia, passear um pouco à beira-mar. Sim, eu era um romântico, tenho de admitir.

– Danika? — Dei por mim a chamá-la, sem mesmo olhar para ela.

– Sim, Zayn? — Disse ela e eu olhei para o seu rosto de menina doce que era tão cativante, e vi-a sorrir timidamente. Porque é que ela era tão tímida? Tinha todo o direito de ser convencida e barulhenta sendo tão bela. Todos perdoariam qualquer que fosse a sua atitude mimada ao verem tamanha beleza. Mas será que isso era a verdade ou era apenas o meu amor a falar mais alto?

– Hum... sabes, na verdade não sei o que ia dizer... Cada vez que olho para ti, os meus pensamentos desaparecem e tudo o que consigo sequer enxergar é o quão perfeita tu és... — Disse eu, mordendo o lábio com aquele sorriso idiota que eu tanto detestava.

– Isto é um sonho não é? — Perguntou ela, parando de andar. Estávamos a andar. de mãos dadas, há algum tempo, sem dizer uma única palavra, cada um envolto nos seus pensamentos.

Eu ri suavemente e senti-a estremecer levemente, com um sorriso que me transmitia ternura espelhado na sua cara.

– Parece, não parece, minha Grega? — Perguntei, sorrindo-lhe, tentando demonstrar nesse sorriso todo o amor que sentia por ela, mesmo que esse amor fosse louco e precoce.

– Parece... — Disse a minha menina, num múrmurio, baixando a cabeça, envergonhada. Isto parecia um sonho... Nunca na minha vida teria imaginado ser possível apaixonar-me por uma fã daquela maneira. Eu amara a Perrie, amara mesmo, mas nada se comparava com o amor que a Danika despertava em mim. A Perrie nunca me fez sentir tão completo, tão feliz...

Meti-lhe a mão debaixo do queixo, erguendo-lhe a face de forma a que ela olhasse para mim. Aproximei-me dela, lentamente como fizera na cabina, agarrando-a pela cintura com uma mão, puxando-a para mais perto de mim tentando fundir o seu corpo ao meu como se fôssemos duas peças de um puzzle de miúdos, e, com a outra, segurei suavemente o seu rosto. Ela esticou-se na ponta dos pés, colocando os braços à volta do meu pescoço uma vez mais e encostou a sua testa à minha. Ficámos assim durante um pouco, sentindo apenas as nossas respirações baterem na cara um do outro e a olhar bem perto para os olhos um do outro, sentido-nos como se nos pudessemos afogar nesse mar. E depois, muito levemente, eu beijei os seus lábios suavemente, encostando-os suavemente e afastei-me, a pedir, com o olhar, permissão para continuar. Ela assentiu levemente com a cabeça, de olhar fixo nos meus lábios e eu beijei-a, desta vez com língua, explorando cada parte da sua boca com suavidade, enquanto ela fazia o mesmo com uma paixão ardente mas controlada, pois estávamos na rua. Uma das suas mãos entrelaçou-se no meu cabelo enquanto a outra agarrava o tecido da minha camisola por cima do meu peito, mesmo do lado do meu coração. Será que ela sentia o meu coração a bater descontroladamente? Puxei-a mais para cima, para ela ficar mais perto de mim. Eu adorava como ela era mais baixa que eu uns 10cm, achava adorável e, assim, eu tinha uma desculpa para a puxar mais para mim. Será que ela sentia o quanto eu a amava? O quanto eu desejava o seu toque, o seu amor?

Como tudo o que é bom tem que acabar, ela afastou-se de mim, para respirar e eu tive de resistir ao impulso de a beijar outra vez, lembrando-me que estávamos no meio da rua, com pessoas a passar por nós e a olhar. Olhei bem nos olhos dela, perdendo-me naquele mar escuro, ambos ofegantes. Ela olhava para mim com um sorriso timido que, segundo o Niall, só aparecia quando ela estava perto de mim. Como era possível que eu tivesse tamanho efeito nela? Quero dizer, eu sempre me achei giro, sim, mas como é possível que eu tenha conseguido conquistar alguém tão perfeito como ela? Mas quem disse que eu a conquistara?

– Eu amo-te, Zayn... — Disse ela, com a voz mais doce que eu alguma vez ouvira, como se um anjo lhe tivesse dado voz. Lembras-te daquela pergunta de "quem disse que eu a conquistara?", Zayn?, pensei para mim mesmo, é, ela acabou de te confirmar que o fizeste mesmo.

– E eu amo-te a ti, Danika. Mil vezes mais. — Sorri que nem um parvinho a olhar para ela.

A minha menina suspirou e abraçou-me, enterrando a sua cara no meu peito. Enterrei a minha cara no seu cabelo e inalei o seu cheiro que eu tanto gostava.

– Hey. — Disse eu, ainda a falar contra o seu cabelo.

– Sim? — Disse ela, com a cara ainda no meu peito.

– Queres ser a minha namorada? — Perguntei, sentindo-me como um menino de sete anos a falar com a menina mais bonita do recreio.

A Danika ficou paralisada nos meus braços, sem se mexer e — se não me engano — sem respirar. Ao fim de um minuto — credo, a rapariga tinha bons pulmões — ela afastou-me o suficiente para me olhar nos olhos e eu vi um brilho de descrença nos seus, mesmo que o sorriso no seu rosto fosse de felicidade.

– A sério? — Perguntou, a sua voz parecendo a de uma menina pequena.

– Sim... — Respondi, sentindo-me inseguro.

Ela ficou a olhar para mim durante um tempo, fazendo-me sentir nervoso. O tempo parecia suspenso até ela se esticar e beijar suavemente os meus lábios. Depois, ela afastou-se com um grande sorriso que me fez perder o ar e disse a resposta mais simples e perfeita que eu alguma vez poderia ouvir.

– Sim, Zayn, sim. — Disse ela.

Eu abracei-a pela cintura, puxando-a para mim, mais feliz do que alguma vez julgara possível. Quando finalmente nos afastámos, coisa que foi mais dolorosa do que eu pensava poder ser possível tendo em conta ser um simples abraço, peguei na sua mão e mudei o nosso rumo, dirigindo-me para casa com ela. Só queria aninhar-me no sofá com a minha princesa a ver um filme.

– Onde vamos? — Perguntou a minha princesa.

– Para casa. — Sorri-lhe.

– Tua ou minha? — Perguntou ela, com uma gargalhada linda que me fez arrepiar de tão perfeita.

– Para minha. Vou ligar ao Liam e pedir-lhe para deixar a casa só para nós. — Sorri e, com isto, peguei no telemóvel.

#Chamada ON#

– Estou, mano. — Disse o Liam do outro lado.

– Oi. Olha, será que é possível que tu e a Adriana vão, sei lá, passear ou assim? Estava a pensar levar a Danika aí para casa. — Disse eu, rezando a Allah para que ele dissesse que era na boa.

– Claro, puto! Assim até me facilitas as coisas. — Disse ele, com a voz enigmática e eu pude perceber o que ele queria dizer; ele queria uma desculpa para levar a Adriana a sair.

– Obrigado, mano! — Disse eu, preparando-me para desligar a chamada. — Fico-te a dever uma.

– De nada, meu, a dívida está paga. — Ele riu-se do outro lado. — Até depois. — E com isto desligou

#Chamada OFF#

Olhei para a rapariga que segurava a minha mão, sentindo o meu peito encher-se de uma dor agradável que eu demorei um segundo a perceber o que era — amor, muito amor, e puro — e sorri.

– Então? — Perguntou ela, nervosa.

– A casa é toda nossa. — Ri-me.

Ela sorriu e nada disse, soltando-me a mão para colocar o braço à volta da minha cintura. Coloquei o meu à volta dos seus ombros, puxando-a para mim, sentindo um formigueiro nos sítios em que os nossos corpos se tocavam.

Antes de notarmos sequer, estávamos à frente da minha casa. Caminhámos silenciosamente todo o tempo, como se não precisássemos de palavras entre nós para transmitir o que sentíamos no momento — pura felicidade.

Entrámos na casa, agora deserta, e sentámos no sofá.

– Vamos ver um filme? — Perguntei, sorrindo.

– Claro! — Disse ela.

– Qual queres? — Perguntei, beijando-lhe a bochecha.

– Tens o Avatar? — Perguntou, envergonhada.

– O Avatar?! — Ela tinha-me espantado, de verdade.

– Sim... sabes, é estranho, mas é um dos meus filmes preferidos... Acho os Na'vi lindos e puros... e, sei lá, mas é como se algo dentro de mim acreditasse que na sociedade de hoje pode existir tamanha pureza como existe naquele povo de extraterrestres gigantes e azuis. — Ela corou levemente.

Eu beijei-lhe a testa, levantei-me e procurei o DVD do filme. Ao fim de uns segundos, encontrei-o e meti-o a reproduzir, voltando para ao pé da Danika. Deitámo-nos no sofá a ver o filme, aninhados um no outro. Ela tinha a mão na minha perna que estava por cima da dela, e eu brincava com o seu cabelo. Ela acabou por adormecer, parecendo um verdadeiro anjo. Fiquei a observá-la pensando no quão perfeita ela era, no quão cativante ela era e no quão apaixonado eu ficara tão rápida e facilmente. Era impressionante a rapidez com que a minha princesa capturara o meu coração, sem dor ou manipulação alguma, sendo apenas ela própria. E como eu a amava... Será que era assim que nos sentíamos quando encontrávamos Aquela Pessoa Especial? Sim, talvez... Tenho a certeza que sim... Ela era Aquela Pessoa. Ela era a Tal. E com estes pensamentos na cabeça, adormeci, agarrado à minha Grega morena, à minha Danika, à minha namorada.

Notas finais
Espero que tenham gostado porque eu amei escrever este capítulo e adorei como ele ficou. Já sabem, deixem reviews. Especialmente vocês, leitores fantasmas. Eu farto-me de vos pedir para deixarem reviews mas vocês não me ligam nenhuma... Façam esta leitora doente feliz e deixem reviews na história, POR FAVOR!
Ok, os próximos 3 capítulos vão ser com cada parzinho e os seus encontros e depois a fic volta ao normal
Espero do fundo do meu coração quebrado que tenham gostado do que escrevi porque este capítulo é deveras especial para mim, uma vez que foi escrito com a alma e o coração e não só com os dedos e a imaginação. Olha pra mim a falar que nem uma filósofa! *-* #okparei.
Lutem sempre pelos vossos sonhos. Vocês são fortes, irão conseguir alcançá-los. Quem desiste nada alcança, não se esqueçam ♥
Vejo-vos no próximo capítulo, minhas princesas e meus principes da noite! :) xx