Notas iniciais
https://youtu.be/ZlSovMT4YlM-Lena exorcisa o demônio.

P.O.V. Henry.

Ela curava os doentes com ervas, unguentos e tratamentos que nenhum médico conhece.

Ela fez para si mesma uma capa vermelha com um capuz o que me fez lembrar de Valerie.

Lena foi a julgamento por bruxaria.

—Você Lena Mikaelson está diante desse tribunal acusada de praticar a arte negra a bruxaria! Por comungar com demônios!

Lena estava com uma cara de tédio que até dava medo.

—Você já viu algum demônio filho? Já lutou contra algum demônio na vida real?

—Com muitos.

—Me diz, que cor são os olhos de um demônio? Um demônio comum.

—Que tipo de pergunta é essa?

—É a pergunta que vai me provar que você não reconheceria um demônio, nem se ele te mordesse. Qual é a cor dos olhos de um demônio?

—Como vou saber?

—Você nunca lutou com um demônio. Não duraria dois minutos.

—É mesmo?

—É. É mesmo. E eu posso provar.

Ela mesmo amarrada ela fez uma espécie de ritual. E a filha do padeiro ficou com olhos negros.

—Uma bruxa Mikaelson. A quanto tempo eu não vejo uma. Porque você me chamou aqui?

—Pra você enfrentar o suposto melhor caçador que existe. O Padre Salomão. Divirtam-se.

O demônio rapidamente avançou sob o Padre Salomão e por mais que os soldados tentassem o demônio os matou rapidamente.

—Tudo isso para o melhor caçador que existe. Agora deixa a bruxa aqui trabalhar.

Ela começou a falar e logo uma fumaça negra saiu da boca da filha do padeiro. Lena caminhou até o Padre Salomão, olhou pra ele com um olhar de superioridade e falou com um tom de voz autoritário.

—E é assim... que se exorciza alguém. Aprendeu agora querido?

—Bruxa!

—Eu prefiro serva da natureza. Sou uma bruxa e me orgulho muito disso! Eu sou Lena Mikaelson otário.

—Nunca mais presuma saber algo sobre mim, sobre a minha gente ou sobre de onde vem os nossos poderes.

Eles a amarraram na fogueira e ela olhou para o Padre Salomão com pena no olhar e disse:

—Você é um escravo das trevas Padre Salomão, vai passar a vida e a morte na escuridão.

Ele ateou fogo na madeira e o fogo começou a se alastrar. Mas, ela não soltou um único grito. E quando o fogo finalmente morreu ela ainda estava viva, ilesa.

—Ta surpreso?

Ela pegou uma espada e começou a matar os soldados do Padre Salomão, ela os matou com a espada e os matou com os dentes. Bebeu seu sangue e quando estava coberta de sangue ela pegou o Padre Salomão.

—Por favor, piedade.

—Não pra homens como você.

Lena o amarrou, fez uma fogueira e então ela gritou:

—Phesmatos Incendea!

E o Padre Salomão foi tragado pelas chamas. Os gritos e o cheiro de carne queimada empesteavam o ar.

—Sempre parece um pouco abstrato não é? Outras pessoas morrendo. É fácil condenar. Aquele que nunca pecou que nunca errou, que atire a primeira pedra.

—Você é uma assassina.

—Como se ele fosse melhor. Ou você. Ou qualquer um de vocês! Ingratos! Curei suas doenças! Salvei seus filhos! Seus maridos! Suas esposas! Suas mães! E vocês me queimaram viva! Vocês podem apodrecer.

Ela voltou para dentro de sua casa. E passaram se meses, ela não falou com ninguém, não aconselhou ninguém, ela se fechou.

Então um belo dia um garotinho ficou doente. A mãe foi desesperada procurar por ela.

—Por favor, salve o meu filho.

—Porque?! A impotência é uma escolha também, quando era eu na fogueira a senhora não se levantou! Só disse: Queimem a bruxa! Então que o seu filho morra pela sua ingratidão. Queriam que eu fosse a vilã? Pois muito bem. Serei sua vilã. Eu não vou fazer nada.

Ela fechou a porta na cara da mulher.

—Que é?

—Você me disse uma vez que o seu dever sagrado era proteger os inocentes. Se deixar esse menino morrer você vai...

—Eu não vou agir melhor do que... do que... uma vampira.

Ela olhou o menino e ficou desconsolada.

—Pode ajudá-lo?

—Não. Essa doença que ele tem... o tratamento ainda não foi inventado, eu não tenho os equipamentos necessários, a tecnologia necessária ainda não existe. Mas, eu tenho uma carta na manga.

—O que? Eu faço qualquer coisa.

—Posso transferir sua força vital pra ele usando um feitiço, mas o preço é alto.

—Eu pago. Dou um jeito.

—Aquele cuja vita vies for transferida pro menino, vai morrer. E eu nunca fiz esse feitiço antes. Há a possibilidade de não funcionar e matar vocês dois. Se eu tiver seu consentimento, se a senhora estiver pronta pra morrer pelo seu filho... eu faço.

Toda a comunidade se reuniu para testemunhar o feitiço sendo feito.

—Prestem atenção! Quando eu começar, não posso ser interrompida ou os dois morrem! Ouviram?!

Ninguém disse nada.

—Eu perguntei se ouviram! Respondam!

—Sim!

—Entregue isso pra ele. Cuide do meu filho.

—Eu cuidarei do menino. Tem a minha palavra.

Ela iniciou o feitiço e depois de alguns minutos a mulher caiu morta. E o menino viveu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.