Your Light Will Shine- Bella and Edward
10 Netinha.
P.O.V. Rose.
Tenho uma filha chamada Lilian e agora a minha sobrinha está grávida.
—Faith, vem almoçar!
—Eu não quero. To muito enjoada.
—Você tem que comer querida. Tem que se alimentar.
—O que tem pra comer?
—Vem, vamos dar uma olhada na mesa.
No fim ela comeu torta de palmito e salada de rúcula.
—Comeu?
—Comi.
P.O.V. Faith.
Estar grávida é um porre. Estou enjoada praticamente o dia todo, meus pés estão inchados e eu estou ficando cada vez mais redonda.
Elijah não sabe que estou grávida, ele teve que ir até Nova Orleans pra resolver uns problemas e eu não consigo falar com ele no celular.
P.O.V. Elijah.
Minha mãe faleceu. Niklaus a matou e ainda descubro que Caroline, a noiva dele não estava morta, apenas adormecida até que Ester morresse.
Estou voltando á Forks já que estou morrendo de saudades da minha namorada.
Ouço á voz dela gritando:
—O mãe! Vamos logo! Vamos nos atrasar!
—Vai atrasar coisa nenhuma. Sua tia disse que a médica é que tá atrasada hoje. Vamos chegar no consultório antes dela.
Médica?!
—O que houve? Você está doente?
—Eu to com uma doença que não tem cura. É horrível viu? Me deixa toda inchada, cansada e com vontade de vomitar.
—Não tem cura?!
—Não. Tem não.
—E o que é que você tem?
—Eu to é grávida.
—O que?
—G-R-A-V-I-D-A. E acento agudo no primeiro A.
—Grávida de um bebê?
—Não, grávida de um jegue! É claro que é dum bebê!
—Pronto vamos.
Elas entraram no carro e eu as parei.
—Ei! Esperem, vou com vocês.
No consultório da médica descobrimos que ela já estava de seis meses e que estava grávida de uma garotinha.
—Uma menina. Será que... ela vai ser... como eu?
—Como assim como você?
—Como eu Elijah. Uma cópia.
—Não sabemos.
—O que querem dizer com a garota ser uma cópia?
—Nada que lhe diga respeito. Se ela for doppleganger vamos ter sérios problemas.
—Doppleganger?
—Eu prometo que não vou deixar meu irmão se aproximar da nossa filha. Vocês são a minha família.
—E ele também. Ele é seu irmão, está com você á mais tempo que eu. Ele é sangue do seu sangue e eu sou só a namorada.
—Mas, você sempre esteve do meu lado e o meu irmão me enfia uma adaga no peito periodicamente.
A médica não estava entendendo absolutamente nada. Para ela eramos loucos.
—Ei, podemos ir?
—Claro. Vocês querem a foto?
—Sim.
P.O.V. Doutora Montgomery.
Sou Elizabeth Montgomery, tenho 20 anos e sou ginecologista e obstetra. Eu já vi casais do mesmo sexo, já vi mães solteiras, mães adolescentes que engravidaram por acidente e tudo mais. Mas, nunca vi um casal tão estranho quanto Elijah e Faith.
Eles falam coisas que não fazem sentido. Duplicata? Adaga no peito?
Eles são mentalmente perturbados.
—Se não se importam, posso lhes dar um conselho?
—Claro.
—Vão procurar ajuda psiquiátrica ou deem a criança para adoção. Vocês estão perdendo a sanidade, não estão aptos a cuidar de uma criança.
—Elijah, me segura.
—O que? Porque?
—Por isso!
Ela avançou encima de mim e ela era forte. Senti sua mão no meu pescoço, ela me levantou do chão com uma mão!
—Eu não sou louca! Não preciso de ajuda psiquiátrica e nem você, nem ninguém me diz o que eu tenho que fazer com a minha filha!
—Sou controladora, paranoica e um pouco desequilibrada, mas sou perfeitamente capaz de cuidar do meu bebê!
—Faith, solte. Está sufocando ela!
Ela me largou.
—Tenho que sair daqui antes que arranque o coração dela.
—Vamos.
O rapaz a levou para fora do consultório.
—Passar bem doutora.
Como pode uma adolescente ser tão forte? E quem sabe essas coisas que eles falam não são insanidade e sim algo real que não fui capaz de entender?
A curiosidade me levou a pesquisa e descobri coisas fenomenais.
—Duplicatas. Não são apenas os papéis que levamos ao banco, são criaturas sobrenaturais.
—O que foi amor?
—Nada. Você acredita no sobrenatural Elle?
—Claro amor. Porque a pergunta?
—Tem um casal que eu atendo. Ela é o que alguns chamam de Dopplegagar. Duplicata.
—Você conheceu uma Duplicata?! Qual é o nome dela? Onde é que mora?
—Porque tanto interesse?
—Eu tenho um fascínio por duplicatas. Elas são realmente o ser sobrenatural mais curioso e intrigante do mundo.
—Seu nome é Faith Cullen. Ela é neta do Doutor Carslile Cullen.
—Será que ela me deixaria... estudá-la e a suas semelhantes?
—Não sei. Pode perguntar se quiser.
—Ela é um ser vivo né?
—Claro. É um ser humano com uma força que eu nunca vi.
—Não sabia que duplicatas eram super-fortes.
—Nem eu.
—Onde posso encontrá-la?
—Ninguém sabe onde os Cullens moram. E os que sabem não contam nem por decreto federal.
—Podemos procurar.
—Não sei não. Essa família é esquisita.
—Eu não tenho escolha. Preciso conhecê-la.
—Pode ir ao meu consultório na semana que vem e a conhecerá. Ela vai fazer o retorno dia 24.
—Estarei lá.
—Cuidado está bem? Não quero que se machuque.
—Vou ficar bem.
Conheço a minha parceira ela vai procurar a residência dos Cullen e não vai parar até encontrar. Ella sempre foi teimosa, corajosa, obstinada.
Quando ela quer alguma coisa não desiste até ter o que quer. Quando ela disse que era fascinada por duplicatas ela não estava brincando.
Ela tem livros, revistas, filmes, séries e tudo o que se possa imaginar sobre duplicatas.
Vi uma foto entre as coisas de Ella. Era Faith Cullen.
—Quem é a garota da foto?
—Leia em baixo.
—Katherine 1864. Outra duplicata.
—Outra?
—Elas são idênticas. É assustador.
—A sua paciente é uma duplicata Petrova?!
—Sei lá. Ela tem o mesmo rosto dessa aqui.
—Não acredito! Á anos procuro uma duplicata Petrova.
E então outra foto.
—Stefan 1864.

Fale com o autor