Notas iniciais
Boa Leitura :)


" E eu nem mesmo sei o sobrenome dele. Oh, minha mãe ficaria com tanta vergonha. Tudo começou com, "Ei linda, de onde você é?" e depois virou, "Oh não, o que eu fiz?". E eu nem mesmo sei o sobrenome dele. " — Last name / Carrie Underwood.


— The Bar
Eu realmente não sei o que deu em mim. Beijar o primeiro que aparecesse na frente? Isso foi ridículo de minha parte. Mas eu precisava me divertir, pra falar a verdade. A noite passada com o meu tio foi uma das piores que alguém poderia ter. E, qual é? Passo vinte e quatro horas cuidando da vida das pessoas, já estava mais que na hora de um momento apenas meu. Se bem que não envolveu somente minha pessoa.

Flash Back
O som alto surgindo no alto da rua traduzia nada mais , nada menos que uma única coisa: festa em um bar. Dificilmente se encontra lugares como Jonelle por ai. Ah, o Jonelle. A cidade Worland se torna uma atração fisicamente indispensável ao ardor de um bar tão bom. Confesso que a primeira vista, aquele lugar não passava de um bordel barato com prostitutas indo e vindo. Mas tinha algo naquele bar, naquelas pessoas, em Worland que me deixava fora de orbita.
Não sou do tipo que carrega pilhas de roupas comigo, muito menos produtos de beleza. Tenho o básico e isso já me agrada. O relógio rugia as oito em ponto, meu vestido era preto e minha maquiagem básica. Meu cabelo estava diferente do normal. Solto. Totalmente com cachos inrrustidos em ondas longas com um tom caramelo claro. Meu pé estava calçado com um lindo e simples scarpin preto. Algumas pulseiras douradas, um colar da mesma cor, um batom vermelho e um rimel. Pronto, sorri para mim mesma contra o espelho do Moon Night — Motel. Revirei com os olhos aquele quarto procurando as chaves do meu Malibu, encontrando-as em cima do criado mudo coberto de refrigerante. Caminhei rapidamente, abrindo e fechando a porta do quarto.
"Last night, I got served a little bit too much of that poison, baby."
As luzes do bar estavam tão agitadas quanto as garotas que ali entravam. Meu objetivo ali? Uma única noite longe do meu tio. Uma única noite longe de tudo que me atormenta a noite, ou que me atrasa o dia. Estacionei o Malibu Preto carvão, que tinha roubado de um playboy a três dias atrás, descendo do mesmo em seguida. Caminhei tranquila e digamos com a mente sobrea. Bom, não garanto que por muito tempo.
O emblema do Jonelle piscava calorosamente recepcionando cada um ali. Era realmente um caos aquele lugar, mulheres entorpecidas dançando como loucas. Caras bêbados cantando todas que podiam. Garçons servindo bebidas desesperadamente. E eu, do tipo que chega e se senta na primeira cadeira que encontra.
— Boa noite, gracinha. — um rapaz corpulento e alto se escorou na bancada do barzinho. E sinceramente, cada fio de cabelo escorrido por seus olhos fazia aquele bar-man ser ainda mais "caliente".
— Boa noite. — respondi em um sonido baixo.
— Quer beber o que está noite? — ele sorriu encantadoramente, enquanto eu pedia um Blu3 dose dupla.
Não sou do tipo que dança, para ser sincera. Prefiro ficar sentada e esperar o efeito do Blue. Estava sendo um calmante esta sentada em um bar ouvindo um pouco de musica boa, sem ter problemas para resolver. Não é sempre que meu tio me deixa viver minha vida.
Já se passavam algumas horas que eu havia chegado ali. Hesitei-me a dançar na pista algumas vezes, mas nada que demorasse mais que uma musica. Meu teor alcoólico já estava acima do normal, meus olhos eram de um embaçar intenso.
Estava em pé escorada ao batente da bancada do bar, quando senti minha espinha se encurva com um toque quente vindo por de trás de minha direção. Sua boca pairou por minha orelha esquerda.
— Não devia ficar parada assim, sabia? É muita tentação. — seu halito fresco e molhado me fez arrepiar. Minha mente já estava fora de si e minha reação foi sorrir e deseja quem quer que seja, ali e agora.
Me virei e tentei encarar o rapaz, mas a escuridão do Jonelle e meu estado bêbado não me ajudou muito. Não importa. Era só por uma noite e nada mais.
Quando dei por mim já estava no quarto do hotel onde eu estava hospedada. E o cara junto comigo. Não me lembro como, mas a manga de meu vestido não estava onde deveria esta. Senti meus lábios ardendo devido aos beijos ardentes que trocávamos. Sua mão percorria todos os ângulos do meu corpo, seus lábios ora desciam por meu pescoço, ora subiam chegando a minha orelha. Ele me prensou na parede e em um ato rápido subiu minhas pernas para sua cintura. Uma mordida no seu lábio e o cara me jogou com tudo na cama.
Eu estava transando com um cara que eu ao menos conhecia, e eu nem fiz questão de lhe pergunta seu sobrenome.
Na manhã seguinte, meus olhos pareciam chamas. Minha cabeça pesava e meu corpo estava ardendo. Senti alguns arranhões prestes a latejarem em meu corpo e sem exita me levantei. Tudo rodou em questão de segundos, mas fiquei de pé. Caminhei alguns passos até o banheiro, me escorando no batente na porta, caindo direto sobre a pia. Levantei meu rosto e não gostei do que vi. Meu batom vermelho habitava metade de minhas bochechas, em meu cabelo havia esculpido um nó e meu rimel acabou me transformando em um panda. Completamente nua, me limitei a sair do banheiro e pegar meu vestido jogado sobre o espelho do outro lado do quarto. Colocando a ultima alça de meu vestido, escutei um som alto e rouco vindo da cama. Temi que fosse algo estranho, no tanto alguém estranho. Bom, antes fosse.
— Ah, minha cabeça. — uma voz rouca e sonolenta ecoou pelo quarto.
Oh Deus, não!
Respirei profundamente cada gota de ar que pude aguentar. Um sentimento de dejavu rodou minha cabeça e contei até três antes de me virar para encarar...
— Jesus Cristo, Sam Winchester? — senti tantas coisas a olhar um Sam com o cabelo bagunçado, o corpo arranhado e coberto apenas da cintura pra baixo com o lençol que, não sei definir qual é a mais predominante. Tesão, talvez... ok, estava mais para medo.
— Ah meu Deus, Asher? — imaginei-me vendo um espelho, já que a expressão dele estava parecida com a minha.
A ultima vez que estive com um Winchester foi em uma cama na casa de Bobby, meu tio. E agora estou em uma cama, com outro Winchester. Que diabos eu faço da minha vida?
Fim do flash back

E agora, sentada na cama de meu quarto de hotel, com um Sam na esquerda sentado na cadeira, e um BOBBY a direita, endurecido, de pé me encarando torto.
— O que aconteceu aqui? — a porta foi aberta com rompante e mais um para completar a festa. Dean entrou no quarto feito jato e logo entendeu o que havia acontecido e não ficou satisfeito.
— Você some durante três dias, e quando finalmente descubro onde está, me deparo com isso? Tenha dó, Ash. — Bobby caminhava de um lado para outro, enquanto seu olhar queimava o corpo descoberto de Sam. E como estava Sam? Com o rosto vermelho, arranhões feitos por mim nas costas, e um cabelo desgrenhado.
— Bobby, eu posso explicar—
— A pode? Explica pra mim também? Dean deu a voz dessa vez. Me olhando um pouco enfurecido, exigia satisfação.
— Dean, shhh! — exclamei baixinho. — Olha, muito menos eu sei o que houve aqui. Eu estava no bar, bebendo, e de repente um cara me abraçou por trás. Não vi quem era e como estava bêbada, não me preocupei em pergunta o nome. E quando acordei, vi Sam deitado na cama.
— O que Ash diz, é verdade. Dean e eu havíamos brigado ontem, e eu decidir esvaziar a cabeça um pouco. — com seu olhar de coitadinho, Sam escapava de qualquer enrascada.
— Com Ash?
— Não, Bobby. Sem Ash. — Dean tinha um sorriso satisfeito no rosto, como que Bobby brigando com Sam fosse um castigo por ter transado com sua garota.
Passamos um bom tempo conversando sobre o "incidente". Não sei se Bobby estava nervoso porque me pegou no quarto com um cara ou porque esse cara é um Winchester. Se ele souber sobre Dean...
— E o que você aprendeu sobre isso, Asher? — já calmo Bobby me perguntava enquanto dirigia comigo para Dakota do Sul. O carro que roubei a três dias atrás estaria bem melhor sem mim.
— Que da próxima vez, devo perguntar o sobrenome do cara antes de leva-lo para cama. — respondi distraída, provocando a irá de Bobby Singer.

Notas finais
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