Young But Forever
5 Have money is the key
Notas iniciais
POV Mila:
Levantei-me e fui até ao quadro.
–Pode começar – olhei para o grupinho dos rapazes e eles estavam a rir-se
– Claro – respirei fundo e lembrei-me de algo. – É sobre ética e filosofia, certo?
– Sim
–Sra. Professora a ética é sermos fieis Às coisas em que acreditamos
– Claro, podemos começar
– Então que tal começar-mos: Como um boneco de plástico sobe na vida – disse olhando para Styles
– Muito interessante- disse a professora e logo a seguir entra o diretor- Sr. Diretor precisa de alguma coisa
– Não vim apenas ver se a aluna tinha vindo para a aula
– Veio sim e gostaria de ouvir o discurso dela, sobre filosofia e ética
– Claro com muito gosto – disse indo se sentar numa mesa atrás
– Podes continuar
– Claro: Imaginemos esta situação, havia um menino que brincava aos super-heróis o dia todo, mas em vez de brincar com uma pesada espada e um escudo precisava simplesmente de um pequeno telemóvel. Quando este menino se metia em problemas clicava na tecla verde e o seu querido papá vinha rapidamente e ajudava o seu querido filho, assim o menino usou e abusou dos seus poderes, mas o que é que importava o que ele fazia de errado, mesmo que isso influenciasse os outros, a famosa tecla verde salvava-o de tudo. Com o pai a ajuda-lo a subornar aqui e acolá. E enquanto que o menino ficava em pune carregando na tecla verde a ética ultrapassa também alguns dos seus ilustres funcionários que fecham os olhas às injustiças cometidas pelo clã.
– Muito bem menina Caffrey, esse discurso penso que espelha exatamente a sociedade atual.
– Obrigada
– Podes voltar para o teu lugar
– Sabes que o diretor e o grupinho vão-te chatear ainda mais?
– Não quero saber
– Mas mesmo assim acho que estiveste muito bem
– Menina Caffrey parabéns pelo seu trabalho – falou o diretor, ainda me parecese um pouco irritado, só pode querer dizer que é verdade, que ele defende os seus queridinhos
–Obrigada
O diretor saiu e a professora perguntou se mais alguém queria ir, todos disseram que não e ela continuou a aula. Olhei para trás e sorri para o grupinho de Styles. A aula acabou e eu sai com a Rosalie, mas novamente o Styles prendeu-me à saída da sala.
– Eu não gosto muito de contos, não os percebo
– Talvez devesses ler mais
– Porque é que não explicas o teu conto
– Qual foi a parte que não percebeste
– Pareceu-me que estavas a gozar comigo e com os rapazes
– Se a carapuça vos serve
– Não te ponhas a brincar comigo, quando quiseres diz-me na cara, ou será que não tem coragem a menina
– Eu simplesmente escrevi sobre o que vejo e oiço, a verdade é que vocês estão sempre a fazer asneiras e nunca vos acontece nada
– Importaste de ser mais específica
– Claro que não, por exemplo ouvi dizer que vocês andaram metidos em corridas de carros e que levaram uma miúda para os cuidados intensivos, se fosse eu estaria num reformatório mas como foram vocês não vos aconteceu nada, outra vocês fumam na escola coisa que é estritamente proibida mas não vos acontece nada, porque os vossos papás ofereceram carros, viagens ao diretor foi?
– Não sabes com quem é que te estas a meter
– O que vais pedir ao teu papa para pedir ao diretor para me expulsar é, ele vai oferecer o que desta vez? Uma casa? E se os meus pais também oferecerem alguma coisa?
– Estas a ir por um caminho muito perigoso
– Estou disposta a correr o risco. Agora larga-me!
A Rosalie estava encostada aos cacifos por isso quando olhei em volta vi que estavam os 5 À minha volta
– Vão-me bater é?
– Não, nós não batemos Às raparigas, nem mesmo aquelas abaixo de nível
– Ainda bem que não bates À tua namorada, Acabar com a violência no namoro. – Eles afastaram-se de forma a eu passar- diz à tua namorada que ela vai pagar!
Depois fui para a beira de Rosalie e fomos para casa, cada uma para a sua, pois esta era a nossa última aula.
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