You make me Strong
5 Um susto…
Notas iniciais
–LÁUREA? -Brodwey falou. Seu semblante parecia furioso
–Meu amor! — a talzinha falou. — E ela quem é?
–Ela é minha minha namorada. — Brodwey falou sorrindo para mim.
–Namorada? Vocês vão ver! — Láurea saiu pisando o pé
–Quem é a maluca?- perguntei
–Namorei antes de conhecer a Sônia. Ela era muito ciumenta. -Brodwey falou
–Ela é doida. — falei e Brodwey sorriu
–Vamos? Te levo em casa. — ele falou
–Vamos. — respondi
Chegando em casa apenas meu pai estava em na sala.
–Esse é o Brodwey? — meu pai perguntou
–Sim papai. É ele, meu namorado. — falei
–Muito prazer. — papai falou
–Senhor, já nos conhecemos. — Brodwey respondeu.
–Agora estou conhecendo, como meu genro. — papai falou.
Do nada papai pôs a mão no peito.
–Tudo bem pais? — perguntei
–Só uma dor. — papai falou e desmaiou.
Brodwey por ser médico. Fez massagem cardíaca, mas não adiantou.
–Temos que leva-lo pro hospital. — Brodwey falou
Nós entramos no carro e seguimos para o hospital. Rápido o atenderam. Liguei para a mamãe e em pouco tempo ela estava lá. O tempo parecia passar vagarosamente. Depois de 40 minutos esperando médico apareceu.
–Parentes de Germàn Castilho? — um homem de meia idade falou e nós levantamos. — Bem ele teve uma parada cardíaca.
–Mas o Germàn não é cardíaco. — mamãe falou
–Mas teve. Ele teve alguma surpresa?- o médico perguntou.
–Não.- respondi- Ele agiu bem normal quando falei que tô namorando.
–Bem. Fizemos o que pudemos. As próximas horas serão decisivas. — O médico falou e saiu.
Eu e a mamãe começamos a chorar. Não podia acreditar que meu pai estava entre a vida e a morte. Brodwey tentava me consolar. Em vão nada podia me fazer bem.
–Cami. Vá descansar. Qulquer notícia eu aviso. — mamãe falou
–Não mãe. — falei
–Vá Cami. — Ela insistiu
Obedeci e saí com Brodwey.
–Amor. Não quero ir pra casa. — falei
–Vai pra onde então princesa?- ele perguntou
–Qualquer lugar. — falei.
–Quer ir pra minha casa? — Brodwey Perguntou
–Pode ser.- falei
Ele foi para o apartamento dele. O trânsito estava bom em 20 minutos estavamos no apartamento dele.
–Quer deitar um pouco? — Brodwey perguntou
–Quero tomar um banho antes. — falei. Ele pegou uma toalha e uma blusa moleton dele e me deu. Tomei um banho e vesti a blusa. Fui direto para o quarto dele. Me deitei na cama e logo Brodwey aparece.
–Quer um chá? — ele perguntou e eu neguei. — Meu amor, seu pai é forte e vai sair bem dessa.
–Eu sei. Mas e se não sair? — falei
–É só você pensar positivo. — ele falou.
Brodwey realmente me faz forte. Ninguém nunca conseguiu me trazer tanta esperança como ele me trazia. Nesses pensamentos adormeci. Acordei com Brodwey me chamando.
–Amor. Sua mãe ligou.- Brodwey falou
–Como o papai está? — perguntei
–Então…
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