Notas iniciais
Oi gente! Voltei desculpa a demora. Beijinhos da Emy...

–LÁUREA? -Brodwey falou. Seu semblante parecia furioso

–Meu amor! — a talzinha falou. — E ela quem é?

–Ela é minha minha namorada. — Brodwey falou sorrindo para mim.

–Namorada? Vocês vão ver! — Láurea saiu pisando o pé

–Quem é a maluca?- perguntei

–Namorei antes de conhecer a Sônia. Ela era muito ciumenta. -Brodwey falou

–Ela é doida. — falei e Brodwey sorriu

–Vamos? Te levo em casa. — ele falou

–Vamos. — respondi

Chegando em casa apenas meu pai estava em na sala.

–Esse é o Brodwey? — meu pai perguntou

–Sim papai. É ele, meu namorado. — falei

–Muito prazer. — papai falou

–Senhor, já nos conhecemos. — Brodwey respondeu.

–Agora estou conhecendo, como meu genro. — papai falou.

Do nada papai pôs a mão no peito.

–Tudo bem pais? — perguntei

–Só uma dor. — papai falou e desmaiou.

Brodwey por ser médico. Fez massagem cardíaca, mas não adiantou.

–Temos que leva-lo pro hospital. — Brodwey falou

Nós entramos no carro e seguimos para o hospital. Rápido o atenderam. Liguei para a mamãe e em pouco tempo ela estava lá. O tempo parecia passar vagarosamente. Depois de 40 minutos esperando médico apareceu.

–Parentes de Germàn Castilho? — um homem de meia idade falou e nós levantamos. — Bem ele teve uma parada cardíaca.

–Mas o Germàn não é cardíaco. — mamãe falou

–Mas teve. Ele teve alguma surpresa?- o médico perguntou.

–Não.- respondi- Ele agiu bem normal quando falei que tô namorando.

–Bem. Fizemos o que pudemos. As próximas horas serão decisivas. — O médico falou e saiu.

Eu e a mamãe começamos a chorar. Não podia acreditar que meu pai estava entre a vida e a morte. Brodwey tentava me consolar. Em vão nada podia me fazer bem.

–Cami. Vá descansar. Qulquer notícia eu aviso. — mamãe falou

–Não mãe. — falei

–Vá Cami. — Ela insistiu

Obedeci e saí com Brodwey.

–Amor. Não quero ir pra casa. — falei

–Vai pra onde então princesa?- ele perguntou

–Qualquer lugar. — falei.

–Quer ir pra minha casa? — Brodwey Perguntou

–Pode ser.- falei

Ele foi para o apartamento dele. O trânsito estava bom em 20 minutos estavamos no apartamento dele.

–Quer deitar um pouco? — Brodwey perguntou

–Quero tomar um banho antes. — falei. Ele pegou uma toalha e uma blusa moleton dele e me deu. Tomei um banho e vesti a blusa. Fui direto para o quarto dele. Me deitei na cama e logo Brodwey aparece.

–Quer um chá? — ele perguntou e eu neguei. — Meu amor, seu pai é forte e vai sair bem dessa.

–Eu sei. Mas e se não sair? — falei

–É só você pensar positivo. — ele falou.

Brodwey realmente me faz forte. Ninguém nunca conseguiu me trazer tanta esperança como ele me trazia. Nesses pensamentos adormeci. Acordei com Brodwey me chamando.

–Amor. Sua mãe ligou.- Brodwey falou

–Como o papai está? — perguntei

–Então…

Notas finais
E aí? Amaram? Odiaram? Comentem. Só posto o outro se tiver comentários. Eu sei que tá pequeno, é porque estou pelo celular. Beijinhos da Emy...