You do not leave me.
5 Do not touch me ...
Notas iniciais
Boa Leitura.
Um aperto no meu coração... Eu não o tinha, não tinha seu calor, seu beijo, seu colo. Ai Ai Ai, não tem jeito de esquecer você de mim não sai. pensei. Imaginei-o cantando essa musica para mim, em um lugar secreto, mas que imaginação a minha não? pensei.
Fui despertada do meu mundo paralelo, com um empurrão da Rebeca [http://www.polyvore.com/cgi/set?id=53055427&.locale=pt-br].
Nesse momento só me vi caindo no chão e ele vindo à minha direção ver o se eu me machuquei.
–S-sua OGRA deu ênfase. Disse Rafael.
–Como é? Ontem eu não era ogra, né. — sorrio irônica.
–Se não viu que ela se machucou? — gritou.
Nesse momento me senti a rainha de algum lugar. Ele me olhava com um olhar de preocupação, e a Vadia me olhava com raiva.
–N-não me m-machuquei n-ão. — Gaguejei.
–Machucou sim, você não viu que você esta sangrando? — disse calmo.
–Ah, agora, um arranhãozinho já esta, sangrando. Coitada. — disse sarcástica.
Levantei-me sem paciência, e fiquei cara á cara, com aquela puta. Ela me fuzilava com os olhos, nesse momento eu só queria meter a Mao na cara dela
.- Coitada? Coitada de você, que sua mãe não sabe por nome em uma filha. Quer que eu conte REBECA? — dei ênfase.
– Conta, Conta — gritou uns meninos desconhecidos.
– QUER QUE EU CONTE? — disse mas perto, encarando ela.
– Conta, mas quem vai ser ver comigo é você, bitch. — gritou.
– Pois bem, não tenho medo de você KELLYANE. — sorri ironicamente.Todos gargalhavam inclusive o Rafa.
Fui para meu lugar, vitoriosa.
– Nossa, que bafo.- Lunny e Jûli disseram.
– Eu em ela fico me enfrentando...- disse revirando os olhos.
POV Rebec... Kellyane
– Troco? Mas do que isso...- pensei.
– Laura? disse sussurrei.
– Oi — sussurrou.
– Plano B, em ação hoje, no fim das aulas. — sussurrou a Kellyane.
POV Rafael.
Hoje, que não desgrudo da MINHA pequena pensei. Sai pensamento! que isso — pensei novamente.Já sei que a Vadia, vai dar o troco. Mas EU não vou deixar. — pensei.
POV Letícia.
As aulas passaram voando, hoje eu iria de ônibus, mas acabei perdendo, e fui andando. Mas...
– Pensou que ia se safar, otária? gritou Kellyane.
– Me solta vadia gritei mais alto. — Ela segurava minha mão, e suas amigas me rondavam.Ela foi me dar um soco, só que ouvi uma voz masculina que te impediu.
– SOLTA ELA — Gritou Rafael?... Que Rafael estava fazendo ali? Eu ia arrebentar a cara dela.
– Não deixa ela me bater, mais depois quando acabar com ela, ela não reclama. — disse sorrindo ironicamente.
– MAS AGORA QUE EU ARREBENTO EL... — gritou sendo interrompida.
– A não vai mesmo — Letícia conseguiu tirar, as mãos dela, das garras da putinha, e meteu a mão na cara dela.
Rafael veio correndo impedindo a Kellyane de Revidar, e separando as meninas que estavam lá, ajudando a Kellyane. Era mais ou menos, umas quatro meninas.Rafael me puxou rindo sem parar, ele me levou para um lugar, meio escuro, apesar de ser dia.
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