You do not leave me.
8 Cousin?
Notas iniciais
Boa leitura... And we are down there. PROMETO, OUTRO CAP AINDA HOJE, OK? PALAVRA DE CACÁ WINDRECK. ¢.¢
E foi assim meu final de tarde, Jûli e Caio se pegando no intervalo. Isso mesmo, ele pediu ela em namoro de um jeito lindo. Olha que não sou romantica, ok?. Bom ela aceito e todos estão felizes.
Bem, só a Lunny que não está nada bem. Não, não é por causa dos dois ela até amou essa ideia. Pelomenos ela já sabe que a vida em 2 não é tão ruim.
Ela só estava meia tristonha por conta de Lucas. Isso mesmo o meiguinho. Meu novo best, teve a coragem de pedir para a bitch da ''Kelly'' falar com a Lunny sobre os sentimentos dele. Pois só que a putinha falou tudo ao contrário e deixou Lunny arrassada. E vocês me perguntão... Ela vai perdoar?.
- Não. — gritou ela expludindo.- Não vou perdoar.-completou.
- Mas Lunny, foi a Kell...- fui interrompida.
- FOI A KELLYANNE?. — gritou o Lucas no final do corredor. Aparentava estar no telefone.
- Kellyane?. — disse sorrindo de canto meio zombastica e confusa.
- Bem agora você sabe. — disse Jûli dando um selinho no novo namorado dela. Aiai o amor. -pensei
- Gente, mudando de assunto. To muito sentimental. — fiz biquinho.
- Onnnnnw. — disseram em coro, zuando minha inocencia.
- PARA, eu não sou meiga tá. — continuei com o biquinho.
- Ahan, figimos que acreditamos nessa rockeirinha, que não é rockeirinha, tá?. — disse Caý se enrolando todo.
Nesse momento estavamos sentados no corredor esperando o sinal tocar para fugirmos da prisão. Era assim que nós chamavamos a nossa QUERIDA escola.
O sinal tocou, depois de inumeras tentativas de magica, contra aquele aparelho.
Fui andando sozinha, e vocês devem estar perguntando!? E o Rafa, não foi com você... Vocês moram tããão perto. Pois é, um garoto anda me evitando. Mas quer saber? Que se foda. — pensei.
Depois de duas esquinas viradas, com meus lindos fones e minha linda música do Paramore, alguém ou melhor um filha da cuca, me puxou;
- Oh, Oh. Na onde pensa que vai?. — disse um car... Rafael. ¬¬'
- Na onde VOCÊ pensa que vai? Me seguindo peste?. — disse com um meio sorrisso no rosto. dei ênfase no ''você''. Mesmo eu não querendo eu adorava a implicancia dele, ele meio que me acalmava. Sim, implicar com ele me acalmava. Ele era meu porto-seguro?
- Eu vou para casa, já você... — disse sorrindo feito um bobo.
- Cara, se ama cuidar da minha vida. — sorri continuando a andar.
- Eu amo cuidar de você. — disse ele parando na minha frente fazendo nosso corpo colar novamente. Aquilo era impossivel de se controlar. Era como um imã, e aquilo já estava me encomodando ao ponto de explodir.
- RAFAEL, DEPOIS DE TUDO QUE EU TE FIZ, TUDO QUE EU FALEI EU ME ARREPENDO. — disse simplesmente descontrolada, interrompendo de me entregar novamente. Não queria, pelo menos não agora.
- Eu não te entendo. Você diz que me ama, depois é assim que me trata. — disse ele já segurando meus pulsos.
- Não, eu me enganei. NÃO AMO. — disse eu tentando me soltar.
- V-você nunca soube que é amor. — disse ele insultando contra mim.
- Sei, e sei o que é mais do que você.! Você não é assim, não seja falso. Garanto que aquela ceninha foi para mi impressionar, mais cá entre nós quer me conquista? Seja mais inteligente. Chamando atenção nunca da em nada. Apenas FORAS!. — disse colocando novamente meus fones e indo em direção a porta de minha casa. Bem não ia ter ninguém com quem eu possa conversar, então subi para meu quarto apenas acenando para Lúcia. Afinal a Sandy, minha ''babá mamãe'', (como eu a chamava quando tinha 6 anos) tinha ido a frança pois meu pai colocou ela a serviço dele. Mesmo ela não sendo contratada para isso, me deixando sozinha. Mas se ela queria ir...
Enfim, subi para meu quarto ignorando qualquer comentario de dona Lúcia.
Joguei minha bolsa no chão, e indo direto para o banheiro do meu quarto para tomar banho.
Coloquei uma blusinha linda que ganhei esses dias, e um shorts rasgado. E a capinha no meu celular .http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54930464 (Meu vicio diário, não só meus e sim das meninas que me viciaram... São mais de 700 capinhas ;x)
Mas mudando de assunto, minha barriguinha estava roncando. PRODUÇÃO ME DA COMIDA?.
Bem, então desci as escadas após por meu celular no shorts. E quem eu vejo, na sala assistindo Tv, na cadeirinha?.
- M-MEEEL?. — disse gritando alegre.
- Tita. — assim que Melissa me chamava. http://www.polyvore.com/melissa_cap/set?id=54378387
Bem a história dela é assim. Meu pai quando tinha 25 anos engravidoou uma moça, que deu a luz de Henrique. Henrique é filho do meu pai, mas a moça morreu no parto. Henrique quando completou 24, engravidou a Julia, Mãe da Melissa. Henrique Morreu no dia do aniversário da filha de 1 ano. Atualmente ele deveria estar com 25 anos, e sua mãe sei lá, só Deus sabe, né?
- Como você tá meu bem? Como está linda. — disse sorrindo.
- Tita, leu aplendi a fala. — disse ela sorrindo retribuindo.
- Eu percebi. — ri.
- Leu vim cometolar meu niverlsario de 2 anitos, aqli no savão plertinho, e cloplei um molte de coisa pra vlocê. — disse ela com um pouquinho de dificuldade. Ela havia acabado de voltar de Londres com sua Mãe que foi fazer estágio lá, mais não conseguiu.
- É, acho que agora que aprendeu não vai parar. — disse minha cunhada vindo me abraçar.
- Pois é, bem sabidinha ela não? — disse mechendo no meu celular. Mensagem.
- É. e as roupas estão na cozinha, vá almoçar e depois vê. São muitas, por que por lá tem muita roupa da moda e baratinhas... Londres cidades dos burros, tanta coisa boa sem valorização. — disse ela negando com a cabeça.
Foi comer, pois meu estomago não estava lá contente comigo.
Comi, o macarrão da Julia, que senhor... QUE MACARRÃO. Faz tempo que eu não comia. Peguei todas as sacolas, e fui saindo da cozinha.
- Olha, não quer morar aqui não Julia? Esse macarrão ein. — disse lambendo os lábios.
- Ah, só pelo macarrão?. — disse fingindo falsa indignação.
- Sim. — disse piscando e rindo da careta que ela fez.
Subi no meu quarto, e li a mensagem.
'' Amora, vou na sua casa AGORA, cansei de ficar aqui ''
- Lunný ; amoôrá' s2'. — {contato}
Fiquei fuçano nas capinhas e procurando as que eu nunca mais usei, e separando as novas. Foi o tempo da Lunny chegar no meu quarto e surtar.
- Cassete, ele acha que é o que para fazer isso? — e blá blá blá... — disse ela loucamente enquanto me cumprimentava de longe mandando um tchau meio que de oi. Aceno.
- O QUE ELE FEZ?. — gritei dando pausa na falação da louca. — desculpa. — completei com uma cara sinica.
- Ain, ele pediu desculpas e me beijou. — disse ela colocando a mão na boca.
- AAAAAAAAAAAAH, QUE MAXIMO... Conta Conta. — disse se entusiasmando.
- Não foi nada de mais, ele foi chegando e eu se afastando, até que a parede quis nosso beijo e atrapalhou a minha passagem, e acabamos... — disse com uma cara meia estranha.
- Beijaaaaaaaaaaaando. — disse eu zuando ela.
- Bem vamos olhar as roupas? — ela disse querendo mudar de assunto.
- Bem, como não tem nada pra fazer...
Fomos procurando capinhas, mas como só encontramos 3, fui me controlando para não chorar. De alegria.
http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54936307>.
- TIIIIIIIIIA EU TE AMO. — gritei do meu quarto mesmo.
Lunny e eu fomos jantar por que hoje ela iria, ficar em casa. Fomos num restaurante quando eu percebi que...
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