You and i

7 Meus sentimentos


Notas iniciais
oláááááá me amem mais :33 eu fiz nalu pra vcs pq eu amo vcs :33 curtam ai :33

Lucy

Depois de toda nossa gritaria e bagunça, terminamos de arrumar a cozinha, veio-me a mente sobre aquele Gajeel, Levy ficava toda envergonhada quando pronunciava seu nome diretamente ou não para ela, e ele sempre estava corado quando Levy implicava, será que ainda serão mais do que amigos? Espero que sim, formam um belíssimo casal, e eu não perdi tempo com os meus pensamentos fui logo apelando para a baixinha. – Levyyy-chan fiquei sabendo que você e o Gajeel são bem mais que amigos. — falei ironizando minha voz.

– N-não t-tem naadaaaa a ver com isso, e-eu e e-ele somos...

– Namorados? – indagou Juvia.

–Não, mas se bem que já nos pegamos uma ou duas vezes. — falou para si mesma, alto de mais, os olhos das meninas arregalaram-se, eu também pude ficar surpreendida com essa noticia.

– hmmm, Levy e Gajeel. — falou Cana bêbada, quase caindo do balcão onde estava sentada.

– Vamos descobrir oque ele sente pela baixinha? – Erza falou de sua ideia, todas concordaram até mesmo certa menininha pequenininha de cabelinhos azuizinhos.

Telefone on

– alo, Gajeel aqui é a Erza.

– Fala ai Erza.

– É que primeiro quero que passe na casa do Natsu, porém você vai na vizinha dele, a Lucy.

– E para que isso?

– Para curtimos nosso dia antes da viajem.

– Qual é o apartamento?

– 31, venha e traga o Jellal, Gray e a bebida para a cana, agora, fui.

Telefone off.

Logo após um tempo a turma estava aqui, agora só faltava Natsu, e eu estava tentando convencer o cabeção para vir, ele é muito incomodado, mas depois de escutar a voz dos garotos veio para minha casa.

Depois de um tempo, bebemos todas as caixinhas de bebida que haviam trazido e um pouco mais que Cana tinha consigo, inventaram a ideia de fazermos o jogo da garrafa, claro que todos com o estado que estava não iria ter nem noção do que iriam fazer.

Eles pegaram uma garrafa de cerveja que estava encostada no chão, anunciei que iria rodar, ela gira, que agonia esperava que não parasse com o senhor manhoso e rosado, suspirei, continua girando porem seus movimentos são mais fracos, ela para, não acreditei quando vi, era eu e o Natsu mas que ironia, justo com quem eu não queria que parasse.

Ele levantou-se e eu fiz o mesmo, minhas pernas estremeceram eu estava bamba como se um leve sopro me derrubasse, nós fomos para um canto do quarto.

– Lucy se quiser não precisa... – ele disse ainda consciente de tudo, varias coisas me passaram na cabeça, como o Sting, a Lissana, meus sentimentos, que continuam aumentando a cada segundo que passo perto dele.

Mas eu continuo não sei por que é como se meu corpo não me respondesse, escutava os cochichos das meninas assim como os dos garotos, minha mente pelo menos uma parte dela falava para abandonar tudo isso e desistir, porém outra desejava aquilo mais do que tudo.

Ele aproximou-se, aquilo estava parecido como o das outras vezes que quase nos beijamos, era realmente tentador e ambos queriam aquilo, ele aproximou-se mais, conseguia sentir seu nervosismo pela respiração bufante que estava muito perto da minha, seu calor de seus braços que me envolviam e seu hálito que já poderia ser sentido, seus olhos foram se fechando e os meus também, assim nossas bocas se conectaram, foram pequenos segundos apenas assim, porém ele solta de minha boca, nos olhamos. – Me desculpe Lissana e mundo. – pronunciou inauditamente, apenas para si só, mas e;u consegui entender e sabia oque aquilo significava, assim voltamos ao que estávamos fazendo, porém esse beijo foi mais intenso, repleto de sentimentos de nós dois, esses sentimentos são aprisionados e sufocados dentro de mim até aquele momento, queria poder continuar assim para o resto da eternidade, junto dele. Nossas línguas procuravam uma pela outra, estava com vergonha, porém deixava que ele nos levasse a alguma expectativa, meu rosto estava quente, e seus braços foram me envolvendo cada vez mais, sua mão subiu a minha nuca indo para meu cabelo, ele ficou apertando o final de uma mecha minha eu levei minha mão para sua nuca também, aquilo estava cada vez mais se prolongando e nós não dávamos espaço nem para o próprio oxigênio.

Sentia constantemente a pressão nos olhares de cada um, eles estavam quietos. – Natsu-kun... – pronunciei após desgrudar dele, ainda estava me abraçando e meus braços estavam em seu peitoral. – É melhor pararmos isso. – ele concordou com a cabeça e voltamos aos lugares, Levy fofocava algo com Juvia e sabia que era sobre aquilo tudo.

Olho para todos, e repentinamente eles param de conversas assim o jogo continua, a garrafa gira, Levy estava com a cabeça baixa ao lado de Juvia que segurava na mão de Erza, a garrafa perde movimento e para na Levy, meus olhos arregalaram, com quem será que a baixinha vai, direciono meu olhar até a ponta da garrafa que apontava para Gray, Gajeel e Juvia bufavam, a baixinha estava quieta em um canto sem coragem para levantar e ir até ele.

Mas fez mesmo assim, ela se levanta ainda com a cabeça baixa, e caminha até o canto de meu quarto, Gray faz o mesmo. Eles estão desconfortáveis, não era a mesma sensação que eu senti, a mais desgosto, Gray não estava à vontade para fazer aquilo.

Gajeel levantou e falou com todas as suas forças, deixando a timidez de lado. – Gray, não ache que está tudo bem, a baixinha não quer fazer isso, e nem eu quero que ela faça isso, não é coisa dela e sim minha, não aguentaria vê-la beijando outro cara por um jogo idiota, não quero isso nem pra ela e nem pra mim, por favor.

Gray abaixou a cabeça. – Na verdade nem eu queria fazer isso com a Levy, e sim com outra garota, mas isso eu resolvo sozinho sem ajuda de jogos.

Levy corou com o jeito que Gajeel respondeu, estava feliz, eu conseguia perceber isso, aquela garotinha que havia conhecido há dois meses já sentia algo por ele, podia se notar em sua expressão desde o começo.

Juvia suspirava pela resposta de Gray, ela também estava nervosa por não ter caído com Gray, mas ficou surpresa com sua resposta, olhei para Gray e ele estava ainda de pé, mas olhava intensamente para Juvia, ele suspirou e logo após sentou no chão juntamente de nós.

E assim o jogo continuou, mas agora havia parado na Erza com o Jellal, sabíamos que eles tinham algo em comum há muito tempo, mas Erza estava envergonhada e só conseguiu dar um abraço nele, me sinto estranha ainda, é como se meu corpo não tivesse simulado aquilo tudo, aquela sensação maluca que descreve tudo.

Eu fechei meus olhos e deixei que aquilo passasse despercebido, é impossível, simplesmente não se pode deixar que meus sentimentos por Natsu passe despercebido.

Notas finais
gostaram? tem gale tmb pq sim, vamos admitir Gale é lindo