You Rocks My World
11 Party People! - Parte 2
Notas iniciais
1º eu tava sem criatividade
2º eu viajei
3º eu tive semana de provas
4º eu tava ocupada com o show!
SORRY PELA DEMORA!!!
Boa leitura
Leiam as notas finais *-*
Xoxo, NF
P.O.V. KENDALL KNIGHT
Eu deixei Daphne no sofá e fui ao banheiro. Assim que voltei, vi uma cena que me deixou paralisado: Anthony tentando beijar Daph á força. Ela se debatia por baixo dele e tentava virar o rosto, mas ele a apertava cada vez mais. A raiva foi crescendo dentro de mim e eu corri até eles, empurrei Anthony e quando ele caiu no chão, comecei a socá-lo com todas as minhas forças.
- SEU FILHO DA PUTA EU JÁ TE DISSE PRA FICAR LONGE DELA. –Eu disse enquanto batia no rosto dele, querendo quebrar cada centímetro que ainda estava inteiro.
- A BOCA DA DAPH QUE VOCÊ CHAMA DE SUA KENDALL, UM DIA JÁ FOI MINHA, E VAI VOLTAR A SER EM BREVE. –Parei de bater em Anthony e tentei me concentrar no que ele havia dito. Daphne permaneceu calada enquanto eu batia nele, mas chegou perto de mim e disse:
- Vamos embora. A gente pode conversar a sós e eu te explico essa história toda.
Assenti e a abracei. Fomos andando pela rua, sem falar nada um com o outro, até chegarmos a uma praça onde poderíamos conversar em paz. Nos sentamos em um banco e ficamos calados por um tempo. Enquanto estávamos em silêncio, eu pude observar o rosto de Daph. Assim, de perto, eu pude ver as marcas que as mãos de Anthony deixaram onde ele a apertou. Pensando naquele momento terrível que acontecera minutos atrás, coloquei as mãos no rosto, apoiei os braços nas minhas pernas e respirei fundo, tentando tirar aquelas imagens da minha mente.
- Você está com raiva de mim não é?
Daph perguntou, e quando eu olhei em seus olhos, pude ver tristeza e lágrimas se formando. Fiquei sem responder por uns minutos, olhando nos olhos de Daph e refletindo, até que enfim me levantei, a fazendo levantar junto comigo, segurei sua mão e disse:
- Não. Eu vi tudo o que aconteceu, vi você tentando se livrar do Anthony, e também vi ele te machucando. –Levantei minha mão e passei no rosto dela, em cima das marcas vermelhas das mãos daquele verme.- E tenho que ser sincero: A raiva que senti dele por estar beijando, ou melhor, machucando o MEU MUNDO, foi inexplicável. Eu não sei, e nem posso te ver com outro, seria como uma adaga passando pelo meu coração. Você é meu anjo, minha razão para sorrir, tudo que eu quero para minha vida e para mim só existe eu e você, mais ninguém. –Terminei de falar com lágrimas nos olhos e foi a vez da Daph:
- Eu não sei viver sem você meu amor, e prefiro nem tentar. E sobre você me ver com outro, nem pense numa coisa dessas. E se um dia isso acontecer, esse outro será nosso filho. –Eu ri quando ela disse isso.- Para mim também, só existimos nós dois.
Daph terminou de falar e sorriu. Eu a abracei por trás, nós dois com lágrimas escorrendo. Virei-a de frente para mim, olhei fundo em seus olhos, enxuguei uma lágrima que escorreu do rosto dela e a beijei, deixando transparecer naquele beijo tudo que eu sentia por ela. Quando ficamos sem ar e paramos, me sentei e a puxei para meu colo. Com as mãos entrelaçadas em sua cintura, eu perguntei:
- Então, não vai me contar porquê o Anthony disse que a sua boca já foi dele? –Eu disse com um sorriso maroto e depois fazendo biquinho.
- Você quer mesmo saber?
- Mais ou menos...
- Promete que não vai ficar bravo?
- Como eu poderia ficar bravo com você?
- Então eu vou contar.
Olhei atentamente em seus olhos e ela começou a falar, sem desviar seu olhar do meu em momento algum.
- Quando eu ainda morava em Nova York, há um ano atrás, nas férias de verão, Anthony estava passando as férias lá. Eu o conheci e acabamos ficando e depois namorando, mas no final das férias, quando ele já estava indo embora, ele tentou me obrigar a ir pra cama com ele, como “forma de despedida”, e eu não quis, então brigamos e eu nunca mais o vi, ainda bem. Mas eu nunca imaginei que fosse encontrar ele aqui. E pelo jeito, ele continua obcecado comigo como antes.
- Não se preocupe Daph, eu não vou deixar ele se aproximar de você mais. E essa obsessão dele vai acabar logo que eu der mais uns socos nele. –Falei rindo. Eu estava louco pra bater nele de novo, ainda mais agora que soube que ele tentou obrigar minha Daph a fazer algo que ela não queria.
- Não, por favor, não bate nele de novo. Você me assutou lá na festa. Não pensei que você fosse capaz de uma coisa dessas. –Ela disse séria, mas eu não segurei o riso.- EI! É SÈRIO!
- Então quer dizer que eu te assusto? E se eu fizer isso, eu continuo te assutando? –Perguntei fazendo cócegas nela, que em pouco tempo já estava rolando no banco de tanto rir.
- NÃO!... PÁRA!... –Eu parei e ela estava vermelha e ofegante de tanto rir.- Nunca... mais... faça... isso.
- Tá bom... O que acha de voltarmos para a festa? Afinal alguém vai ter que carregar o James, o Carlos e a Marty.
- Vamos logo, antes que aconteça um desastre com os três.
P.O.V. ALICIA CHASE
Eu estava passando pela sala quando vi Kendall e Anthony brigando pela minha irmã. Espera aí... PELA MINHA IRMÃ? Uau. Meu cérebro tentava assimilar aquilo: Daph sendo “disputada” por dois garotos lindos. Isso não é uma coisa que se vê todo dia.
Mas realmente é muito azar para uma pessoa só se mudar para outro estado e por acaso encontrar com seu ex-namorado que ainda é obcecado por você, e que te beija na frente do seu atual namorado. Mas bom, o problema é dela, não tô nem aí. Só quero outra bebida.
Passei direto da sala e fui para a cozinha pegar mais uma garrafa. Encontrei Carlos e Marty sentados no chão, escorados no ármario, bebendo. Os dois falavam coisas desconexas e riam, completamente tontos. Dei de ombros, peguei minha bebida e fui para o quintal, onde estava a boate, comecei a dançar olhando para os lados procurando James. Você deve estar se perguntando “MAS QUE PORRA É ESSA? PORQUE ESSA GAROTA TÁ PROCURANDO O James?”, mas a verdade é que desde o primeiro dia que o vi, eu fiquei fissurada pelo sorriso dele, e também fiquei afim dele. Eu simplesmente queria experimentar beijar aquela boca, sem compromisso nenhum.
Enquanto o procurava, vi vários casais dançando coladinhos e outros se comendo na parede, e fiquei surpresa quando no meio deles eu vi James se agarrando com uma garota ruiva. Mas o que realmente foi estranho foi que eu não senti ciúmes nenhum, somente fiquei surpresa, pois ele estava com as mãos dentro da blusa dela e ela com as mãos na bunda dele. Mas a surpresa maior foi quando eles se separaram e eu pude ver o rosto da “menina”. Ela era horrível e parecia ter uns 25 anos.
Meu Deus, para ficar com alguém 10 anos mais velho que ele, James devia estar realmente muito bêbado.
Eu tinha que tirá-lo dali antes que ele fizesse mais alguma coisa que o fizesse se arrepender mais tarde. E que se dane se eu não sou amiga dele, eu não suporto ver ele com essa... puta enrugada. Mas não se engane, isso não é ciúmes. É só raiva por uma mulher feita e em sã consciência(ela não parecia estar bêbada) estar se aproveitando de um adolescente tonto. É muita cara de pau.
Andei até eles, puxei James pelo ombro, o impedindo de beijá-la outra vez e disse:
- James, você vem comigo. –Apontei para a mulher.- você fica quietinha aí.
- Mas eu não quero ir. –James esperneava como uma criança e embolava as palavras.
- Você vai e pronto. Vamos lá lavar o rosto.
Subimos até o banheiro e enquanto andávamos, James cantava alguma coisa como “I’m a barbie girl”. Dei um tapa em sua cabeça e o empurrei para dentro do banheiro. Tentei jogar água em seu rosto, mas ele não deixou e já ia saindo do banheiro quando eu gritei:
- Se você não voltar aqui agora James, eu vou jogar água fria no seu cabelo.
Ele parou, cambaleou e voltou pro banheiro com uma cara de assustado.
- Já vou, já vou, também não precisa apelar né, meu cabelo é sagrado.
Lavei seu rosto e logo depois ele já parecia um pouco mais sóbrio.
- Ótimo. Bem melhor agora, não, James?
- Agora sim. –Ele falou com mais firmeza do que antes. Agora James só estava um pouco desorientado.
- Vamos ali fora tomar um ar?
Seguimos por uma porta que dava para a varanda, e que dava para enxergar toda a frente da casa onde as pessoas caíam bêbadas. Felizmente o ar da varanda estava puro, sem nenhum indício de álcool.
Passado algum tempo olhando para o céu, ele falou:
- Obrigada Chase. Mesmo nós nunca tendo conversado, você me ajudou. Me salvou daquele dragão. –Ele sorriu. Mas pela primeira vez, eu não me derreti com o sorriso dele, permaneci indiferente. O que será que aconteceu? Será que James Diamond não me afetava mais?
- Não há de quê. E pode me chamar de Ali.
James pareceu se lembrar de algo, e de repente ele estendeu o braço, me puxou pela cintura até nossos corpos ficarem colados e disse no meu ouvido:
- Sabe Ali, tem uma coisa que eu quero experimentar desde a primeira vez que eu te vi.
E então ele me beijou. Era um beijo bom, não posso negar, seus lábios eram macios e gentis. Mas estranhamente, nossas bocas não se encaixavam. James também pareceu perceber isso, então pediu passagem com a língua numa última tentativa de melhorar aquele beijo, e eu liberei. Mas nada dava certo. Por fim desistimos.
- Ahn, James... Me desculpe, mas acho que nós não daríamos certo. Quer dizer...Você viu esse beijo? Não temos nada a ver um com o outro, nem somos capazes de nos beijar direito!
- Eu sou obrigado a concordar com isso. –Ele falou meio triste.
- Então... podemos ser amigos?
- É lógico né, dãah. –Ele disse rindo.- Vamos lá embaixo pegar uma bebida?
- DIAMOND! –Gritei na mesma hora.- VOCÊ ACABOU DE BEIJAR UMA MULHER 10 ANOS MAIS VELHA QUE VOCÊ PORQUÊ ESTAVA COMPLETAMENTE BÊBADO E AGORA QUER BEBER MAIS?
- É! –Ele deu de ombros.- Agora eu tenho minha salvadora para me proteger.
- Tá bom, você me convenceu. Vamos logo! –James saiu andando na frente.- ESPERA! –Quando ele ia se virar, eu corri e pulei em suas costas.- Upa upa cavalinho!
- Aí já é abuso hein! Você pode ficar aí contanto que pare de chutar minha bunda sua folgada.
James correu descendo as escadas comigo pendurada em suas costas, nós dois rindo como crianças e todos na festa rindo de nós.
P.O.V. ANNABETH JACKSON
A festa já estava quase no final, e até agora todo mundo estava animado. O Logan havia bebido bastante, mas ainda conseguia andar e ficar de pé e isso era um bom sinal. Desde que chegamos, não havíamos visto o James o Carlos e a Marty. Já a Daph e o Kendall, assim que ficamos sabendo da briga que havia acontecido resolvemos os procurar e os achamos chegando de volta á festa, de mãos dadas, felizes por terem se acertado.
Eu e Logan estávamos sentados no quintal da casa conversando, ou melhor, tentando conversar, enquanto olhávamos as pessoas dançando feito loucas, tropeçando e caindo.
- Annie. –Ouvi uma voz distante me chamando.- Annie? Você tá me ouvindo? –A voz continuava distante, eu não conseguia prestar atenção em quem me chamava, estava viajando nos meus pensamentos.- ANNABETH!
Dei um pulo na cadeira e gritei. Quando olhei para o lado, Logan estava rindo de mim, o que me fez bater com toda minha força em seu braço e o fez soltar um grito de dor.
- PORRA ANNABETH NÃO É CULPA MINHA SE VOCÊ NÃO ME OUVIU TE CHAMAR ANTES E EU TIVE QUE GRITAR NO SEU OUVIDO.
- Vai se fuder Logan. –Ele levantou uma sobrancelha para mim como quem diz “Você falou mesmo isso?”. Tratei de dar um sorriso cínico e consertar o que havia dito.- Vai se fuder AMOR. Melhor assim?
Ele fechou a cara para mim e eu ri.
- Pra quê você me chamou?
- Já tinha até esquecido. O Kendall me mandou uma mensagem chamando a gente para ir embora, tá todo mundo com ele nos esperando na porta.
- Então vamos logo antes que eles também venham gritar no meu ouvido. –Eu não ia parar tão cedo de encher o saco do Logan por causa daquele grito. Ele virou os olhos e se levantou, eu o segui, e quando chegamos lá fora já vimos todos, inclusive Alicia, mas eu não liguei, e fomos andando.
Íamos conversando, falando alto na rua e na metade do caminho, eu resolvi falar com a Marty.
- Ei Marty, onde você e o Carlos se enfiaram a festa inteira? –ela não respondeu.- Marty? MARTY?
Olhei para os lados e ela não estava lá. Nem ela, e nem o Carlos.
- Gente... Acho que esquecemos a Marty e o Carlos na festa.
Se passaram cinco segundos e todos começamos a rir e a correr de volta para a casa da Rebecca, buscar os dois incompetentes. Procuramos em todos os lugares da casa, mas quem os achou fui eu. Eles estavam sentados no chão da cozinha, dormindo, encostados um no outro. Era uma cena um tanto engraçada, porque o Carlos estava quase babando no ombro da Marty.
– Ei! EI VOCÊS! –Já que eles não acordavam eu resolvi dar um incentivo.- CARLOS, TEM ALGUÉM TENTANDO ROUBAR SEU CAPACETE! MARTY, TÃO DANDO CACHORRO QUENTE DE GRAÇA NA RUA! -Deu certo. Os dois levantaram rapidamente, mas quase caíram denovo. Eles ainda estavam muito tontos.
– O que... o que aconteceu? Eu tava correndo em uma floresta, e tinham vários pôneis atrás de mim, e eu tava cantando My Little Pony.
– Isso foi porque vocês estão super bêbados, Carlitos. Vem, vamos pra casa, os dois.
Bem... depois de tudo que aconteceu, eu só sabia de uma coisa... Eu queria mais festas como essa... SEMPRE!
Notas finais
Mas o que tinha pra falar é: Se vocês não gostaram do James e a Alicia não ficarem juntos, falem, porque eu posso mudar o capítulo, porque eu realmente não tinha planos para os dois.
E outra coisa... Olhem minha foto com meus anjos: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=443876105649799&set=a.387512034619540.82920.100000822403005&type=1 foi o melhor dia da minha vida, sério ♥
E de novo, me desculpem pelo atraso de mais de um mês... Vou tentar postar mais rápido dessa vez!
Beijos *-*
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