Notas iniciais
Heeey pessoas (:
Tudo bem com vocês?
Entãããão, esse capitulo demorou demais para sair, eu tô tentando escrevê-lo desde antes de postar aquele último. A cena do começo eu não sabia se fazia ou não, e já que eu resolvi fazer, como fazer... Enfim, muitas dúvidas AUHSAUHSUSAH
Eu tenho que agradecer a Tuta Tomlinson, a Ana Clara e a Cherry di Angelo no Sabaku pelas incríveis recomendações! Eu realmente não esperava mais nenhuma recomendação (eu nunca espero) e vocês quase me mataram de felicidade, muuuuito obrigada, de coração! ♥
Enfim, me desculpem qualquer erro, me desculpem se o cap. tá horrivel, eu tentei dar o meu melhor, mas enfim, eu não sei qual é o meu problema ultimamente...
Boa leitura!
♥

Harry POV

Acordei sentindo alguma coisa se mexer ao meu lado, debaixo das cobertas, e então algo gelado tocou o meu braço. Virei-me — já que estava deitado de lado – assustado, encontrando Louis ajeitando a cabeça no travesseiro e me olhando sem expressão. Seu braço gelado era o que tocava o meu.

- Louis?

- Bom dia?

- O que você está fazendo aqui? – Me ajeitei sob as cobertas de novo, agora de frente para ele.

- Eu acordei muito cedo e estava me sentindo sozinho lá embaixo, então vim para cá. – Sorriu largo, me fazendo sorrir também. – Eu não queria te acordar, me desculpe.

- Tudo bem. – Tirei o cabelo que estava caído nos meus olhos com a mão. Bocejei e fechei os olhos. Eu não queria dormir, mas ainda estava com sono.

- Quer dormir Curly? Eu saio...

- Não, tudo bem. Eu vou ficar acordado. – Sorri fraco. – Dormiu bem?

- Mais ou menos, eu fiquei esperando você ir dormir comigo e nada, não é Sr. Styles? Eu pedi desculpas ao Zayn... – Fez bico. Louis levou uma de suas mãos até os meus cabelos e com o dedo indicador começou a enrolar um dos cachos. Entreabri os olhos.

- Eu não vou dormir com você. – Ri.

- Por quê? Eu não gosto de dormir sozinho, é chato. Eu gosto de conversar antes de dormir, assim eu durmo melhor. – Tentou dar de ombros, mas levantou apenas um só.

- Eu vou pensar no seu caso, okay?

- Pedi desculpas para o Zayn por nada. – Reclamou.

Ficamos em silêncio. Eu apenas ouvia Louis suspirar vez ou outra e eu mantinha meus olhos fechados novamente. Quando eu estava quase caindo no sono, ouvi Louis me chamar.

- Que é? – Perguntei, e minha voz saiu mais mal humorada e rouca que o normal.

- Ui, nada. – Abri os olhos a tempo de ver Louis enrugar os lábios até eles formarem um biquinho.

- Desculpa. – Ri baixo. – Me fala, o que foi?

- Nada, já disse... – Respondeu, virando os olhos para o canto, fugindo de me encarar.

- Ah, okay então. Não quer contar, não conta. Eu quero dormir mesmo. – Virei de costas para ele, voltando à posição que eu estava antes dele invadir o meu espaço.

- Harry... – Louis falou manhoso, e eu apenas ri fraco. Eu sabia que ele faria isso. Senti um de seus braços parando sobre a minha cintura, me abraçando. – Já são onze horas, sabia? – Perguntou.

- E...?

- E eu combinei com o Horan que estaríamos ao meio dia e meia no restaurante para almoçarmos. – Aproximou-se mais, deitando a cabeça no meu ombro.

- Quando você falou com o Niall? – Perguntei.

- Eu liguei para ele um pouco antes de subir. Eu disse para ele convidar o Liam, o indiano e o anão também. – Olhei de canto e ele sorriu. – O Zayn e o Josh, viu como eu sou legal?

- Vi sim. “Indiano e anão”. Bem legal você, Lou. – Ri irônico. – Será que é pedir demais você parar com esse projeto de bullying com o Zayn?

- Eu acho que você deveria começar a se arrumar, são exatos onze e dezessete. – Apontou para o relógio em cima do criado mudo.

- Pelo jeito é pedir demais. – Falei, fechando os olhos de novo.

Claro que eu adorei o fato dele convidar os meninos por vontade própria.

Aconcheguei-me a Louis, me arrumando de modo que ficasse confortável ficar abraçado a ele. Coloquei minha mão sobre a dele.

Mas entenda que apesar de ter acordado, eu quero dormir!

- Harry, abre as pernas?

- Hã? – Virei o rosto, olhando para ele assustado.

Mas como assim? Nem me deu um anel ainda.

- Eu quero colocar a minha entre as suas, eu acho que fica confortável pra mim.

- Confortável para você. – Revirei os olhos, não achando aquela uma boa ideia.

- Foi o que eu disse. – Encaixou sua perna entre as minhas.

Ficamos em silêncio novamente, e Louis finalmente havia se aquietado. Acho que, para ele, era mesmo uma posição confortável.

- Hazz, você tem que levantar... – Falou manhoso novamente, dando um beijo na minha nuca.

Oh Louis...

- Eu vou... – Empurrei a cabeça para trás, escondendo o local que ele havia beijado.

- O que foi? – Sorriu. – Ficou arrepiado? – Eu não estava olhando para ele, mas pelo jeito que ele falou, eu sabia que sorria maroto. – Oh Hazz, você é tão gay que invés de ter arrepio no pescoço, tem na nuca, sabe, atrás... – Depositou um beijo na lateral do meu pescoço, já que eu escondia a nuca, e riu fraco contra a minha pele.

- Cala a boca, Tomlinson! – Bravejei, tirando o braço dele que estava na minha cintura. Porém ele trouxe o braço novamente, me puxando contra ele. – Argh Louis!

- Como você está sensível, hum? – Mordeu meu pescoço.

Oh não...

- É que eu não tenho uma namorada e não saio transando com qualquer um.

- Você tem que estragar, não tem?

- Eu não quero fazer nada com você. Não enquanto o nome “Eleanor” estiver martelando na minha cabeça. – Com a mão, empurrei a perna de Louis, tirando ela de entre as minhas. Virei-me de frente para ele de novo, agora definitivamente acordado.

- Me desculpe. – Ele disse, parecendo um pouco constrangido. – Eu só... Estou curioso. – Abaixou os olhos, fitando o lençol da cama.

- Curioso?... – Perguntei baixo, fitando-o. – Em relação a...?

- A nós... Como um casal... Entende? – Levantou os olhos, me olhando encabulado.

Casal?

- Sabe, eu nunca me senti... “assim” por um menino... Eu só estou curioso, Styles, curioso para saber o que você fez comigo. – Suspirou. – Sentimentalmente e fisicamente falando. – Arqueou apenas uma sobrancelha, maroto. O Louis estava de volta.

- Mas eu não consigo, Louis. – Tirei sua mão que ainda repousava na minha cintura. – É engraçado ser amante por causa de alguns beijinhos, mas eu não posso ir mais longe... – Senti minhas bochechas ferverem. – Eu gosto muito de você para ir mais longe com isso e me iludir. – Soltei.

Levantei os olhos, preparado para ver os olhos azuis de Louis saltarem para fora da órbita, mas ele apenas sorriu. Parecia aquele doce sorriso que ele costumava dar quando eu dizia que ele era o meu melhor amigo quando éramos crianças.

- Eu gosto muito de você para te iludir, Harry. – Sua mão foi de encontro aos meus cachos, acariciando-os.

- Não brinca comigo...

- Eu não estou brincando... – Se aproximou, selando nossos lábios rapidamente, num selinho quente e macio. – Desculpa por fazer você sempre se lembrar da Eleanor. Eu pretendo terminar com ela. O relacionamento já não vem dando certo, e eu acho que achei alguém melhor. – Sorriu novamente.

- Eu sou só o filho da empregada. Seu pai vai pirar. – Falei, e ele se aproximou para mais um beijo.

- Eu iria pirar se não contasse isso logo. Essas coisas que eu tento esconder de você me sufocam. – Selou nossos lábios novamente, e depois me olhou sorrindo.

Eu mal podia conter a felicidade.

Ficamos apenas nos olhando por algum tempo, enquanto Louis remexia meus cabelos, porém logo ele se aproximou novamente. Selou nossos lábios me dando dois selinhos, encaixando nossas bocas perfeitamente, e depois mordeu meu lábio inferior. E no que o soltou, eu mantive os lábios entreabertos, e assim Louis aprofundou o beijo.

Louis pousou sua mão em minha cintura, me puxando mais para perto, e eu levei a minha até o seu rosto, de modo que eu podia acariciar sua bochecha com os dedos. Ficamos naquele beijo por algum tempo, onde eu havia escorregado minha mão para os seus cabelos e Louis descia a sua para o meu quadril.

- Harry? – Louis se separou, me olhando sério, e eu mordi seu lado inferior. – Você está só de boxer?

- Eu não durmo com pijamas... – Falei baixo, sentindo minhas bochechas queimarem.

- Oh... – Mordeu o próprio lábio. – Isso não é bom... – Riu fraco.

- Na verdade é bem confortável.

- Ah... Cala a boca, Harry. – Revirou os olhos, fazendo uma careta de quem segura o riso.

- Desculpe. – Ri também. – Você não tinha sentido quando encaixou sua perna entre as minhas?

- Eu estou de jeans.

- É uma pena. – Falei.

- Eu sei, pode ficar apertado... – Sorriu maroto, se aproximando e beijando o meu pescoço.

- Mas o qu... Ouh! – Ri, fechando os olhos e aproveitando os lábios de Louis no meu pescoço.

- Coisa lenta. – Ele respondeu antes de morder o meu pescoço, fazendo meu corpo se arrepiar.

Tratei de puxar seus cabelos, levando a cabeça de Louis para trás e devolvendo os tais beijos no pescoço. Tomlinson passou a mão para as minhas costas, tentando arranha-las sem sucesso.

Ficamos assim por algum tempo, trocando beijos, mordidas, arranhões e apertões, deixando alguns meio gemidos escaparem.

Mas então eu senti o pior arrepio da minha vida.

Ou melhor, dependendo do ponto de vista.

Louis, que estava com a mão no final de minhas costas enquanto nos beijávamos, abaixou-a um pouco, chegando na barra da minha boxer. E então resolveu colocar o polegar sob o tecido, escorregando-o até a parte frontal do meu corpo, perto da virilha. E foi isso que me arrepiou. Ainda mais quando ele decidiu encostar a ponta dos outros dedos sobre a minha pequena ereção, que obviamente se tornaria maior agora.

Oh Gosh, como eu fantasiei isso tudo.

Louis se separou do beijo, encostando sua testa na minha e me olhando nos olhos, ofegando. E eu não estava diferente. Mordi seu lábio inferior, tão ofegante quanto ele, e fechei os olhos quando seus dedos se esfregaram sobre o tecido da minha boxer, fazendo ela se tornar um pouco mais apertada a cada toque.

Deixei um gemido rouco escapar quando Louis apertou de leve meu membro, esfregando ele logo depois, e o seu polegar sob a boxer tão perto daquela parte sensível realmente não ajudava em nada.

Mordi seu lábio de leve, escorregando minha boca até o seu pescoço, e mordendo fracamente aquela parte. Louis tirou sua mão de sobre minha boxer, levando-a até minha perna e acariciando-a. Coloquei minha mão sobre sua cintura, apertando-a no mesmo momento que ele apertou minha coxa, puxando-a ao ponto de coloca-la sobre as pernas dele.

- O que você vai fazer? – Perguntei baixo, no pé de seu ouvido.

- Eu só... – Hesitou, virando o rosto para o travesseiro. Senti sua mão escorregar novamente, voltando para aquele mesmo lugar. Mordi o lábio, segurando qualquer som. – Não me pergunte nada, eu não sei explicar. – Me encarou.

- Faça o que você quiser. – Falei baixo, mordendo o lóbulo de sua orelha.

Louis suspirou baixo, e eu voltei minha atenção para seu pescoço.

Eu não ligava se iria ficar marcas.

Na verdade eu adorava essa ideia.

Louis apertou de leve meu membro já completamente desperto, deixando um baixo gemido escapar, e eu provavelmente fiz o mesmo. Sua mão se esfregava naquela parte do meu corpo, fazendo a boxer ficar mais apertada do que seria confortável.

- Porra Louis... – Reclamei. – Faz alguma coisa... – Joguei o quadril contra sua mão. Louis riu de leve, mas gemeu de dor quando eu mordi seu ombro com força.

- É excitante te ver assim, sabe? Todo desesperado... Gostei. – Riu.

- Você adora me fazer sofrer. – Falei, suspirando.

- Awn, pobre Harry... Mendigando um carinho, praticamente.

- Isso é porque...

- Não fale nela, não estrague. – Levantou um pouco a mão, adentro a ponta dos dedos na minha boxer.

Tranquei a respiração sem nem ao menos perceber, só pelo fato de ter os dedos gélidos de Louis tão perto do meu membro, e eu sentia minhas pernas tremerem.

Louis abaixou o tecido um pouco, finalmente tocando meu membro, e eu deixei um gemido mais alto e mais rouco escapar em seu ouvido. Tomlinson virou o rosto, encontrando meus lábios e iniciando um beijo intenso enquanto passava levemente a mão pela extensão do meu membro, e eu apenas soltava gemidos entre os beijos.

Louis separou o beijo e levantou o rosto, se aproximando do meu ombro e mordendo-o, enquanto sua mão continuava a me fazer gemer. Passou a ponta da língua pelo meu pescoço, chegando até minha orelha e mordendo-a de leve.

- Harry? – Me chamou num sopro.

- Hum? – Perguntei

- São onze e vinte e três, vamos levantar? – Tirou a mão sob o tecido da boxer e distanciou o rosto do meu. – Você provavelmente vai tomar um banho antes, então acho melhor ir logo. E quando eu digo que você vai tomar um banho, quero dizer que você vai precisar de um banho. – Sorriu maroto. – Gelado, ainda. – Empurrou minha perna de cima da dele.

Você só pode estar brincando comigo.

- Sério, Louis? Você vai me deixar nesse estado? – Olhei sério para ele.

Louis sorriu sapeca e levantou o cobertor, olhando para baixo. Revirei os olhos, curvando o corpo para trás, tentando me esconder. Louis apenas soltou uma risadinha sem vergonha e voltou a me encarar.

- Você não presta, viu? – Falei.

- Você deveria ter ido dormir comigo ontem. – Fez bico.

- Não importa, eu estou bravo com você. – Retruquei e joguei a coberta por cima dele, levantando da cama. – Eu vou tomar um banho.

- Vai demorar né? – Riu da minha cara de novo.

- Vou! – Respondi bravo, saindo do quarto.

- Pensa em mim!

- Eu vou pensar na sua mãe!

- Também te amo, querido!

*~~***~~*

- Eu ainda não acredito que você me deixou na mão. Literalmente. – Reclamei, saindo do carro.

Louis havia dirigido até o restaurante, mas parou na outra quadra por não ter achado um bom lugar para estacionar. Ele praguejou até encontrar um lugar para deixar o carro, e o único lugar foi, para ele, horrível, pois era longe do restaurante que ele havia marcado com Niall, nos fazendo ter que atravessar uma praça que havia ali.

- E eu não acredito que o único lugar que eu achei para estacionar foi esse. – Completou.

- Nós só temos que atravessar a praça para chegar ao restaurante, Louis, nem é algo para se estressar desse jeito. – Revirei os olhos, começando a caminhar.

- E você só teve que demorar muito mais que o necessário no banho, nos fazendo se atrasar.

- A culpa disso é sua e você sabe. – Olhei sério para ele, que empinou o nariz, me ignorando.

- Estamos cinco minutos atrasados, Harry. Cadê nossa pontualidade britânica?

- Para que reclamar, Tomlinson. Se você caminhasse o tanto que você fala, nós já estaríamos lá.

Louis emburrou e calou a boca, seguindo para o restaurante. Passamos pela praça, seguindo reto, enquanto meninos e meninas conversavam, cachorros corriam, crianças brincavam e pais gritavam para eles não irem a tais brinquedos.

- Você está bravo? – Perguntei para Louis.

- Não, não com você. – Me olhou. – Apenas com Londres e o seu transito infernal!

- Esquece o transito, boo. – Ri, chegando mais perto dele e passando o braço pela sua cintura, abraçando-o.

- Tudo bem, tudo bem... – Passou o braço pelo meu pescoço. – E você, não está de mal comigo?

- Não, eu demorei no banho, estou mais calmo. – Sorri para ele.

- Pensou na minha mãe? – Gargalhou.

- Ah, Louis, que horror! – Fiz careta de nojo.

- Eu sei que você pensou em mim. – Arqueou duas vezes seguidas ambas as sobrancelhas, me olhando maroto. Devolvi o olhar. – Será que os meninos já- OPA! – Louis falou, dando um passo para trás e me levando junto quando um objeto não identificado passou raspando pelo nosso rosto.

- Meu Deus, me desculpe! – Uma mulher gritou de longe. Mais à sua frente, um menininho louro nos olhava apavorado. – Eu sou um pouco ruim de mira, me perdoe!

- Tudo bem. – Ri de ambos, e Louis apenas sorriu e buscou o tal objeto agora identificado, também chamado de ”frisbee”. Tomlinson se aproximou e se preparou para jogar. – Você sabe jogar isso? Você sabe que talvez ele não vá reto e você...

- Eu sei, Harry, por favor. – Revirou os olhos. De uma maneira extremamente gay, Louis jogou o objeto azul de plástico, com direito a pose com perna levantada e tudo mais. Porém, ele exagerou na força, fazendo o frisbee voar rápido e com força até...

- Money can’t buy me love- AI! – Até acertar a cabeça de um cara ruivo que tirava o violão da capa. – O que foi isso?!

- Lou! – Gritei para ele, que tinha as duas mãos na boca e olhava tão assustado quanto aquele menininho. Revirei os olhos e corri até o garoto ruivo, que massageava a cabeça e fazia careta de dor. – Tudo bem? – Perguntei.

- Mas o que foi que bateu em mim? – Me olhou confuso.

- Um frisbee. – Apontei para o objeto azul que estava jogado um pouco mais a nossa frente. Louis apareceu correndo para buscar o objeto. – O meu amigo exagerou na força e é ruim de mira. Nos desculpe, nós só íamos devolver o brinquedo para o menininho. – Apontei para a mulher e seu filho.

- Ah, tudo bem. Eu apenas fui pego de surpresa. – Sorriu, olhando para onde eu apontava, e vendo que Louis agora entregava o brinquedo ao seu dono.

- Você toca? – Perguntei, vendo-o tirar o violão da capa novamente.

- Sim. – Respondeu simplesmente, arrumando a correia do instrumento e vestindo-a.

- Não Hazz, ele está pegando o violão para se abanar com ele. – Lou chegou. – Louis Tomlinson, desculpe pelo acidente. – Estendeu a mão, e o menino cumprimentou-o.

- Tudo bem. Ed Sheeran. – Sorriu, largando a mão de Louis e remexendo nos bolsos da calça jeans, retirando uma palheta.

- Harry Styles. – Me apresentei também. – Vai tocar o quê?

- Algo que eu escrevi para a minha garota. – Tirou o chapéu que cobria parte de seus cabelos ruivos e colocou-o no chão.

-Caham. – Louis pigarreou, chamando minha atenção. – Vamos, Hazz? Os meninos já devem estar a nossa espera. – Passou o braço pelos meus ombros, voltando à posição inicial. — Tchau Ed.

- Tchau garotos, prazer em conhecê-los. – Sorriu, e eu apenas devolvi e acenei, sendo puxado por Louis para seguir o caminho do restaurante.

- Que menino sem graça. – Louis reclamou. – Só sorriu e respondeu em poucas palavras. E só sorriu para você!

- Ah, Louis Tomlinson e seu ciúme! – Ri, revirando os olhos. Passei o braço pela sua cintura, abraçando-o. – Ele foi simpático.

- Ed Sheeran... Vou guardar esse nome do lado de “Zayn Malik” no meu cérebro. – Me olhou desconfiado.

- Para de ser ciumento!

- Eu não estou sendo ciumento, estou sendo prevenido.

- Ele disse que tinha uma garota, Louis!

- Eu também tenho uma garota.

Silêncio.

- Está muito longe esse restaurante? – Perguntei, trocando de assunto.

- Logo ali. – Apontou para frente.

Caminhamos mais um pouco e atravessamos a rua movimentada; o que foi mais uma deixa para Louis reclamar do trânsito enquanto eu suspirava desanimado. Chegamos ao restaurante e entramos no mesmo, procurando por algum dos meninos.

- Ali eles! – Puxei Louis pela mão, indo até a mesa dos garotos. – Hey lads.

- Vocês estão dez minutos atrasados. – Niall foi direto.

- Culpa de Londres! – Louis fez drama, sentando com os meninos, e eu fiz o mesmo.

- O trânsito está horrível! – Liam reclamou.

- Nem me fale, eu fiquei um bom tempo parado no sinal. – Josh reclamou também.

- Eu vim a pé então calem a boca. – Zayn encerrou o assunto e eu agradeci-o mentalmente.

- Vamos fazer os pedidos? Eu estou com fome. – Niall pegou o cardápio que havia em cima da mesa.

- Você com fome? Nossa, que milagre. – Josh brincou, e nós concordamos.

- O que vocês fizeram ontem? – Louis puxou assunto.

- Eu fui para casa ouvir meus pais brigando entre eles e depois comigo por não avisar onde estava e depois entre eles de novo. – Liam sorriu falso. – Sábado é dia de discussão.

- Sinto que não deveria ter perguntado isso... – Louis falou baixo.

- Eu fui dormir. – Malik disse simplesmente.

- Eu fui beber. – Josh respondeu.

- Beber? – Zayn perguntou.

- Sim, beber. Esquecer os problemas.

- Nossa, você deve ter muitos problemas. – Malik retrucou irônico.

- Você é um deles. – Josh encarou Zayn.

- E você fez o quê? Transou com uma loira depois de me pegar no carro para ver se esquecia? – Malik arqueou apenas uma sobrancelha.

- Garotos... – Falei, fazendo os dois me olharem bravos. — Vocês estão em publico...

- Foda-se. – Zayn deu de ombros.

- Viu como você é um problema? – Josh olhou-o. Tinha praticamente o rosto inteiro corado.

- Concordo. – Louis falou baixo.

- Não se mete nisso, Louis. – Repreendi-o.

- Louis?

Ah, não!

Notas finais
E pra quem gosta do Ed: ele parece mais um pouquinho no próximo! AUHSAUHSAUHSAUHSUHAS
Bom, a cena Larry me confundiu bastante, porque eu não sabia se fazia, se ia até o fim, enfim, o pessoal que eu conversei sobre sabe o quanto eu tava na dúvida! USHAUHSUAHSUASH
Eu espero que tenham gostado do cap.!
Juro que tento trazer o próximo mais rápido!
BJO BJO BJO
♥