You Really Got Me
19 Brincadeira de Amigo
Notas iniciais
Segundo nome do cap: "vishh, é muita coisa", by Giselle Martins! AUSHAUSHAHSUAHS ♥
Era pra eu postar ontem, mas nem deu =/ Eu estava morrendo de dor de cabeça, acho que eu fui dormir não eram 22hrs! ASUHA
Enfim, estou bem agora e vim postar! AUSHAUSH
AAAH, e não pensem que eu esqueci! Muuuuuuito obrigada a Biazinhadohazzas2, a Erikinhah Stronda e a Annelise Baudelaire pelas incríveis recomendações! É mais um trio querendo matar a autora aqui de emoção!! AUSHUAHS Muito obrigada mesmo gente, de coração! ♥
Bom, desculpem pelo capítulo gigante viu, mas não tinha como dividir! =/
Alguém aí gosta de McFly? Hehe :3
Acho que é isso!
Boa leitura!! (:
Harry POV
Eu estava esperando Louis, sentados em um dos bancos que havia entre os armários do vestiário. Eu deixava um suspiro escapar a cada dez segundo, aproximadamente, e minhas mãos, como sempre, estavam trêmulas e suavam em abundância.
Eu já não aguentava mais encarar meus próprios pés, enquanto o outro tomava seu interminável banho. Quando eu levantei decidido em ir embora, Louis saiu do banheiro, ainda enrolado na toalha, e então eu resolvi me sentar novamente.
– O que você está fazendo aqui? – Perguntou, se dirigindo até o seu armário, qual eu sabia que era o da minha frente.
– Eu vim falar com você. – Respondi.
– Mas eu não tenho nada pra...
– Eu tenho. E você vai me ouvir. – Falei, e ele virou de frente para mim, me encarando com apenas uma sobrancelha arqueada. — Qual a porra do seu problema? – Perguntei, abaixando meu olhar para meus tênis de novo.
– Como assim o meu problema, Styles? Sobre o que você está falando? – Arqueei apenas uma sobrancelha, grunhindo baixo, e resolvi levantar o olhar de novo, encarando-o sério. Porém Louis nem ao menos me encarava, continuava a mexer em sua mochila dentro do armário, separando suas roupas.
– Não se faça de idiota. – Exclamei. – Porra, Louis... Porque você me tratou daquele jeito ontem? – Mordi o lábio inferior, e finalmente ele virou seus olhos para mim.
– Eu estava irritado. – Deu de ombros. – Sua mãe não te contou? – Fitei-o confuso, e quando eu abri a boca para falar algo, Louis tirou a toalha que o cobria, me fazendo arregalar os olhos e não conseguir desviar o olhar, observando um Louis completamente nu com um olhar que era uma mistura de incredulidade, espanto e vergonha. Ele riu anasalado, vestindo a cueca boxer vermelha em seguida.
– O... O que minha mãe deveria ter contado? – Perguntei, tentando encará-lo novamente.
– Ontem quando eu fui mais cedo para casa, por causa da dor de estômago, minha mãe estava lá, num pequeno intervalo, mas se preparando para voltar ao trabalho. Então ela me contou que ela e o papai vão viajar por duas semanas. Conseguiram férias juntos, por um milagre divino. – Girou os olhos em desgosto. – Sua mãe vai junto, para ajudar a cuidar das meninas. Vamos ficar só eu e você daqui duas semanas, durante duas semanas. – Explicou, vestindo a camisa do uniforme. – Entendeu?
– Eu não entendi porque você está irritado. Você devia ficar feliz pelos seus pais; faz anos que eles não viajam. – Olhei confuso para ele, que agora vestia a calça jeans.
– Eu ficaria feliz se eu fosse junto, Harry, mas não, eu não posso. Segundo a minha mãe eu devo ficar porque estou no último ano e minhas notas não são as melhores. – Falou debochado.
– Não acha isso um pouco egoísta da sua parte? – Perguntei arqueando apenas uma sobrancelha. Louis me olhou sério e sentou ao meu lado no banco, pegando suas meias e seus calçados e calçando-os.
– Não, eu não acho. – Respondeu. – Eu sempre sou deixado para trás. Eu não passo uma hora inteira junto deles, e quando tenho a chance, tenho que ficar em casa. Aí vai a família inteira para Miami e eu fico aqui, sozinho. – Revirou os olhos.
– Eu acho que você devia ficar feliz por eles. – Dei de ombros, levantando do banco.
– Claro Harry, eu devia. Eu sou sempre errado, não sou? Você é a pessoa de bom coração e eu sou sempre um filho da puta. – Ironizou, girando os olhos novamente.
– Para Louis! Eu não... – Comecei, mas Louis me interrompeu.
– Você não entende! Eu só queria passar um tempo com a família inteira! Aí eles dizem “que isso Lou, você devia ficar feliz! Você vai ter a casa só pra você, dinheiro, vai poder fazer festas, trazer a Eleanor, e blá, blá, blá”! Eu não quero isso, quando eles vão entender?! – Bravejou, visivelmente irritado. – Eu sinto muito se eu estiver sendo egoísta com meus pais, ou se eu estiver sentindo inveja das minhas irmãs, mas eu não consigo evitar. – Levantou, indo para o seu armário e tirando sua mochila de lá, fechando a porta com força logo depois.
– Lou. – Chamei, e ele me olhou ainda bravo. – Eu sinto muito, de verdade. Eu sei que a sua relação com seus pais não é das melhores, mas eu acho que você devia ficar feliz por eles e pelas meninas.
– Eu não consigo ficar feliz por eles. – Respondeu ríspido. Suspirei, mordendo o lábio inferior e me aproximei dele, colocando a mão em seu ombro. Louis me olhou sério e tirou minha mão dali. – Não encosta em mim.
– Qual o seu problema? – Perguntei novamente, agora irritado. – Até onde eu entendi, o seu problema da viajem não tem nada a ver comigo, então porque fazer o que você fez ontem?!
– Pra te colocar no seu lugar novamente. Quem você acha que vai cuidar da casa nessas duas semanas, meu amor? – Perguntou cínico.
– Não mente pra mim, Louis, eu não sou idiota. – Segurei-o pelo braço, com força. — O que aconteceu? Eu fiz algo? Se eu fiz, me desculpa!
– Você não fez nada, já disse pra não se sentir importante! – Respondeu com desgosto, tentando puxar o braço.
– Okay então, eu vou fingir que me tratar desse jeito e trazer a Eleanor para a sua casa ontem foi só “pra me colocar no meu lugar”. – Soltei seu braço.
– Ah, você ficou tristinho ontem porque me viu beijar a minha namorada? Está com ciúme? – Perguntou em tom de deboche, apertando uma das minhas bochechas.
– Sim, eu estou. – Falei. – Pensei que você tinha voltado ao normal, mas eu me enganei. – Tirei sua mão do meu rosto e segui em direção à porta, mas parei no meio do caminho com Louis falando:
– E eu pensei que você não fosse uma puta, Harry. Me fala mil coisas e beija os outros por aí. – Virei-me, encarando-o. Louis abaixou a cabeça e me deu as costas, vestindo seu casaco.
– Então você viu? – Perguntei, aproximando-me. – Eu pensei nisso por um momento, mas achei impossível. Você não estava lá!
– Eu estava! – Virou-se novamente, com o rosto completamente vermelho. – Eu já não aguentava mais ouvir a Eleanor falando de suas maquiagens, então aproveitei quando ela encontrou a Perrie no refeitório para te procurar! Então depois de rodar a porra da escola toda a sua procura, eu te encontro aos beijos com o Zayn! – Ele falava alto, como se quisesse me dar um tapa na cara com aquelas palavras.
– Lou, era só uma brincadeira! – Falei, e ele lançou o olhar mais desprezível que ele podia fazer sobre mim.
– Eu não saio beijando os outros por brincadeira. – Falou com desgosto, e aquilo tinha sido mais pra um soco no estômago. Entreabri minha boca um pouco, num gesto de perplexidade.
– Não sai Lou? – Perguntei num sopro. Ele me encarou sério, e depois passou a mão nos cabelos, demonstrando nervosismo.
– Não Harry, não mesmo. – Suspirou, me dando as costas novamente. Ele foi até o banco onde tinha deixado à mochila e pegou a mesma, colocando-a em apenas um ombro. – Nos vemos por aí, Harry. – E então ele passou por mim, me deixando sozinho no vestiário.
Eu suspirei fundo, sentindo o chão abrir sob meus pés. Louis saiu de onde estávamos com uma expressão complemente diferente de quando começamos a conversa. Ele começou irritado, com raiva, e saiu daqui parecendo completamente decepcionado, o que simplesmente partia meu coração ao meio. Suspirei pesado, enterrando as mãos no bolso e deixando o vestiário.
... ... ...
– Boa tarde. Estão prontos para fazer o pedido? – Um moço loiro que segurava um bloquinho e uma caneta sorriu doce para nós, e Niall começou a fazer a lista das coisas que iria comer de café da tarde.
Depois que a aula acabou e nós terminamos o nosso serviço, eu fui convencido pelos garotos a sair para tomar um café com eles. Zayn disse que não aceitaria “não” como resposta, e Liam falou que se eu negasse, me trancaria no porta-malas e me levaria até uma cafeteria à força. Um pouco amedrontado, eu aceitei, embora eu soubesse que meu estômago roncando não me deixaria negar.
– Hum, só isso? – Perguntou o garoto, segurando o riso quando Niall terminou de pedir seus doces.
– Aham. E pra vocês, meninos? – Niall respondeu e depois se dirigiu a nós.
– Isso foi mesmo só pra você? – Liam perguntou.
– Sim, por quê? – Niall olhou confuso para ele.
– Você vai fica obeso daqui alguns anos, Niall, e nós não vamos mais casar. – Liam disse e riu, pegando o cardápio das mãos do irlandês.
– Ah, é assim então? – Niall perguntou.
– Sim, é assim. – Liam olhou e riu para o ser loiro, que empinou o nariz e virou o rosto para o outro lado. – Eu vou querer um muffin de chocolate, um cappuccino e o seu telefone. – Falou para o garçom, dando uma piscadela, e o moço arregalou os olhos, assustado. Niall abriu a boca em perplexidade, ainda virado para o outro lado, e me olhou como se dissesse “eu vou bater no Liam”. Eu e Zayn apenas riamos daquilo tudo. – Qual seu nome? – Liam continuou a conversar com o garçom.
– Poynter, Dougie Poynter. – Ele deu um meio sorriso, e arrumou uma mecha de seu cabelo loiro que caía sobre seus olhos azuis. Na verdade, ele era realmente uma graça. – E pra vocês meninos? – Virou para eu e Zayn, que estávamos sentados na frente de Liam e Niall.
– Eu quero um café preto e dois muffins de chocolate. – Zayn disse, sorrindo.
– O mesmo para mim; obrigado. – Falei e sorri para o moço loiro, que anotou e devolveu o sorriso.
– Okay, um minuto e eu já trago os pedidos. E sobre o meu número... – Ele olhou para Liam, que sorriu largo enquanto Niall os olhava de canto. – Isso eu posso providenciar agora. – Completou.
A única coisa que eu pude fazer foi abrir a boca da mesma maneira que Niall, e observar o pequeno papel vermelho que Dougie tinha em mãos parar nas mãos de Liam. Payne sorriu de canto e Dougie piscou maroto, virando os calcanhares e indo para o balcão.
– Nini... – Liam falou bobo, passando o braço pelos ombros de Niall.
– O quê? – O loiro perguntou frio, arqueando apenas uma sobrancelha e olhando indiferente para Liam.
– Não vai ficar bravo, vai? – Aproximou-se do menor, dando um beijo estalado na bochecha dele.
– Deixe-me pensar... – Niall falou e puxou o papel vermelho da mão de Liam. – Hum, bela letra ele tem. “Dougie xx”. – Fez careta de nojo. Niall olhou para Liam e amassou o papel, abrindo a janela que havia ao seu lado e jogando a pequena bolinha ao vento. – Não, não estou bravo. – Sorriu largo, depositando um beijo na bochecha de Liam.
– Você é... – Liam começou, mas Zayn cortou-o.
– Adorável. – Falou manhoso, fazendo uma careta e gargalhando logo depois.
– Você está querendo apanhar né Zayn? Faz tempo já. – Liam falou sorrindo, jogando um pacotinho de açúcar que havia sobre a mesa nele.
– Dá ultima vez que você me bateu-
– Cala a boca Zayn. – Liam repreendeu-o.
– Uooou, o que aconteceu? – Perguntei curioso, me debruçando sobre a mesa. Faz certo tempo que eu quero saber o que aconteceu com esses dois.
– Nada, nada. – Liam falou, revirando os olhos.
– Passado Hazza, brincadeira de amigo. – Zayn disse, segurando o riso.
– Aham, entendo... – Falei, olhando desconfiado para todos eles.
– Os seus pedidos. – O moço loiro voltou com as nossas comidas, quais que eram muitas e ele mal conseguia carregar tudo.
– Obrigado, querido. – Niall falou, ajudando ele a colocar tudo sobre a mesa. – Agora pode ir atender outras pessoas. – Ele sorriu largo e falso, e Dougie apenas riu anasalado, saindo. – Eu sou o único loiro daqui, gatinho.
– Nem é loiro de verdade. – Zayn disse.
– Cala a boca Zayn.
– Eu não sei o que vocês têm contra mim...
... ... ...
Liam POV
– Bom, eu vou indo gente. – Harry falou, enterrando as mãos no bolso já do lado de fora da cafeteria.
– Harry, no seu caminho você passa na escola, né? – Niall perguntou e Harry assentiu. – Então eu vou indo com você, vou pegar uma carona com o pai para casa.
– Você pode ir com a gente, Nini. – Falei, apontando para mim e Zayn.
– Nah, eu vou com o Hazza, a gente se fala mais tarde. – Se aproximou, selando nossos lábios rapidamente. – Tchau Zayn. – Abraçou-o.
Nos despedimos e seguimos direções contrárias. Eu fechei o casaco e suspirei, olhando para Zayn.
– Dude? – Chamei.
– Oi? – Me olhou.
– Por que você fica lembrando daquelas coisas? – Perguntei.
– Hey, eu só falei hoje, você que já tinha contado para o Niall e agora fica fazendo suspense sem necessidade. – Ele deu de ombros.
– Eu só não quero falar sobre isso, eu acho vergonhoso. – Abaixei a cabeça.
– O que tem de vergonhoso nisso? Só porque você deu seu primeiro beijo quase aos quinze anos?
– Eu tinha treze.
– Comigo? – Me empurrou com o cotovelo, e eu levantei a cabeça a tempo de ver uma senhora passando por nós e nos olhando estranho. Acho que ela era velha, mas não surda.
– Ah, Zayn, eu só não gosto de contar!
– Contar que você era um medroso? Que não sabia o que fazer e por isso não ficava com garota nenhuma? – Ele passou o braço pelos meus ombros. – Se não fosse eu, você não teria beijado ninguém até hoje. – Riu anasalado, dando dois tapas no meu peito.
– Claro que teria!
– Sim, teria beijado o Niall porque ele tomou a iniciativa! – Riu, me soltando.
– E a Danielle? – Perguntei, arqueando apenas uma sobrancelha.
– Bom, a Danielle é outra história. Na verdade ela não tem nada a ver com o assunto. – Me olhou estranho. — Tá certo que ela foi sua primeira namorada, mas novamente, se eu não tivesse te beijado, vocês nem começariam o namoro, do jeito que você era medroso. – Riu anasalado. – Bem diferente de hoje em dia pelo o que eu vi hoje, não é, senhor “muffin, café e seu telefone”?
– Eu só estava provocando o Niall, eu nem queria o número dele! E eu tomei um cappuccino!
– O que me lembra outra coisa! – Falou, levantando o dedo indicador como se tivesse uma ideia, e eu suspirei pesado. – Se não fosse eu te incomodar daquele jeito na minha casa, você me bater e nós acabarmos nos pegando no tapete na minha sala de estar, você nunca teria certeza que era gay e estaria infeliz até hoje. – Ele disse como se fosse a voz da razão. – E não ficaria com o Niall, agradeça-me.
– Zayn, não exagera. – Girei os olhos.
– Não exagera? Cara, mais duro do que você ficou aquele dia era impossível! E nós sabemos que você vinha tendo problemas com a Dani. – Me encarou com falso olhar de pena. – Eu tive que bater na sua cabeça pra você parar de querer abrir as minhas calças!
– Eu estava necessitado!
– Eu senti, eu senti bem sentido! – Gargalhou. – Você deveria sentir vergonha disso, cara!
– Zayn, cala a boca. – Eu sentia minhas bochechas queimarem.
– E depois ficou todo “ah Zayn, me desculpe, não era a minha intenção. Eu sei que somos só amigos e isso não devia ter acontecido”.
– E não devia!
– Mas eu sou gostoso e você não aguentou! Eu sei, eu sei... – Riu maroto. – Eu acho que você devia contar para o Niall que nós ficamos algumas vezes e foi isso, senão ele vai desconfiar que nós temos algo ultimamente, e bem, nós não temos. E não temos justamente por causa dele, afinal, você nunca mais precisou dar uns beijinhos em mim pra tirar o atraso. – Gargalhou.
– Você conversa sobre isso como se fosse algo normal. – Ralhei entre os dentes.
– Mas é algo normal! Para nós é pelo menos. Liam, já era, aconteceu! E nenhum de nós nunca reclamou. – Deu de ombros.
– Ah Zayn... É estranho falar sobre isso... Nós somos amigos...
– Ah, e na hora de me agarrar isso nem importava! – Rolou os olhos. – Para de ser hipócrita, a gente faz isso desde que você descobriu que gay no tapete lá de casa e nunca foi problema. Agora você quer fazer drama? Eu sempre disse que o dia que um de nós arrumasse uma namorada, isso ia acabar. E acabou, pronto. Passamos de melhores amigos coloridos necessitados pra melhores amigos “normais”. Só se você quiser dar uns...
– Não, Zayn, obrigado. – Ri, colocando a mão no ombro dele. – Obrigado porque eu fiz exatamente o que você disse pra eu não fazer: me apaixonei pelo Niall. – Olhei-o, que me encarou sério. Zayn ficou em silêncio por alguns segundos, apenas me fitando e caminhando.
– Que bom. – Falou.
– Eu sei, eu sei, desculpa! Não briga comigo, foi mais forte que- o quê? – Olhei-o confuso.
– Eu disse: “que bom”. – Me olhou estranho. – Eu não vou brigar com você, o Niall é ótimo, eu gosto dele também. Está aprovado para me substituir, mas agora com amor. – Piscou os olhos seguidamente, sorrindo bobo.
– Sério Zayn?
– Seríssimo. – Parou, e eu percebi que estávamos na frente do meu edifício.
– Sabe Zayn, eu nunca te perguntei, mas, você é gay?
– Não sei... Eu acho que eu sou curioso. – Riu. – Agora sério: eu não tenho ideia. Tipo, eu gostava de ficar com você, mas eu curto as garotas e peitos e essas coisas. – Suspirou. – Eu sou uma pessoa confusa. – Riu anasalado.
– Você beijou o Josh ontem? – Mordi o lábio inferior, curioso. Eu estava querendo saber disso desde o momento que eles sumiram e ficaram quietos no campo da escola.
– Good bye. – Disse, virando os calcanhares e seguindo em direção para a sua casa.
– Qual é Zayn, me fala! – Exclamei, mas ele só balançou a mão em um tchau e continuou caminhando. – Cérebro, me lembre de perguntar ao Harry depois.
Notas finais
Enfim, gostaram do cap? *u*
Acho que por hoje é isso!
Vejo vocês nos reviews!
BJO BJO BJO
♥♥♥
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