— Eu fiz mousse para você, deixa essa torta em paz, Emmett! — Bella gritou do banheiro enquanto terminava de maquiar seu olho.

— Isso não é justo! Não posso acreditar que você vai me trair dessa maneira! — Emmett gritou da cozinha.

— E como eu tô te traindo?!

— Fazendo uma torta holandesa para um cara que você conheceu ontem e pra mim uma simples mousse!

Bella gargalhou.

Terminou de se maquiar e estava perfeito. Seu olho estava marcado com lápis, uma sombra acobreada com um pouco de preto no final e o canto iluminado, rímel, uma corzinha nas maçãs do rosto e um brilho nos lábios. Não queria que parecesse que estava se esforçando muito. Deixou seu cabelo jogado para o lado em suaves ondas meio desalinhadas, soltos sobre seus ombros nus por causa do vestido azul sem alça com detalhes em preto, indo até o meio das coxas, valorizando suas pernas com o salto alto preto. Por baixo, estava sem sutiã e uma pequena calcinha de renda preta.

Não parecia estar se esforçando muito, mas estava sexy. Ou ao menos se sentia sexy.

Estava dizendo a si que aquela era a maneira que sempre se vestia quando saía à noite, mas uma voz – talvez sua consciência ou da realidade – em sua mente dizia a verdade: estava se vestindo para impressionar Edward. Queria que ele ficasse interessado, excitado e a levasse para cama, fazendo-a ver faíscas novamente... A noite toda.

Desceu as escadas e pegou a bolsa no sofá, assim como o celular de Edward.

— Bella? — Emmett da cozinha, olhando a travessa de vidro com a torta. — Irmãzinha, por favor. Um pedaço, por favor, só um pedaço.

Bella gargalhou.

— Meu Deus, Emmett, corta esse maldito pedaço!

— Porra, é disso que eu tô falando! — Emmett gritou e não perdeu tempo.

Meia hora depois, Bella estava com a travessa – enrolada em papel alumínio, um pano de prato e dentro de uma sacola plástica – no colo, dentro do táxi se aproximando do bar. Pegou o celular dele e enviou uma mensagem rápida:

Bella: Tô chegando, onde eu devo chamar você?

Edward: Pode subir, a porta está aberta.

Bella: Olha o relacionamento ficando cada vez mais sério.

Edward: E não é? Gosto assim.

Bella apenas sorriu. Quando o táxi parou em frente ao bar, ela acertou com o taxista o preço da corrida e desceu.

O lugar não estava tão cheio quanto na madrugada anterior, mas estava agitado, mas ainda era apenas com clientes o usando como restaurante. Ela foi para a rua lateral e entrou como ele tinha mandado. Subiu e bateu três vezes na segunda porta antes de entrar.

— Olá? — o chamou enquanto entrava.

Edward veio do corredor do quarto, sorrindo. Não que tivesse se esquecido de como ele era bonito, mas o homem parecia ainda melhor do que as suas lembranças. Usando um jeans escuro que fazia maravilhas em suas coxas e uma camisa de flanela azul com os primeiros botões abertos. Estava descalço, cabelo desgrenhado e um sorriso de lado no rosto.

Aquilo era ser sexy sem se esforçar, naquele momento ela se sentiu patética por ter colocado tanto esforço em sua aparência. Talvez ele encarasse aquilo como um simples jantar de cortesia, um "devolve meu celular e adeus" e não como "talvez a gente possa transar de novo?".

— Olá estranha. — disse com um sorriso divertido.

— Olá estranho.

Era estranho – e um pouco constrangedor – porque não sabia como devia cumprimentá-lo. Um aperto de mão seria impessoal demais pra duas pessoas que já tinham feito sexo? Talvez um abraço ou um beijo no rosto?

Edward também deve ter sentido aquele clima tenso, porque hesitou antes de se aproximar.

— Eu trouxe... — ela disse meio hesitante, erguendo a travessa.

— Foda-se. — Edward disse ao esticar o braço, agarrar sua nuca e lhe beijar.

Bella foi tomada de surpresa, mas uma surpresa boa. Por sorte conseguiu manter as mãos firmes na travessa e não derrubar no chão, por mais que quisesse largar tudo e agarrá-lo.

Quando pensou que ele apenas deixaria seus lábios juntos, sentiu a língua dele e o beijo ficou completo, indo lentamente, doce e ainda quente. Oh, mas como o homem sabia beijar.

— Mmm... — ele gemeu em sua boca, enquanto parava o beijo. — Quase tinha me esquecido disso.

— Do que?

— De como é ter você nos meus braços, não tive o suficiente disso, Isabella.

Bella sorriu, corando. Ele a beijou rapidamente e pegou a travessa de sua mão.

— O que é isso? — ele ergueu ao nariz e respirou fundo. — Tá cheirando bem.

— É torta holandesa.

— Não brinca, sério?

Bella riu da animação dele, exatamente como Emmett ficara ao saber o que ela tinha feito de sobremesa. Ele levou a torta pra cozinha e colocou no balcão.

— Cadê meu celular? — Bella perguntou, colocou a pequena bolsa-carteira no sofá e o seguiu.

— Eu sei o seu plano, Isabella.

— O que? Meu plano?

— Exatamente, o seu plano. — ele assentiu como se falasse sobre uma conspiração. — Estava tentando manter a imagem de quem não faz sexo depois do primeiro encontro, então fingiu deixar o celular e isso nos levaria a um novo encontro, sem nenhuma segunda intenção, então me aparece vestida deliciosamente desse jeito porque sabe que isso faria eu me render ao desejo, te atacar e teríamos sexo novamente.

Por uma fração de segundo ela se perguntou se ele estava falando sério, mas o brilho divertido nos olhos dele logo mostrou que ele estava brincando, então riu.

— Oh droga, maldição, você me descobriu e agora?

— Bem... — Edward suspirou teatralmente. — Teremos que seguir com o plano e ter sexo novamente.

Bella riu.

— Que sacrifício, não?

— Você não tem ideia, senhora. Vou deixar a torta na geladeira e podemos jantar, está bem?

— Claro. Precisa de alguma ajuda?

— Não, apenas sente e aprecie.

Ela estava indo sentar no banco junto ao balcão quando Edward apontou para trás do sofá. Nem tinha percebido aquilo antes. O sofá estava mais para frente, à mesinha de centro estava junto à parede e atrás do sofá tinha uma pequena pesa redonda coberta por uma toalha branca e duas cadeiras. Já tinha as taças, pratos e talheres esperando por eles.

— O que é isso? Você colocou uma mesa para nós?

— Eu faço o serviço completo, né. — piscou. — Essa é uma mesa dobrável que eu comprei para ocasiões especiais, achei que esse era o momento digno dela.

— E quais foram os outros momentos que você a usou?

— Na verdade, tirei da caixa hoje. — Edward riu.

Bella sentou na cadeira de costas para porta, vendo-o pegar as coisas na cozinha. Ele trouxe uma travessa de vidro com arroz branco, uma com pedaços de pão e outra coberta com papel alumínio, depois uma panela grande que segurava com ajuda de panos de prato sobre as alças. Ele foi na cozinha e pegou uma garrafa de vinho na geladeira, então sentou a sua frente

— Espero que você goste, fiz minha especialidade. — Edward sorriu enquanto abria a garrafa.

— E o que é? Posso ver?

— Fique a vontade.

Bella primeiro tirou o papel alumínio e respirou fundo para o delicioso cheiro das batatas gratinadas, além estarem parecendo deliciosas, dobrou o papel alumínio e deixou na mesa. Então abriu a panela, a carne estava no molho cremoso com temperos e legumes picados.

— Oh, você fez carne. — disse meio desconfortável.

Edward terminou de abrir a garrafa e arregalou os olhos.

— O que, você é vegetariana? Merda, sério? Eu juro que nem considerei essa opção, só pensei que você comesse carne, eu... — colocou a garrafa na mesa. —Droga, Bella, me desculpa. Eu posso ir preparar outra coisa ou só comemos batata, te juro que só um preciso de um momento pra preparar alguma coisa...

— Calma, Edward, eu tô brincando. — Bella gargalhou. — Eu sou uma amante de carne e essa está cheirando maravilhosamente bem, vou comer com prazer.

— Que susto, cara. — ele riu também e suspirou. — Já estava pensando em como iria arrumar essa gafe, já ia perguntar que tipo de pizza você gosta.

Eles riram enquanto se serviam. Edward contou que aquela tinha sido uma receita que aprendera com sua avó. Nem sua mãe ou irmã conseguiam fazer igual, apenas ele. Todos insistiam o tempo todo que ele fizesse, mas ele só fazia em ocasiões realmente especiais. Bella corou e agradeceu, se sentindo lisonjeada.

E tinha que a concordar, estava muito bom. E além de tudo, o homem ainda cozinhava bem. Existia alguma coisa errada nele? Porque até aquele momento ela só via qualidades.

Enquanto jantavam, ela conheceu um pouco sobre a história de Edward. Ficou sabendo sobre o bar, sobre como estava em sua família a gerações, sobre as dificuldades que tinham passado e que quase os fizera perder o lugar, então a dedicação dele e de Rosalie para reerguer o lugar, fazendo dele um sucesso completo. Soube também que aquele apartamento antes tinha sido de Rosalie, mas então ela se casara e se mudou; ela percebeu que Edward não gostava do marido da irmã, disse que eles namoraram por um ano e casaram, era muito cedo e não confiava em Royce.

Conversar com Edward era fácil e divertido. A conversa fluía, mesmo que fosse apenas falando sobre ele e saciando sua curiosidade. Ele era divertido e a fazia rir facilmente com seus comentários, principalmente aqueles inapropriados – que dizia ter aprendido com Jasper, seu mentor.

Quando acabaram o jantar e duas, talvez três, taças de vinho depois, Edward levou tudo pra cozinha – recusando ajuda dela – e trouxe pratos e talheres de sobremesa, uma faca de bolo e a torta de Bella.

Ela desembrulhou a torta e iria cortar, mas Edward riu quando viu a torta, ela tinha uma aparência ótima, porém faltava um pedaço.

— Não tá faltando algo ai? — brincou.

— Meu irmão. — Bella riu. — Eu fiz essa torta pra gente e uma mousse de chocolate pra ele, mas ele encararia como uma afronta e traição pessoal se não desse um pedaço pra ele.

— Eu me sentiria da mesma forma. — riu. — Um cara legal parece ser esse seu irmão, gostaria de conhecê-lo.

— Ele é o melhor. Sabe que eu acho que ele se encaixaria perfeitamente no seu círculo de amigos? Ele é um safado, pervertido e cafajeste como vocês, mas ele é tão bonito e com momentos doces que é impossível odiá-lo.

— Te juro, você é tão boa nessa coisa ser doce que eu quase não senti a ofensa por trás de suas palavras.

Bella gargalhou.

— Eu não estava tentando te ofender, Edward. Quando eu estiver te ofendendo, pode ter certeza que você vai perceber. — cortou e o serviu com um grande pedaço de torta, então cortou o próprio pedaço.

— Mmmmm... — ele gemeu ao comer uma garfada. — Eu tinha pensado que minha carne tinha sido a melhor coisa desse jantar, mas essa sobremesa... Uau. Você quem fez mesmo?

— Sim, obrigada. — agradeceu corando e comeu uma garfada.

— Isso está muito bom mesmo, Bella. Tem uma massa meio crocante, com esse recheio tão leve e cremoso, meio trufado? Eu te juro que é a melhor que eu já comi e olha que minha mãe sabe fazer essa torta. — levou outra garfada cheia a boca.

— Obrigada, eu gosto de cozinhar doces.

Enquanto mastigava lentamente, Edward lhe encarava. Olhando fixamente em seus olhos que parecia analisar e querer ver além deles.

— O que foi? Tô com o rosto sujo de chocolate? — deixou o garfo no prato e passou a mão na boca, no queixo. — Porque eu sou especialista em..

— Não, você está bem. — ele riu. — É que... Eu estava tentando te entender, mas você é uma pessoa muitodifícil de ler, Isabella.

— O que? — foi realmente pega de surpresa com suas palavras. — Por quê?

— Você aceitou subir pro meu apartamento e se entregou tão completamente a mim ontem à noite, como se não tivesse vergonha de nada, mas agora cora com um elogio a sua sobremesa, e olha que eu nem coloquei ela em você e te lambi. Então você foi embora sem nada além de um bilhete, mas voltou sem nem hesitar. São tantos contrastes que me deixa... Intrigado.

— Intrigado sobre o que?

— Intrigado sobre quem é você de verdade e o que você quer.

— Eu...

— Por favor, não encare isso da maneira errada porque eu não quero te ofender e nem estou te acusando de nada, eu só estou realmente curioso sobre você.

— Eu estou meio que numa... Viagem de autoconhecimento ou qualquer coisa assim, eu estou tentando descobrir o que eu quero e o que eu gosto. Eu... — ela riu sem jeito. — Tá, eu não vou ficar te enchendo com os meus dilemas chatos.

— Não, por favor, me encha com os seus dilemas chatos porque eu tô realmente curioso sobre eles.

Mesmo enquanto comia, não tirava os olhos dela, parecendo realmente interessado. Bella suspirou e começou a falar:

— Era como se eu tivesse uma vida pré-programada, sabe? Eu fiz que era esperado de mim, o que era certo, o que era confortável, então me cansei disso. Acabei desempregada, solteira, morando de favor e frustrada. Eu só... Eu tô bem e me sinto melhor agora, só não me sinto... Completa. Eu sonho em casar, ter uma família e uma vida estável, mas eu queria conhecer o outro lado antes, sabe? Queria ter... Uma aventura.

— Uma aventura? Então é isso que você veio procurar no meu bar e encontrou em mim, uma aventura?

Bella mordeu o canto do lábio inferior e corou. Não existia acusação no tom dele – ou ao menos ela não conseguia detectá-la –, era apenas alguma incredulidade sem nenhuma ofensa, mas ainda assim fazia parecer vulgar e degradante, como se o estivesse usando.

— De certa forma, sim. Se eu não posso ser plena na minha vida profissional, gostaria de ser na sexual. Eu queria... Ter uma aventura, ter algo espetacular, ver faíscas a cada toque, esse tipo de coisa. — abaixou os olhos para o prato, pegando com um garfo um pedaço da torta.

— E você conseguiu isso ontem à noite?

Ela ergueu a cabeça. O rosto dele não demonstrava nenhuma emoção, era um quadro limpo e isso era pior, porque não sabia o que ele estava pensando, sentindo ou que viria a seguir.

— Sim, eu consegui. Foi... Foi a melhor noite da minha vida.

— Aprecio a sua sinceridade. — sorriu de lado. — E por que você não pode ser plena na vida profissional?

— Eu gosto de fazer sobremesas, como essa torta, como eu iria viver disso? Vendendo bolo na rua? — bufou com uma risada amarga. — Eu preciso ser ao menos racional e realista, né.

Edward assentiu e comeu mais uma garfada.

— Hum... E por que a gente não faz uma sociedade? Eu te dou uma aventura e você me dá sobremesas.

— Que?

— Você quer aventura? Posso te oferecer isso. Eu te dou algo pra você se lembrar por toda sua vida, enquanto isso, você faz doces para vendermos aqui no bar.

— Edward — ela riu desconfortável. — Não é porque estamos transando que você precisa me dar um emprego, sabe.

— Eu não estou fazendo isso, acredite, eu nunca misturo prazer e negócios. — ele explicou quase como se tivesse sido ofendido com aquela sugestão. — Mesmo que você não queira nada comigo, eu ainda estaria te fazendo à proposta profissional. Nossas sobremesas são limitadas porque não temos um especialista nisso, sei que nunca provei seus outros pratos, mas se forem parecidos com esses, acho que serão um tremendo sucesso.

— Você está falando sério? — Bella perguntou incrédula, mas esperançosa. — Sério mesmo? Tipo... Sério?

— Estou. — ele riu. — Você usa a cozinha do restaurante pra fazer tudo em grande quantidade, eu forneço o material e então falamos sobre seu salário ou até participação nos lucros na parte de sobremesas.

— Isso seria... Oh meu deus, isso seria incrível! — exclamou animada. — Eu quero, eu realmente quero isso. Você só precisa me dar um salário mínimo, eu não me importo, só preciso do suficiente pra me manter e eu ficarei satisfeita por poder viver cozinhando.

Edward riu.

— Então acho que a nossa nova sociedade merece um brinde, que tal? — ele ergueu a taça de vinho.

— Com certeza merece. — pegou a taça e ergueu também. — Tá, e como seria a outra parte do acordo? Aquela que você me oferece... Algo para eu me lembrar por toda minha vida?

Edward sorriu maliciosamente. Chocou suavemente a taça com a dela e beberam o vinho.

— Você quer uma aventura? — disse ao colocar a taça na mesa. — Como eu disse, posso te oferecer isso. Mas teremos algumas condições.

— Quais?

— É nos meus termos, meu ritmo e você manterá sua mente aberta. Precisa confiar em mim pra saber que eu jamais faria algo pra te machucar ou deixar desconfortável, você vai ter sua diversão, mas eu também vou ter a minha. Antes de dizer não a qualquer coisa que eu esteja propondo, você precisa ao menos experimentar um pouco.

— Eu não sei se isso me assusta... Ou me excita.

— É pegar ou largar, Coisa Doce.

Bella hesitou. Era estranho, mas confiava nele. E estava tão curiosa... Se o sexo comum tinha sido daquele jeito espetacular, imagina quando fizessem algo que ela nunca tivesse experimentado... E excitada sobre a ideia. Terminou de beber o vinho num gole só e colocou a taça na mesa.

— Tudo bem, eu pego.

— Ótimo. — Edward sorriu.

Cada um se serviu com mais um pedaço de torta e Bella contou a Edward como tinha começado a fazer doces.

Tinha sido por pura curiosidade — e por ser uma formiguinha do açúcar. Estava com doze anos e a primeira coisa que fez foi gelatina, muito simples e ainda assim tinha ficado em êxtase por fazê-la sozinha. Depois fez dois sabores de gelatina e misturou com leite condensado. E depois foi tentando fazer novas coisas, como biscoito, bolo, torta, sempre com a ajuda de seu pai pra usar o forno ou fogão. Desde então não tinha parado, apenas se aprimorado, inclusive agora tinha as próprias receitas e truques, gostava disso.

Quando estavam satisfeito, Edward se levantou para levar as coisas para pia e Bella o ajudou – mesmo que ele dissesse que não era necessário. Enquanto ele guardava as sobras na geladeira, Bella tirou os sapatos na sala.

— Espero que você não se importe que eu fique descalça.

— Eu mesmo estou descalço, fique a vontade. Se quiser tirar o resto também, sem problemas, sinta-se em casa. — ele gracejou maliciosamente.

Bella riu.

— Não, apenas o salto está bom.

— Você fez uma superprodução para jantar comigo e frequentar o meu bar, quase fico envergonhado pela forma que estou vestido.

— É que... — ela mordeu o canto do lábio inferior, indo para trás do balcão. — Meio que queria te impressionar.

— Me impressionar? — ele repetiu depois de fechar a geladeira e se virar para olhá-la. — Coisa Doce, a unica coisa que você precisa pra me impressionar é você mesma, acredite, você nua me impressiona mais do que qualquer outra coisa.

— Você fica me dizendo esse tipo de coisa e... — riu enquanto corava. — Tá, eu vou lavar essa louça toda.

— O que? Claro que não, vamos.

— Você cozinhou, eu lavo a louça, é a regra.

— Bem, não a regra aqui em casa. — ele pegou seu pulso suavemente. — Ao menos enquanto você for uma visita.

— É só uma louça, não vai me matar.

— Se você quer tanto me ajudar lavando a louça, dorme aqui e lava de manhã.

— Será que você tem que transformar tudo em algo sexual? — ela riu. — É sério, eu só quero te ajudar.

— Não tudo, só o necessário, mas eu sei outras maneiras que você pode me ajudar, na verdade. — Edward disse com seu tom malicioso.

— É? E como?

Edward puxou seu braço, fazendo-a se chocar em seu peito, e a beijou. Suas bocas mesclavam lentamente o exótico sabor de chocolate com vinho, doce e meio picante, mas muito quente.

Ele a girou suavemente e a empurrou contra a parede, usando o próprio corpo para prendê-la ali, fazendo Bella sentir o volume e a dureza em sua virilha crescendo pressionada contra ela, enquanto suas bocas ficavam cada vez mais vorazes.

As mãos de Edward pousaram firmes em sua cintura e foram subindo até alcançar seus seios, que ele apertou. Bella gemeu em sua boca. Ele puxou o vestido com cuidado para baixo, expondo os seios dela e os apertou novamente.

Separou suas bocas e a olhou maliciosamente, com as mãos agarrando completamente seus pequenos seios.

— Eu realmente gosto desse vestido, sabe.

— Ele é bonito, né? — ela brincou, sabendo exatamente porque ele falava aquilo.

— Podia ser um pedaço de estopa, qualquer coisa que com um puxão me dê acesso a esses seus lindos seios — ele os apertou novamente. — tem o meu amor. Ainda não temos o chantilly, mas podemos ir treinando, que tal?

Ele se inclinou e girou a língua sobre o pequeno mamilo, fazendo-a soltar um pequeno gemido arrastado. Lambeu antes de abocanhar, sugando duro.

— Edward!

Incentivado, ele deslizou a mão para a sua coxa e subiu lentamente sob vestido, então entre suas coxas apenas até alcançar seu sexo, esfregando sobre a calcinha.

Bella fechou os olhos, começando a respirar arfante enquanto o prazer crescia em seu corpo. Edward era letal. Não sabia o que ele pretendia para suas aventuras, mas aquela era a prova de que não iria se arrepender.

Quase gritou quando ele beliscou seu mamilo entre o dente e depois lambeu. Subiu beijando seu colo de volta ao seu pescoço, então seu queixo e lábios.

— Aquela torta estava boa, mas agora eu quero minha sobremesa de verdade.

O tom quase perverso de suas palavras a fizeram engolir seco com um gemido.

— Vem cá. — ele agarrou sua cintura e ergueu no colo, carregando-a de volta para a sala e a sentou no sofá.

Bella estava meio confusa até que ele se ajoelhou na sua frente, erguendo seu vestido e sorrindo malicioso.

— Essa sim é minha sobremesa... — disse enquanto tirava sua calcinha, ela se ergueu um pouco para ajudá-lo. Ergueu as pernas delas até as solas dos pés estarem no sofá, deixando seu sexo bem exposto. — Uma doce boceta quente e molhada pra mim.

Acariciou o clitóris com o dedão e desceu para a sua entrada, penetrou dois dedos enquanto usava lentamente o dedão no clitóris.

— Ohh. — Bella ofegou com um gemido.

— Acho que você se lembra de ontem, né? Nada de amante silenciosa, então, eu posso comer você, Bella? Você quer isso?

— Sim... Sim...

— A parte da aventura começa agora, Bella. E pessoas aventureiras não tem vergonha e falam sujam. — ele disse divertido, torturando seu clitóris circulando o dedão lentamente. — Pede pra eu te comer você, Bella.

Bella fechou os olhos por alguns segundos e respirou fundo.

— Me coma, Edward. — pediu com a voz arrastada, mal podia acreditar que estava falando aquilo e sentiu o rosto esquentar, enquanto corava, mas queria tanto. — Por favor, eu preciso... Coloca sua boca em mim.

Edward abriu um enorme sorriso satisfeito e se inclinou entre suas coxas, lambendo lentamente e provando um gosto da sua umidade. Não existia outra maneira de descrever aquilo do que como o delicioso gosto de Bella.

E ter o gosto de Bella com a trilha sonora dos gemidos dela estava se provando ser uma das melhores coisas do mundo, sem sombra de dúvida.

Ela se contorceu sobre seu toque, então Edward puxou seus dedos e agarrou suas coxas firmemente com as duas mãos para mantê-la exatamente onde ele a queria.

Desceu a língua para a entrada de sua boceta, girou ao redor antes de penetrá-la com sua língua. Mergulhou algumas vezes e subiu lambendo de volta ao clitóris inchado. No mesmo momento, ele ergueu os olhos e seus olhos se encontraram com os dela, então girou a língua ao redor lentamente e apreciou suas reações.

O rosto dela estava franzido, a boca aberta e estava sugando pequenas respirações, inflando seu peito a cada movimento. E quando ela conseguiu soltar o ar, junto foi um gemido.

Com mais uma lambida, Edward abocanhou todo o clitóris e chupou, usando a língua para provocar junto. Fazendo Bella se arquear e agarrar os cabelos dele, empurrando mais a cabeça dele contra seu monte.

— Por favor... — ela gemeu. — Por favor...

Edward sorriu com a boca nela e chupou mais forte – a fazendo gritar – e voltou a lamber mais rápido, faminto, sugando no final de várias lambidas juntas.

— Edward... Oh, foda, eu preciso de mais...

— Mmm... — ele engoliu o sabor dela e sorriu. — Você precisa de mais? Está sentindo sua boceta vazia demais, bebê?

— Sim, sim...

Sem perder o sorriso malicioso e satisfeito, Edward soltou sua coxa e voltou a mão a sua vagina, lhe penetrando com três dedos. Bella se arqueou e gemeu de satisfação arrastadamente.

— Você é ainda mais gostosa do que eu me lembrava, poderia te comer pra sempre, mas eu quero ver você gozar pra mim. — Edward disse antes de voltar a chupar seu clitóris e usar os dedos para lhe foder mais rápido.

E ela ia gozar, sentia o orgasmo se formando a cada segundo, ele ia enrolando seu corpo e fazendo sua respiração mais difícil, arfante. Apertou os dedos no cabelo dele e empurrou o quadril em sua boca.

Começou com seus dedos dos pés se contorcendo e então todo seu corpo ficou tenso antes que sentisse o orgasmo lhe libertar, agitando tudo com espasmos de prazer. Ela gritou arqueando seu corpo com os olhos fechados.

Para mantê-la parada, Edward ergueu a mão livre e pousou em sua barriga, mas logo subiu para seu seio e o apertou, depois puxou seus dedos de sua vagina quando a sentiu gozar e os substituiu por sua língua; adorando sentir aqueles espasmos enquanto mais de sua nata escorria para sua boca.

Ele lambeu e engoliu tudo, então quando ela parou ofegante, voltou à língua ao seu clitóris e foi lambendo preguiçosamente a carne mais sensível pelo orgasmo. E depois se ergueu, olha-a com as mãos em suas coxas e lambendo os lábios para não perder nenhum gosto dela.

Como ela ficava linda depois de gozar. Tá aí uma dica de beleza para as mulheres, orgasmos. Bella parecia ainda mais linda. Sua respiração ainda estava meio rápida, enquanto seu rosto e colo estavam corados, os cabelos meio desgrenhados e a paixão brilhando em seus olhos.

— Isso foi... — sua voz falhou e ela limpou a garganta, engolindo seco. — Ótimo. Eu posso, você sabe, retribuir o favor.

— Isso não foi um favor, Coisa Doce, eu fui apenas egoísta e tomei meu prazer comendo sua boceta.

— Bem, seja egoísta comigo sempre, então. — Bella brincou fazendo rir.

Ele se ergueu um pouco e se inclinou entre suas pernas para lhe beijar.

E enquanto era beijada lentamente, Bella podia sentir a ereção dele pressionada em seu sexo, mesmo sob a calça.

— Você está duro. — ela disse em sua boca.

— Claro que eu estou duro, impossível não ficar duro perto de você. — Edward disse sorrindo e voltou a lhe beijar, provocando sua língua.

— Eu posso... — gemeu quando ele chupou sua língua, a soltou e mordeu seu lábio inferior. — Resolver isso.

— Pode ter certeza de que você vai resolver isso. — ele soltou seu lábio, beijou suavemente sobre a mordida e sorriu. — Mas não agora. Vamos, estão nos esperando no bar.

— Tudo bem, eu só preciso da minha calcinha.

— Por quê? — ele pegou a calcinha no chão e se ergueu, girando-a no dedo. — Vai sem ela.

— Você ficou louco? Não vou descer daqui sem calcinha. Além do mais, você precisa devolver minha calcinha de ontem também.

— Você não quer uma aventura? Sair sem calcinha depois de ter gozado e ainda molhada, não te faz se sentir aventureira? Vamos. — ele a provocou com um sorriso divertido, mas com tanta malícia que excitara novamente.

— Deus, isso é tão... — Bella parou a mão no cabelo, jogando-o para trás e abaixou as pernas, ainda meio trêmulas. — Errado.

— Errado, mas gostoso, não é? Vamos, eu vou te compensar por isso. — guardou a calcinha no bolso e esticou a mão pra ela. — Vamos?

— Eu devo estar louca, te juro. — Bella riu e se levantou.

— Não se preocupe, você continua gostosa. — rindo, ele a beijou.

— Você realmente não quer ficar aqui, ir pro quarto e — ela pousou a mão sobre a ereção dele, acariciando. — terminar isso?

— Porra, você está me provocando pra não sair sem calcinha?

— Talvez... Está funcionando? — sorriu de lado, mordendo o canto do lábio inferior.

— Sim, porra, sim, eu só quero te levar pro quarto e te foder a noite toda, mas agora vou te levar para o bar, tomar alguns drinks e então subimos para a minha foda. — e tomou sua boca num longo beijo novamente.

Estava duro como uma pedra, quase desconfortável de tão excitado, o volume era óbvio sob suas calças, mas ele não estava envergonhado. Tinha um bom autocontrole e uma mulher gostosa deixando seu pau duro, do que poderia se envergonhar? Estava era muito orgulhoso disso.

Enquanto Bella calçava os sapatos novamente, ele foi rapidamente ao quarto e pegou o celular dela, guardando no bolso, e calçou os sapatos também. Ela nem se preocupou em pegar a bolsa, já que voltariam para lá, então só encostaram a porta e desceram juntos.

Tinha perdido completamente noção da hora, mas já devia ser meia noite ou mais, porque o bar estava cheio e agitado.

Edward não soltou sua mão enquanto andavam pelo bar, mesmo quando era cumprimentado por lindas mulheres. Ele nem beijou ninguém, as cumprimentava com sorrisos, bateu suavemente no ombro de alguns homens e a apresentou para várias pessoas. E ele a apresentou para todos com: "Essa é minha Bella". Ela corou nas três primeiras vezes, depois se acostumou e apenas sorriu para o título.

Quando se aproximaram do balcão, Bella reconheceu o grupo de conhecidos. Kate, Leah, Jasper e Rosalie atrás do balcão.

— Bella! — Kate gritou quando a viu.

A loira usava um curto short jeans de cintura alta com barra desfiada, um top frente-única branco que deixava sua barriga a mostra e uma ankle boot marrom nos pés. A noite anterior Bella já tinha percebido o quanto Kate era bonita, mesmo com esse seu jeito meio hippie de se vestir, tinha um rosto de boneca e longos cabelos loiros quase platinados, mas agora o que chamava atenção era suas pernas. Não tinha dado para ver ontem por causa da saia longa, mas a perna direita de Kate era fechada com tatuagens — não dava para saber onde começavam, mas era provavelmente no quadril, já que não mostravam acima do short, mas iam até o tornozelo, eram grandes flores de lótus; eram várias flores coloridas bem ornamentadas que se conectavam em galhos e folhas verdes, enquanto na perna esquerda.

A loira deixou a taça com alguma bebida azul no balcão e correu em sua direção. Bella soltou a mão de Edward e foi a sua frente, recebendo Kate num grande abraço.

— Eu estou tão feliz que você tenha voltado! — Kate disse animada enquanto a abraçava. — Vem, vamos beber para comemorar isso!

Ela tomou sua mão e a puxou pelo balcão. Bella olhou pra trás rapidamente e viu Edward sorrindo. Rosalie se afastou para servir três clientes, então Leah e Jasper lhe receberam com sorrisos.

— E não é que a nossa Coisa Doce voltou. — Leah disse sorrindo e ergueu a garrafa de cerveja que bebia.

A morena usava uma calça cargo camuflada, um coturno preto novamente e uma blusa preta, que parecia ter tido as mangas arrancadas, grafitada com "life fucks us all". Seus cabelos negros e curtos até os ombros estavam soltos e ela não usava nenhuma maquiagem. Era como se ela não se esforçasse para ficar bonita ou feminina, mas não tinha dúvida que ela era uma das mulheres mais lindas que já tinha conhecido. Não como Kate ou Rosalie, nem como ela mesma, Leah era mais exótica com seu corpo malhado e traços indígenas. Ela não era do tipo que estampava capas de revistas ou que estava nas passarelas, mas ela era daquelas que fazia os homens viraram a cabeça para dar uma segunda olhada.

E Jasper? Não era como se precisasse falar sobre ele, homem fala por si mesmo. Jeans escuro e uma camisa azul marinho com decote em V, o homem continuava tão letal quanto na noite anterior. Ainda mais com seu cabelo raspado nas laterais preso num pequeno rabo de cavalo e a barba por fazer. Ele agora parecia mais selvagem, mais sexual. E tudo piorou quando ele abriu um sorriso de lado. O sorriso mais cafajeste que ela podia imaginar, pior até que os do Emmett. Mesmo com as covinhas, era tão malicioso que podia fazer sua calcinha cair – isso se ela estivesse usando uma. E o olhar, era como se ele soubesse de alguma coisa.

E naquele momento Bella entendeu, Jasper sabia. Edward não tinha tido tempo de dizer nada, mas Jasper sabia por que conhecia bem o amigo, tinha ensinado tudo a ele. Eles se conheciam ao ponto de não precisarem trocar nenhuma palavra pra saber exatamente o que o outro estava pensado ou que tinham feito; tudo que Jasper precisou foi ver os dois entrando de mãos dadas no bar, uma olhada na virilha do amigo e o sorriso rosto dele para sacar o que tinha acontecido entre eles.

Com essa compreensão, Bella corou.

— Só precisou me olhar pra corar assim, Coisa Doce? Ai, como eu queria poder ler pensamentos. — Jasper brincou malicioso, erguendo seu copo de uísque.

— Calma aí... Vocês chegaram de mãos dadas! — Kate quase gritou, parecendo ter assimilado o fato só naquele momento. — Vocês estavam juntos? Oh, cara, vocês saíram daqui ontem, transaram e só saíram da cama agora?!

— O que? Não. — Bella negou envergonhada.

— E então o que? — a loira insistiu.

— Eu...

— Tudo bem, tudo bem, chega de interrogatório com a Bella. — Edward disse, agarrou a mão da Bella e a puxou para seus braços de novo, passando o braço sobre seu ombro.

— Meu herói. — Bella riu.

— Coisa Doce, você voltou! — Rosalie disse sorrindo ao voltar para perto deles no balcão.

Linda como sempre parecia ser, estava usando um vestido preto amarrado no pescoço e justo sobre suas formas curvilíneas, parecendo não ter vergonha, mas sim orgulho do corpo que tinha. Não era apenas a beleza dela, era a confiança, simpatia e a felicidade que exalava que a fazia ser tão bonita. Bella gostava dela mesmo sem terem conversado muito.

— E ela voltou de mãos dadas com Edward. — Kate disse sugestivamente e bebeu seu drink para esconder o sorriso malicioso.

— Oh, jura? Então uma rodada de drinks para o grupo pela conta...

— Se você disser por conta da casa vai sair do seu salário. — Edward a interrompeu, mas seu tom mostrava que estava brincando.

— Eu ia dizer pela conta do Jasper, seu chato. — ela disse com beicinho.

Todos riram principalmente Jasper.

— Uma rodada pelo grupo pela minha conta então. Espero que você me compense depois, Rosie. — Jasper disse maliciosamente e piscou pra ela.

— Minha irmã está muito fora dos limites, Jasper. — Edward rosnou mais sério.

— Como se você precisasse dizer isso. — Rosalie bufou e ergueu a mão, apontando para a aliança. — Sou casada.

— Eu sou melhor que ele, gatinha, e você sabe disso. Não deixe que o Edward ou um papel dizendo que você é casada impeça o nosso amor de acontecer, Rosalie, lute por ele. — Jasper disse teatralmente.

Rosalie gargalhou.

— Espero que meu marido possessivo e ciumento não escute você dizer isso, Jas.

— Eu espero que ele escute isso sim, não vejo a hora de ter motivos para socá-lo.

Rosalie, que parecia estar brincando até aquele momento ficou, séria. Ela ia abrir a boca pra falar algo, mas agitou a cabeça e se afastou do grupo, mesmo sem ninguém tê-la chamado.

Bella se virou para Edward, curiosa.

— O que... — Edward a calou com um beijo.

— Depois eu te conto. — sussurrou em seguida.

— Não vamos começar a falar sobre relacionamentos problemáticos ou sabemos quem vai ouvir sermão também. — Kate disse olhando diretamente para Leah. A morena só lhe mostrou o dedo do meio e bebeu sua cerveja. — Podemos ir sentar e beber mais? Porque duas pessoas tem muita coisa para nos contar, não é?

— Acho que podemos continuar falando sobre o relacionamento problemático dos outros, sabe? — Bella ironizou, fazendo todos rir.

Notas finais
O último capítulo do ano, então resolvi colocar um pouco de doçura pra divertir né. Espero que tenham gostado e espero os comentários, como sempre né? Queria agradecer a todas vocês por passarem mais um ano acompanhando minhas fics; obrigada a cada review doce, cada recomendação perfeita, cada elogio, cada surto, muito obrigada por fazerem parte do meu ano da melhor maneira possível. Muito obrigada! Espero que no próximo tenhamos isso novamente e cada vez melhor. Que 2014 todos os sonhos e desejos de vcs se realizem, com tudo de melhor, amor, saúde, dinheiro e mais dinheiro, homens de fanfics e tudo mais. Muito obrigada e feliz ano novo para todas! s22