Com os braços ao redor do pescoço dele, Leah permaneceu naquele abraço em silêncio por vários segundos. Ele era quente e não apenas no sentido “gostoso” da palavra – e isso ele também era –, mas ele era quente em temperatura, não algo febril, mas algo morno como um bom banho relaxante, o calor que emanava dele e a cobria durante o abraço era reconfortante. Seu corpo estava relaxado nos braços dele, não estava mais ofegante ou desesperada, nem furiosa, estava tranquila porque não teria que passar por aquilo sozinha. Seu subconsciente parecia saber que enquanto ele a estivesse segurando, tudo estaria bem.

— Você cheira a sabonete e gasolina. — Leah disse suavemente no pescoço dele.

Jacob riu.

— Os problemas de passar o dia sujo de óleo de motor, graxa e gasolina, me desculpa. O sabonete é porque eu me lavo na oficina, mas ainda preciso tomar um banho direito aqui. Estava pensando nisso enquanto você estava no banheiro, torcendo pra que esse cheiro não incomodasse o seu estômago.

— Não incomodou, na verdade, não é ruim. É estranho, porque um perfume da Kate quase me fez vomitar nela, mas esse cheiro… — ela respirou fundo. — Meu estômago parece até gostar.

— Sabe o que isso significa? — Jacob se afastou um pouco, olhando nos olhos dela com um grande sorriso. — Que nosso bebê já gosta de mim.

— Não é um bebê ainda e só significa que são cheiros doces que me incomodam mais, não seja tão pretensioso. — disse revirando os olhos, mas com um sorriso no rosto.

— Eu vou tomar banho, você me espera aqui?

— Não, espero na cozinha, posso? Estou morrendo de fome.

— Claro, sinta-se em casa. — ele a beijou suavemente novamente antes de ir para seu quarto.

E ela o obedeceu. Foi para a sua cozinha e abriu sua geladeira procurando algo pra comer. Assim como o resto da casa dele, sua geladeira também era limpa e organizada. Alguns potes de plástico e o que pareciam travessas cobertas com papel-alumínio, que ela supôs serem sobras. Sacos plásticos transparentes e algumas sacolas verdes que pareciam compras da feira, verduras, legumes e frutas. Condimentos, temperos prontos, leite, garrafas de refrigerante, bandejas de carne, bacon (ela sorriu ao ver que ele se matinha abastecido de bacon), ovos. Mas tinha as cervejas, dois six-pacs de garrafas long neck, além de algumas na porta da geladeira. Se não fosse pelas cervejas não teria certeza que aquela era a geladeira de Jacob. Mas ao abrir a porta do freezer da geladeira encontrou algumas embalagens de comida congeladas e prontas pra irem o microondas. Ela sorriu, agora combinava mais com a geladeira de um homem solteiro morando sozinho.

Mas não estava com vontade de nenhuma das coisas que tinha congeladas, então fechou o freezer e voltou a investigar a parte de baixo da geladeira.

Abrindo potes e erguendo papel-alumínio pra saber o que tinha neles, enquanto tentava ignorar as cervejas que pareciam chamar seu nome. Não poder beber era uma droga. Acabou com alguns potes e uma travessa na mesa, depois montou seu prato com carne e salada de batata-doce com ovos, ela achava. Não importava muito porque tudo cheirava bem e sabia que era aquilo que queria comer.

Enquanto esquentava o prato no microondas e guardava as coisas de volta na geladeira, ela se perguntava se seria uma dessas mulheres que tem desejos estranhos, não queria comer coisas tipo sorvete de chocolate com maionese, tomate e mostarda.

Como não podia beber cerveja e não queria ser o tipo de pessoa que come qualquer coisa com leite (mesmo que Kate dissesse que agora teria que tomar muito leite), pegou uma garrafa de refrigerante e encheu um copo, então sentou com seu prato na pequena mesa de Jacob e começou a comer.

Se Jacob tinha feito tudo aquilo, o homem podia cozinhar. Não era nada espetacular digno de restaurante, mas era bom. Melhor que ela que não podia fazer muita coisa na cozinha, só tinha os números de bons lugares que faziam entrega. Então seu filho não morreria de fome nem viveria de fast-food, talvez não fossem ser pais tão terríveis assim.

— Conseguiu encontrar algo pra comer? — Jacob perguntou ao entrar na cozinha.

Com uma toalha ao redor de seu pescoço, ele esfregava a ponta dela na cabeça pra terminar de secar seu cabelo curto. Ele usava apenas uma calça de moletom cinza desbotada que fez Leah ter dificuldade em conseguir se manter mastigando sem babar, até respirar estava um pouco difícil. A pele marrom avermelhada de aparência macia se esticava sobre os músculos duros, ombros largos e braços fortes, um abdômen esculpido em quadradinhos perfeitos de másculo até duas entradas que parecia apontar o caminho para dentro de suas calças.

De repente, estava excitada. Muito. E considerando que já estava grávida mesmo, qual a diferença se dormissem juntos novamente?

— Leah? Leah?

— Hum — piscou, agitando a cabeça. — Oi?

Jacob riu.

— Você estava tendo pensamentos impróprios sobre mim, Leah Clearwater?

— Eu estou livre pra pensar o que eu quiser sobre desde o momento que você me engravidou, Jacob Black. E você poderia ter colocado uma camisa.

— Eu estou acostumado a andar sem camisa depois do banho então só deixo a calça no banheiro e não queria demorar muito.

— Eu só não preparei um prato pra você porque não sabia o que você comeria. — ela disse e levou um garfo com comida a boca e continuou enquanto mastigava: — Você tem uma geladeira bem abastecida pra um solteiro.

— Eu gosto de comer e nem sempre posso pedir comida, então é bom ter a geladeira abastecida.

Leah comeu um pouco mais em silêncio, enquanto Jacob preparava seu prato também. Parecia pegar o mesmo que ela, mas em maior quantidade.

— Então, como você ficou sabendo? — Leah perguntou.

— Bella. — respondeu olhando para trás sobre o ombro.

— Claro. — ela riu.

— Não fica com raiva dela por isso, por favor.

— Kate falou a mesma coisa. E eu não estou, eu juro.

— Na verdade quem disse foi o Emmett, mas porque a Bella disse pra ele, mas eles não tinham certeza se o bebê era meu ou de Sam.

— Pelo menos disso eu me livrei. De todos os males o menor, você é o pai.

— Uau, obrigado, eu to lisonjeado por ser considerado o menor dos males.

— De nada. — Leah riu. — Ela me ouviu falando com a Kate no banheiro, né?

— Aham.

— Será que ela vai falar pra alguém? Tipo o Edward?

— Pelo que eu conheço da Bella, não porque não é o segredo dela pra contar. Ela comentou com Emmett apenas se devia falar comigo ou não, mas o Emmett é meu melhor amigo.

— Eu me esqueci que você a conhece bem. — Leah disse sem conseguir controlar o sarcasmo na própria voz, mas se arrependeu assim que terminou de falar.

— Eu a conheço bem por causa da nossa amizade. — Jacob foi para a mesa com o prato de comida já quente e sentou na frente dela. — É só isso que somos agora, amigos.

— Eu não disse nada.

— É, mas levando em consideração o nosso histórico…

— Acho que todo o histórico terá que ser esquecido, você sabe, dadas as circunstâncias.

— Bom ideia. — Jacob sorriu.

— Uau, você come bastante. — Leah zombou.

— O que? Eu estou em fase de crescimento, preciso me alimentar bem. — disse e levou uma garfada cheia a boca, nem terminou de mastigar e já levou outra.

— A comida não vai fugir, você sabe, né?

— Eu trabalhei o dia inteiro, me dá uma pausa. — disse mastigando. — Estou com fome.

Leah riu e continuou comendo. Ele comia um pouco afobado, enchendo bem a boca, realmente estava com fome, mas Leah não se importava mesmo que o tivesse provocado. Ela comia com os cotovelos na mesa, segurava o garfo no ar enquanto terminava de mastigar, bebia refrigerante enquanto ainda mastigava, as vezes falava de boca cheia e não sabia comer como um pássaro, aos poucos, mas Jacob não parecia se importar e muito menos notar. Ele não a fazia se sentir inadequada, ela ficava confortável ao redor dele, era como se tivessem feito refeições juntos várias vezes, podia se acostumar com aquilo.

De repente se viu pensando nos dois fazendo aquilo todas as noites, jantares simples regados a conversas sobre seus dias, rindo de coisas idiotas juntos. Nem sempre na mesa, às vezes no sofá, comendo algo que pediram pelo telefone, conversando e assistindo algo na televisão. Mas então teria mais uma pessoa com eles, mais um lugar na mesa, uma pessoa entre eles enquanto estivessem no sofá – uma família. Podia imaginar uma criança sentada com eles falando animadamente sobre seu dia, Jacob escutaria tudo com atenção, não como uma obrigação ou uma vontade desesperada que a criança fosse dormir, mas com prazer e orgulho, realmente interessado em saber cada detalhe da vida do filho ou filha, parabenizando e parecendo impressionado com cada pequena feito e conquista. Ele seria um pai carinhoso e a pessoa favorita daquela criança, não tinha a menor dúvida.

Leah voltou a realidade. Devia ser a primeira vez na vida que tinha tido pensamentos tão… Caseiros. Estava pensando em passar suas noites em casa e não em um bar com seus amigos e álcool. Era tão estranho que chegava a ser assustador.

— Uma moeda pelos seus pesamentos.

Ela agitou a cabeça enquanto mastigava, ainda não estava pronta para compartilhar aquele tipo de pensamento, se abrir e expôr até sua alma era demais.

— Tudo bem. Então… Além de nós, Bella, Emmett e Kate, quem mais sabe? — ele perguntou e ela apreciou que ele não insistisse e mudasse de assunto.

— Minha mãe, nem o meu irmão sabe ainda e ele vai ficar bem irritado quando descobrir que eu escondi isso dele.

— E o que a sua mãe disse?

— Que iria me apoiar independente do que eu escolhesse fazer, eu ainda não liguei pra avisar que decidir levar as coisas adiante. Ela tentou ficar imparcial, mas eu sei que ela vai ficar bem feliz, é o primeiro neto dela.

— Será o sexto neto do meu pai, mas ele vai ficar bem feliz, ainda mais se for uma garotinha, vai ser a primeira. — Jacob sorriu animada.

— Sexto? Você tem cinco sobrinhos? E quantos irmãs ou irmãos?

— Sim, eu tenho cinco sobrinhos. Minha irmã Rachel tem dois e a minha irmã Rebecca tem três, as duas são gêmeas. As duas moram em Washington, elas são muito próximas então não poderiam morar separadas. Nascemos em uma reserva quileute e o meu pai ainda mora lá, é perto de Forks, que é onde a Bella e o Emmett nasceram.

— Sei onde fica Forks, eu sou de Port Angeles, minha mãe ainda mora lá. Isso é tão estranho, eu estou grávida de você e mal te conheço, só tivemos um encontro oficial e não falamos disso.

— Em oito meses vamos conseguir nos conhecer direito. Então, eu posso ligar pro meu pai e falar disso?

— Acho que sim, eu vou ligar pra minha mãe. E temos que marcar uma noite para anunciar para os outros no Cullen’s. Amanhã.

— Amanhã?

— Sim, a Kate não vai aguentar manter o segredo por muito mais tempo. — disse fazendo-o rir.

— E o médico, você já sabe em qual vai?

— Não. Eu tenho a minha ginecologista, mas preciso de uma obstetra e uma pediatra boa, então pensei em falar com a mãe do Edward, a tia Esme já passou por isso então deve conhecer alguém bom. Isso se você não tiver alguém de preferência, sei lá, alguém que fez seu parto ou cuidou de você, sabe, essas merdas de manter o médico da família.

Jacob riu.

— Não, eu nasci sob os cuidados de uma parteira da reserva em um parto normal em casa, ela agora é uma senhora de 95 anos, não acho que você vai querer esse estilo de parto, né?

— Meu deus, não! Preciso de um hospital, anestesia, muito analgésico e um corte para tirar esse bebê de mim sem nenhuma dor. Tudo muito bem planejadinho, chega de surpresas.

— Por mim está ótimo. — ele disse rindo. — Você falou que a sua mãe mora em Port Angeles, e o seu pai?

— Morreu, ataque cardíaco.

— Eu sinto muito. A mãe morreu quando eu era adolescente em um acidente de carro e meu pai acabou paraplégico. Não que isso seja uma competição de quem teve isso pior.

— Está tudo bem, merdas acontecem com todos, não somos especiais. — Leah deu ombros.

— É bom jeito de encarar as coisas.

Eles terminaram de jantar conversando sobre suas famílias, se conhecendo melhor.

. . .

Quando já tinham terminado de comer e arrumar a cozinha juntos – mesmo que Jacob insistisse que podia fazer aquilo sozinho –, os dois foram para a sala. Leah já estava pronta para dizer que talvez fosse a hora de ir embora, quando ele pegou sua mão.

— Você quer ficar? Pode tomar banho e dormir aqui.

— Dormir? — ela ergueu uma sobrancelha, sorrindo maliciosa. — Se essa é a sua melhor proposta então não, eu posso dormir em casa.

— Dormir foi minha maneira sútil de colocar as coisas. — ele a puxou para seus braços, soltando sua mão para abraçar sua cintura.

— Eu não sou sútil, Jacob. Então, sua proposta envolve tomar um banho e foder, dormir e foder de novo de manhã antes do trabalho?

Jacob riu.

— Sim, era isso que eu tinha em mente.

— Então eu fico. — Leah riu e puxou a cabeça dele pra perto pela nuca, tomando sua boca.

Ele precisava de apenas alguns segundos para se adaptar ao ritmo de Leah, mas gostava bastante de ir com ela. Os dedos dela subiam de sua nuca para os seus cabelos, enquanto sua boca explorava a sua profundamente, avançando a língua contra a sua e provocando seus lábios com os dentes.

Jacob cedia o controle sem lutar, desceu as mãos para a bunda dela e apertou os dois lados ao mesmo tempo, assim como a apertava contra seu corpo. Pênis já enrijecendo sob o moletom, esfregava contra a virilha dela, aproveitando a fricção contra sua ereção.

— No quarto, dessa vez. — ele disse contra sua boca.

— Eu preciso de um banho primeiro.

— Sério? Não pode ser depois?

Leah riu.

— Você interrompeu, agora eu estou autoconsciente sobre como estou suada e provavelmente cheirando mal.

— Eu não me importo sobre o suor. — ele disse, se inclinando para beijar o pescoço dela e lambeu. — Você ainda tem um gosto bom e cheira muito bem.

— Hmmm… Porra. Espero que no futuro você use essa língua tão bem entre as minhas pernas, Jacob. Mas agora eu preciso de um banho.

— Droga. Ok. Pode indo lá que eu te levo uma toalha e algo confortável pra você dormir.

Após levar pra ela a toalha, uma camisa larga e uma samba-canção, Jacob voltou para o quarto e a esperou na cama com as luzes acesas. Sentado com as costas na cabeceira da cama e as pernas esticadas, esperando ansioso como uma criança no natal esperando para poder abrir os presentes. Mas parecia errado fazer uma analogia com criança quando tinha uma ereção pousada em sua coxa apenas esperando para mergulhar no corpo de Leah.

E por sorte ela não demorou muito, logo estava de volta usando a blusa que tinha lhe dado e que ia até o meio de suas coxas. O cabelo solto dividido ao meio e o rosto limpo, sem maquiagem alguma, deixando seus olhos um pouco menores e mostrando um pouco de olheiras, mas ela ainda parecia linda. Ainda mais linda. Ela ficava muito bem usando apenas sua blusa, destacando suas longas pernas morenas e torneadas.

— Agora estou me sentindo muito melhor. — Leah disse sorrindo e subiu na cama, indo de joelhos para ele. Subiu em seu colo, escarranchada sobre suas coxas com os braços sobre seus ombros. — Vamos combinar umas coisas primeiro.

— O que? — perguntou acariciando as laterais da coxa dela, percebendo que ela não usava nada além daquela camisa. Era difícil pensar, aceitaria qualquer coisa que ela combinasse.

— Amanhã a noite vamos ao Cullen’s anunciar a gravidez, está bem? Mas vamos a noite em um horário mais normal, não de madrugada, porque sei que você tem que trabalhar e essas coisas.

— E você acha que estará tudo bem eu aparecer lá?

— Por que é o lugar do Edward, atual da sua ex-noiva?

— Você sabe que eu não tenho mais nada com a Bella, só não quero um clima… Estranho. Não que eu e o Edward tenhamos algum problema, mas…

— Eu entendi. E vamos deixar uma regra clara: não vamos falar sobre nossos ex enquanto eu estou sem calcinha no seu colo, ok? E não vai ter nada estranho, eu te prometo. Amanhã eu volto a trabalhar e você também vai trabalhar, então depois do trabalho eu vou em casa com a Kate para tomar banho e de lá vamos ao Cullen’s. Você faz o mesmo e vai pra lá com o Emmett, ele sabe o endereço então você não terá problemas em chegar.

— Você volta a trabalhar amanhã?

— Sim! — Leah disse animada. — Eu já estou com saudade daquilo. A Kate disse que o Eleazar colocou alguém pra me substituir enquanto estive fora, mas já é hora de voltar, além do que eu preciso do dinheiro né? Agora temos mais uma boca pra sustentar.

— Escuta, Leah, eu sei que não rico e você sabe disso também, mas eu tenho algum dinheiro guardado e tenho um bom salário, então você pode ter certeza que nunca vou deixar faltar nada pra esse bebê, ele nunca passar nenhuma necessidade, nem você.

— Você não precisa se preocupar comigo, Jacob, eu tenho o meu dinheiro.

— Eu sei, mas é bom que você saiba que estou assumindo toda a responsabilidade.

— Não, você está assumindo metade dela e a outra é minha, então vamos sustentar esse bebê juntos. Não vamos casar, Jacob, então você não precisa se preocupar em me sustentar.

— Quem disse que não vamos casar?

— Claro que não vamos, nem vamos morar juntos. — ela riu.

— Mas podemos.

Leah arregalou os olhos.

— Não, não podemos. Ainda estamos nos conhecendo, Jacob.

— Eu não quero ser um pai de fim de semana, Leah, eu quero estar presente na vida desse bebê.

— E você estará. Não temos que decidir nada agora, ainda temos oito meses, lembra? Será que podemos pensar em outra coisa agora? Fazer outra coisa agora?

— Meu prazer. Então, o que você está usando sob essa blusa?

— Hum… — ela pegou a barra da blusa e a ergueu, tirando sobre sua cabeça e jogando na cama. — Acho que nada. Nada além dos meus piercings.

— Ótimo. — e ele a beijou mais duramente. Dessa vez, ele assumindo o controle.

Enquanto se beijavam, ela se apertava contra ele e agitando o quadril, se esfregando contra ele, isso só o fazia apertar os dedos contra a bunda dela e seu pau crescer ainda mais.

Em um movimento rápido e segurando a cintura dela, ele os girou na cama e a deitou na cama, ficando entre as pernas dela. Soltou sua boca e beijou seu pescoço, descendo para os seios dela. Aqueles pequenos piercings eram sexy pra caralho.

— O que você vai fazer sobre esses piercings?

— O que você acha? Tirar. E eu vou chorar muito quando fizer isso, eu amo meus piercings.

Jacob riu.

— Eu amo também, querida.

— Não me chama assim.

Rindo novamente, ele lambeu seu mamilo e seu piercing.