You Like Girls: "YES" or "NOT"?
5 Capítulo 5.
Notas iniciais
Depois do episódio da pizzaria, eu e Hinata não nos falamos mais. Comecei a andar mais com o Naruto, e praticamente todos os dias estava na casa dele. Acredite ou não, meus pais estão gostando dessa minha aproximação. Disseram-me que era ótimo eu mais ele andarmos tão juntos, e meu pai ainda teve a cara de pau de brincar que logo teríamos uma garotinha namorando. Agradeci por ele não saber o que eu sou de verdade –– ou, pelo menos, o que estou tentando descobrir ser.
Já estamos nos encaminhando para Outubro, e ainda acho que não passarei de ano. Antes de Hinata entrar na escola, eu prestava mais atenção nas aulas, fazia tudo direitinho e até entregava antes do prazo, mas agora, está difícil para mim não olhar para ela a cada um segundo. Por isso, gosto de estar com o Naruto, porquê ele me faz esquecê-la ás vezes, mas nem sempre funciona.
Decidi que teria uma conversa com Sasuke, e hoje ainda. Claro que, eu não contei ao Naruto sobre isso, porquê ele não iria me deixar ir de forma alguma. Tinha pegado o número de Sasuke com Karin, que por sorte, não me perguntou o que eu queria com seu futuro namorado –– sim, ela estava tentando roubá-lo de Hinata, e elas ainda se consideram amigas mesmo assim –– e assim mandei uma mensagem para ele, do meu número mesmo, dizendo que eu queria falar sobre algumas coisas referidas a Hinata. Bem, era bem óbvio que ele viria correndo. Marquei em frente a escola mesmo, para ele não ter desculpa alguma.
–– O que você quer falar? –– Sasuke perguntou assim que se sentou do meu lado.
–– Porquê você não assume seu namoro com Naruto? –– perguntei sem hesitar. Eu sentia uma raiva enorme dele, por ter medo de perder a fama enorme que tinha e deixar Naruto daquele jeito.
–– Está ficando maluca de vez, então? –– Sasuke se inclinou no banco e colocou a mão na minha testa. –– Se era só pra fazer graçinha, eu vou embora. Até porquê não sei do que diabos tá falando.
–– Sim, você sabe. –– falei. Agora ele iria me ouvir. –– Você não deveria ter medo do preconceito, dos seus pais ou da fama que vai perder por dizer que é homossexual, e sim de estar perdendo o Naruto aos poucos sem nem perceber. Sei que alguma vez na vida já foi julgado, e assim vai continuar pra sua vida inteira, só que com Naruto ao seu lado, duvido muito que caia e não levante em menos de um segundo.
Sasuke mordeu o lábio inferior e olhou para algo que somente sua mente tinha produzido, depois de no mínimo dois minutos, voltou a olhar para mim sem nenhuma expressão, diferente de mim, que estava começando a sentir que estava vermelha de raiva.
–– Cuide da sua vida. –– Sasuke disse, se levantando e pegando a mochila. –– E outra, pare de ficar fazendo draminha só para Hinata sair correndo atrás de você. Vai se arrepender em um dia que ela acabar não indo mais.
–– E você também, quando Naruto não querer mais te encontrar as escondidas. –– eu disse, saindo primeiro que ele. Pude sentir que Sasuke estava me olhando, mas eu tinha falado tudo que precisava.
Me arrependi por não seguir no mesmo caminho que sempre ia para casa, porquê Hinata estava ali com Karin e Shion. As três riam estericamente, enquanto olhavam alguma coisa no celular de alguma. Eu apenas passei reto, fingindo mais do que nunca, que tinha ficado surda e cega. Senti uma mão bater de trás da minha cabeça, e lá estava ela, com aquele cabelo azul sorrindo como se eu não tivesse gritado com ela a alguns dias atrás.
–– Não vai mais falar comigo? –– Hinata perguntou, tentando manter o cabelo quieto, por causa do vento.
–– É que eu preciso arrumar a casa, por isso passei sem falar nada. Foi mal. –– respondi somente. Realmente, eu era horrível para mentir.
–– Entendi... –– ela continuou. –– Quer sair comigo, Karin e Shion hoje depois que terminar de arrumar a casa? Vai ter um pequeno evento aqui na praça mesmo.
–– Não sei... Você sabe que eu não gosto muito de multidões. –– falei, olhando para a praça e imaginando o quanto de gente estaria lotando aquilo daqui a algumas horas. –– E tem o Sasuke né, ele não gosta muito de quando saio com vocês.
–– O que tem ele? –– Hinata perguntou rindo em seguida. –– Ele disse que não pode sair hoje comigo, então chamei as meninas para isso.
–– Ah, compreendo... –– eu disse, comemorando por dentro por ele não ter ido e provavelmente porquê ficaria com Naruto. –– Talvez eu venha, mas é bem talvez.
–– Não tem essa de “talvez”! –– Hinata disse, tocando meu nariz. –– Você vai vir!
–– Ok. –– eu disse sem mais idéias de como responder. Havia acabado de sacar que aquilo era uma ordem, então, no caso, mesmo eu não querendo de verdade, teria que ir. –– Até mais tarde.
–– Ah, fica um pouco com a gente aqui, por favor. –– Hinata pediu, apontando para trás, onde tinham uma Karin e Shion me olhando de um jeito nada agradável.
–– É melhor eu ir mesmo, sério. Você conhece minha mãe. –– eu disse, tentando convencê-la e já recomeçando a andar. –– Até.
Ainda pude ouvir Hinata gritar um “Até mais, e vista algo muito sensual!”, e aquilo me fez ficar vermelha, porquê tinha muita gente passando na hora em que ela gritou. Mas, ela sabia muito bem que eu não tinha nada “sensual” além de uma calcinha fio dental que ela me deu faz um tempo, e não, eu nunca usarei aquilo na minha vida nem que me paguem.
Cheguei em casa e meus pais estavam, pela primeira vez, reunidos. Meu pai não saia muito da cama, e o motivo dele, foi porquê minha vó tinha falecido fazia um tempo e ele ainda não tinha superado. Comecei uma vez, até a pensar que meu pai estava morto por dentro e por fora só respirasse porquê era sua única obrigação. Papai começou a sair da cama um pouco depois que eu entrei no ensino médio, e desde então venho o visitando mais vezes no quarto tentando o fazer sorrir, embora seja o contrário.
Subi para o meu quarto, depois que ele me deu um beijo na testa. Eu raramente recebia esse tipo de carinho, e outra, eu nem era acostumada com isso. Joguei a mochila no chão como de costume, abri o guarda-roupa e depois de uma pequena procura por algo que prestasse, me joguei na cama encarando o teto. Eu estava começando a ficar mal novamente, e não era porquê estava com problemas na escola e sim por causa de Hinata. Mas tenho certeza que isso vai melhorar quando eu descobrir o que sou de verdade, bem, ou é assim que eu espero.
Comecei a tomar banho depois de um tempo, e justo quando eu já estava toda molhada, meu celular começou a tocar. Não me importei em sair do banheiro sem nada, até porquê a porta estava trancada. Olhei para a tela do celular e ali estava uma ligação perdida do meu irmão, óbvio que eu liguei de volta na mesma hora e ele atendeu depois de uns dois toques.
–– Alô? Você ligou pra mim? –– eu perguntei. –– Eu tava tomando banho, mas como você tá? E como tá aí na Espanha?
–– Olha, respira primeiro, depois fala. –– Sasori brincou, e pela primeira vez, não achei graça alguma. –– Eu estou ótimo e por aqui está muito frio, e você?
–– Posso falar a verdade? Eu não sei. –– respondi enquanto tentava não escorregar pelo quarto. –– Sabe como é isso? Não saber mais como se sente.
–– Mamãe me ligou e disse que você e Hinata estavam tendo dificuldades na amizade. –– ele continuou. –– O que está havendo com você, pequena?
–– Por favor, pare com essa mania de me chamar de pequena. Sabe que odeio isso. –– pedi, e Sasori só riu, como sempre fazia. –– E eu não sei o que está havendo comigo.
–– Me conte tudo e não esconda nada. –– Sasori disse, e pude perceber que seu tom de voz, tinha mudado. –– Sabe que sou seu irmão, e embora eu ria no começo, vou tentar te ajudar do meu jeito.
–– Bem, é que... –– eu mesma me interrompi. Percebi que não poderia contar a ele mesmo se quisesse. Sasori acharia estranho de mais e outra, talvez até nem mais me considerasse uma irmã. Por isso mudei de assunto. –– A namorada do Neji, a Tenten, odeia a minha cara. O que você fez com ela?
–– Ah, isso? –– Sasori riu. Era incrível como ele acreditava nas coisas tão fácil. –– Nós fizemos uma brincadeira com ela, bem no tempo de escola. Tentamos imitar o filme Carrie, A Estranha, daí compramos sangue falso e jogamos nela no baile especial de despedida. Tenten era a rainha e Neji o rei. Então, depois daquilo, ela me odeia profundamente.
–– Bem, deve ter sido engraçado, mas agora ela desconta o ódio que tem de você em mim. –– eu disse. –– Como faz?
–– Só ignore. Tenten não é do tipo de chegar batendo ou matando. –– ele respondeu, e deve ter ouvido o barulho do secador. –– Vai sair?
–– Vou. –– respondi. –– Mesmo não querendo. Hinata me convidou e vai levar Karin e Shion. Agora me imagine no meio daquelas duas patricinhas mimadas.
–– Vai dar tudo certo. –– Sasori disse, e depois ouvi uma voz feminina dizer algo parecido com “Me desculpe!”. Estranho, muito estranho. –– Eita que o aeroporto está lotado.
–– Como assim? –– perguntei já sonhando com a resposta.
–– Estou voltando para casa. –– Sasori respondeu, e acabei soltando um grito depois disso.
–– Eu não acredito! –– falei dando um pulo. –– Olha, eu queria falar mais com você, mas vou ter que sair. Podemos nos falar por mensagens, se quiser, pode ser?
–– Pode sim. –– Sasori disse. –– E boa sorte, pequena.
Não respondi, e ele deve ter entendido o porquê disso. Quase tive que sair correndo da minha casa já que Hinata ficava me mandando mil mensagens em cada um segundo, e me ligando também. Sinceramente, ainda não sei porquê diabos estou indo, mas a única coisa que sei, é que quando chegarmos lá, vou ter de ficar encarando a cara de Karin e Shion. Raramente falei com Karin, quando entrou na escola, tentei ser amiga dela e no começo até deu certo, mas depois, por alguma razão que eu ainda não sei qual era, ela parou de falar ou sentar comigo. Shion é quase a mesma coisa, já falei com ela mais vezes porquê sempre estava perdida na escola ou em alguma coisa, e também por ter sido namorado de Naruto por um tempo –– e eu ainda desejo ter olhos divos como os dela.
Avistei Hinata de longe, e fui para onde ela estava. Como eu tinha previsto, aquela praça tava MUITO cheia. Me arrependi por ter ido ao ver o tanto de gente da nossa escola tinha ido, e mais ainda ao ver que rodeavam Hinata, Karin e Shion. Não gosto de ser social, ficar falando e falando, e todas essas coisas. Nem eu mesma sei como Hinata conseguiu se transformar na minha melhor amiga, porquê né...
–– Ah, francamente, eu disse para você vir com algo sensual e não isso! –– Hinata disse enquanto me olhava de cima a baixo. Ela sim estava com algo sensual, faltou só ter ido de sutiã e calcinha, e o mais curioso: fazia um frio do caralho, e parecia que ela não sentia absolutamente nada. Bisca.
–– Comece a agradecer por eu ter vindo. –– eu disse. –– E não sente vergonha na cara de vir com algo desse tipo?
–– E porquê ela sentiria vergonha de mostrar o corpo perfeito dela? –– disse uma voz masculina atrás de mim. Me virei correndo e dei de cara com um garoto pálido que sorria.
–– Oi Sai. –– comprimentou Shion. Então aquele era o tal de Sai? O nome combina mesmo com ele, veja bem: nome feio, garoto feio. –– Comprou o que te pedi?
–– E porquê eu compraria? –– Sai rebateu. Não consegui segurar a risada naquele momento. –– Quem é essa testuda?
–– Testuda? –– eu perguntei a ele levantando uma sombrancelha. –– É assim que me apresentaram para você?
Hinata me puxou antes que eu falasse mais alguma coisa, porquê certamente já sabia que eu acabaria com aquele moleque naquele instante mesmo. Começamos a andar, e andar, e andar, e nunca parecia que a gente ia chegar a algum lugar daquele jeito. Paramos em uma barraquinha cheia de coisas de chocolate e eu pedi um espetinho de marshmallow e quando fui falar pra não colocar chocolate, a mulher já tinha quase que enfiado tudo dentro daquela cascada enorme. Fui andando pra longe resmungando por aquilo, porquê bem, quando você é quem compra, você é quem decide se quer ou não chocolate no seu espetinho de marshmallow, não é não?
Teve uma hora que Hinata, Karin e Shion sumiram, tipo, do nada mesmo. Fiquei sozinha sem saber para onde ir, e a única coisa que fiz, foi me sentar em um banco todo rabiscado. Logo o tal Sai veio se sentar comigo, não falei nada, só fiquei comendo meu espetinho como se ele não estivesse ali e na boa, eu não queria mesmo que ele estivesse, porquê estava começando a me encarar e não dá pra comer assim.
–– Qual o problema? –– perguntei enquanto também o encarava.
–– Sua testa é mesmo enorme, né? –– Sai disse, me fazendo balançar a cabeça e colocar minha franja sobre a típica e pior inimiga que eu tinha, a minha testa.
–– Sabia que eu nunca tinha ouvido falar de você? –– eu disse, tentando puxar assunto. –– Ino é quem me falou da sua existência, mas, sério, de onde sua mãe tirou um nome assim?
–– Isso não é da sua conta, ou é? –– Sai deu um sorrisinho logo em seguida. Porra, eu estava ficando irritada com aquilo. –– Sakura seu nome, né? Também nunca tinha ouvido falar de você, só depois que Hinata me disse sobre sua existência. –– ele terminou sorrindo novamente.
–– Normal. –– continuei. –– Nunca esperei ser popular mesmo.
–– Me empresta seu celular. –– ele disse. Não tinha sido uma pergunta, e sim uma ordem, muito bem dada porquê Sai não sorriu ao dizer.
–– Para exatamente o quê? –– perguntei. Óbvio que eu não daria meu celular.
–– Só me empresta. –– ele disse. Estendi o celular, não tinha nada lá mesmo que eu pudesse ter ciúmes ou algo do tipo.
Sai não me deixou ver o que estava fazendo, por isso se sentou na minha frente com o celular erguido até uma certa altura do rosto. Fiquei reclamando que ele estava tentando brincar com a minha cara, e depois ele virou o celular e paralisei. Ali estava eu desenhada, exatamente como estava, reclamando e tudo. Cara, morri.
–– Você desenha? –– eu perguntei antes de salvar a mensagem. Tá bem, não vou negar, ele desenha bem pra porra.
–– Eu tento. –– Sai respondeu, colocando o capuz.
–– Você acabou de me desenhar, e no celular! –– eu disse, e ele sorriu. –– Me ensina a tentar desenhar assim também, por favor.
–– Se quiser, eu posso ensinar mesmo. –– ele disse, olhando para o céu.
–– Não, obrigado. –– respondi tentando ver o mesmo que ele. –– E mesmo que eu tentasse, acabaria estragando algo de algum jeito.
Hinata apareceu um pouco depois, e decidiu me puxar sem deixar eu me despedir de Sai, mas ainda pude o ouvir claramente falar “Você nunca estragaria alguma coisa”, bem, pode ter sido algo da minha cabeça.
Andamos mais um pouco até eu ficar realmente cansada, e querer ir embora. Na verdade, eu só queria mesmo ir na casa do Naruto para ver como ele estava e se Sasuke tinha passado por lá. Eu poderia ter mandado uma mensagem pra ele, mas Hinata a cada segundo me puxava para algum lugar diferente sem me deixar fazer quase nada sozinha. Acho que ela estava com medo de que eu fosse embora, porquê sou essas que raramente sai e quando sai, logo quer voltar para casa.
–– Estou indo embora. –– falei enquanto me arrumava. –– Foi divertido.
–– Você quer sair com a gente amanhã? Vamos em uma festa na casa do Kiba. –– Hinata começou.
–– Não, Hina! –– Karin e Shion exclamaram ao mesmo tempo não se importando se eu estava ali na frente, ouvindo tudo. –– Não faz isso, ela vai estragar tudo!
–– Tudo bem, eu não iria mesmo. –– eu disse, tentando sorrir. –– Bem, até mais.
Me virei e ouvi Karin e Shion agradecerem por eu ter feito aquilo. É horrível não ter nascido já popular como Hinata, porquê infelizmente, ela só anda com gente popular e acredite, esse povinho é muito mimado e chato. Uma vez tentei andar com um grupinho dela, na 5° série, o resultado disso foi eu presa no fundo da escola por dizer que as meninas eram muito chatas. Depois daquilo, comecei a ser anti-social nível máximo, assim, ninguém me chamava para sair e outra, eu não perdia nada. Ficar em casa, dormindo, é mil vezes melhor do que ficar na rua.
Quando estava indo embora, não resisti e tive que passar pela casa de Naruto. Seus pais tinham saído de novo, o que era uma ótima oportunidade para o Sasuke arrumar as coisas. Mas quando cheguei lá, só tinha Naruto sentado na calçada olhando para o céu e a porta da casa aberta atrás dele. Juro que não acreditei quando vi aquela cena, achei que eu tinha bebido e nem sabia, mas era verdade, aquele filho da mãe do Sasuke não tinha ido porra nenhuma ali.
–– Poderia entrar um ladrão na sua casa, sabia? –– perguntei chamando a atenção de Naruto, ele riu e deu de ombros logo em seguida. –– Ele não veio?
–– Com certeza, não. –– Naruto me respondeu.
Eu não sabia o que deveria fazer naquele momento. Ajudar pessoas sempre foi um problema enorme para mim, Sasori provavelmente saberia o que fazer se estivesse aqui e eu também não estaria tão confusa sobre eu mesma.
–– Ele vai vir. –– eu comecei a falar. Naruto estava de costas para mim e eu sabia que isso era porquê ele estava com vontade de chorar. –– Uma hora ou outra, você vai ver.
Encostei a cabeça nas costas dele e o abracei por trás, quando fiz isso, pude sentir que ele abaixou a cabeça e com certeza já estava chorando. Era assim que eu me sentia por dentro, por Hinata não vir e eu também não ir. E quando estou com ela,eu me sinto uma pessoa melhor. Me sinto mais feliz. Menos... sozinha. Menos solitária. Mas eu, assim como Naruto sabemos, que não é tão fácil como parece, ficar com uma pessoa, principalmente se ela é do mesmo sexo que você.
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