Notas iniciais
hey pessoal sei que eu demorei muito tempo para voltar a postar a história, mas com tanta coisa, tantos problemas na minha cabeça, minha criatividade foi resumida a zero!
Eu tinha esse capitulo pronto já faz algum tempo, então resolvi postar. espero que gostem :)
Ps:se tem alguem aqui que gosta do Finn, me desculpem pelo capitulo
kkkkkkkk
vejo voces lá em baixo ;x

“Eu não trocaria o que eu estou vivendo agora com você, por nada”. Ela completou amorosamente. Eu não resisti e aproximei nossos rostos, encostando meus lábios nos seus e começando um beijo calmo e cheio de amor.

“Eu te amo”. Falei contra os seus lábios.

“Eu te amo”. Ela respondeu e voltou a me beijar.

E isso era tudo o que importava para mim...

Estávamos deitadas na minha cama em um silencio confortável, minha cabeça estava sobre o peito da Rach, enquanto ela acariciava meus cabelos.

“Suas perguntas acabaram?”. Ela sussurrou docemente.

“Ainda não”. Sussurrei de volta. “Eu só estou tentando reformula-las para que não fique estranho”. Confessei.

“Por que ficaria estranho?”. Ela se afastou um pouco, para olhar nos meus olhos.

“Por que eu não sei se eu quero realmente saber as respostas”. Falei corando.

“Eu não entendi”. Falou confusa, com um bico contrariado me fazendo rir.

“São perguntas mais... pessoais”. Corei.

“Uow... estendi”. Sussurrou. “Você pode perguntar o que quiser, eu vou tentar te responder da melhor maneira possível...”. Me assegurou.

“Quando você conheceu a Sarah?”. Ela pareceu se surpreender com a pergunta.

“Eu a conheci, mais ou menos uns quinze anos depois de me separar do Roger”. Respondeu cautelosamente, como se estivesse esperando que eu surtasse outra vez.

“Onde vocês se conheceram?”.

“No Brasil, eu estava de passagem pelo Rio de Janeiro quando a conheci”.

“Vocês duas sempre se deram bem?”. Continuei com as perguntas.

“Pelo contrario”. Ela riu. “Eu não a suportava”. Falou, me fazendo sorrir.

“Por que?”. Tentei controlar o entusiasmo na minha voz.

“Eu era muito reservada naquela época e ela era completamente o contrario”. Confessou. “Eu a conheci em uma boate famosa do Rio, eu estava sentada perto do bar, observando os humanos quando ela se sentou do meu lado e começou a flertar comigo”. Deu risada.

“E o que você fez?”.

“Eu fui fria com ela, falei que nós duas não ficaríamos juntas, mas ela não era uma pessoa que desistia fácil. Eu me lembro dela ter me seguido depois que sai da boate”.

“Ela te seguiu?”. Arregalei os olhos.

“Aham, ela me seguiu por mais ou menos duas semanas. Para todo lugar que eu ia, ela estava”. Sorriu. “Depois de um tempo eu cedi e comecei a conversar com ela, acabei descobrindo que ela era muito legal”.

“Vocês moraram juntas?”.

“Não exatamente”.

“Como assim?”. Franzi a testa.

“Nós começamos a viajar juntas, ela era uma nômade, assim como eu era. Nós parecíamos duas adolescentes problemáticas que arrumavam problemas por todos os lugares que passavam”. Sorriu marotamente.

“Que tipos de problemas?”. Perguntei curiosa.

“Arranjamos brigas apenas para nos divertir, roubávamos carros apenas pela adrenalina de ser perseguidas por varias viaturas de policias, participávamos de qualquer tipo de festa que você possa imaginar”. Sorriu marotamente.

“Você roubava carros?”. Perguntei indignada, fazendo a Rach gargalhar.

“Nós os devolvíamos depois e sem nenhum arranhão”. Tentou amenizar. Revirei os olhos.

“Por que vocês faziam isso?”.

“Quando se tem a eternidade para viver pela frente, as coisas ficam meio entediantes, nós apenas nos divertíamos para que isso não acontecesse”. Deu de ombros, me fazendo rir.

“Você conheceu muitos vampiros?”.

“Alguns”. Deu de ombros novamente. “Não existem muitos por aí”.

“Quem é Maria?”. Perguntei curiosa, mudando um pouco de assunto.

“Que Maria?”. Perguntou confusa.

“A que você falou que estava morando na Itália para a Sarah”. Expliquei.

“Ata, ela foi uma das vampiras que conhecemos em uma de nossas viagens pela Itália”.

“Você já ficou com ela?”. Perguntei cautelosa.

“Não”. Sorriu. “Maria é uma vampira muito... reservada, a Sarah esta tentando ficar com ela desde que nos conhecemos, mas nunca conseguiu”. Deu risada.

“Ela não gosta de mulheres?”.

“Ela é lésbica e eu tenho quase certeza de que ela é apaixonada pela Sarah”. Fez uma cara de sábia.

“Então por que elas não ficaram?”. Agora eu to confusa.

“Ela não quer ser só mais uma na cama da Sarah”.

“Faz sentido”. Sorri.

“Já chega de perguntas por hoje, esta tarde e você precisa dormir”.

“Mas eu não estou com sono”. Contradizendo o que eu disse, acabei bocejando.

“Estou vendo”. Deu risada. “Prometo que depois você pode continuar com as perguntas”.

“Posso mesmo?”. Perguntei ansiosa.

“Claro”. Me deu um selinho. “Agora deita aqui comigo”. Me puxou para perto dela e me abraçou protetoramente. “Eu vou sair hoje à noite tudo bem?”. Sussurrou quando eu a abracei.

“Ok”. Sorri. “Boa noite meu amor”. Me inclinei para beija-la.

“Boa noite pequena”. Sussurrou entre os meus lábios.

Ela começou a fazer carinho no meu cabelo, enquanto cantava baixinho me ninando.

“Eu te amo”. Escutei a Rach sussurrar. Depois de poucos minutos acabei dormindo tranquilamente.

...

POV. RACHEL

Ter essa conversa com a Quinnie me fez muito bem, poder conversar com alguém do meu passado e relembrar as coisas boas que aconteceram, foi como se um peso saísse das minhas costas.

Quando minha pequena dormiu, eu levantei da cama com cuidado e sai de casa para caçar. Desde o incidente que ocorreu, eu saio para caçar mais vezes, assim eu não corro o risco de ataca-la outra vez.

Eu corri até os arredores da cidade e comecei a andar tranquilamente pelas ruas vazias, tentando encontrar alguém que me interessasse. Era por volta das três da manhã.

“Rachel?”. Eu estava tão distraída, que não percebi que estava sendo seguida. Fechei os olhos fortemente antes de virar ao encontro da pessoa que havia me chamado.

“Hey Finn”. Que droga, o que esse idiota estava fazendo fora de casa uma hora dessa?.

“O que você esta fazendo por aqui há essas horas?”. Ele perguntou meio confuso.

“Apenas pensando na vida”. Dei de ombros.

“Mas é perigoso andar sozinha por aí”. Só se for para você.

“O que você esta fazendo na rua?”. Retruquei. “É perigoso sabia?”. Sorri cinicamente.

“Eu moro a algumas quadras daqui e eu briguei com a minha mãe e resolvi andar para espairecer”. Encolheu os ombros.

“Foi muito bom te ver Finn, mas eu tenho que ir”. Lhe dei as costas e comecei a andar.

“Espera!”. Gritou deu uma corridinha para me alcançar.

“O que?”. Falei meio irritada.

“Eu queria te perguntar uma coisa”.

“Pergunte”. Falei impaciente.

“Me da só uma chance?”. Fez uma carinha de pidão.

“Finn eu...”. Ele não me deixou terminar de falar.

“Eu posso te fazer feliz”. Se aproximou ainda mais de mim.

“Eu não gosto de você Finn, aceite isso”. Dei um passo para trás.

“Por que você não gosta de mim?”. Começou a se irritar.

“Porque você é um garoto completamente idiota e sem cérebro”. Falei raivosa. Antes que eu fizesse alguma coisa, ele segurou fortemente o meu pulso. Eu poderia me soltar facilmente, mas seria suspeito que eu fosse mais forte do que ele.

“Eu sei que você gosta de mim”. Seu rosto estava vermelho.

“Finn me solta”. Avisei.

“Você não é lésbica!”. Gritou apertando o meu pulso ainda mais.

“Me solta agora”. Não consegui me segurar e soltei um rosnado baixinho, mas ele não ouviu.

“Você vai ser minha!”. Antes que eu pudesse processar suas palavras, eu senti sua língua entrar na minha boca. Esse saco de batatas é mais ágil do que eu pensava. Pensei enquanto empurrava seu rosto para longe do meu.

“O que porra você pensa que esta fazendo?!”. Falei em meio de rosnados.

“Eu sei que você gosta de homens Rachel, eu posso te fazer enxergar isso e poderíamos ficar juntos”.

“Isso é um absurdo Finn”. O olhei indignada por estar ouvindo essas palavras.

“Não é!”. Voltou a se aproximar, segurando minha cintura possessivamente, pressionando nossos corpos. “Eu posso te fazer enxergar quem você realmente é”.

“E como você vai fazer isso? Me estuprando?”. Perguntei meio assustada com a sua atitude. Eu sabia que ele era um idiota, mas não achei que ele chegaria a tanto.

“Se for preciso”. Sua voz estava meio sombria e seu rosto completamente vermelho. Eu não conseguiria me soltar sem que ele percebesse a minha força incomum.

Quer saber? Que se foda! Ela vai aprender que não deveria ter mechido comigo.

“Então você quer ver quem eu realmente sou?”. Abri um sorriso divertido.

“Claro”. Sorriu como um idiota, passando suas mãos pela lateral da minha cintura e parando no meu quadril.

“Então vem comigo”. Falei e comecei a leva-lo em direção a um beco, ele me seguia com um enorme sorriso no rosto.

Se ele soubesse.

Assim que nós entramos no beco eu o empurrei com força, o fazendo voar contra a parede. Ele gritou de dor.

“O que você é?”. Ele falou completamente assustado.

“Você queria saber como eu era de verdade não é mesmo?”. Me aproximei, falando a centímetros do seu rosto.

“Eu pensei que nós...”.

“Você achou que eu iria transar com você?”. Perguntei sarcasticamente, mas ele pareceu não perceber o sarcasmo, então levei isso ao meu favor. “Você achou que eu iria fazer o seu amiguinho feliz?”. Voltei a perguntar, passando minha mão pelo seu membro através da calça.

“Achei”. Gemeu quando eu abri o zíper da sua calça.

“Abaixa as calças”. Pedi sensualmente em seu ouvido. Ele rapidamente atendeu o meu pedido e se livrou da calça, junto com a cueca. “O que você quer que eu faça?”. Voltei a perguntar, me fazendo de inocente.

“Eu quero que você me toque”. Seu membro já estava completamente ereto. Patético.

“Assim?”. Encostei levemente, quase sem pressão alguma.

“Aperta com força”. Gemeu alto.

“Você quer que eu aperte com força?”. Coloquei mais um pouco de pressão.

“Quero”. Jogou a cabeça para trás em êxtase.

“Tudo bem”. Falei sombriamente. “Eu vou apertar mais forte”. Apertei seu membro com toda a força que eu tinha, fazendo se despedaçar em minha mão o que um dia foi um pênis. Finn caiu no chão gritando agoniado pela dor.

“Sabe Finn”. Limpei a minha mão em sua camisa tranquilamente. “Você me da muito nojo”. Rosnei deixando minhas presas aparecerem e meus olhos se dilatarem. Ele arregalou os olhos assustado, tentando estancar o sangue que escorria do meio das pernas.

“O que é você?” Perguntou fracamente.

“Eu sou uma vampira”. Sorri diabolicamente.

“Você vai me matar?”. Tentou desesperadamente se levantar para fugir dali, mas eu chutei suas costelas, escutando algumas se quebrarem. Eu adorei esse som.

“Vou sim”. Chutei outra vez. Eu estava me divertindo.

“Acaba logo com isso... por favor...”. Falou depois de alguns minutos entre um gemido e outro, tentando levar oxigênio para os pulmões. Alguma costela deve ter perfurado eles. “Se alimenta logo”. Conseguiu terminar a frase.

“Eu não vou me alimentar de você!”. Falei com um tom de voz indignado. “Você é tão podre, que nem o seu sangue serve para mim”. Esmurrei seu rosto, fazendo alguns dentes voarem. “Você realmente achou que iria abusar de mim?”. perguntei enojada, lhe dando outro chute.

Finn já estava quase desmaiando e não teria a menor graça tortura-lo com ele desacordado.

“Hoje é o seu dia de sorte, eu vou te matar bem rápido”. Sussurrei em seu ouvido.

O matei quebrando o seu pescoço, ateei fogo e me livrei do corpo para que ninguém o encontrasse.

Um idiota a menos no mundo. Pensei com um sorriso, enquanto voltava a andar tranquilamente pela cidade a procura da minha caça como se nada tivesse acontecido.

Notas finais
Hey eu preciso MUITO da ajuda de voces...
algumas coisas que estão acontecendo na minha vida, exterminaram totalmente a minha criatividade, eu nao sei muito bem que rumo dar a essa história. eu queria que voces me dessem algumas sugestões, algumas ideias sobre o que voces queria que acontecessem na fic.Assim eu conseguiria talvez voltar a escrever.
Comentem por favor
Bjos sz