Notas iniciais
I think I'd have a heart attaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaack

» É fim da tarde de sábado, e Sam está andando ainda pelas ruas de Seattle, chegando de sua quarta entrevista. Seus pés estavam exaustos e a cabeça latejava constantemente. Ela carregava as pastas da irmã, e o rabo-de-cavalo todo desmanchado, as madeixas frouxas caindo pelo doce rosto molhado devido à chuva.

Sam abre a porta do Groovy Smoothie e finalmente encontra abrigo da terrível tempestade.

-Caralho, que chuva!

-Sam! Pelo amor de Deus! Entra, rápido! — Costela diz, pegando a bolsa e as pastas molhadas e com cara de assustado.

-Já tô aqui dentro, mané! Valeu aí pela ajudinha. — ela tira o blazer, exibindo o vestido quase transparente, colado na pele por causa da água.

-Nada, pequena. Agora vai tomar um banho lá atrás, senão vai pegar uma gripe danada.

-Não, eu tenho que ir pra casa porque...

-Você vai sim, senhora! Nem pensar que eu vou deixar uma garotinha como você ficar doente. Vamos, vamos!

Ela faz uma careta, porém logo foi andando ao fundo da loja, mas foi surpreendida por alguém.

-Tá me seguindo, Puckett?

Ela sorri e olha para trás. Harry a encara com um sorriso no rosto.

-Tô sim, com certeza. Onde você estava hoje de manhã que eu não te achei, hein? — brinca e finge que não se importa com o moreno de cabelos encaracolados.

-Ha, ha. Que engraçado, né loirinha? — Harry diz, sem olhar para os seios delineados pela roupa colada dela.

Sam, deixando escapar um pequeno sorriso, sobe as escadas para tomar seu banho. ... Quando a garota finalmente desce de novo, ele não consegue controlar o olhar. Quase baba em cima do camisetão e shorts do fazedor de vitaminas.

-Achei que você tinha roupa de mulher, dred. Não vem nenhuma vagaba aqui, não? — ela diz, sorrindo. Harry dá risada.

-NÃO ZOMBE DA MINHA SANIDADE, SUA... SUA... DANADA!

Costela diz, entrando na sala atrás do balcão da máquina de vitaminas. O garoto continua a gargalhar na mesa, e Sam sorri, mas pega sua bolsa úmida e a sacola que o velho T-Bo lhe fornecera para carregar as pastas e caminha em direção à porta.

-Hey, o que foi?

-Nada, só tô indo embora.

-Na chuva? — ele pergunta, indo até ela.

-Não sou de açúcar. Fica tranquilo.

Sam sai do estabelecimento, mas é puxada por ele.

-Eu te levo, Sam!

-Quando você vai perceber que eu não quero ser sua amiguinha? — ela diz, tirando a mão dele de seu ombro.

-Quando VOCÊ vai perceber que não precisa me atacar por causa disso?! Eu sei quem você é, Samantha Puckett. Eu sei o que você passou, e sei o que está passando. Conheço você. Deixa eu te ajudar, só hoje.

Sam levanta as sombrancelhas.

-Me escuta — Sam pega na lapela da blusa dele. — Não tente me entender. Pára de me procurar, caralho, ou eu vou te dar uma bela surra! Faz muito tempo que eu não faço isso em nerds, e não queria também. Mas parece que você não desiste nunca!

-Eu gosto de você, Sam. Eu gosto muito. Não vai se livrar de mim tão fácil.

Aquelas palavras tão doces ditas pelo 'cachinhos castanhos' quase que amoleceram o coração dela.

Ela, sem ter o que fazer, o coloca no chão. Harry arruma sua blusa e a olha feliz.

-Então... Vai aceitar minha carona?

-Não. Vou a pé mesmo.

-Tá bom. A gente se vê?

-Se eu disser que sim, você me deixa em paz?

-Claro.

-Então claro.

Harry sorri. Um sorriso completamente viciante. Um sorriso que a hipnotiza toda vez que aparece nos lábios dele. Que, quando ela vê este sorriso, se sente no paraíso.

Sem mais nem menos, ela sai correndo de lá, de camisetão mesmo. Harry, em vão, corre atrás dela, mas não consegue alcança-la.

Notas finais
Não se preocupem, ngm vai abusar dela ou coisa assim, eu nao sou taaao cruel. Sou? MUHAHAHA
Brincadeira.
O que acham que vai acontecer agora? A Sam vai pra casa dela chorar como uma garotinha? Hmmmm sei lah
REVIEWS, PLZ