You Are The Only Exception
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Desculpa por demorar tanto pra postar esse capítulo.
Quando eu acordei a Manu e suas amigas já tinham saído...
Eu posso não gostar da Manu, mas eu conheço ela é as amiguinhas dela muito bem, elas estão aprontando alguma... Só espero não ter nada a ver com isso.— Victor, rápido, nós já estamos atrasados.— Já estou indo...- levantei e fui tomar um banho rápido e me arrumar.Chegando na escola eu vou me desculpar com a Dalila, porque eu dei bolo nela de volta.— Não precisa se desculpar dessa vez, eu vi que seu pai estava em casa. E eu já sei como é o esquema quando ele está lá.- Disse ela assim que eu me aproximei dela.— Então você não está brava comigo?— É claro que sim. Você me esqueceu, amor.- disse ela fazendo biquinho.— Jamais te esqueceria, Dalila.— Então prova!- falou ela com um ar desafiador.— O que você quer?— Eu quero faltar a todas as aulas hoje, mas não sem companhia...— Por que não falou antes? Você acha mesmo que eu prefiro ficar na escola ao em vez de sair com você?- Perguntei a ela. Na verdade, eu prefiro, mas faz um tempo que eu não fico de verdade com alguém. Então essa mentirinha está valendo!— É claro que não, todos querem sair comigo.— Ótimo, só vou colocar meu material no armário. Te encontro lá fora daqui 10 minutos.- ela me deu um selinho e saiu.Pelo jeito, hoje meu dia vai ser divertido. Deixei o material no armário e mandei uma mensagem pra Daniel avisando. Quando estava saindo da escola eu me encontro com a Manoela. Ela sorri pra mim, eu finjo que não vi e saio da escola. Por que eu fiz isso? Também não sei, mas é melhor assim. Pego meu carro e saio com a Dalila.— Pra onde vamos?- pergunto a ela.— Pro shopping. Eu preciso fazer compras, querido.— Sério?— Sim, ou você prefere voltar pra escola?— Na verdade eu prefiro.- falei baixinho.— O que? Quem você pensa que é, Victor? Eu ouvi muito bem o que você disse.- Eu simplesmente não aguento mais essa menina. Parei o carro e disse:— Sai do carro, Dalila.— Como?— Sai do carro, você não quer compras algumas coisinhas? Então, o shopping é ali na frente.— Você está me dando o fora, Victor?- perguntou ela boquiaberta.— Sim, Dalila. Eu não aguento mais ficar perto de você, eu sinceramente não sei porque eu fui inventar de trocar a Ma... Quer dizer, de vir no shopping com você ao em vez de ficar na escola.— Sabia, você está gostando da nerd. Você realmente vai me trocar por aquele lixo? Olha pra mim, Victor.— Lixo é você comparada a ela. Pelo menos, a Manoela não é mais rodada que catraca.- A Dalila, já estava vermelha de tão brava, e estava fora do carro pronta pra sair, mas antes ela finalizou o teatro dela.— Escreve o que eu estou dizendo, Victor. Você ainda vai se arrepender por ter feito isso comigo.- Disse ela, batendo a porta do meu carro e saindo.Eu voltei pra escola, porque ainda dava para entrar na última aula.Eles me deixaram entrar depois de contar algumas mentirinhas, como ainda faltavam meia hora pra bater o sinal eu fui pro vestiário pra arrumar o meu armário que estava uma bagunça. Quando eu estava passando pela salinha do zelador eu ouvi alguém chorando lá dentro. E vi que a chave estava do lado de fora. Percebi que a salinha estava trancada, eu destranquei e entrei lá.— Tem alguém aí?- perguntei.— Victor?!- perguntou alguém com uma voz baixa é fraca.— Manu é você?- Eu entrei rapidamente e encontro ela sentada no chão chorando.- O que aconteceu?— Eu não sei. Me falaram pra pegar um jornal aqui, mas quando eu fui sair tinham trancado a porta, eu estou aqui a manhã inteira.- Ela me abraçou.- Obrigada por ter me salvado. Vamos sair logo daqui. — Nós saímos de lá e fomos andando calmamente para a sala, já que não tinha ninguém no corredor e ainda faltava 20 minutos para bater o sinal.— Manu, quem faria uma coisa dessa com você? — Perguntei já pensando em mil coisa que eu iria fazer para essa pessoa aprender a não mechar com a minha garota.— Eu não sei- falou ela coma cabeça baixa- Mas não se preocupe, eu já estou acostumada.— Como?- perguntei sem entender nada.— Não é só porque eu mudei o visual, que eles pararam de fazer o que faziam comigo, a única diferença é que agora eles fazem tudo escondido, porque o líder deles parou de fazer isso.- Quando eu percebi do que eu estava falando e que eu que era o tal "líder", eu me arrependo de tudo o que eu fiz pra ela. Eu era um idiota. Como eu pede ser capaz de fazer tudo o que eu fazia com a Manu, e pior ainda, fazer outras pessoa se acharem no direito de fazer isso com ela também. Eu sempre levei na brincadeira todos os apelidos que eu inventava todas as vezes que um colocava o pé na frente do outro, mas nunca pensei que os outros também faziam isso com ela.— Me perdoa, Manu. Agora eu percebo como eu era um idiota. Eu nunca deveria ter começado essa brincadeirinhas ridículas. Mas eu pensava que era só entre nós.— Não tem problema, Victor. Já é o último ano. Daqui a uns meses isso acaba.
— Não, Manu, isso não está certo. Eu nunca deveria ter começado isso, agora eu vou dar um jeito.— Como foi o passeio com a Dalila? — Não sei. Eu deixei ela no shopping e fui embora. Eu não estava mais aguentando ela. Na verdade, eu expulsei ela do carro.- A Manu, parou de andar e me olhou e começou a rir.— Ela deve querer te matar agora. — Disse ela se recuperando e começando a andar novamente.— Na verdade ela quer se vingar de mim e de você.— De mim? Por que?— Porque ela não admite que eu não goste dela.— Mas o que eu tenho a ver com isso?— Ela acha que eu gosto de você, e ela provavelmente está certa. — O semblante da Manoela mudou, ela ficou brava, eu não entendi o porque. — O que aconteceu Manu?— Por que você está fazendo isso? Me iludindo, fazendo eu me apaixonar por você? Eu te conheço, Victor. Você vai ficar comigo até se enjoar e depois vai me deixar. Eu não quero me magoar.— Olha Manu, talvez você não acredite, mas eu mudei muito, desde que nós começamos a nos conhecer melhor. Com você eu sou uma pessoa melhor e ainda mais que isso, quando eu estou com você eu sou o homem mais feliz do mundo. Eu, talvez não mereça, mas a única coisa que eu quero no momento é uma chance sua, pra te provar que eu não estou mentindo dessa vez. — Ela me olhou séria e pensativa, ainda com um ar desconfiado. Eu sei que aqui na escola é arriscado e proibido, mas se eu não fizesse isso ela não iria acreditar em mim. Puxei ela para um corredor vazio e a beijei, ela retribuiu o beijo, que foi calmo e rápido, mas cheio de desejo. O sinal bateu, nós nos afastamos bruscamente e entramos na sala de aula.— Boa noite pros mocinhos. Isso é hora de chegar na aula?- perguntou a Ana.— Aconteceu um probleminha, amiga depois eu te conto. Mas que aula que agora?— Nossa amiga, vocês estão perdidos mesmo, acabou de acabar a aula.— O que? Não acredito que eu perdi um dia de aula, teve alguma prova?— Não, amiga, fica tranquila. Aliás eu vou sair com o seu irmão hoje, ele vai almoçar lá em casa, vai conhecer os meus pais. — Ele chegou logo depois lá perto de nós. E fez uma cara falsa de tristeza e disse:— Vish amor. Eu me esqueci que eu tenho que levar a Manu pra casa. Coitadinha não tem carona e está chovendo, olha lá.- E realmente estava chovendo a Dalila vai me matar.— Amor,- disse à Ana para o Daniel- Você esqueceu que o Victor está posando lá na sua casa por esses dias e que ele tem carro e pode muito bem levar a Manu pra casa?— Verdade, Daniel. Você não vai poder escapar, vai ter que conhecer o sogrinho hoje, mesmo.— Vamos logo, Daniel. Tchau gente.- disse a Ana. Eu e a Manu apenas acenamos pra ela.— Me desejem sorte.- disse o Daniel, praticamente tremendo.— Boa sorte amigão.- disse a ele, que já estava fora da sala. — Vamos, Manu?!— Sim.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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