Notas iniciais
OOOie (: Penúltimo cap. da história... É, o fim está próximo... ai to nervosa D: e ansiosa e_e' VOU TER UM ATAQUE DAQUI A POUCO e0e qn dfuhsdufh Então, para quem está se perguntando onde estão os personagens aleatórios, tenham calma, eu não esqueci deles, tudo a seu tempo, até porque, ainda tem muuuuuuuuita água pra rolar. Ok, agora vou contar uma fofoca HOHOHOHO, Chiri estava conversando com uma amiga, esses dias, e eu escutei rsrsrs, me parece que o Alois vai conseguir obter sucesso no plano dele... E que a Hannah vai morrer )0) ÉÉÉÉ *-* se bem que... Hmmm ela pode estar mentindo hmmm. Enfim, boa leitura a todos, obrigada por continuarem me aturando e aturando a história e sintam-se a vontade para me xingar se quiserem XD

Quinta feira 20/9

ClaudexCiel-Biblioteca

Ciel, é de fato uma criança adorável. Tão pequeno e frágil, pele tão branca que realçava seus olhos azuis. Ele é perfeito e é um desperdício, alguém como Michaelis tê-lo somente para si.

— Confira essa novamente, o desenvolvimento está todo certo, mas o resultado ainda não é este... – Ele tem uma personalidade forte, formidável. Contudo, não passa de, uma merda, “armadura”, para esconder o quão frágil e carente ele é. Era isso que me atraia nele, quando vi Ciel pela primeira vez, passei a observá-lo e descobri que ele era assim. Passei a deseja-lo, precisava ter uma pessoa assim para mim. Uma pessoa que não mostra, realmente, suas intenções, logo de primeira, que é frágil, mas mesmo assim tenta se virar por si próprio.

— Não entendo o que estou fazendo de errado! – Ciel largou a lapiseira e empurrou o caderno para mim. – Na verdade, não entendo nada do que você “tenta” me explicar. – Ele é manipulador, sabe que se quiser pode controlar as pessoas e ele sabe usar bem isso.

— Você só não está acostumado com a minha forma de explicar, logo você verá, que sou tão bom quanto Sebastian. – Ao tocar no nome “Sebastian” a expressão de Ciel mudou, ficou mais “triste”, estava sentindo saudades? Peguei o caderno dele, com a intenção de achar onde ele estava errando, mas, estava tudo certo, apenas a resposta errada. Era como se ele estivesse fazendo aquilo de propósito. Interessante. – Quem sabe, damos um tempo e tentamos novamente mais tarde. –

— Que seja. – Ciel deu de ombros e cruzou seus braços.

— Você me parece meio cansado, incomodado... – Arrastei minha cadeira, ficando um pouco mais perto, abaixei meu rosto, um pouco, até poder encarar os azuis que fitavam um ponto qualquer á frente.

— O que você... – Ciel se assustou com a minha aproximação e por culpa disso, se desequilibrou na cadeira, por sorte, o tomei em meus braços antes que caísse. Nossos rostos estavam, perigosamente, próximos. Seria arriscado, de mais, tentar algo agora.

— Não fique me olhando tão de perto. — A pequena mão de Ciel foi de encontro ao meu rosto na tentativa de afastar-me dele. – Como se eu fosse um pedaço de carne, que você quer comer. – Soltei Ciel, que se ajeitou novamente, em seu lugar, estava um tanto corado. Sorri de lado e ajeitei meus óculos.

— Desculpe, apenas, não quis que meu aluno se machucasse. – Sorri irônico e Ciel soltou um muxoxo sem paciência.

— Não sou uma “boneca de porcelana” que com mera queda, se quebra. – Ciel me lançou um olhar satisfatório e autoritário, com um sorrisinho singelo em seus lábios. Realmente, ele era admirável.

— Claro que não é. – Aproximei minha mão do pequeno rosto dele. Ciel ficou “emburrado”, desviou seu olhar e afastou minha mão, de seu rosto. – Bonecas são facilmente substituídas. — Tais palavras, atraíram a atenção de Ciel. Pude ver que ele me observava pelo canto do olho., tímido. — Ou concertadas, se quebradas. Você não é um objeto. Menos ainda insubstituível você é único. – Ciel pareceu levar um susto, com o que eu havia acabado de dizer.

— Não diga essas coisas estranhas, você não me conhece direito. – Ciel esticou a mão para pegar o caderno que estava em minha frente.

— Então... Conte-me mais sobre você. – Alcancei o caderno á ele e propositalmente, nossas mãos se encontraram. Ciel desviou seu olhar para baixo puxou rapidamente o caderno da minha mão.

— O que você quer afinal? – Ciel jogou o caderno com força, na mesa, o barulho ecoou pela biblioteca. Ele estava sério e incomodado com o jeito que eu estava agindo.

— Ser seu amigo... – Tentaria faze-lo ceder um pouco hoje, me contar mais sobre ele. Contudo, estou satisfeito com os resultados que obtive hoje.

— Minha relação com você é apenas de “professor e aluno”, nada mais do que isso. — Ciel abriu o caderno e escorou sua cabeça no braço esquerdo, apoiado pela mesa. Ciel era frio, não... Ele apenas não sabe demonstrar o que sente, apesar de que seu rosto entrega qualquer sentimento que ele tente esconder sendo “frio”.

— Bom, então, já que essa é a nossa “relação”, por que você tem errado, de propósito, o seus exercícios?- Cruzei meus braços e aguardei algum tipo, de resposta vinda dele, porém, ele preferiu ficar em silencio. – Vou encarar seu “silencio,” em resposta a minha pergunta, como um pedido, singelo, de amizade. Afinal você também quer me conhecer melhor, não é mesmo? – Aproximei-me mais do ouvido de Ciel, para terminar o que tinha há dizer. — Você não precisa esconder o que você realmente quer, enquanto estiver comigo... — Ciel virou, um pouco, seu rosto em direção ao meu, seus olhos não transpareciam resistência nenhuma, ao encarar os meus. Estava incerto quanto a isto, mas, não iria jogar essa chance fora.

— Claude... Por que... – Ciel ofegou. Pus minhas mãos entre os cabelos dele e conduzi seu pequeno rosto até perto do meu. Ter meu nome dito, por ele, desta forma, era de mais para mim. Um beijo poderia ter acontecido naquele momento, poderia.

— Maldito! O que você acha que está fazendo?- Dois tapas. Um de cada lado do meu rosto. Foi tudo o que eu “ganhei” naquele momento. Ciel estava carente e isso era evidente, mas não aceitaria minhas caricias tão facilmente. Se bem que, ele cedeu fácil...

— Desculpe. Só achei que você... -

— Vou até o banheiro. — Ciel alterou seu tom de voz, me interrompendo. — Quando eu voltar, espero não ter que aturar mais uma das suas atitudes, estranhas. — Ciel empurrou sua cadeira e saiu, deixando-me sozinho.

...

Daria duas aulas para ele hoje, já estávamos na segunda. Como Ciel havia dito, ele não queria que eu continuasse “agindo estranho”, sendo assim, dei três páginas de exercícios, frente e verso, para ele fazer.

— Não aguento mais... – Ciel jogou o livro de matemática longe junto com o caderno, lapiseira e borracha. O espiei por cima do livro, que eu estava lendo, ele batucava seus dedos na mesa e escorava seu rosto na outra mão. – Já chega. Vou embora, estou cansado. – Conferi a hora em meu relógio “18: 40”

— Ainda temos vinte minutos de aula. — Fechei o livro e o pousei em cima da mesa.

— E você não terminou seus exercícios. – Ciel me encarou com o seu cenho enrugado.

— Eu os termino em casa. Não aguento mais ficar aqui dentro. – Ciel levantou-se e foi até onde as coisas, que ele havia jogado, estavam.

— Você reclamava tanto assim, quando Sebastian lhe dava aulas? — Fui até onde Ciel estava, fiquei de pé o encarando de cima, enquanto ele estava agachado, recolhendo suas coisas.

— Você é sempre tão estranho assim? — Ciel levantou-se com suas coisas entre os braços. Ele era de fato, um tanto baixo, mais do que eu pensava que era. – Ao invés de ficar ai, fazendo perguntas que não lhe convém, por que não me ajuda com isso? – Ciel empurrou suas coisas para mim, me obrigando à segura-las.

Fim ClaudexCiel- Biblioteca

Definitivamente, eu estava adorando ver Claude tomar uns bons cortes, depois que tudo acabar tenho que me lembrar de agradecer á Ciel, por ter sido “tão gentil” com o meu Claude, contudo, quase perdi meu auto controle, quando aquele filho de uma puta, avançou mais do que deveria.

Mandei meu relatório para Sebastian e tive uma resposta nada gentil dele. Bom, lamento se ele não gosta de saber da verdade, se eu pudesse, também não gostaria de saber... “Se você não soubesse de tudo isso, você seria iludido do que naturalmente já é.” Já era tarde e por culpa disso a escola já estava fechada. Claude e Ciel conseguiram por que Claude conseguiu uma copia da chave, quando pediu permissão para ficar na escola até mais tarde. É... E eu fico como?

...

“ Se não estiver fazendo nada venha aqui.”

Havia conseguido sair da escola por uma janela do banheiro masculino e assim que cheguei em casa tomei um banho, o mais rápido que eu pude, comi(engoli) um bolinho e sai, para casa de Claude. Lá vou eu prestar meus serviços á esse ingrato. “Se você realmente não estivesse satisfeito, você não estaria indo pra lá como uma cadelinha no cio.” Destranquei a porta e ao abri-la, me assustei ao me deparar com Claude parado em frente à porta. Hahaha, que é a cadelinha no cio agora?

— Não vai me convidar para entrar? – Fiquei em silencio e dei passagem para Claude entrar, ele entrou e eu fechei a porta atrás de mim. Fiquei um tempo escorado á ela, tentando assimilar as minhas ideias. Maldito, pede pra eu ir até ele e do nada, “puff”, ele resolve vir até aqui, sem avisar.

— Por que você veio até aqui?- Claude já estava sentado no meu sofá, como se tivesse muita intimidade. Eu te disse para sentar? Você está na minha casa, minha, eu mando aqui e tudo o que eu falo aqui dentro é lei! “É, claro.” – Eu já estava de saída e... – Claude me impediu de terminar de falar, havia me puxado pelo braço, me fazendo sentar no colo dele. Eu fiquei surpreso com isso... O que? Ele vai querer, finalmente, me recompensar por todo meu trabalho “duro” e eficiente? “Francamente, só há uma coisa aqui que está “duro” e não é o seu esforço.”

— Já está muito tarde para você sair na rua. – Claude posicionou suas mãos na minha cintura, me dando arrepios. Não disse? Eu disse. Um dia ele, ainda, iria se preocupar comigo, tanto quanto eu me preocupo com ele. – E além do mais, Hannah estava indo para minha casa. Não estou com paciência para atura-la. — Mas eim? Depois de “tanto tempo” de convivência com ele, só hoje eu descobri que ele também não gosta dela? Óh, interessante. Agora eu me pergunto: “Alguém gosta dela?” Bom eu acho que não, nem a mãe dela gostou dela, tanto que ela é a filha adotada.

— Então... – Claude movimentava suas mãos, para cima e para baixo, na minha cintura. Aquilo era um tanto constrangedor, se ele estava querendo tirar o meu autocontrole, ele estava conseguindo. Senti que meu corpo estava começando a corresponder ao seu toque, em especial, meu rosto que estava vermelho, conseguia vê-lo pelo reflexo das lentes, do óculos de Claude. – O que você quer? – Minha voz falhou um pouco e Claude sorriu. Ele bem que podia dizer: “Eu só queria te ver. Vi que tentar algo com o Ciel não ia dar certo, por que é você que eu quero.” É, mas, ele só diria algo assim nos meus sonhos.

— Quero que você dê uma coisinha, amanhã, para o Ciel. – Claude colocou sua mão direita por dentro da minha camiseta, atacando direto meu mamilo. Acabei não conseguindo conter um gemido e tal aumentou, mais ainda, o sorriso, sacana, de Claude.

— O-o que eu tenho que dar á ele? — A mão de Claude que estava antes na minha cintura, desceu até a minha entrada. Ele fez movimentos, com dois de seus dedos, por cima da minha calça, naquela região. Claude aproximou seus lábios do meu ouvido e sussurrou:

— Uma droga. – Aquela frase ecoou dentro da minha cabeça. Ele realmente o quer... De qualquer jeito. A mão de Claude, que antes estava atiçando meu mamilo, desceu até meu membro tirando o foco dos meus pensamentos com seus movimentos. – Você vai fazer isso não vai?- Conforme Claude pronunciava cada palavra seus movimentos aumentavam. Ele havia me excitado tanto, que já sentia o clímax chegar. – Alois, você vai ser um bom menino e fazer o que eu estou lhe mandando, não vai? – Um gemido alto anunciou que eu havia chegado ao meu limite, tudo que consegui sussurrar foi um “sim” falhado e depois desmontar em cima de Claude. – Bom menino. -

Notas finais
Continua...
AUEHAUEHAUEHAEHUAEUAHEUEHAUEHAUEHUAEH ninguém gosta da Hannah, morri Q CLAUDE SEU SAFADO! SAFAAAADO, jogou sujo com o Alois u-u E AGORA TU TA LOUCO DAS DORGAS? É ISSO MESMO? Ò_Ó que coisa feia u_ú Mau exemplo! Aposto que ta comprando as dorgas com o tio Lau hmmmmmmmm >_> GUSDFHSDUFHSDIFJSDFJ POXA ALOIS! Tu era pra ter dito que não faria! Imagina, o Claude ia abusar bem mais de ti, talvez. rsrsrsr Viu u_ú bicha burra não pensa, ai,ai,ai u-u UFHSUGHDG tadinho do Alois ♥
Enfim, é ta chegando no fim, o próximo fá será o final ^^ obrigada a todos que acompanharam até aqui, vocês me fizeram muito feliz XD Ta vou deixar os agradecimentos para o cap. Final Q
Até o próximo.