Notas iniciais
Eu passei umas 3/4 horas tentando escrever esse capitulo, e ficou uma SHIT! ¬_¬'' Desculpem-me por estar ruim ;-; mas hoje as coisas não estavam colaborando muito (lê-se:ChiriChiri estava de mau humor) Infelizmente, por culpa minha, esse cap. ficou bem chato e sem ação, mas nos próximos vai ter bastante ações (ta, não digo muitas, mas vai estar mais "divertido" do que este) se é que vocês me entendem MUAHAHAHAHA Q, enfim, boa leitura e obrigada por acompanharem essa coisa )0)

Claude saiu do quarto me deixando sozinho neste. Quando tive certeza de que ele já estava na parte de baixo, joguei as roupas que ele havia me entregado na porta, fechada, do banheiro.

— “Não estou fazendo isso porque me preocupo”- Imitei a voz de Claude. – Um dia... UM DIA você irá se preocupar, tenha certeza disto!- Juntei, bruscamente, às roupas jogadas e entrei no banheiro resmungando, mandando Claude para o inferno e mais além. O banheiro era grande também, contudo era um banheiro normal, a não ser por uma banheira (mega) grande, com um chuveiro acima.

— Banca o gostosão pra cima de mim, o bom samaritano e depois acha que pode falar o que bem entender!- Liguei o chuveiro, deixei a água quente escorrer pelo meu corpo. “A culpa é sua, se você quer a minha opinião. Você resolveu agir muito cedo.

-Antes cedo do que nunca. – Esfreguei o sabonete na esponja e logo em seguida passei pelo meu corpo. “Ainda assim, deveria ter esperado e ter investido na aproximação da Hannah, mas não! O Alois tem que agir por impulso. ”

— UWAAAAAAAAAAAA! — Claude havia entrado banheiro naturalmente, como se não houvesse ninguém ali. Com o susto escorreguei na extremidade lisa da banheira e cai sentado. Senti que todo meu rosto estava ruborizado. Claude é algum tipo de tarado, maníaco? Que te trata mal, te manda tomar um banho e depois te estupra?! Bom... A parte do estupro... – O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?- Me apoiei, ainda sentado, na beirada da banheira, e vi Claude abaixado perto de onde estavam minhas roupas molhadas.

— Bom, acho que estou na minha casa não é mesmo?- Claude olhou para mim e ajeitou seus óculos.

— Você não pode ir entrando assim enquanto os outros estão tomando banho!- Não que eu realmente me importasse que ele me visse tomando banho, o fato é que ele me pegou desprevenido. Claude juntou minhas roupas molhadas, levantou-se e simplesmente ignorou o que eu tinha falado, simplesmente me ignorou. – EI! Essas são minhas roupas! O que você vai fazer com elas!?- Claude já havia aberto a porta do banheiro para poder sair. O que diabos ele quer com as minhas roupas? “Fazer uma macumba pra ti ir embora e largar do pé dele.”

— Vou coloca-las na secadora de roupas.- Meu rosto esquentou mais, e aquela sensação na barriga começou de novo. Eu não disse que ele iria se preocupar um dia? Há.

— M-mas, pra que?- Claude fechou a porta novamente, e escorou suas costas nela, ficando de frente para mim, seus olhos estavam fechados e sua cabeça baixa. Por que? Por que os meus primeiro contatos com ele tem que ser tão constrangedores?

— Para que elas fiquem secas.- Claude abriu seus olhos e ergueu sua cabeça me encarando dali, seu olhar... Toda vez que ele me olhava eu sentia um arrepio, e sentia também minhas partes intimas reagirem ao pouco “contato”. – A não ser que você conheça outra função para uma secadora de roupas.- Claude riu irônico. Me deixando mais vermelho e com uma bela vontade de sair daquela banheira e ataca-lo, nos dois sentidos.

— Você não precisa se incomodar com isso... Eu... – Fiz o possível para que parecesse que eu era um garoto extremamente inocente e fofinho. Claude continuava com sua expressão carrancuda, séria.

— Não é um incomodo. – Meu coração acelerou, e até podia sentir que meus olhos brilhavam com finalmente uma demonstração de gentileza. Ele estava cedendo? Então parecer fofinho deu certo! — É muita genti... -

— Vou coloca-las para secar, para garantir que você vá embora com o que é seu. Não quero minhas coisas em mãos de pessoas que eu mal conheço. – Claude abriu a porta e saiu me deixando de queixo caído, diga-se de passagem.

— Filho da mãe. — Murmurei baixinho entre os dentes.

...

Como esperado, as roupas que Claude havia me emprestado ficaram grandes de mais, a calça nem parava na minha cintura, e a camiseta estava mais para um vestido, quanto á roupas de baixo... Ele não me deu nenhuma. Vesti a camiseta, olhei-me em frente a um espelho, grande, que tinha na porta do guarda roupa de Claude. A camiseta tapava até metade das minhas cochas, virei um pouco de lado, para verificar se nada naquela região ficaria a amostra... Em outras ocasiões não me importaria se algo ficasse a amostra, contudo, nesta ocasião, não posso deixar Claude sentir nojo de mim, mais do que provavelmente ele já sente...

— Por que eu ainda continuo com isso? – Me vi, através do espelho, com uma expressão de derrota. Vi, pelo espelho, uma movimentação na grande janela, que ficava perto da cama de Claude.

— Por que não vestiu as calças?- Claude aproximou-se mais de onde eu estava, encarou-me com a mesma expressão de antes, logo em seguida vi seus olhos descerem, discretamente, até a parte desnuda das minhas pernas. O que é isso de repente? Será que ele ouviu o que eu disse?

— Porque elas ficaram grandes de mais... – Meu rosto ruborizou. Aquilo de fato estava sendo muito constrangedor e provocante, se eu não tivesse que agir de tal maneira, eu já teria... “Esfregado seu corpo nele, igual a uma vadia”

— Você pretende ficar sem nenhuma roupa de baixo?- Claude alterou um pouco a voz, estava ficando irritado. Não o respondi, apenas fiquei o observando pelo espelho, em silêncio. Claude murmurou algo baixinho e em seguida levou uma mão esquerda até o rosto, tapando-o.

-Maldita Hannah. – Claude caminhou até perto da porta do quarto. Droga! Eu realmente estava incomodando-o mais do que eu pensei. Mas ele concordou que eu viesse para casa dele... Sim, mas Hannah viria também, então ele não teria que me aguentar sozinho.

— Ahm... A-acho que é melhor eu ir para casa... – Falei antes que ele saísse do quarto, fazendo-o parar com a mão na maçaneta da porta. Claude ficou, alguns segundos, parado até que saiu do quarto me deixando sozinho no cômodo. “Fazer-se de coitadinho para ele não deu certo, apelações sentimentais não vão funcionar com ele.” É, e desde quando que eu desisti de algo que eu quisesse? Desde quando que eu desisto tão facilmente? Desde quando eu dou bola para essa voz chata? Nunca!

...

— Finalmente você desceu. – Parei no ultimo degrau, observei Claude sentado no sofá com os braços e as pernas cruzadas, e uma pilha de livros em cima da mezinha de centro. Pisquei algumas vezes para ter certeza de que eu estava vendo bem, e se meu cérebro havia processadas as palavras dele corretamente.

-Vai me dar aula? – Claude concordou. Fui até o sofá, que ficava de frente ao que ele estava sentado. – Pensei que queria que eu fosse embora... – Falei em um tom normal, já que fingir ser tão inocente assim não estava dando certo. Claude respirou fundo e ajeitou seus óculos.

— Em momento algum eu disse que queria que você fosse embora. – Meu coração de um salto forte, e minhas bochechas, ruborizaram. Claude estava com uma expressão mais amigável no rosto, e um meio sorriso quase imperceptível.

...

“Feliz só será

A alma que amar.

'Star alegre

E triste,

Perder-se a pensar,

Desejar

E recear

Suspensa em penar,

Saltar de prazer,

De aflição morrer —“ (Johann Wolfgang von Goethe; Feliz só será)

Haviam se passado 4 horas desde que a aula com Claude havia começado. Agora ele, recitava mais um poema chato e sem sentido, deitado no seu sofá com o livro de poesias acima da sua cabeça, apoiado por seus braços. Não aguentava mais ouvir poesias e coisas relativas. Por que eu fui dizer a maldita literatura?

— Então, quem é o autor, qual o nome da obra e qual o seu gênero?- Claude virou seu rosto para mim, parecia tão cansado quanto eu. Eu havia me sentado no chão, apoiado minha cabeça na mesinha de centro, depois de 15 minutos de aula com ele.

— Não sei. — Falei sem animo, Claude respirou fundo, levantou-se do sofá e caminhou até a mesinha, onde se agachou até que seus olhos ficassem na altura dos meus. A aproximação repentina me assustou e acabei por ficar vermelho, conseguia sentir sua respiração quente bater no meu rosto levemente, seu rosto estava perto...

Notas finais
Continua...
AE, VAI ROLAR BEIJO? G_____G' Claude é um maniaco estuprador do banheiro USDHFUSDHGUIS, coitado do Alois, tava lá tomando seu banho bem feliz quando de repente *TANDANDAN~musica de revelações de filme de suspense* aparece o Claude bem de boas no banheiro E NÃO TENTA NEM ABUSAR DO GAROTO!Ò_Ó TA SE FAZENDO, ESSE CLAUDE(olhos de gema rsrsrs) sei muito bem que quando o Alois for pegar as roupas dele, vai estar faltando a roupa intima. Claude não me engana, não mesmo, vai pegar a roupa do Alousio e vai ter ataques de menininha aham u_u'hdfushfisjdfsijf nnn
Até o próximo cap! ^^