Notas iniciais
como assim 100 comentários? Ç____Ç *morre* gente ... Eu pulei por toda casa quando eu vi 100 ,_, a minha mãe achou que tinha, finalmente, chegado a hora de me internar e_e qq Para quem achava que não passaria de 15 comentários, ou menos ( porque tem toda aquela história de eu ser complexada com o que eu escrevo biriri borororo), ter 100 comentários é ... POXA! É MAIS DO QUE O TRIPLO DAS MINHAS EXPECTATIVAS TT3TT Muito obrigada! Por acompanharem a fanfic, por comentarem, por rirem das minhas palhaçadas *ChiriChiri chorando é*, por me deixarem muito feliz! *-* ♥ E né... Boa sorte com esse cap :3

"A aproximação repentina me assustou e acabei por ficar vermelho, conseguia sentir sua respiração quente bater no meu rosto levemente, seu rosto estava perto..."

Claude pôs suas mãos, gentilmente, uma em cada lado, do meu maxilar. Um arrepio percorreu por todo meu corpo, inclusive onde ele me tocava. Respiração um pouco ofegante e o rosto corado, obviamente, porém, meu coração batia tão alto, que podia jurar que eu tinha um tambor ao invés do órgão, e aquela sensação na barriga, cócegas... Ou sei lá o que era aquilo. A boca de Claude movia-se, mas eu emitia som algum, tudo que eu conseguia escutar era meu coração batendo. Tão perto. Ergui minhas mãos com a intenção de coloca-las junto às dele.

— ... Você entendeu?- Claude pôs-se de pé novamente e caminhou até a cozinha me deixando sozinho. O que? O que Claude falou? O que eu tenho que entender? Mas que droga! Não saia assim tão de repente, achando que esta tudo bem, se aproximar tanto assim de mim! “Não finja que não gostou, e menos ainda tente bancar o inocente agora, Alois, isso não combina com a gente.”

— Entendi, entendi que eu não devo hesitar em te agarrar na próxima. – Falei baixo. Coloquei minha mão direita, onde antes estava a mão de Claude. Observei de onde eu estava à rua, pela janela, a chuva continuava, tão forte quanto antes. Um clarão invadiu a sala sendo seguido pelo barulho de um trovão. Claude voltou da cozinha com uma bandeja, com dois copos com suco, de laranja, abacaxi, sei lá. E pãezinhos de queijo.

— Ahm... O que eu deveria ter entendido?- Perguntei assim que ele pousou a bandeja sobre a mesinha.

— Que se você não demonstrar que está aprendendo, e que tem interesse em aprender, eu irei parar de perder meu tempo com você. – Claude sentou-se no sofá a frente e bebeu um gole do suco.

— Sempre tão simpático assim?- Acabei não percebendo o que falei e que falei em um tom audível. Peguei o outro copo que estava na bandeja, contudo meu braço foi parado, bruscamente, pela mão de Claude, fazendo com que eu quase derrubasse o copo.

— Eu não disse que isso era pra você. – Claude falou seco, curvou-se até ficar um pouco mais perto de mim. O QUE!? Ele é louco ou o que? Por que ele esta agindo dessa maneira? Ele não é assim... Ou é? “Por mais que você o observasse, que procurasse saber mais sobre quem e como ele era, você nunca saberia, de verdade, quem Claude Faustus é, você deveria me ouvir às vezes.”

— O que você acha que está fazendo!? Mal... — Tudo escuro. Com a interrupção e com o silêncio, que agora reinava, conseguia ouvir o barulho da chuva e do vento que a acompanhava. Meu corpo começou a tremer, aquele breu estava sufocando. Mas não era apenas isso que me sufocava...

— O que você... Está chorando?- Claude ainda segurava meu braço, e por mais que eu o puxasse ele não o largava. Várias lágrimas escorriam por meu rosto. Não era isso que eu queria... Não era assim que eu achava que seria. “Por que está chorando? Não era apenas desejo de tê-lo aos seus pés?”

— CALE A BOCA!- Consegui soltar meu braço e infelizmente havia gritado algo que não era para Claude. Sentia meu braço doer devido à forma “delicada” como Claude havia me segurado.

— Vou te levar para casa. — Claude falava com um tom mais sério do que o de antes. Enquanto falava pego o celular que estava em seu bolso, clareando um pouco onde estávamos. – Ou você prefere ligar e pe...-

— Meus pais não aparecem em casa á quase três meses!- Gritei, e encarei seus olhos dourados que agora encaravam aos meus. Claude surpreendeu visivelmente com a declaração. – Não há ninguém lá. – Desviei o olhar e enxuguei minhas lágrimas.

— Já que é assim, então te levarei em casa. — Claude levantou-se e usou a luz do celular para sair de perto do sofá.

— NÃO!- Sem mesmo perceber, havia me levantado e agarrado à mão , com o celular, de Claude, e o encarei com certo desespero transparecendo em meus olhos. – Eu... — Claude virou seu rosto para mim, estava surpreso, confuso, irritado e um monte de coisas, que poderia estar sentindo naquele momento. — Tenho medo do escuro... – Desviei meu olhar novamente do dele. – E de ficar sozinho, no escuro. – Claude soltou um suspiro em sinal de desistência e passou sua mão livre em seu cabelo.

— Tudo bem... – Claude soltou minha mão, e agora de frente para mim, ele exibia um sorriso de desgosto. Sé é que aquilo poderia ser chamado de sorriso. – Você ficará aqui. Esta, única, noite. – Nada como algumas lágrimas e um pouco de drama para persuadir alguém, e felizmente, deu certo.

...

— Não tem outros quartos aqui e nem um colchão reserva... – Estávamos no quarto de Claude, com uma luz de emergência que quebrava um pouco o galho. E para minha sorte, provavelmente, dormirei na mesma cama que Claude! – Então, você pode dormir na cama, que eu dormirei no chão... – Claude pegou seu travesseiro, algumas cobertas e pousou seus óculos sobre o criado mudo. Sacripanta maldito! Com você dormindo no chão, não tem como eu abusar de você! Deitei-me na enorme, confortável, cama de casal que tinha ali, e claro, aspirei o, máximo, do cheiro dele que estava impregnando nos travesseiros, até que...

— CLAUDE!? — Claude estava despindo-se na frente do grande espelho que ficava no guarda roupas. — O que você está fazendo?!- Vamos reformular esta pergunta, “Por que você não vem tirar sua roupa mais perto? Para eu poder examinar, bem, o seu corpo.”

— Admirando o quanto eu sou lindo só de roupa de baixo.- Claude estava apenas com uma boxer verde escuro, que marcava bem o volume de seus quadris e de seu... Seu... MAS QUE COISA É AQUELA? Isso não é de deus! – Me preparando para dormir obviamente. – Claude virou-se de frente, mostrando todo aquele, nada discreto, volume tão pecaminoso. Droga, como é que eu vou dormir com isso agora? Corpo maldito que age inconscientemente me impedindo de pensar direito.

— Ah... Mas ainda é cedo para dormir... – Escorei meu queixo na beirada da cama. – Você já está com sono?- Claude já estava deitado ao lado da cama, com os olhos fechados e coberto. – Eu não estou com sono ainda... – Claude enrugou sua testa e abriu seu olho esquerdo.

-Feche os olhos e durma garoto. – Claude virou-se de lado, dando as costas para mim. Rolei na cama, até ficar no meio desta, e soltei um suspiro de tédio. Francamente, Claude é um rabugento, antissocial.

— Mas eu não tenho sono... – Falei com a voz arrastada e manhosa. Claude murmurou um “Francamente” e levantou-se.

— Então vou fazer você ter. – Meu rosto ruborizou e uma parte baixa em especial, pareceu esquentar... Claude estava por cima de mim. Tendo terminado a frase, Claude, levantou a camiseta, gingante, que eu estava usando, com sua mão fria, me causando arrepios.

Notas finais
Continua...
SANTOPADRESEBASTIANMICHAELIS ;O; Alois vai conseguir o que queria? Claude está cedendo? Ciel e Sebastian irão voltar? Hannah está morta? Descubra Sexta Feira, no Globo Repórter QNN MASOQ! Alois merece um óscar por melhor ator dramático do ano u_u E o Claude também, por ser o mais "gentil" ISDHGISDJSDIUF ,_, não acredito que vai rolar, será que vai mesmo? G_G' Ou a Hannah vai chegar bem na hora? :O AAAH NÃO U_U essa vadea tem que estar morta, contudo se ela aparecer nessa hora, acho que o Alois é capaz de agarra-la pelos cabelos e furar os dois olhos dela u_u é! Q igfjdisjfsif Enfim, espero que tenham gostado ^^ Obrigada por lerem rs :3