Notas iniciais
Para minha mana, Iara - Queen Jeller - como agradecimento à tudo. Obrigada Blindspot por tudo o que você me proporcionou. A oneshot é baseada na música "You Are in Love" da Taylor Swift; a qual você pode conferir com a tradução aqui https://www.youtube.com/watch?v=Pyz6mLURrrc. Aproveitem, gente linda ♥

One look, dark room

Meant just for you

Time moved too fast, you play it back

(Um olhar, quarto escuro

Feita especialmente para você

O tempo corre rápido demais, você reprisa em sua mente)

Abriu os olhos lentamente, acostumando-os aos intensos raios de sol que ultrapassavam as pequenas frestas da janela fechada, bordando uma nova manhã de sábado. Quando se situara, Tasha deu um preguiçoso, mas genuíno sorriso ao sentir o calor do peito que servia como seu travesseiro e do braço que abraçava sua cintura. Juntou os olhos para conseguir enxergar o horário no relógio digital do bidê ao lado da cama: eram 08h26 da manhã. Repetiu o sorriso preguiçoso quando seus olhos trocaram o foco para o objeto ao lado do relógio – um globo de neve de porte médio. Tasha se deixou fechar os olhos não somente porque não queria sair de onde estava, mas sim para acompanhar as reprises em sua mente.

Buttons on a coat

Lighthearted joke

No proof, not much, but you saw enough

(Botões em um casaco

Piada despreocupada

Sem provas, não muitas, mas você viu o bastante)

Era o começo do segundo mês que eles estavam sendo algo a mais, por mais que não sabiam como chamar aquilo. Estava frio – muito frio – mas Roman insistira que pelo menos vissem a neve de perto no parque por alguns minutinhos.

— Eu não acredito que eu concordei em sair. – reclamou Tasha, batendo os dentes de frio enquanto andava de mãos dadas com Roman. – Estou congelando!

Ele a puxou para mais perto, aquecendo-a.

— Eu estava com saudade de sair de casa. – Roman disse, sorrindo com flocos de neve em sua barba. – Precisávamos respirar um ar fresco.

— O ar de Nova York não é fresco, é poluído. – Tasha retrucou.

Roman riu de forma sarcástica.

— Você sabe o que eu quis dizer.

Os dois pararam quando avistaram um humilde músico tocando seu violão no parque enquanto cantava uma música popular.

— Esse homem é doido! Por que não está tocando no metrô? – disse Roman em um tom baixo para Tasha.

— Talvez ele quisesse tocar ao ar “fresco”. – Tasha retrucou com um sorriso debochado, daqueles que eram de sua especialidade.

Roman retribuiu aquela resposta revirando os olhos. Quando o músico acabara de tocar, os dois aplaudiram e Tasha deixou alguns trocados no case do violão dele. O músico agradecera e logo depois, disse:

— Essa vai para vocês!

Ele começara a tocar a música “Take My Breath Away”, da banda Berlin. Tasha riu com a escolha, achando-a brega, mas Roman estendeu pegou a mão de Tasha, puxando-a para uma dança lenta.

— Você não está me fazendo fazer isso! – disse ela, rindo.

— Ah, para! – Roman retrucou. – Você queria que eu fizesse isso.

Tasha revirou os olhos e depois os fechou, apoiando o perfil esquerdo de seu rosto no peito de Roman em consequência de sua diferença de altura. Deixou-se levar pelo ritmo da melodia acústica, quase não conseguindo sentir a mão dele em questão do espesso casaco que usava para proteger-se do frio – porém, ela ainda conseguia sentir o arrepio de quando Roman a tocava. Depois de uma pequena eternidade, a música chegou ao seu fim e Tasha voltou o seu rosto para Roman. Por um pequeno instante, olhou para aquele olhar azul-esverdeado, perdendo-se na profundidade daquele pseudo-oceano. Em seguida, seus olhos focaram em sua barba.

— Você tem neve na sua barba. – Tasha afirmou.

Ela trouxe suas mãos até a barba de Roman, limpando os pequeninos flocos de neve. Enquanto isso, ele envolveu sua cintura em um abraço.

— Pronto. – Tasha disse, lhe dando um terno beijo depois.

Naquele instante, ela já sabia o bastante; ela já tinha visto o bastante.

Small talk, he drives

Coffee at midnight

Moonlight reflects the chain on your neck

He says "look up"

And your shoulders brush

No proof, one touch and you felt enough

(Conversa fiada, ele dirige

Café à meia-noite

A luz da lua reflete a corrente em seu pescoço

Ele diz "olhe para cima"

E seus ombros de tocam

Sem provas, um toque, e você sentiu o bastante)

Era o meio do segundo mês que eles estavam sendo algo a mais, por mais que não sabiam como chamar aquilo. Era o início de uma madrugada fria, entretanto, os dois estavam no carro de Roman enquanto estavam a caminho de sua lanchonete favorita. Na curta viagem, enquanto Roman dirigia, conversaram sobre coisas triviais – algo que era bom para variar das conversas do trabalho que geralmente tinham. Recém estavam se arriscando a terem conversas profundas – e estava sendo um começo um tanto promissor. Na lanchonete, os dois – praticamente dependentes da cafeína – pediram um café, mesmo sendo meia noite passada. Continuaram as conversas triviais um de frente para o outro, em uma quadrangular, até que o olhar de Roman pareceu estar focado em outra coisa.

— Roman! – chamou Tasha, tirando-o de sua concentração. – O que você está vendo de tão interessante?

— Tem um cara olhando para você. – respondeu Roman. – À sua direita, mais para trás.

Tasha levantou uma sobrancelha.

— E por que não estaria? – Tasha disse, cruzando os braços.

Roman deu um riso abafado.

— Se eu não soubesse melhor diria que você está com ciúmes. – provocou Tasha, se aproximando.

— Eu? – perguntou Roman, sarcasticamente. – Isso é uma coisa que eu não tenho.

— Corrigindo, — começou Tasha. – Que você não consegue admitir que tem.

Roman revirou os olhos, vencido, e Tasha riu em vitória.

Os dois degustaram seu café lentamente, trocando histórias, sorrisos e olhares. Também aproveitaram sua ida até a lanchonete para comer um pedaço de torta. Quando estavam saindo da lanchonete, Roman olhou para cima e disse para Tasha fazer o mesmo.

— O céu está lindo, o que é milagre para Nova York. – ele disse.

— Está mesmo. – concordou Tasha quando seus ombros se tocaram.

A luz da lua refletia na pequena corrente no pescoço dela. Roman entrelaçou os dedos de sua mão esquerda na mão direita de Tasha. Ainda olhando para cima, continuou:

— Sabe, antes eu não conseguia prestar atenção nessas coisas. Achava bobagem, porque eu costumava crer que não tinha tempo para isso. Tempo para essas coisas que realmente fazem a vida valer a pena, sabe?

Tasha traçou seu olhar para Roman e perguntou:

— Antes?

— Antes de você. – ele revelou, voltando seu olhar para o rosto de Tasha. – É inevitável eu não ficar com ciúmes, como é inevitável que olhem para você, de tão linda que você é. A verdade é que eu tenho muito medo de te perder.

Tasha sorriu e distribuiu-lhe um beijo como resposta a tudo o que ele disse.

— Você não vai me perder.

Naquele instante, ela já sabia o bastante; ela já tinha sentido o bastante.

Morning, his place

Burnt toast, Sunday

You keep his shirt, he keeps his word

For once, you let go

Of your fears and your ghosts

One step, not much, but it said enough

(De manhã, na casa dele

A torrada queimada, domingo

Você fica com a camiseta dele, ele mantém sua palavra

Pela primeira vez, você esquece

Dos seus medos e seus fantasmas

Um passo, não é muito, mas disse o bastante)

Era o começo do terceiro mês que eles estavam sendo algo a mais, por mais que não sabiam como chamar aquilo. Em uma manhã de domingo, os dois estavam no apartamento dele. Roman estava cozinhando ovos mexidos quando Tasha o abraçou por trás, dando um beijo em suas costas torneadas.

— Bom dia! – ele disse, com um meio sorriso.

— Bom dia! – ela respondeu, ficando nas pontas dos pés para dar um beijo rápido em sua bochecha coberta pelos fios loiros da barba.

— Eu fiz a torrada do jeitinho que você gosta. – revelou Roman.

— Hum! Obrigada! – disse Tasha, soltando o abraço para procurar sua torrada.

Encontrou sua torrada, dura e quase queimada, do jeitinho que ela gosta. Roman já a conhecia o suficiente para saber como ela gostava das coisas – por mais que já no primeiro dia ele sabia como ela gostava das coisas no quarto. Apoiou-se na bancada, passou a manteiga em sua torrada e começou a se deliciar. Ela estava usando uma das camisetas de Roman – que, honestamente, já era praticamente sua. Ele olhara da cabeça aos pés, depois voltou o seu olhar aos ovos mexidos quase prontos.

— O que é? – Tasha perguntou de boca cheia.

— Eu só amo essa minha camiseta em você. Fica muito melhor do que em mim. – Roman respondeu.

Tasha deu um sorriso de boca fechada e continuou a comer sua torrada.

Já se completavam três meses e os dois estavam mantendo palavras não ditas. Pela primeira vez, a mente de Tasha era calada de seus medos e fantasmas e o olhar de Roman dizia o mesmo. Pela primeira vez, em muito tempo, ela se sentia feliz. E, por muito tempo, ela acreditara que não conseguiria ser feliz. Roman acendera algo nela que ela nem mesmo conhecia, algo que a fazia querer ser melhor, não só por ele, não só pelos outros, mas para si. Ela sabia que seus medos e fantasmas sempre a assombrariam, porém, com Roman, ela não se deixava sucumbir-se a eles.

Tasha estava dando um novo passo em sua vida, que não parecia muito, entretanto, era. Ela já sabia o bastante; esse novo passo já tinha dito o bastante.

You kiss on sidewalks

You fight and you talk

One night he wakes, strange look on his face

Pauses, then says, "you're my best friend"

And you knew what it was

He is in love

(Vocês se beijam em calçadas

Vocês brigam e conversam

Uma noite, ele acorda, um olhar estranho em seu rosto

Pausa, depois diz, "você é minha melhor amiga"

E você soube o que aquilo era

Ele está apaixonado)

Era o meio do terceiro mês que eles estavam sendo algo a mais, por mais que não sabiam como chamar aquilo. A primavera desabrochava da mais bela forma em Nova York e os não podiam deixar de dar um passeio. Caminhar por aí, sem hora e nem mesmo lugar para se chegar. As jovens, novas flores foram testemunhas de seus risos e de beijos ternos nas calçadas. Porém, quando voltavam do passeio para o apartamento de Tasha, as escadas do prédio foram testemunhas de uma discussão. Ela nem se lembra exatamente o que foi que atiçou a briga, ela só sabe que começou e não parecia haver alguma hora próxima para terminar. Adentraram o apartamento ainda discutindo e, com aquela excruciante que corria em suas veias, Tasha decidiu sair de perto de Roman antes que ela cometesse alguma bobagem. Ela se conhecia e sabia que algo do tipo aconteceria se não desse um tempo para sua mente espairecer. Deixou Roman na sala, foi para o quarto, fechou a porta e deitou-se na cama, em derrota. Olhou para o relógio digital do bidê ao lado da cama: 18h42. Bufou com tudo o que tinha acontecido, tinha ódio disso. Os dois eram teimosos, o que era uma condição perfeita para esse tipo de coisa, porém, por mais que ela adorasse estar certa não fosse qual a discussão, parecia que com ele essa fortaleza sempre falara mais alto para desmoronar. Nem quando discutia com a Patterson isso acontecia. Tasha levou as mãos ao rosto, sentindo lágrimas de raiva surgirem em seus olhos. Ficou ali por minutos que foram sentidos como uma cruel, pequena eternidade, até que ouvira batidas na porta.

— Pode entrar. – ela deixou, sentando-se na cama.

Roman abriu a porta lentamente, sentando-se na cama em seguida.

— Eu pedi comida mexicana daquele restaurante que você gosta. – ele revelou.

Tasha lenta e levemente assentiu com a cabeça, abraçando os joelhos. Roman respirou fundo.

— Você sabe que eu odeio ser tão teimoso. – admitiu ele.

Tasha deu um meio sorriso.

— Se eu também não fosse, essa discussão não teria acontecido.

Roman tomou uma das mãos de Tasha.

— Me desculpa.

Ela aproximou-se de Roman e deu um beijo lento em seus lábios.

— Me desculpa também.

Os dois partilharam outro beijo, dessa vez mais rápido, seguido por selinhos.

— A comida só chega daqui uns 30 minutos. – disse ele, dando um meio sorriso malicioso.

Tasha esboçou um riso abafado e beijou Roman em resposta, puxando-o para cima de seu corpo.

Aquela noite fora tão boa que nem parecia que os dois haviam tido uma discussão tão intensa. A comida estava ótima – e as outras atividades da noite incríveis, daquela maneira que só os dois conseguiam orquestrar. Era o meio da madrugada e Tasha, deitada nua no peito de Roman, não conseguia dormir. Isso não era incomum de acontecer; às vezes ela era castigada com repentinas insônias. O relógio digital no bidê ao lado da cama indicava 03h17 da manhã. Dando um pequeno grunhido, Roman de repente despertou com um olhar estranho e olhou para Tasha. Ela juntou as sobrancelhas em resposta. Ele deu uma pequena pausa e disse:

— Você é a minha melhor amiga.

Tasha fechou os olhos e o abraçou com mais ternura e ele fez o mesmo. Antes de conseguir adormecer, ela sabia o que aquilo era. Ele estava apaixonado.

E ela já sabia o bastante.

So it goes

You two are dancing in a snowglobe round and round

And he keeps a picture of you

In his office downtown

(E assim continua

Vocês dançam em um globo de neve, dando voltas e voltas

E ele mantém uma foto sua

Em seu escritório, na cidade)

Era o fim do terceiro mês que eles estavam sendo algo a mais, por mais que não sabiam como chamar aquilo. Era uma sexta-feira de primavera, e os dois estavam arrumando-se no locker room para uma noite em um bar que eles e que a equipe adorava. Quando terminara de se arrumar, Tasha se aproximou de Roman e seu armário, dizendo:

— Depois você vai comigo para minha casa, certo?

— Estaria louco se dissesse que não. – ele respondeu com um sorriso.

Ela retribuiu o sorriso, porém, logo após de notar algo no armário de Roman, levantou as sobrancelhas em surpresa.

— Aquilo é uma foto minha no seu armário?

Tasha sorriu e ele corou, dando um sorriso tímido enquanto colocava sua camiseta.

— Sim... – ele respondeu, pegando a foto em suas mãos de uma forma até tanto delicada. – É você sim.

Ele mostrou a foto e esboçou um riso abafado. Tasha pegou a foto em suas mãos, com um meio sorriso. Era uma foto recortada de um jornal de pouco tempo atrás. Ela lembrou-se que essa foto acompanhava uma reportagem que contava sobre quando ela cumpriu uma missão na qual desarmou uma bomba em Nova Jersey. O seu cabelo estava comprido, e ela esboçava um meio sorriso. Não era a melhor foto sua, mas era pelo menos decente.

— Uau. – ela disse num tom baixo, olhando para foto. Depois, voltou seu olhar à Roman. – Eu nem sei o que dizer.

— Isso é um bom ou mau sinal? – Roman questionou. – Quando eu a vi no jornal, pensei que ter sua foto aqui no meu armário iria dar sorte... Ou, sei lá. Acho que só gosto de ter sua foto no meu armário.

Ela devolveu a foto ao armário.

— Isso é muito fofo...- ela respondeu, perdendo-se naquele olhar azul-esverdeado. Como ela amava perder-se naquele pseudo-oceano. – Talvez a coisa mais fofa que alguém fez pra mim.

— Você merece muito mais. – admitiu Roman.

Tasha o abraçou pela cintura.

— Eu acredito que já tenho o bastante.

Ela ficou na ponta dos pés para encontrar seus lábios com os dele, em um beijo apaixonado.

Depois que foram ao bar, os dois seguiram para o apartamento de Tasha. Ela o guiou para o seu quarto, porém, ele a interrompeu.

— Vá para o quarto que eu preciso pegar algo na minha mochila.

Tasha juntou as sobrancelhas e perguntou:

— Ué, por quê?

— Por favor? Eu já vou até lá. – ele respondeu.

— Ok... – disse ela soltando sua mão e seguindo para o quarto.

Não demorou muito tempo para que Roman chegasse lá com o que parecia um presente embrulhado. Ele sentou-se ao lado de Tasha na cama.

— Pra você. – disse Roman estendendo o pacote. – Cuidado ao abrir.

Ela revelou surpresa no rosto, pegando o pacote nas mãos. O abriu com cautela, como ele instruiu, depois desenrolando o plástico-bolha para revelar um globo de neve de porte médio, com um cenário de um parque marcado com a neve espessa do inverno de Nova York e um casal dançando em roupas comuns da estação. Tasha espremeu os olhos para ver melhor o que havia dentro do globo de neve.

— Meu Deus, Roman! – disse Tasha. – É a gente? É a gente dançando naquele passeio que fizemos no inverno?

— É. – confirmou Roman. – Tem até o músico doido na neve, viu? – ele apontou com o dedo para a figura em miniatura do músico no globo de neve.

— Onde que você conseguiu fazer isso? – perguntou Tasha, maravilhada.

— Vi um anúncio no Instagram de um artesanato que produz esses globos de neve personalizados. – ele começara a explicar. – Eu achei tão bonitinho e como nós estamos há quase quatro meses juntos... Achei que seria um presente legal pra minha namorada.

Namorada. Foi a primeira vez que ela a chamou disso.

— É muito lindo, Roman. – ela segurou o objeto ao peito. – Eu amei. Vou colocar aqui, ao lado do relógio...

E Tasha colocou o globo de neve no bidê, ao lado do relógio. Depois, ela o beijou, explorando cada canto de sua boca. Não demorou para que o corpo de Roman estivesse acima do seu e suas roupas já estivessem por todo o quarto. De repente, ele interrompeu o beijo, e, olhando profundamente nos olhos de Tasha, disse:

— Eu te amo, Tasha.

Ela lhe deu um beijo rápido nos lábios.

— Eu te amo, Roman.

E os dois continuaram a se amar.

And you understand now why

They lost their minds, and fought the wars

And why I've spent my whole life

Trying to put it into words

(E agora, você entende o porquê

Eles perdem a cabeça, e lutam as guerras

E o motivo de eu ter passado toda a minha vida

Tentando colocar isso em palavras)

E, naquela de sábado de raios de sol intensos, Tasha deixou-se abrir os olhos depois de reprisar esses momentos tão ternos em sua mente. Agradeceu baixinho à todas as divindades e ao universo por estar com Roman. Agora ela entendia o porquê as pessoas perdem a cabeça e lutam as guerras, e o porquê os dois precisaram expressar o amor que tinham um pelo outro com aquelas três palavras.

'Cause you can hear it in the silence

You can feel it on the way home

You can see it with the lights out

You are in love, true love

(Pois você consegue ouvir no silêncio

Você consegue sentir na volta para casa

Você consegue ver com as luzes apagadas

Você está apaixonada, um amor verdadeiro)

Roman ama Tasha e Tasha ama Roman.

Notas finais
Não acredito que estou postando uma oneshot nova depois de muito tempo. Torçam para que eu consiga escrever mais (e para que eu atualize Blindspot)! Espero que tenham gostado ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!