You Are All Your Hate - Season II
11 Epílogo - Forevermore!
Notas iniciais
Eu AMEI escrever esta fic, e só facto de ter leitores tão maravilhosos quanto vocês tornou tudo muito melhor! A fic não é só minha, é também vossa. Se não fossem vocês, a fic nunca poderia ter continuado a crescer e ter chegado ao fim.
Obrigado a todos vocês por lerem, e por favor, deixem um último review para eu ficar a conhecer todos os leitores fantasmas, aqueles que um dia pararam de comentar, aqueles que espero que virão...
Espero que gostem do último cap!
*seis anos depois*
(Sam’s POV)
O Robin entrou dentro da cozinha com a maninha ao colo. Ele mal conseguia com ela.
- Madrinha, olha a Marilyn! – eu peguei a Marilyn ao colo e dei um beijo na testa do Robin, e fiquei à espera de um beijo dele na minha bochecha.
- Oh! E não ganho um beijinho?
- Não! – ele tirou a língua de fora e eu ri.
- Malandro. A Helena e a Angie estão lá fora a brincar com o Six e o Vinny. – ele correu para o jardim para ir ter com a minha filha, a do Jinxx e da Sammy, o filho do Ash e da Anny e o nosso cachorro – Oi, Marilyn. – falei roçando o meu nariz no dela num beijo à esquimó. Ela riu. Ela tinha a gargalhada do CC. Ia ser fresca esta menina.
- Olá, Tia Sam! – falou ela na sua vozinha de bebé de dois anos. A Susy e o CC, como era habitual já que o CC anda sempre atrasado, foram os últimos a passar pela porta da cozinha.
- Sam! – a Susy abraçou-me e olhou para a minha barriguinha – Já?
- Já? A Helena tem quatro!
- E o Robin tem seis! – falou o CC.
- Vais tu cozinhar? – perguntei quando ele levantou uma das tampas das panelas.
- Eu? Never! O Six? – perguntou ele com carinha de bebé. Eu e a Susy começamos a rir.
- Está na rua com as crianças. Toma conta deles!
- Claro!
- Sabes que ele não vai fazer isso, né? – brincou a Sally.
- Hey, eu continuo a ter esperança!
- Mamã… eu quero ir brincar com o mano. – disse ela enrolando o meu cabelo com o dedo.
- Ela pode? Vá lá? – pedi eu em voz de bebé.
- Ah, está bem. – coloquei a Marilyn no chão e ela foi a correr para o jardim – Nunca pensei que as coisas acabassem assim, sabes?
- Que queres dizer com isso? – disse olhando para a porta por onde a Marilyn tinha passado.
- Lembras-te quando trabalhavamos na loja do Simon? — eu sorri com a memória.
- E lembras-te quando os vimos pela primeira vez? Tu estavas completamente extasiada!
- E tu estavas completamente desligada. — ela sorriu — Sabes por que é que eu estava tão contente? – perguntou ela indo para junto da janela panorâmica da nossa casa de campo.
- Não. – ela cruzou os braços e eu aproximei-me dela, vendo o CC a brincar com o Six, a Helena, a Angie, o Robin, o Vinny e a pequena Marilyn.
- Eu tinha uma paixão pelo CC. Sabia que era loucura gostar de uma pessoa que eu nunca ia ver na minha vida sem ser num show. Mas, sei lá, eu só gostava dele. Simples assim. E então ele estava lá. À minha frente. Ele era real! Eu não tinha sonhado com o homem perfeito, ele simplesmente existia. E enquanto o fui conhecendo, enquanto conhecia o que não se sabia do CC, eu ainda me apaixonei mais por ele. Foi por isso que eu fui ter com eles depois de um mês deles se terem ido embora. Foi por isso que eu te deixei sozinha…
- Hey, não faz mal. Não mesmo. Eu estava tão confusa na altura. Eu achava que gostava do Jake. Achas isso normal? Ele era… sei lá, parecia o melhor amigo que eu nunca tive, sabes?
- Mas tu sempre gostaste do Andy.
- Acho que eu comecei a simpatizar com ele só pelo facto de ele não dar a mínima para nós quando entramos dentro da sala. Ele meio que me fazia lembrar do Dereck. Foi por isso que eu o afastei durante tanto tempo.
- Por causa do Dereck?
- O Dereck nunca me deixou, não realmente. É meio estranho, mas eu sei que ele está por aqui, algures… feliz por eu estar feliz. Eu pelo menos gosto de pensar que ele está feliz por eu ter seguido em frente.
- Claro que está!
- Mas sabes qual é a parte estranha em seguir em frente? As pessoas pensam que é quando simplesmente esquecemos essa pessoa. Mas eu não me esqueci do Dereck. Ele ocupa um lugarzinho especial no meu coração e eu gosto de olhar para as nossas fotos e lembrar-me de todas as nossas estupidezes. Eu só consegui seguir em frente quando enfrentei o passado e vi que eu estava maioritariamente triste por que não podiam haver mais momentos felizes. Mas estava feliz por ter vivido esses momentos, percebes?
- Uou… passados… o quê? Quase oito anos é que estamos a deitar as coisas cá para fora.
- Algum dia tinha que ser. – eu ri – É tão surreal nós sermos os pais, não é? Quer dizer… eu nunca me imaginei deste lado.
- Nem eu. Quer dizer, olha para nós! Não podemos ser loucos 24 horas nos 7 dias dasemana. Quando veio o Robin, eu percebi que parte da loucura tinha que ir embora.
- Ah, eu sei o que queres dizer. Sem festas até às quatro da manhã, por que tinhamos que dar de comer ao bebé, mudar-lhe a fralda. Só conheço uma pessoa que continua a ser a mesma criatura distraída e pateta. – apaguei o forno e abri a portinha, tirando um tabuleiro com polvo e batatas a murro. Toda a gente gostava!
- Quem? – perguntou a Susy quando entramos dentro da sala de jantar onde todos estavam sentados. A Ella estava com o Danny ao colo. E não, não era o Danny o meu irmão Danny que “toca” voz nos Asking Alexandria. Era o baby Danny. O Jake estava a babar pelo Danny desde que ele soube que ele ia nascer.
- O CC. – nós rimos e eu coloquei o tabuleiro em cima da mesa. A Susy sentou-se o lado da Sammy e eu fui chamar as crianças. O Six veio atrás de mim e eu dei um beijo na testa do Andy.
Sentei-me e olhei à minha volta. Esta era a minha família. E eu tinha uma enorme certeza que ia-mos ter um “And they lived happy forever and ever after…”
Fim.
Notas finais
Vemo-nos por ai gente!
E não se esqueçam dos reviews!
Kiss kiss! ♥
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