You And Me

21 Voltando à rotina?


Notas iniciais
Oi minna! *-* Primeiramente queria dar boas-vindas a todos os novos leitores, especialmente a Erza Fernandez que comentou no post anterior. Sejam todos muito bem-vindos! *-* E PAAAARA TUDOOO! Recebi mais uma recomendação! *o* . Muuuuito obrigada Leti-chan (Ameyuri) pelas belíssimas palavras. Fiquei muito, muito, muito feliz ao ler cada coisinha que você escreveu *o* Obrigada também a todos os que comentaram no capítulo anterior *----* Já tinha prometido isso a Lucia-chan uma vez, então aqui está uma foto de como mais ou menos eu imagino o Yuri. http://31.media.tumblr.com/86cd29d0aa2d663720be52667a6cf2d0/tumblr_mqyzr44Pnd1rhzhdbo1_500.jpg Mas pensem nele com os olhos cor de mel ok? Enfim, boa leitura *-*

– Voltando à rotina? -

Abro meus olhos de forma preguiçosa e lentamente levanto da cama. Finalmente segunda-feira! Sim, vocês não leram errado, eu simplesmente adoro segunda por ter as melhores disciplinas na universidade.

Vou para o banheiro fazer minha higiene matinal e começo a lembrar do dia de ontem. Levy foi com Gajeel buscar eu e Natsu no aeroporto e fomos todos até uma lanchonete que fica perto da UFL e vende os melhores hambúrgueres da cidade. Para falar a verdade podemos resumir esta parte da noite em ataques de ciúmes do Natsu por causa de um rapaz que sentou em uma mesa próxima a nossa e ficava me secando (dessa vez eu dou razão ao rosado, o carinha parecia que iria me comer com os olhos) e provocações que o Gajeel lançava para Levy a todo o instante. Como a hora em que chegamos e o moreno começou a gritar em plena lanchonete para um dos garçons: “Vocês tem uma daquelas cadeirinhas para criança? Se colocarmos a baixinha em uma dessas aqui ela não conseguirá pegar as coisas na mesa!”. Nesse momento até eu fiquei com pena da coitada da Levy-chan e ela não sabia onde pôr a cabeça de tanta vergonha que sentia.

Deixando meus devaneios de lado, saio do banho e vou para meu quarto trocar de roupa. Opto por usar um vestido azul de alças que é junto ao corpo até a cintura e mais soltinho em baixo. Faço um rabo de cavalo, coloco uma rasteirinha preta, pego minhas coisas e vou para a cozinha. É estranho não tomar café da manhã com o Natsu. Ele até tentou ficar aqui em casa ontem, mas eu sei que no fundo no fundo ele queria mesmo o conforto de sua cama e não iria privá-lo disto.

– Ohayo Lu-chan. – disse a minha baixinha preferida enquanto sentava ao meu lado na mesa.

– Ohayo Levy-chan. – respondo e logo dou uma mordida em minha maçã.

– Esse é o seu café da manhã? – perguntou apontando para a fruta em minhas mãos e apenas assenti. – Depois você fica doente e não sabe o porquê. Espere, vou fazer algo para comermos. – completou e começou a cozinhar.

– Você está parecendo minha mãe Levy-chan. – comecei a sorrir. Era incrível como essa baixinha sempre cuidava de mim.

– O que seria da sua vida sem mim?

Sorrimos juntas e ficamos conversando coisas aleatórias enquanto ela fazia duas omeletes e eu um suco de laranja. Tinha um certo tempo que não comíamos um café da manhã descente nessa casa, mas hoje, por algum motivo, acabamos quebrando essa rotina.

Terminamos de comer, lavei nossas louças e fomos juntas para universidade, outra coisa que normalmente não acontecia já que cada uma de nós tem seu próprio carro e horários diferentes, mas, como a cabeça de vento que é, a azuladinha esqueceu-se de abastecer seu carro. Faremos isso na volta da UFL.

Deixei Levy em seu prédio e fui para o meu. Estacionei o carro e fui em direção a minha sala. Parecia que fazia séculos que eu não colocava os pés aqui, mas na verdade foram apenas alguns dias. E que falta eu senti de passar por esses corredores! Continuo caminhando e sinto meu celular vibrar.

Foi estranho acordar e não te ver logo em seguida. Bom dia.

De: Meu Natsu.

Um sorriso gigantesco brotou em meus lábios já que eu me senti da mesma forma. Respondo na mesma hora.

Nada que não possamos resolver. Também senti sua falta. Bom dia.

Digito a mensagem com um sorriso no rosto e coloco o celular em meu bolso. Fico distraída com os pensamentos longe e me surpreendo ao esbarrar em um rapaz de cabelos ruivos que desastradamente cai no chão.

– Desculpe. – falei enquanto sorria sem graça e estendia minha mão para que ele se levantasse.

– Tudo bem. Fico feliz em ter encontrado alguém mais desastrado que eu.

– Ou não, já que o único a cair foi você. – sorri.

– Boa resposta. – sorriu de volta. – Loki. – estendeu sua mão.

– Lucy. – estendi a minha e nos cumprimentamos.

– Muito prazer Lucy.

– Igualmente.

– E então, qual o seu curso?

– Psicologia, e o seu? – ele sorriu.

– Também. Qual período você faz?

– Segundo.

– A sim, eu sou do terceiro. Não entendo como nunca te vi antes. – pareceu pensativo.

– Vai ver você viu, mas não prestou atenção.

– Você não é o tipo de pessoa em que eu não prestaria atenção. – corei e desviei o olhar. Merda, por que eu estou corando? – Desculpe. – ele falou sem graça.

– Tudo bem. – sorri amarelo. – Tenho que ir. A gente se vê. – fui andando em direção à minha sala.

– Aposto que sim! – ele respondeu enquanto eu me afastava.

Assim que me afasto de Loki percebo um rosto muito familiar me observando.

– Juvia! – corri para abraçá-la, mas antes que eu o fizesse ela me olhou desconfiadamente.

– Lucy-chan, quem era aquele rapaz com quem você estava conversando?

– O nome dele é Loki, disse que faz terceiro período de Psicologia aqui. – falei confusa.

– E por que você corou enquanto conversava com ele? – levantou uma de suas sobrancelhas. Kami-sama há quanto tempo ela estava me observando? A não, espera, esqueci que estou falando com a garota mais desconfiada e stalker que já conheci. Impressionante eu amá-la mesmo assim.

– Isso... Bem... É que ele fez um comentário que me deixou envergonhada. Apenas isso. – ela me fitou por uns instantes e logo em seguida abriu um sorriso.

– Tudo bem então. É só não se repetir mais vezes. – continuou sorrindo. Para Juvia, você está me assuntando!

– Por que todas essas perguntas?

– Se Natsu-san visse Lucy-chan com aquele rapaz com certeza faria uma confusão. – fez uma pausa. – Assim como Juvia armaria uma cena se visse seu Gray-sama conversando com alguma daquelas oferecidas! – completou revoltada. – Então eu, como sua amiga, só queria te alertar. – falou a última parte calmamente e com um sorriso no rosto.

– Sério Juvia, vou me formar para tratar você. – falei sorrindo.

– Você sabe que não seria possível. Agora vamos para a sala. – fez biquinho e me deu língua. Realmente não seria possível já que o Psicólogo não pode ter qualquer relação com o paciente fora do consultório, mas eu queria apenas irritá-la.

Fomos juntas até nossa sala e lá encontramos Yuri, que veio correndo para nos abraçar. Eu fui a primeira a ser abraçada. Tudo bem que eu amo meu amigo, mas ele já estava me sufocando!

– Yuri, assim eu morro sem ar. – falei enquanto ele ainda me apertava.

– É que eu senti muito a sua falta Lu. – e continuou me abraçando. Adeus ar.

– Assim Juvia vai achar que Yuri-kun não gosta da Juvia. – falou a azulada de forma dengosa e ele finalmente me soltou e a abraçou.

– Você sabe que não tem nada disso Juvia.

– Juvia, aquele ali não é o Gray? – perguntei apontando para a porta.

– Gray-sama? Aonde? – ela empurrou nosso amigo para longe. Comecei a rir como uma louca.

– Você tinha que ter visto sua cara! – falei ainda sorrindo. Ela me olhou cerrando os olhos de forma mortal.

Fui salva pela entrada do professor, que chegou comunicando que sua prova estava marcada para semana que vem. Tenho que começar a estudar! Sentamos-nos em nossas respectivas cadeiras e começamos a prestar atenção na aula. Estava concentrada ao que o professor falava quando sinto meu celular vibrar. Tinham três mensagens, então resolvo ler primeiro a mais recente.

Estou atrás da sua porta. Pode sair da sala?

De: Meu Natsu.

O que será que aconteceu? Ele não é de vir até o meu prédio assim do nada. Saio da sala e quando abro a porta o vejo encostado em uma parede. Assim que nota minha presença me lança um sorriso e eu faço o mesmo.

– Aconteceu alguma coisa? – pergunto enquanto me aproximo.

– Não. Você não estava mais respondendo as minhas mensagens, então vim ver se você estava viva.

– Sério? – comecei a rir.

– Lógico, você diz que pode resolver meu problema e some daquele jeito? – ele sorri maliciosamente.

– Desculpa, acabei me distraindo. – dou um sorriso sem graça.

– Com o que? – perguntou desconfiado. Meu namorado poderia ser mais ciumento? Penso sobre o esbarrão de hoje mais cedo. Eu deveria contar? Bem, a verdade é sempre a melhor escolha, então...

– Primeiro eu esbarrei em um carinha, depois a Juvia veio e ficamos conversando. Aí em seguida encontramos com o Yuri, o professor chegou... Essas coisas.

– Que carinha? – sério que de tudo o que eu falei ele só prestou atenção nisso?

– O nome dele é Loki e eu só esbarrei nele porque estava respondendo a sua mensagem. – me aproximei ainda mais.

– Hm... Tudo bem. – me puxou pela cintura aproximando ainda mais nossos corpos. – Sabe o real motivo deu ter vindo até aqui? – perguntou próximo ao meu ouvido.

– Para ver se eu não estava me agarrando com alguém pelos corredores? – perguntei sorrindo. Ele apertou mais ainda minha cintura me fazendo arfar.

– Não Luce, você não seria louca de fazer uma coisa dessas. Afinal, que garota em sã consciência procuraria outro tendo tudo isso aqui? – ele também sorriu.

– Convencido. – dei um tapinha em seu ombro.

– Eu posso. – beijou meu pescoço. – Vim até aqui porque estava morrendo de saudade de você. – falou bem baixinho enquanto cheirava a curvatura de meu pescoço e todos os pelos do meu corpo se arrepiavam. Fiquei em estado de transe até que ele toma minha boca para si e me beija possessivamente. Coloco minhas mãos em seus cabelos e aprofundo ainda mais nosso beijo.

– Natsu, nós estamos no corredor. Muita gente passa por aqui. – falei ofegante.

– Mas Luce... – falou manhoso.

– Mas nada. – falei séria e ele pareceu ficar triste. – Passa na minha casa hoje à noite? – sussurrei em seu ouvido.

– Seu desejo é uma ordem. – sorriu maliciosamente.

– Meu? – estalei a língua como forma de negação. – Nosso desejo. – pisquei pra ele e me afastei. Antes que eu estivesse longe ele puxa meu braço e me beija. Nossa, o desejo era paupável!

– Onde você aprendeu a seduzir desse jeito? – perguntou desconfiado.

– Digamos que eu tenho um ótimo professor. – lhe dei um selinho. – Nos vemos hoje à noite. Ás oito, não se atrase! – lhe dou outro selinho o deixando com um sorriso nos lábios e volto para minha sala.

Quando eu entro o professor já está saindo e me lança um olhar de reprovação. Ignoro e sento em minha cadeira ao lado dos meus amigos.

– Está tudo bem Lu? – pergunta Yuri, preocupado.

– Não poderia estar melhor. – dou um sorriso de orelha a orelha.

– Por que será que Juvia acha que isso tem algo a ver com o Natsu-san? – pergunta a azulada com um sorriso malicioso no rosto.

– Lucy acha que Juvia tem razão. – brinco imitando-a e nós três começamos a rir juntos.

Natsu POV on

Para a minha sorte minha aula hoje começa um pouco mais tarde. Não consegui dormir muito bem noite passada. Acredita que me desacostumei com minha própria cama? Mas que isso fique só entre nós. Se o Gajeel descobre uma coisa dessas vai ficar fazendo piadinhas com a minha cara.

Tomo um banho frio para despertar o sono e troco de roupa. É estranho saber que não vou encontrar com a Luce quando sair do quarto. Quem diria que eu, Natsu Dragneel, um dia me tornaria assim tão dependente de uma garota? Se alguém me falasse isso há uns meses atrás eu certamente não acreditaria já que nunca pensei em ter nada sério com nenhuma mulher, mesmo que muitas tenham tentado.

Pego meu celular e resolvo mandar uma mensagem para a minha loirinha.

Foi estranho acordar e não te ver logo em seguida. Bom dia.

Vão lá, podem dizer que isso foi gay. Eu amo minha namorada e a quero perto de mim sempre. Isso é crime?

Pego minhas coisas, a chave do carro, uma torrada e entro no veículo. Da minha casa para a UFL não é muito longe, mas me dá um bom tempo para refletir sobre algumas coisas. Esses dias que passei com Luce na casa dos pais dela foram incríveis, tirando, é claro, a presença do Sting. É impressionante como apenas o nome dele já é capaz de mudar o meu humor para pior.

Espanto esse pensamento e tento focar em outra coisa mais interessante, que, logicamente, tinha que ser a minha linda namorada. Um dia sem tocar nela e eu já fico louco! Sem sentir sua pele macia, seu toque, sem ouvi-la gemer meu nome ou arranhar minhas costas...

Meus pensamentos são interrompidos por um som forte de buzina e percebo que quase bati em um outro veículo que foi fazer uma ultrapassagem. Melhor eu parar com esses pensamentos já que não quero morrer e nem chegar animado na universidade, se é que me entendem.

Estaciono meu carro na vaga de sempre e vou em direção à minha sala. Olho meu celular e vejo que há uma nova mensagem da Luce.

Nada que não possamos resolver. Também senti sua falta. Bom dia.

De: Minha Luce.

Um sorriso bobo surge em meus lábios e resolvo responder.

Na sua casa ou na minha?

Quero só ver a resposta que ela vai me dar. Começo a sorrir sozinho e no caminho encontro Laxus e começamos a andar juntos.

– E então, como foi o feriado na casa dos sogros? – me lançou um olhar malicioso.

– Incrível. – sorri amplamente.

– Cara, você tá mesmo de quatro pela loirinha.

– Eu sou apaixonado pela Lucy. – fiz uma pausa e o encarei. – E só eu posso chamá-la de loirinha. – cerrei os olhos.

– Calma, calma. – levantou os braços em sinal de rendição.

– E o seu feriado com a Mira, como foi?

– Muito bom. Temos mais em comum do que eu imaginava. Ela com aquela cara de santinha... – pareceu lembrar de algo e sorriu.

– E depois fala dos apaixonados. – comecei a rir e ele pareceu ficar meio sem jeito.

Continuamos andando e quando já estávamos próximos da sala encontramos Lisanna.

– Nat-kun! – sorriu e veio correndo me abraçar quase me derrubando no chão.

– Yo Lisanna. – sorri de volta.

– Senti sua falta. Você não passou o feriado comigo e ainda ficou todos esses dias sem dar notícias. Eu sei que você estava com a Lucy, mas poxa... – nos separamos.

– Desculpa Lis, acabei esquecendo. – falei meio sem graça.

– Tudo bem, mas você terá que me recompensar. Vamos sair só nós dois? – ela sorriu abertamente.

– Ok. – Lis é minha amiga há muitos anos. Isso é o mínimo que eu poderia fazer por ela.

– Então está combinado. Esse final de semana. Só nós dois. – ela sorriu, me deu um beijo na bochecha e entrou na sala.

Quando olhei para o lado Laxus não estava mais ali. Entrei na sala de aula e me sentei no lugar de sempre. Mais um dia de aulas chatas que estava apenas começando.

Estava entediado. Olhava meu celular a todo o momento e nada da Luce me responder. É isso, vou ter que apelar.

Estou começando a achar que você desistiu de resolver meu problema.

Juro que depois de enviar essa mensagem eu tentei prestar atenção na aula, mas mil razões para a loirinha não me responder me vêm na cabeça. Kami-sama, eu tenho que parar de ser tão paranoico. Esse ciúme não vai me levar a lugar algum. Ela está na aula e, ao contrário de mim, deve estar prestando atenção ao que o professor está falando e por isso não responde minhas mensagens.

Foda-se. Levanto, pego minhas coisas e saio da sala. Se eu não for até lá agora acho que vou surtar. Entro no carro e vou em direção ao prédio em que a Luce estuda.

Loirinha, eu confio em você, só não confio nos homens que te rodeiam! Se algum engraçadinho tentar alguma coisa com a minha namorada eu viro bicho!

Chegando ao local encosto-me a uma parede e a envio uma mensagem torcendo para que dessa vez ela leia.

Estou atrás da sua porta. Pode sair da sala?

Fico observando a estrutura do prédio. Agora que parei pra pensar que eu nunca estive aqui antes. Saio dos meus devaneios quando vejo a minha Luce se aproximando e automaticamente um sorriso surge em meus lábios e ela sorri de volta.

– Aconteceu alguma coisa?

– Não. Você não estava mais respondendo as minhas mensagens, então vim ver se você estava viva. – falei como se fosse normal.

– Sério? – ela começou a rir.

– Lógico, você diz que pode resolver meu problema e some daquele jeito? – dou um sorriso malicioso.

– Desculpa, acabei me distraindo. – ela ficou sem jeito...

– Com o que? – pergunto desconfiado.

– Primeiro eu esbarrei em um carinha, depois a Juvia veio e ficamos conversando. Aí em seguida encontramos com o Yuri, o professor chegou... Essas coisas. – perai, ela esbarrou em quem?

– Que carinha? – de tudo o que ela falou isso foi o que mais me interessou.

– O nome dele é Loki e eu só esbarrei nele porque estava respondendo a sua mensagem. – ela se aproximou de mim ainda mais.

– Hm... Tudo bem. – a puxo pela cintura aproximando ainda mais nossos corpos. Tenho que controlar esse meu ciúme. – Sabe o real motivo deu ter vindo até aqui? – perguntei próximo ao seu ouvido.

– Para ver se eu não estava me agarrando com alguém pelos corredores? – perguntou sorrindo. Mais ou menos, mas ela não precisava saber desse detalhe. Apertou mais ainda sua cintura e percebi que deu uma leve arfada.

– Não Luce, você não seria louca de fazer uma coisa dessas. Afinal, que garota em sã consciência procuraria outro tendo tudo isso aqui? – dou um sorriso sedutor.

– Convencido. – me deu um tapinha no ombro.

– Eu posso. – beijei seu pescoço. Como eu sentia falta de fazer isso. – Vim até aqui porque estava morrendo de saudade de você. – falei bem baixinho enquanto cheirava a curvatura de seu pescoço. Pude notar que os pelos do corpo dela se arrepiaram. Ela pareceu ficar anestesiada e minha única reação foi atacar sua boca em um beijo possessivo e cheio de desejo. Ela colocou suas mãos em meus cabelos e aprofundou ainda mais nosso beijo. Posso ver que ela se sente da mesma forma que eu.

– Natsu, nós estamos no corredor. Muita gente passa por aqui. – falou tentando recuperar o ar.

– Mas Luce... – falei da forma mais manhosa que consegui. Eu a desejava de mais.

– Mas nada. – falou de forma séria, o que me deixou meio sem chão. – Passa na minha casa hoje à noite? – sussurrou em meu ouvido fazendo com que meu bom humor voltasse.

– Seu desejo é uma ordem. – sorri maliciosamente.

– Meu? – estalou a língua como forma de negação. Nesse momento me segurei para não atacá-la novamente. – Nosso desejo. – piscou pra mim e se afastou. Depois dessa não consegui mais me segurar. Puxei seu braço e a beijei.

– Onde você aprendeu a seduzir desse jeito? – perguntei de forma desconfiada.

– Digamos que eu tenho um ótimo professor. – me deu um selinho. Sorri – Nos vemos hoje à noite. Ás oito, não se atrase! – me deu outro selinho e voltou para sua sala. Apenas fiquei com um sorriso bobo no rosto enquanto via ela se afastar e fechar a porta.

– E eu com certeza tenho a melhor aluna. – falo para mim mesmo.

Natsu POV off

Notas finais
E então gente, o que acharam? >.< . PRE-PA-RA que no próximo tem hentaaai HAHAHAHA. Vou me esforçar para escrevê-lo! *-* Ele sai na próxima sexta ok? Até lá amores. Beijocas *-* Geeente, quase esqueço! Uma leitora minha, a Fairy, lançou uma fic Nalu. Quem quiser, dá uma olhadinha? http://fanfiction.com.br/historia/438717/DragPhilias_9829/ Era isso >.< .