You And Me

12 Deixando a razão de lado... +18


Notas iniciais
Yo minna! Desculpem por só ter postado hoje, é que minha vida ta uma loucura :xBem-vindos novos leitores! E um viva especial pra a Koraline que deixou de ser fantasminha! Sua linda *-* o/Poxa, percebi que alguns dos meus leitores deixaram de falar comigo. Fiz errado em fazer a Lucy escolher o Natsu e por isso vocês resolveram se ausentar? Posso resolver o problema de vocês então... Enfim, CAPÍTULO CONTÉM HENTAI! Se você não é um pervo como eu, Helo Chan e a Lucia Chan por favor não leia após uma certa conversa depois de uma pizza (quando começarem a ler vão entender) kkk.Boa leitura ♥

– Deixando a razão de lado... -

– Oi – ele falou me entregando o pote de sorvete e me lançando um sorriso.

– Oi – sorri de volta e peguei o pote. – Prestígio – falei com os olhos brilhando. – Muito obrigada. Entre, por favor. – ele entrou e eu fechei a porta.

– Eu não sabia qual sabor escolher então lembrei do bolo que você comeu praticamente todo naquele dia e achei que você gostaria desse. – falou enquanto sorria. Corei. Homens normais trariam flores, mas Natsu não era como eles. Ele não era previsível e essa era, a meu ver, uma de suas melhores características.

– Eu gosto sim, obrigada pela gentileza. – sorri de volta. – Mas a parte de eu ter praticamente devorado o bolo foi totalmente desnecessária. Não se diz isso para uma garota. – fiz biquinho parecendo ter ficado irritada. Só queria fazer um charminho.

– Você fica ainda mais linda quando faz biquinho. – falou enquanto se aproximava mais de mim. Quando já estava bem próximo me segurou pela cintura e colou nossos corpos. Olhou no fundo dos meus olhos e eu senti como se estivesse hipnotizada. Aproximei nossos rostos e colei nossos lábios o pegando de surpresa. Começamos a nos beijar e nossas línguas se entendiam perfeitamente. Segurei em seu cabelo com minha mão livre para aprofundar nosso beijo e estávamos tão próximos que um conseguia sentir as batidas fortes do coração do outro. Separamos-nos por causa da falta de ar e corei ao lembrar que eu havia iniciado o beijo, mesmo que ele tivesse dado o primeiro passo.

– Eu vou guardar isso aqui antes que derreta – falei enquanto balançava o sorvete. Ele sorriu pra mim e eu quase dou um daqueles suspiros de garota apaixonada. – Pode sentar. Sinta-se em casa.

– Tudo bem – sorriu novamente e sentou no tapete do chão enquanto olhava os filmes que eu havia separado. – O amor não tira férias? – perguntou fazendo uma careta.

– É um dos meus filmes preferidos – falei meio sem graça enquanto colocava o sorvete no congelador – Devo ter colocado aí por engano. Sei que homens não curtem muito essas coisas.

– Por mim tudo bem se você quiser assistir – com certeza ele estava apenas sendo gentil.

– Não, eu já assisti muitas vezes. Podemos ver outra coisa – falei enquanto andava até a sala e me sentava ao lado dele também olhando os DVDs.

– Esse parece interessante – falou enquanto pegava Mama, um filme de terror que Gajeel havia esquecido aqui em casa, de cima da mesinha que ficava ao lado do sofá.

– Esse aí é do Gajeel. Ele deve ter esquecido aqui em casa. – fiz uma pausa. – Mas por mim tudo bem.

– Você não tem medo? – ele perguntou confuso.

– Tenho. Mas qualquer coisa você está aqui para me proteger não é? – sorri maliciosamente para ele.

– Claro – ele sorriu vitorioso e me deu um selinho – Sempre. – corei.

– Vamos pedir uma pizza? – falei e fui logo pegando meu celular.

– Tudo bem. – ele respondeu.

– Metade calabresa e metade... – falei fazendo gesto para que ele completasse.

– Toda de calabresa. – sorriu alegremente. Nossos gostos realmente eram bem parecidos.

– Ok. – me afastei um pouco e fiz o pedido. Pedi a maior pizza que eles tinham, já que sabia que Natsu comia como um dragão, e uma coca-cola de 2 litros. Pedi que entregassem a pizza daqui à uma hora e fui até a cozinha, abri a geladeira e peguei o brigadeiro que eu havia feito mais cedo e duas colheres. Dirigi-me até a sala e sentei ao lado dele.

– Quer? – perguntei enquanto enchia uma colher e colocava na boca. Ele nem respondeu, simplesmente pegou a outra colher e fez o mesmo que eu. Coloquei o DVD e o filme começou. Eu estava tensa já que não era muito fã de filmes de terror. A cada cena de suspense que acontecia eu dava um grito e me encolhia um pouco. Natsu parecia se divertir com meus gestos.

De vez em quando, para me distrair, eu pegava um pouco de brigadeiro e colocava na boca.

Em uma das cenas onde a fantasma, ou sei lá o que é aquilo, aparece atrás da mocinha eu dei um grito e me agarrei em Natsu, que riu da minha ação e beijou minha cabeça gentilmente. Resolvi então ficar agarrada a ele pelo restante do filme. De vez em quando me assustava e o apertava mais forte e outras vezes enchia minha colher de brigadeiro e colocava na boca.

Em um dos momentos eu estava muito concentrada no filme, já que aparentemente algo bem estranho estava prestes a acontecer, e quando ia colocar a colher na boca tomei um susto e acabei melando meu rosto. Natsu riu tanto da minha cara que lágrimas saíram de seus olhos. Fiquei encabulada e com raiva ao mesmo tempo. Eu tentava limpar sozinha, mas só piorava minha situação.

– Será que você poderia parar de rir da minha cara e me ajudar aqui? – falei ainda emburrada.

– Claro. – ele respondeu com os olhos brilhando e me lançando um olhar malicioso.

Aproximou-se mais de mim e, para minha surpresa, lambeu o brigadeiro que havia em minha bochecha. Não sei por que, mas eu havia gostado daquilo. Eu estava estática, sem reação. Ele continuou lambendo até chegar ao pouco de doce que havia num canto bem próximo a minha boca. Aquilo me fez sentir uma sensação que eu nunca tinha sentido antes e eu respirei pesadamente. Então, me pegando desprevenida, ele colocou sua boca junto a minha e começou a me beijar. Rapidamente correspondi e estávamos literalmente nos deliciando, já que o gosto do brigadeiro ainda se fazia presente. Esse beijo foi diferente de todos os outros. Era selvagem e cheio de desejo. E eu estava gostando muito.

O segurei pela camisa e o puxei para mim enquanto me deitava delicadamente no tapete sem afastar nossos lábios. Quando dei por mim ele estava em cima de mim e nós dois estávamos deitados ainda nos beijando. Ele passava uma mão pela minha coxa enquanto a outra apertava minha cintura com força. Eu passava as mãos por seus braços musculosos e às vezes gemia baixinho por causa de seus toques.

A mão que anteriormente estava em minha cintura foi subindo e agora apertava meu seio direito. Foi uma sensação tão boa que não pude conter um pequeno gemido que acabou saindo pelos meus lábios. Ele parou de beijar minha boca e focou em meu pescoço enquanto eu colocava minhas mãos em suas costas musculosas. Espalhou beijos por todo meu pescoço, queixo e depois voltou para a minha boca. Senti sua ereção aumentando em minha perna e por uns instantes pensei em parar tudo aquilo, mas eu o queria tanto que não seria capaz de parar.

Girei-nos e agora eu estava por cima. Comecei a beijar seu pescoço lentamente enquanto passava minhas mãos por debaixo de sua regata em seu abdômen definido. Dei uma mordidinha em sua orelha e o ouvi gemer meu nome. Voltei para sua boca e mordi seu lábio inferior o puxando para mim. Em seguida capturei sua língua e a chupei com força. Queria levá-lo a loucura e acho que estava conseguindo.

Eu ia tirar sua camisa quando de repente a campainha toca nos tirando de nosso momento. Movimento-me mostrando que iria sair de minha posição atual e ele segura meu braço.

– A não, você não vai. Fica, por favor. – o desejo em sua voz era notável e eu cederia se não tivesse a bendita pizza.

– É a pizza Natsu – falei manhosa.

– Quem liga pra a pizza. O que a gente ta fazendo aqui é bem melhor do que todas as pizzas do mundo juntas. – corei.

– Deixa pelo menos eu atender a porta? Não posso deixar o cara esperando lá fora.

– Então ele não pode esperar, mas eu posso? – fez uma careta pra mim e eu o olhei sorrindo pidona. – Assim é covardia – falou soltando meu braço.

Dei uma arrumada em meu cabelo e abri a porta. O entregador era um rapaz jovem e abriu um sorriso enorme quando me viu.

– Boa noite linda. – ele falou com um sorriso de orelha a orelha.

– Boa noite – sorri sem graça enquanto ele me entregava a pizza e o refrigerante.

Abri mais a porta e pude ver que o rapaz olhou Natsu emburrado deitado no tapete da sala e se tornou mais sério. Fui até meu quarto pegar o dinheiro para pagar o pedido, mas quando voltei Natsu já estava dando o dinheiro ao entregador, que já estava indo embora apressado.

Fui até a cozinha e peguei dois copos. Não achei que pratos seriam necessários, já que estávamos em casa e era mais divertido comer com as mãos. Enchi nossos copos, peguei um pedaço de pizza e comecei a comer. Natsu fez o mesmo e começamos a conversar como se nada tivesse acontecido antes da pizza chegar.

– Aquele entregador cara de pau ficou caidinho por você. – falou enquanto comia um pedaço de pizza.

– Ficou? Nem percebi. – na verdade eu havia percebido, mas não tinha dado bola.

– Ele te chamou de linda e olhou para a sua bunda enquanto você ia para o seu quarto. – ele me encarou sério. Aquele idiota havia olhado para a minha bunda? Fiquei sem reação. Não que eu não fosse acostumada com isso, mas odiava essas coisas. – Paguei logo a bendita pizza e o enxotei daqui. – De repente comecei a sorrir e Natsu me olhou sem entender.

– Qual a graça? – ele continuava sério.

– Sabia que você fica uma gracinha quando está com ciúmes? – dei um sorrisinho. Ele ficou meio sem graça e não me respondeu, apenas continuou comendo até que resolveu quebrar o silêncio.

– Então você toca violão? – perguntou mesmo já sabendo da resposta.

– Sim. Desde os meus 16 anos. Você toca?

– Sim. Desde os 14. – sorriu pra mim. Como ele conseguia ser tão perfeito?

– Então não posso perder essa oportunidade. – falei enquanto ia até meu quarto e deixava na sala um rapaz com cara de curiosidade. Voltei trazendo meu violão e uma palheta e os entreguei a ele. – Toca pra mim? – falei com os olhos brilhando.

– E tem como dizer não pra você? – aquilo me fez corar. Ele pegou o violão, checou se estava afinado e começou a cantar uma música que eu não conhecia.

Chance gave its light tonight
Stars are aligned
The sweetest thing to cross my eyes
Crossed my life

Hold me tonight
Night after night
What a bliss to be alive
Here by your side
From silence we rise
Arise

Era linda e tinha uma melodia incrível. A meu ver a letra era muito parecida com a gente. Ele sorria enquanto cantava pra mim. Sua voz rouca dava um toque único à música a deixando ainda mais perfeita.

Quando ele terminou de cantar percebi que estava praticamente babando em cima dele e que tinha que me controlar.

– É linda Natsu – não consegui disfarçar meu encantamento.

– É o que eu sinto em relação a você – falou meio sem graça. Então ele não tinha cantado essa música à toa, tinha um propósito.

Corei loucamente e lhe dei um selinho demorado. Ele tentou aprofundar o beijo, mas eu consegui sair dele. Se eu continuasse com certeza pararíamos na cama e nós não somos namorados nem nada.

– Vamos voltar a comer? – perguntei sem graça.

– Claro. – sorriu gentilmente pra mim e eu sorri de volta.

Terminamos de comer. Recolhi os copos e os coloquei na pia da cozinha, lavaria mais tarde. Natsu estava sentado no tapete fitando o chão e eu me sentei ao lado dele.

– Por que você me chamou aqui hoje Luce? – ele aparentemente queria que esclarecêssemos as coisas.

– Você ainda não percebeu? Sabe Natsu, eu pensei bastante – fiz uma pausa e observei a feição de seu rosto. Ele parecia curioso. – E decidi que é você quem eu quero. – sorri envergonhada. Ele deu o sorriso mais bonito que eu já vi em toda a minha vida e me abraçou. Colocou seu rosto ao lado de meu pescoço tocando seu nariz no mesmo e eu sentia sua respiração quentinha batendo em minha pele.

– Luce... – ele falou baixinho enquanto dava vários selinhos em meu pescoço e ainda me abraçava.

Afastei-me um pouco de seu abraço e fiquei encarando seus olhos por uns instantes e em seguida sua boca. Mordi meu lábio inferior e umedeci meus lábios antes de tocar os dele. Eu nunca me cansaria de beijá-lo e pouco me importava se nós ainda não namorávamos. Foda-se minha consciência e meu juízo, vou deixar a razão de lado pelo menos nesse momento. Eu o queria e queria agora. Já havia esperado de mais. Quem se importa se a gente não namora? Eu o amo e o desejo. Espera, eu o amo? Sim, eu amo. Sorri com essa revelação enquanto ainda nos beijávamos.

Nosso beijo foi se intensificando e novamente o puxei para cima de mim, mas dessa vez fazendo o possível para encaixar nossos quadris. Capturei novamente sua língua, como se quisesse roubá-la para mim, e mordisquei seus lábios enquanto ele passava as mãos pelas minhas coxas me fazendo ficar arrepiada.

Ele desviou sua boca da minha e começou a deixar rastros de beijos do meu queixo até meu busto ainda coberto por minha blusa. Voltou a beijar minha boca enquanto suas mãos passavam por debaixo de minha blusa alisando minha barriga e indo em direção aos meus seios. Os agarrou com força e em resposta arranhei suas costas gemendo baixinho.

Girei-nos e, como anteriormente, agora eu estava sentada em cima dele. Ele ainda mantinha as mãos em meus seios os massageando lentamente e eu me abaixei dando a entender que iria beijá-lo, mas quando nossos lábios iam se tocar eu me afastei. Ele estava me torturando deliciosamente com as mãos e eu iria pagar na mesma moeda. Aproximei-me novamente e passei minha língua por seus lábios e depois dei selinhos ao redor dela, mas nunca a beijando. Ele soltou meus seios e agarrou minhas coxas as apertando com força, o que me fez arfar. Voltei minha atenção para sua boca e capturei seu lábio inferior com meus dentes. Ele já havia fechado os olhos e respirava pesadamente. Tinha a intenção de lhe dar um selinho rápido para torturá-lo ainda mais, mas no momento em que nossos lábios se tocaram ele tirou uma de suas mãos da minha coxa e colocou em minha cabeça me impedindo de me afastar.

Beijou-me fortemente, com muita luxúria e necessidade e mordeu meu lábio inferior bruscamente. Eu gostava muito daquilo. Capturou minha língua e a sugou fazendo meu corpo vibrar. Suas mãos foram até minha bunda e a agarraram com força me fazendo soltar um gemido enquanto ainda nos beijávamos.

Afastei-me de sua boca e tirei sua camisa.

– Dessa vez ninguém vai atrapalhar – falei num tom sexy em seu ouvido e senti a respiração dele ficar mais pesada.

Comecei a beijar seu pescoço seguido de seu ombro, clavícula e peitoral, onde passei um tempo maior do que nos outros lugares. Ele ainda me apertava com força, fazendo meu desejo por ele aumentar cada vez mais.

Ele me ajudou a tirar minha blusa e só o meu sutiã cobria a parte de cima de meu corpo. Ele nos virou e novamente se pôs em cima de mim. Colocou as mãos por trás das minhas costas e tirou meu sutiã. Corei ao me tocar de que estava com os seios a mostra.

– Você é mesmo linda – falou com um desejo enorme em sua voz. Mal tive tempo de corar novamente e ele já foi apertando meus seios com as mãos e beijando minha boca.

Não demorou muito e ele desuniu nossos lábios e foi beijar meu pescoço para depois abocanhar um de meus seios. No momento em que ele o fez senti uma coisa que não sei nem descrever. Seus lábios quentes tocando minha pele sensível me fizeram gemer e por instinto coloquei uma mão em sua cabeça mostrando que eu gostava do que ele estava a fazer. Ele continuava a massagear meu outro seio e com a mão livre alisava minha coxa.

Separou sua boca de um dos seios e partiu para o outro lhe dando o mesmo tratamento do anterior, que agora estava sendo massageado. Eu gemia seu nome baixinho e só conseguia pensar no quão perfeito ele conseguia ser. Sua língua passava ao redor de meu mamilo e nas laterais de meu seio e ele espalhava beijos ao redor do mesmo quando não o estava sugando. Era simplesmente incrível.

– Natsu... – eu queria poder brincar também, não era justo que só eu sentisse prazer.

Consegui puxar seu rosto para mim e o beijei com força despejando todo o desejo que sentia naquele momento. Eu tinha que lhe proporcionar prazer também e só uma coisa me veio em mente. Seu “amiguinho”. Então sem separar nossos lábios passei minha mão por sua bermuda bem em cima de sua cueca e senti sua ereção. Comecei a lhe fazer carinho naquela região e ele parecia estar gostando, já que gemia. De repente ele tirou minha mão de onde estava, separou nossos lábios, se levantou e me estendeu a mão.

– Vem. Eu não quero que a sua primeira vez seja no tapete da sala – falou com um olhar cheio de luxúria. Então ele sabia que era a minha primeira vez? Sorri em resposta, peguei sua mão o encaminhando até meu quarto e fiz uma nota mental para depois lembrar de perguntar ao Natsu como ele sabia de minha virgindade.

Chegando lá voltamos a nos beijar e eu o empurrei na cama. Tirei sua bermuda o deixando apenas de cueca e mordi meu lábio inferior ao perceber que seu membro estava acordado.

Peguei o controle do meu som e o liguei. Começou a tocar Cry me a river do Justin Timberlake. Sorri maliciosamente para Natsu e me sentei em cima dele, propositalmente em cima de seu membro, fazendo nossas intimidades se roçarem enquanto me movimentava. Ele sentiu e começou a dar uns gemidinhos me fazendo sorrir ainda mais.

Voltei minha atenção para seu peitoral e comecei a beijá-lo enquanto às vezes mexia meu quadril propositalmente. Fazendo o rosado ir à loucura.

– Quem brinca com fogo pode acabar se queimando. – ele falou num sussurro enquanto eu ainda beijava seu peitoral.

– Queimar é pouco. Quero sair dessa brincadeira em chamas. – falei num tom sexy enquanto pausava o que estava fazendo.

Nesse momento seus olhos pareceram queimar e ele nos virou ficando em cima de mim. Tirou meu short me deixando apenas de calcinha e eu coloquei minhas pernas ao redor de seu quadril tocando novamente nossas intimidades fazendo com que um gemido saísse de nossas bocas.

Ele tirou minhas pernas de onde estavam e colocou a mão em minha intimidade, ainda com a calcinha, me fazendo gemer alto. Para aumentar ainda mais minha loucura abocanhou um de meus seios enquanto ainda massageava minha intimidade. Pensei que eu fosse explodir e já não me importava mais com a altura de meus gemidos, que agora era relativamente alta.

– Você está tão molhada Luce – falou num sussuro enquanto ainda mantinha a mão no mesmo lugar e se afastava um pouco de meu seio.

– Natsu – falei tentando sair da posição que eu estava, mas sem sucesso. Ele voltou a fazer tudo o que fazia antes, só que agora eu não estava mais com minha calcinha, e um prazer que eu nunca tinha sentido antes tomou conta de meu corpo. Era como se toda a luxúria do mundo se concentrasse em meu corpo por uns instantes fazendo uma explosão dentro dele e em seguida me deixando meio mole. Tinha sentido meu primeiro orgasmo.

– Natsu – voltei a clamar por ele, que deixou meu seio e minha intimidade e voltou a beijar minha boca enquanto alisava minhas coxas. Sentia-me totalmente a mercê dele. Ele poderia fazer comigo o que quisesse e eu aceitaria de bom grado, mas também queria lhe dar prazer então novamente pus minha mão em cima de seu membro, que agora parecia bem mais disposto do que anteriormente. Ele começou a gemer com nossos lábios ainda unidos. Vê-lo sentindo prazer também me dava prazer então nos girei e me pus novamente em cima dele. Num movimento rápido tirei sua cueca e pude ver seu membro saltando pra fora. Ao invés de medo, já que ele era enorme, senti um desejo inexplicável e meu corpo clamava por um contato direto com aquilo.

Segurei seu membro com minha mão e, meio tremula, comecei a fazer movimentos de vai e vem bem lentos. Ele havia me torturado antes, só queria fazer a mesma tortura deliciosa nele.

– Luce – ele falou numa forma de gemido. Pude ver que o estava levando a loucura e isso me fez sorrir. – Mais rápido – ele conseguiu dizer. Neguei com a cabeça e fiz um gesto de negação com o dedo indicador de minha mão livre.

– Eu tenho outros planos pra você – falei numa voz extremamente sexy que o fez gemer ainda mais.

Soltei seu membro provocando uma careta no rosado e passei minhas mãos pelas suas coxas bem torneadas. Mordi meu lábio inferior, posicionei-me e, sem pensar muito, coloquei seu amiguinho em minha boca. Ele gritou de prazer e eu comecei a beijá-lo delicadamente, passei minha língua pela região e voltei a fazer os movimentos com as mãos que fazia anteriormente. Ele começou a gemer bem mais alto do que anteriormente e, após eu dar leves mordidinhas em seu membro, gozou de forma que um líquido branco saiu de dentro dele e, como ainda estava em minha boca, o engoli rapidamente.

– O que você faria se eu fosse embora agora? – perguntei com um sorriso malicioso enquanto voltava a me sentar em suas pernas.

– Eu ia atrás de você nem que fosse no fim do mundo – falou enquanto nos girava para ficar em cima de mim. – Eu não aguento mais, chega de preliminares. Preciso te ter agora – falou numa voz sexy que me fez ficar arrepiada enquanto pegava em sua bermuda, que estava jogada na cama, um preservativo.

– Então você já contava com isso? – perguntei curiosa.

– Sonhar nunca é de mais. – falou enquanto colocava o preservativo.

Após colocar a camisinha veio para cima de mim e sussurrou em meu ouvido.

– Prometo que vou ser gentil. – e me deu um beijo na orelha. Senti que me derreti toda depois daquilo.

Ele se posicionou em cima de mim e coloquei minhas pernas ao redor de seu quadril. Entrou em mim lentamente. Pensei que sentiria dor já que era minha primeira vez, mas é como dizem, quando bem preparada pelo parceiro a garota só sente uma ardência. E foi o que aconteceu comigo. Logo a ardência foi substituída por uma enorme onda de prazer que se espalhou por todo o meu corpo. Natsu começou a se movimentar e eu pude sentir seu membro indo fundo dentro de mim.

– Mais rápido – ele estava me torturando com toda aquela lentidão.

Ele começou a fazer movimentos mais fortes e mais rápidos que nos faziam gemer que nem loucos. Minhas mãos estavam em suas costas e, como forma de aliviar a tensão entre minhas pernas, comecei a arranhá-lo com força fazendo com que ele gemesse ainda mais. As mãos dele passavam pelo meu corpo e pararam em minhas nádegas, apertando contra seu corpo numa tentativa de nos unir ainda mais, se é que isso era possível.

A cama ficava rangendo e meu medo era que tudo isso perturbasse os vizinhos, mas eu iria me preocupar com isso depois. O que me importava agora era esse pedaço de mau caminho dentro de mim. Depois de mais alguns movimentos cheguei ao ápice. Natsu chegou um tempo depois e saiu de dentro de mim, meu deu um selinho e se deitou ao meu lado.

– Luce – ele chamou minha atenção com a respiração agitada.

– Diga – falei ofegante enquanto percebia que o som ainda estava tocando e o desligava.

– Quer namorar comigo? – perguntou enquanto apertava a minha mão.

– Quero – falei enquanto sorria para ele e lhe dava um selinho rápido. – Natsu – chamei sua atenção.

– Sim – respondeu de olhos fechados.

– Como você sabia da minha virgindade? Não lembro de ter te contado – estava pensativa. Como será que ele sabia?

– Eu fui sondar sobre o final do seu relacionamento com aquele loiro e a Erza me contou o motivo então presumi que você ainda fosse. – falou já com os olhos abertos enquanto me olhava tranquilo. – A propósito, não deixe ela saber que eu te contei ou você não vai mais ter um namorado vivo. – agora ele sorria. Sorri de volta e assenti com a cabeça. Essa Erza...

– Quer dormir aqui? – já era tarde, amanhã de manhã daríamos um jeito.

– Só se for abraçado com você – sorriu pra mim. Aconcheguei-me perto dele e apoiei meu rosto perto de seu pescoço.

– Boa noite Natsu. – falei lhe dando um beijo no pescoço.

– Boa noite minha Luce – falou enquanto me apertava contra seu corpo e me beijava a testa.

Notas finais
E então? Maior capítulo que já escrevi! Não sei se o hentai ficou grande coisa, já que não tenho muita experiência no assunto :xMas me digam a opinião de vocês, onegai?46 leitores, onde estão vocês? Se manifestem!Até o próximo capítulo, beijocas ♥