Notas iniciais
Aloha vinhados e vinhadas, Ela aqui! Já peço desculpa pelos erros de portu e tals. Quero aproveitar para convidar quem quiser a ler minha fic (que é um reboot de uma fanfic antiga minha) Four-Leaf Clover, basta acessar meu perfil que logo a encontrará, ela tbm se passa com o Bruce, para quem gosta e admira sá coisa fofa

Não sabia dizer o que era ao certo.

Variava um pouco…

Era sentimentos.

Era enjoo.

Era a minha estúpida reação adolescente!

Talvez eu devesse ter jantado com eles, assim, não estaria extremamente zonza e enjoada. Já estava quase acabando a garrafa, mas minhas angustias e sentimentos não. Droga onde é que fui me meter?! Porque tinha que ser aquele cientista estranho tímido e lindo?! Talvez eu devesse contar para Tony que não estava bem, ou ate mesmo ir direto contar para Bruce sobre a forma como ele me deixava.

O que eu estava pensando?!

É culpa do álcool.

Meu corpo tava estranho, eu não parecia ter controle sobre ele, não completamente, era difícil de me mover, parecia pesado. E nem quero falar sobre minha visão, eu não estava vendo nada direito.

Abri a porta de qualquer jeito logo o chamando.

—Tony?! —Pepper logo se sentou na cama.

Meu corpo estava fazendo cosplay de uma balança, eu acho. Parecia se mover sem meu consentimento.

—Algum problema meu anjo? Você está muito pálida e não parece estar se aquentando em pé… Tony… Acorda, Liv não parece muito bem. —Chamou preocupada conseguindo com maior facilidade o acorda, me aproximei do lado onde Tony dormia e ele fez uma careta se levantando levemente a cabeça.

—Pap… —Mal abri minha boca e logo a mistura nojenta saiu de meus lábios. O que havia comido durante o dia mais cedo saiu numa mistura de cores e textura sobre o colo de Tony.

Eu não acredito!

Quase ia chamá—lo de “papai”.

—Ah qualé, Lívia! —Resmungou bravo acordando completamente. Meu corpo se retraiu e uma nova levada saiu de minha boca em cima dele!

—Eu vou chamar o Bruce! —Murmurou Pepper fechando a boca, que já estava aberta algum tempo pasma com a situação!

—Liv, aponta essa sua boca pro chão! —Se irritou Tony.

Tentei me virar e dar de costa para ele, diante a nova contração, porém tal como um chafariz jorrando uma mistura apenas liquida com alguns pedaços de bolacha junto sobre o abajur ao lado de sua cama.

Agora tudo o que continuava a sair era apenas liquido. Minha garganta de qualquer forma parecia queimar devido o esforço e meus olhos lacrimejavam. Me senti tonta e de repente meu mundo girou!

A última coisa de que me lembro foi das mãos de Tony em volta de minha cintura e sua voz gritando por Bruce e Pepper. Abri os olhos lentamente e senti como se minha cabeça fosse explodir — Argh, nunca mais vou beber na minha vida! — repetia mentalmente essa frase.

Me sentei um pouco na cama tentando me recordar do que havia acontecido e percebi que não estava em meu quarto e sim na ala hospitalar da torre. Mas o que eu estava fazendo aqui?

Busquei alguns resquícios de informações em minha mente pra ter alguma explicação do porque de eu estar aqui. Tentei me levantar da cama mas meu corpo simplesmente não obedecia meus comandos, estava dormente demais pra isso. Me contentei em deitar de novo e fitar o branco do teto. Fechei os olhos. A claridade do quarto estava fazendo minha cabeça pulsar.

Escuto um barulho vindo do corredor e direciono meus olhos pra porta do quarto e vejo um Dr. Banner com uma expressão um pouco preocupada entrar. Sorri levemente pra ele e ele devolveu o sorriso da mesma maneira. Ele foi se aproximando lentamente pé ante pé da cama e eu o fitava intensamente, ele logo pois a expressão preocupada de volta ao seu rosto e então Tony entrou igual a um furacão no quarto, parecia que ele iria me comer viva!

—Você está maluca? Quer se matar? — ele gritou quase bufando e vermelho de raiva meu meio sorriso sumiu e então lembrei de tudo o que aconteceu. Eu bebi uma garrafa inteira de uísque e passei mal. Mas o que tem de errado nisso? Só fiquei de porre como uma pessoa normal. Não conseguia entender o porque desses rostos preocupados com que Bruce e Tony me olhavam no momento — Hein? Me responde? — ele repetiu a pergunta cruzando os braços e eu me sentei na cama o fitando.

Estava tentando buscar alguma resposta em minha mente, mas minha dor de cabeça não ajudava e só então que eu percebi que tinha uma agulha em uma de minhas veias no meu braço direito ligado a um líquido transparente que parecia soro

—Hã.... eu não sei exatamente o que responde o.k.? Eu sou adolescente. Eu só fiquei de porre como todo mundo fica. — Respondi baixinho olhando intensamente pras minhas mãos, não sei porque mas elas pareciam muito interessantes no momento.

—Porre? Só ficou de porre? —Ele riu ironicamente passando as mãos nos cabelos de um jeito nervoso e se aproximando mais de mim—Você quase entrou em coma alcoólico! — Ele continuou e tenho certeza que meus olhos se arregalaram tanto que poderiam pular das órbitas.

—O que? Mas… mas como assim? — Perguntei dessa vez olhando diretamente pra Bruce e Tony bufou ao meu lado, ele estava realmente com raiva.

— Ta vendo isso que ta na sua veia? — ele disse calmamente como sempre e apontou pro negocio que parecia soro e, sua voz me hipnotizava parecia um remédio pra mim e me acalmou totalmente naquele momento então eu assenti lentamente — Isso é glicose. Você ficou com falta de glicose no sangue e desmaiou, na verdade se você tivesse desmaiado no seu quarto sozinha e ninguém tivesse visto poderia até morrer — ele disse e sua expressão ficou seria com essa última frase e pude perceber os pelos de seus braços arrepiados, ele parecia ter medo de que isso realmente acontecesse e eu sorri mentalmente por isso, claro que eu não ia sorri de verdade eles achariam que eu sou louca.

— Mas eu só bebi um pouco! — respondi seria, agora fitando diretamente em seus olhos negros

— Só um pouco? Um pouco? Tem certeza lívia? — Tony explodiu de novo — Você bebeu a garrafa inteira do meu uísque! Que aliais é muito forte e era muito raro por sinal!

O.k. eu não me lembrava eu tinha bebido a garrafa inteira Abaixei a cabeça e me senti uma adolescente rebelde e idiota. Na verdade eu fui uma adolescente idiota. Que estupidez!! Porque eu fui fazer isso? Olhei pra frente e me lembrei do motivo. Aliais ele tinha nome e sobrenome. Me apaixonar por ele..... isso sim foi estupidez! A maior que já fiz em toda a minha vida. Voltei a realidade quando percebi o quanto Tony estava vermelho de raiva.

— Desculpa o.k.? Eu fui uma adolescente estúpida! Só por favor não se estresse, parece que você vai ter um ataque cardíaco! — disse ainda em um tom de voz baixo e percebi que Tony respirou fundo e fechou os olhos tentando se acalmar. Eu podia ouvir sua respiração agora já mais calma.

— Ta você ta certa. É capaz de eu ter um ataque cardíaco e isso sério terrível pro povo da América. Ficar em sem seu herói preferido. — Ele disse mais calmo e dessa vez sem gritar voltando ao seu tom de voz e jeito palhaço. — mas você me deixou preocupado. O que acha Bruce, devo deixá-la de castigo? É o que um bom pai faria. Não? — ele olhou pra Bruce um pouco divertidamente e essa foi a vez de eu bufar. Bruce riu levemente e eu estremeci por completo ao ouvir sua risada doce, deus! Eu estou muito apaixonada por esse homem.

— Acho que seria o apropriado! E sim é o que um bom pai faria! — Ele diz também divertidamente e me encara sorrindo e os pelos do meu braço ficam em pé com isso. — acho que tenho o castigo ideal Tony.

— qual seria meu amigo? — Tony diz segurando no ombro esquerdo de Bruce e olhando pra mim com um olhar sapecá de quem estava adorando me botar de castigo, Argh que raiva!

— acho que um castigo bem torturante seria ela passar uma semana vindo aqui ao meu laboratório… — Quase dancei macarena! — pra ter aulas de química e física avançadas! — Porra, estava bom de mais pra ser verdade! Suspirei e joguei meu corpo pra trás indo de encontro com a cama.

— Ah não, Tony! Não por favor química e física não! Eu te imploro! — fiz um pequeno drama me sentando de novo!

— Ah sim! Pronto decidi esse vai ser seu castigo! — disse todo autoritário e eu fiz maior cara de bunda que eu consegui.

— Ta..... mas mudando de assunto, e Pepper onde está? — Perguntei estranhando a falta da presença da ruiva.

— Ta na empresa! Ela não queria ir porque estava preocupada com você mas houve um problema urgente e ela teve que correr para lá! — Ele foi indo em direção a porta e parou antes de sair. —Vou subir pra trocar de roupa e to indo pra empresa era pra eu ir junto com a Pepper mas eu estava preocupado e estressado de mais pra fazer qualquer outra coisa. Quando terminar de tomar a glicose, o verdão vai te ajudar a subir e te colocar lá no seu quarto pra você poder descansar. Eu e Pepper provavelmente voltamos lá pelas seis! Pede uma pizza pra você almoçar. — Disse tudo muito rápido e saiu.

Bruce sentou na cadeira ao lado da minha cama e eu sorri pra ele da melhor maneira que pude.

–Sente-se melhor?

–Hum, mais ou menos, minha cabeça parece que vai explodir… –Sorri fazendo uma careta.

–Ah sim… –Murmurou se levantando rapidamente e indo ate a mesinha ao canto, logo retornando com um copo d'água e algo em sua mão. –Vai ajudar com a dor de cabeça, o efeito e quase imediato, mas pode ocorrer leve tonturas…

–Obrigado. –Sorri pegando o comprimido e o copo logo virando os dois.

–Você teve sorte de ainda estar desmaiada quando ele viu a garrafa no seu quarto. –Sorriu sem jeito fitando o chão. –Se sentir alguma dor nos ombros e talvez no pescoço, foi devido o quando ele chacoalhou e gritou com você!

Eu acabei rindo enquanto levava uma de minhas mãos ao meu ombro.

–Mas ele realmente ficou preocupado com você! –Disse um pouco mais sério.

–Eu tive motivos para beber tanto assim! –Mordi o lábio olhando-o.

Ele se delimitou em arquear as sobrancelhas e frisar os lábios.

–Álcool não vai ajudá-la, na verdade, e provável que cause mais problemas.

Reprimi um sorriso o olhando demoradamente. Me descobri do edredom macio quando senti o calor subindo. Percebi que eu não estava usando as mesmas de ontem.

–Quem me trocou e porque? –Me preocupei, na verdade nem tanto.

–Pepper. –Murmurou sem graça. –Você estava… hum, coberta de vômito. –Riu brevemente.

–Você viu?–Me encolhi envergonhada na cama, completamente sem graça.

–Você fez uma verdadeira bagunça no quarto dele... –Riu cabisbaixo.

–Que vergonha! –Murmurei puxando o edredom e me escondendo debaixo dele.

O.k, eu ao menos estava com vestida de maneira sexy, regatinha leve e calcinha. Porem o vômito deve ter estragado tudo.

–Melhorou a dor? –Perguntou calmamente após um tempo.

–Ajudou bastante! –Sorriu confortável. –Já posso ir para o meu quarto? –Fez uma leve careta.

–Claro, claro… –Se apressou se levantando e vindo retirar a intravenoso. –A glicose já está acabando mesmo, acho que já pode subir pra descansar – sorriu pondo e ajeitando os óculos daquele jeito que eu acho muito sexy, dentre seu preparamento, onde ele trazia um bandeide para colocar sobre o furo.

Ele veio em direção a mim e eu sorri ele segurou meu braço pra tirar a intravenosa e ondas elétricas passaram por todo o meu corpo quando senti sua temperatura quente. Eu o encarava de forma doce. Seu olhar se encontrou com o meu e eu sorri . Ficamos um tempo assim e ele piscou algumas vezes voltando a realidade. Ele estava sendo bem cuidadoso. Me sentei devagar para evitar tontura enquanto ele jogava fora os objetos descartáveis etc, não querendo deixar bagunça para depois. Me preparei para levantar-me mas ele se apressou em vir ao meu lado não permitindo.

–Vá com calma, você ficou muito tempo deitada… passe seu braço ao redor do meu pescoço e se apoie em mim. –Pediu enquanto ficava ao meu lado esquerdo e passava sua mão direita ao redor de minha cintura, assim como o pedido eu o fiz.

Meu corpo vibrou totalmente com aquela aproximação, suas mãos eram firmes e tentavam me deixar confiante em jogar meu peso para ele. Comecei a levantar da cama, fiquei em pé alguns segundos tentando evitar de deixar muito peso sobre ele. Apertei um pouco seu ombro quando senti ficar meio bamba por um momento.

–Pode deixar seu peso sobre mim. Eu aguento… –Sorriu segurando minha mão esquerda sobre seu braço. Minha temperatura por dentro parecia estar se elevando rapidamente. Ele estava tão próximo que eu podia sentir seu perfume de sândalo.

Ele me guiou com paciência ate o elevador onde entramos.

–Se estiver se sentindo muito mole ou tendo vertigens leves ou tontura me fala que eu posso carregar você! –Murmurou apreensivo.

Deixe-me ver, ser carregada em seus braços e ficar ainda mais próximo de você?

–Um pouco para falar a verdade... –Sussurrei manhosa fazendo a cara mais inocente que consegui.

–Vem cá… –Começou se inclinando e me pegando em seus braço, no mesmo momento em que o elevador se abria.

Me reconfortei ali desejando que ele se demora-se o máximo possível para chegar ao meu quarto. Ele era quente e seu cheiro delicioso, seu toque era gentil e firme ao mesmo tempo. Me demorei olhando-o e gostando de olhá-lo daquele ângulo. Desci minha mão direita com cuidado de seu ombro para seu peito, pude ver os pelos escuros daquela área. Sua respiração calma era um tento quanto reconfortante.

Senti meu corpo sendo depositado com cuidado sobre a cama. “Mas já?!” –Resmunguei mentalmente, vendo-o com um sorriso calmo se afastando.

–Estarei no laboratório se precisar, tente dormi um pouco, ajudará seu corpo a terminar de se recuperar…

–Não… –Choramingue fazendo-o me olhar divertido enquanto se punha confuso. –Não me deixe sozinha… Eu preciso de cuidados.

–Claro, vai que você precisa… vai que roube mais uma garrafa de uísque do Tony. –Riu-se. –Eu tenho alguns trabalhos para fazer, assim que terminar eu volto.

–E se eu passar mal ou piorar?! Mesmo que eu grite por você, você não ouviria... E se você não cuidar bem de mim, terei que contar ao Tony, que você não cuidou de mim e me deixou aqui para morrer. –Era sempre bom fazer um pouco de drama e ele parecia cair para falar a verdade.

–Meu deus, quando drama. –Riu olhando para o chão.

–Fica por favor! –Pedi olhando-o torcendo para que o brilho pidão de meus olhos o convencesse.

–Esta bem, só não faça mais essa cara! –Riu sem graça, indo ate a poltrona no canto do quarto e trazendo-a para mais perto.

–Então… – Comecei me virando de lado me enrolando nas cobertas e ficando ainda mais confortável. –O que sua namorada acha de você não ter tempo para ela, Sr. Cientista? –Ele riu mas logo se tornou pensativo e seu sorriso foi se desfazendo.

–E-eu… eu não tenho namorada.

–Esposa? –Ele negou apenas sem me fitar, ainda em um estado meio melancólico aparentemente.

–Esta bem vamos mudar de assunto! –Sorri ganhando sua atenção. –Que tal pedirmos uma pizza de bacon com palmito?

–Se for metade de palmito e metade de bacon eu ate posso comer a de palmito. –Sorriu sem graça.

–Não tudo misturado e mais gostoso... –“Mas não mais que você é lógico!” Ri mentalmente.

–E-eu sou, hum, v-vegetariano. –Murmurou corando e ficando sem graça.

Ele ficava tão adorável assim, e ainda mais quando dava essas pequenas gaguejadas.

–O que? –Murmurei perdida, estava tão encantada com ele sem graça que mal ouvi o que ele havia dito.

–Eu sou vegetariano.

–Ah! Hum, então pedimos metade bacon com palmito e metade vegetariana! –Sorri como se houvesse tido a solução mais brilhante de todos os tempos.

Notas finais
Eai o que acharam do cap? Apropoxito peço desculpa se ele demorou um cadim a sair, pois foi minha culpa e tals. Bjs!