YOLO
19 Two Is Better Than One
Notas iniciais
Bia’s POV
Terminei o banho e encontrei um bilhete de Harry sobre o travesseiro:
“Te encontro na Tower Bridge ás 10. “
— CERTO HARRY, O QUE ESTÁ ACONTECENDO???
Sabia que ninguém responderia a minha pergunta, por isso tratei logo de me trocar para que pudesse me encontrar com aquele sem noção do meu namorado.
Coloquei roupas pesadas para enfrentar o frio da noite de Londres; espero realmente que o Harry tenha algo muito importante pra fazer fora de casa a essa hora...
Eu caminhava rapidamente, o frio era intenso no fim do ano; as ruas estavam desertas, as luzes eram de todas as cores: os tradicionais lampiões amarelos e as luzes coloridas de Natal, tudo incrivelmente londrino, perfeito.
O Tâmisa refletia a linda lua cheia, prateada, magnífica. A cada passo que eu dava, milhares de pensamentos percorriam minha mente: eu tentava assimilar tudo o que havia me acontecido naqueles últimos meses; como que, finalmente, eu havia me comprometido com alguém; todas as sensações inéditas que Harry me fez conhecer; a forma como eu me sentia completa ao seu lado... De alguma forma, eu senti que aquela noite seria especial.
Avancei mais um pouco e cheguei finalmente ao meu destino; não fazia ideia do motivo pelo qual ele escolhera a Tower Bridge: o que nós faríamos ali?
Ignorei a dúvida e continuei andando; avistei Harry ao longe, observando o rio; a forma como o vento batia em seus cabelos me causava arrepios. Antes que eu pudesse me aproximar, ele notou minha presença; o sorriso que iluminou seu rosto me fez esquecer totalmente o frio.
Sorrimos um para o outro quando eu me coloquei à sua frente. Ele segurou minhas mãos por alguns instantes, e ficamos assim, sem dizer nada, apenas mirando um o outro.
— Vem... – ele disse simplesmente, me puxando pela mão, passando seu braço pela minha cintura, me abraçando de lado. Não disse nada e apenas o segui.
Eu não fazia a menor ideia de para onde estávamos indo, mas sabia que devia confiar nele.
Cinco minutos depois, quando chegamos ao lugar pensado por Harry, fiquei boquiaberta.
— UAU! Harry, você pensou nisso tudo sozinho?
— Bem, tive alguma ajudinha... – ele sorriu sem jeito, seus olhos brilhavam, de ansiedade, eu acho. – Você gostou? – ele perguntou, quase desesperado.
— Como não gostar? É perfeito! – respondi sincera; estávamos numa das tradicionais pistas de patinação no gelo de Londres. Porém, não era simplesmente isso: havia luzes de Natal e pétalas de rosas espalhadas em pontos estratégicos, coisas que Harry havia providenciado.
Ele se aproximou de mim e me estendeu a mão:
— Vamos arriscar?
Sorri como uma criança, tentada por tentar coisas novas; peguei sua mão e corremos juntos para o centro da pista. Rapidamente, colocamos os patins, Harry segurou- me pelas mãos e pela cintura e, meio desastradamente, começamos a percorrer o gelo.
É claro que não tínhamos prática, mas isso não nos impediu de conseguir fazer aquilo. Em cinco minutos de pequenos erros, estávamos mais ágeis e confiantes, realizando movimentos bem bonitos, sempre juntos.
Não sei quanto tempo ficamos ali, indo de um lado ao outro, girando, às vezes ele me levantava em seus braços... Pode parecer algo simples e sem graça, mas pra mim estava sendo perfeito.
Em um determinado momento, desconheço o que houve, tropecei no pé dele e nós dois caímos; ele me ajudou a não me machucar, e me fez cair sobre ele.
Pensamento mode.on: CARA, O QUE HOUVE AQUI?? Isso não pode acontecer comigo, isso só acontece em filmes... A gente vai ficar se olhando, aí ele vai me beijar...
Pensamento mode.off
Nossos olhos não se largavam, isso àquele momento nos parecia impossível.
— Harry, vamos...
Sim, eu disse: ele me beijou. E não, não foi como eu pensei que fosse: foi um beijo diferente dos outros, era uma antítese: calmo, intenso, gentil, desesperado... Com mais alguns segundos nos encontrávamos completamente sem fôlego.
Nossas línguas se acariciavam, empenhavam uma batalha; fiquei me perguntando o que tinham feito com o frio: as roupas estavam me fazendo cozinhar, queria me livrar delas logo...
As coisas foram fluindo de um jeito mágico, inédito. As mãos de Harry estavam espalmadas nas minhas costas, enquanto as minhas seguravam firmemente sua nuca.
— Ei, acho que é melhor eu te levar pra casa. – ele disse doce, partindo o beijo.
— Não precisa “me levar”... Nos leve!
Ele sorriu surpreso com o meu tom de voz revelador.
— Será que eu entendi direito?? – ele me perguntou, extasiado. Sorri sem jeito e assenti, escondendo meu rosto em seu peito... Não era normal eu me sentir envergonhada, ainda mais se tratando disso.
Chegamos ao meu apartamento um tanto quanto quietos; Harry disse que iria providenciar vinho e outras coisas, enquanto eu subi para me arrumar... Realmente não acreditava que aquilo estava finalmente acontecendo.
Fiquei no banheiro, trancada, me encarando por longos minutos; lavei o rosto, ajeitei meu cabelo, coloquei minha lingerie nova e impecável, que esperava por esse momento escondida no meu closet; joguei uma camisola por cima e saí.
O que vi em seguida me impressionou: a cama com o tradicional lençol de linho branco todo rodeado por velas, Harry me esperando com a sua camisa do Ramones e uma garrafa de vinho branco.
— Ei, você ficou muda... Não gostou?
— É que... E-eu, eu não sei o que dizer... Nunca imaginei nada disso, nunca fui de nada disso...
— Você não gostou? – ele pareceu desapontado... DROGA!
— Não, pelo contrário: eu gostei muito! É só que eu preciso aprender a lidar com essa facilidade que você tem em me surpreender.
Caminhei até ele de uma forma quase que angelical e lhe dei um selinho breve, mantendo nossos rostos unidos.
— Eu só quero que essa noite seja perfeita... – ele sussurrou; o que se seguiu foi um olhar muito intenso e depois um beijo doce e realmente muito longo.
Ele mantinha as mãos na minha cintura, e eu espalmei as minhas em seu peito, próximas aos ombros.
Aos poucos as carícias foram aumentando, minhas mãos percorriam suas costas, braços, nuca, cabelos, peito e abdômen, ao passo que ele se indispunha por minhas costas, seios, coxas e barriga.
O que foi havendo em seguida fluiu mágica e perfeitamente: nossas ações eram tranquilas, da forma mais maravilhosa que poderia ser, de um jeito doce como eu nunca tinha experimentado antes. Quando senti seu corpo sobre o meu naquela cama, senti que pela primeira vez estava fazendo aquilo direito; era como se todas as outras não tivessem existido, e aquela fosse a minha primeira vez. Todas as sensações virgens me ocorreram: os arrepios, espasmos... Quando tirei sua camisa, foi de uma forma pura, o mesmo quando ele me fez ficar só com a lingerie toda cheia de bordados: eu podia, pela primeira vez, dizer que aquilo era amor: não era só mais uma transa, pois não era com qualquer um; aquela era a primeira vez que eu sabia o que era amor, pois eu amava Harry de um jeito que não amava aos outros.
Quando finalmente nossos corpos se livraram de todo e qualquer tecido, tudo foi acontecendo naturalmente... Agora eu tinha a certeza de que ele e eu éramos um, de corpo e alma.
Zayn’s POV
“This is my December.
(Este é meu Dezembro)
This is my time of the year.
(Esta é a minha época do ano)
This is my December.
(Este é meu Dezembro)
This is all so clear.”
(Isso é tudo tão claro)
De alguma forma, Dezembro sempre foi um ótimo mês pra mim; não pelas festas propriamente ditas, mas tudo que elas me traziam: o Natal me fazia refletir sobre tudo aquilo que eu queria que renascesse em mim, sobre como eu precisava que algo surgisse para mudar o sentido das minhas atitudes. O Ano Novo prolongava todos esses pensamentos... Mas, pela primeira vez na minha vida, Dezembro era mais que simples festas tradicionais: eu estava realmente tendo o melhor tempo da minha vida com a Nati.
Ela era a luz que nascia na minha vida, meu pedido para o ano que vem, para a eternidade...
- Ei bebê, o que foi? – sua voz doce me fez sorrir involuntariamente. – Você tá quieto...
Eu estava sentado na sacada do meu quarto – ela estava passando todas as tardes livres no meu apartamento – e pude senti-la se aproximando, logo em seguida se sentando ao meu lado, me dando um beijo na bochecha e apoiando seu queixo em meu ombro, me observando dessa forma.
— Só to pensando... – disse, sem tirar os olhos do horizonte; ela deitou a cabeça em meu ombro e pôs-se a observá-lo também.
Ficamos assim, em silêncio, apenas aproveitando a companhia do outro. Passei minha mão em sua cintura e aproximei mais nossos corpos.
— He is sensible, and so incredible, and all my single friends are jealous. He says everything I need to hear and it’s like I couldn’t ask for anything better. He opens up my door and I get into his car and he says: You look beautiful tonight… — ela cantava Taylor Swift perfeitamente bem, sempre notava isso; eu sabia que ela usava a música para expressar seus sentimentos, então resolve fazer o mesmo:
— You’ve got that smile that only heaven can make; I pray to God everyday that you keep that smile. You are my dream, there’s not a thing I won’t do, I’ll give my life up for you, ‘cause you are my dream…
Ela me encarou e sorriu; mantivemos nossos olhos juntos e unimos nossas testas, mantendo o contato visual antes de iniciar o beijo mais doce, suave e gentil entre todos os outros.
Esse era meu pedido de fim de ano: estar com ela até o fim de cada um deles.
Mel's POV
Nem dá pra acreditar que tanto tempo passou desde que viramos amigos. No colégio eu não tinha tantos amigos assim. O Harry e a Bella sempre foram meus melhores amigos, apesar de que eles não se falavam muito. Ainda lembro-me do dia em que eu conheci o Niall; vi aquele loirinho de olhos azuis super fofo; eu sempre esquecia o nome dele, então o chamava de loirinho.
Olha no que deu hoje, eu amo ele. Se ele me ama eu não sei, mas eu amo o jeito que ele me trata. Esses últimos meses, ele vem me tratando como uma princesinha dele, sempre tomando conta de mim. Às vezes eu penso que podemos dar certo juntos, mas sei lá, tenho tanto medo de sofrer de novo.
Ele me convidou pra jantar em um restaurante bem perto do London Eye, e de lá dava pra ver o Rio Tâmisa. Eu já estava seguindo de carro pro restaurante; meu pai me presenteou com essa maravilha de veículo. Não demorou muito e logo cheguei, entrei no restaurante e me deparei com uma coisa: Não tinha ninguém lá, que me assustou um pouco. Mas logo vi o Niall vindo em minha direção
-Que bom que você veio Mel — Ele me deu um beijo na bochecha — Sente-se aqui — Me sentei à mesa
Lá no restaurante tinha um palco pequeno; Niall pegou seu violão e sentou em uma cadeira que tinha em cima do palco. Na hora eu não sabia o que fazer ,até que ele começou a cantar Two Is Better Than One
-I remember what you wore in our first date
(Eu lembro do que você vestiu no nosso primeiro encontro)
You came into my life
(Você entrou na minha vida)
Meu coração disparava com cada verso daquela música. A voz dele me fazia rir e chorar ao mesmo tempo. Ninguém nunca foi tão fofo comigo como ele tava sendo. Ele contava e ria ao mesmo tempo
-Cause everything you do and words you say
(Porque o que você faz e palavras que você diz)
You know that it all takes my breath away
(Você sabe que isso me deixa sem ar)
Eu Não sabia o que pensar. Por que ele estava sendo tão fofo comigo? Mais fofo que o normal. Logo a música acabou e meus olhos cheios de lágrimas. Ele desceu do palco e veio em minha direção.
-Você gostou Mel?
-Se eu gostei? Ninguém nunca fez isso pra mim, eu não gostei, eu amei. Não sei descrever o que estou sentindo agora Niall. Mas por que tudo isso?
-Sabe, eu fiquei pensando na gente, desde que nos conhecemos na entrada do colégio, bebemos juntos, e passamos mal ; fizemos merdas e rimos disso .Eu percebi que te amo Mel ,amo seu jeito de ser ,seu olhar ,seus cabelos ,seu sorriso .Você é perfeito pra mim ,não quero saber o que falam sobre você ,porque o que importa é o que eu acho .Ai baixinha ,você quer namorar comigo?
Eita, fiquei com medo de dizer sim, e agora?
-Niall, eu te amo muito e não quero sofrer. Eu já sofri muito e não quero passar pro isso de novo
-Quem disse que você vai sofrer? Você vai ser minha, vou cuidar de você como uma jóia rara, como um bebê. Você não vai se ferir, eu prometo
-Eu te amo Niall — Voei no colo dele, dando um abraço bem apertado — Sou sua agora, cuide de mim Niall — Falei baixo no seu ouvido. Ele sorriu pra mim como nunca tinha sorrido antes
Nos sentamos à mesa e jantamos. Logo estávamos fartos e fomos pra casa no meu carro. Como ele morava sozinho, a casa dele tava uma bagunça
-Vamos querer arrumar esta casa Niall, que podridão — Fiz cara de nojo
-Eu arrumo amanha. Agora que quero você — Ele me pegou no colo e me levou pro quarto dele. Nos deitamos, vimos alguns filmes e logo dormimos.
Louis's POV
Que merda, eu só faço o que não devo. Eu briguei de novo com a Lê. O porquê? Ciúmes. Ciúmes de quem eu não gosto. Eu não quero ficar brigada com ela. Não pensei duas vezes e liguei pra ela
Ligação on
-O que é Louis, já disse que não quero falar com você, some da minha vida!
-Não desliga Letícia, ouve primeiro. Eu me arrependo de ter discutido com aquele garoto e você também, não vamos deixar que meio deslize acabe com nossa amizade, por favor, Lê
-Não sei
-Você pode vir aqui, ou eu ir aí?
-Vem aqui — ela disse fria e desligando o celular
Peguei meu carro e fui pra casa dela. Mas antes passei em uma loja de conveniências pra comprar o que ela mais gostava de comer: Cupcakes. Comprei e fui pra casa dela. Logo que cheguei, ela abriu a porta e eu entrei
-Pega, comprei uma coisa — eu disse entregando a sacola na mão dela. Ela abriu a sacola, viu os cupcakes.
-HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA CUPCAKES — Ela gritou e saiu correndo pro quarto dela. Fui também. Ela se jogou na cama e foi comer.
-Me desculpa Lê?
-Você é tão mongol e imaturo Louis — Ela disse com a boca cheia
-Eu sei
-O San era meu amigo de anos e mais anos, ele nem morar aqui mora, ele ta morando na Argentina e já voltou pra lá
-Aff não acredito que cheguei a esse nível de mongolidade — Ela riu
-"Mongolidade”? Isso existe?
-Sei lá, mas me da um cupcake
-SAAAAIIIIIII, É TUDO MEU! — Ela disse pegando dois que ainda sobraram, se levantou da cama e saiu correndo pro outro quarto. Eu corri atrás dela, a puxei pelo braço e a coloquei na parede. Nossas respirações já estavam ofegantes pela corridinha pela casa.
-Você é linda — Eu disse olhando bem nos olhos dela
-Me solta Louis, ta machucando!
-Lembra do jogo de verdade ou desafio?
-O que tem?
-Eu disse que me importava com alguém de um jeito diferente. Você sabia que era você né?
-Sim — Ela disse sem jeito
-O que você quis dizer "Posso me arrepender daqui pra frente, mas o que eu fiz não da pra voltar atrás”? — Me afastei um pouco dela
-Acho que... -Ela buscava palavras — Eu me arrependi de ter discutido com você naquela festa, eu falei coisas horríveis, e na verdade você só queria me ajudar. Você me perdoa Louis?
-Claro. Estamos de bem agora né?
-Sim
-Então pronto — Dei um grande beijo nela
Nossas línguas queriam espaço, exploravam cada canto da nossa boca. Eu a apertava contra a parede; senti que ela queria mais coisa; o beijo esquentava. Fui deslizando minha mãe até sua bunda, dava apertos leves, fazendo com que nossos corpos ficassem mais colados; peguei-a no colo, sem parar os beijos e fomos pro quarto dela.
Cai na cama com ela em cima de mim; dei leves chupões em seu pescoço. Fiquei por cima dela e comecei a lamber sua barriga, massageando seus seios. Fui descendo até sua parte íntima e comecei a lamber e dar alguns chupões. Ela se contorcia toda na cama e puxava meu cabelo, querendo mais aquilo. Subi e comecei a beijar mais ela
Ela me olhava com um sorriso perverso, mostrei o meu também. Ela me subiu em cima de mim e começou a arranhar minha barriga — AI SENHOR, ELA TA ME PROVOCANDO! — Tirei a blusa dela e o short ,ela fez o mesmo ,tirando toda minha roupa .Fiquei de cueca e coma ela tava em cima de mi ,ela sentiu o volume na cueca . Já não agüentávamos mais, peguei uma camisinha que estava dentro da minha carteira, que estava no bolso da minha calça. Coloquei e fiquei por cima dele.
-Você tem certeza disso Lê?
-Tenho, eu quero isso e você também
Não pensei duas vezes e comecei a penetrar. Aqueles movimentos nos enlouqueciam. Ela puxava com força meu cabelo; afundei meu rosto no pescoço dela sem parar com os movimentos. Ela gemia alto, sem se preocupar com quem ia ouvir. Os movimentos de vai e vem ficavam mais rápidos até chegarmos ao ápice. Virei-me e fiquei do lado dela na cama. Ela me olhou e subiu em cima de mim. Ela começou a cavalgar rápido, me fazendo soltar alguns gemidos baixos. Aquilo estava muito gostoso e prazeroso. Ela parou e se deitou em cima de mim.
-Você é melhor do que eu pensava Louis — Ela disse com voz baixa e ofegante
-Você também não é de se jogar fora
-Vai se fuder Louis — Ela se levantou e fui pro banheiro
-Ai Senhor, eu quero mais um pouco deste corpo — Eu olhei pra ela da cabeça aos pés
O banho dela foi demorado, então fui pra outro banheiro. Quando eu cheguei ao quarto, ela estava apenas de sutiã e calcinha deitada na cama quase dormindo. Deitei ao seu lado e ela me agarrou, colocando a cabeça dela sobre meu peito
-Da pra ouvir seus batimentos. — Ela disse quase dormindo.
-Você da deitada do lado esquerdo do meu peito né, dá pra ouvir.
-Seu retardado — Ela disse abrindo um sorriso fofo, mas logo fechou os olhos e dormiu. Eu fiquei ali observando ela, fazendo cafuné nela. Pensei em um bando de coisa e no dia em que a vi pela primeira vez. Em meio esses meus pensamentos, acabei dormindo.
Notas finais
Enfim, não deixem de acompanhar nosso especial de Natal. Malikisses xx Nati
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