Notas iniciais
OOOOOOIIIIIIIII meus amores! Tudo bem? eu estava com saudade daqui, eu amo o Nyah, até postei a fic no AS mas não tem comparações... cof cof Então, eu estou com esse cap pronto faz mais de 10 dias, mas estava sem tempo pra postar e depois com o nyah off, já viram no que deu certo? Sem mais delongas, Enjoy, bom capítulo

~Tokiya

Já faz um bom tempo que o senpai saiu, desde então estamos completamente sem noticias do Ranmaru-senpai, estou muito preocupado, e pelo jeito vejo que Otoya também, pois mal consegue manter-se parado.

Por sorte nosso quarto fica com a janela voltada para a entrada do prédio, o que facilita muito em saber quem entra e quem sai do prédio.

Há poucos minutos vi o Nagi sair daqui, o que ele veio fazer aqui, eu não tenho ideia, ele nunca falou com nenhum de nós, a não ser para discutir. E agora viu o Kurusu sair correndo. Algo me diz que eles brigaram novamente.

– Ei, Ittoki. – chamei-o.

– Hm? – murmurou de volta. Agora ele parou um pouco, por Kami-sama, eu não sei como ele não se cansa.

– Eu vou dar uma volta.

– Eu vou junto. Não agüento mais ficar parado.

– Mas você não parou quieto desde que o Reiji-senpai saiu.

– Mas é diferente Tokiya! Eu não agüento mais ficar nesse quarto. – resmungou.

– Okay, okay. Vamos então.

– Hai! – gritou e pulou da cama.

Saímos do quarto e rumamos para a sala de entrada rapidamente.

– Nee, Tokiya. O que você tem? – Otoya perguntou.

– Só estou preocupado com o Senpai e com o Syo.

– Com o Syo? O que tem ele? – perguntou

– Eu vi ele sair correndo daqui há alguns minutos, fiquei pensando o que pode ter acontecido com ele.

– Então ande logo Tokiya pode ter sido alguma coisa séria. – pegou meu braço e começou a correr, me puxando junto.

– E-ei calma Otoya! – gritei e puxei meu braço da mão dele

– EEEhhh?! Você me chamou pelo nome Tokiya!! – comemorou e pulou no meu pescoço me abraçando.

– E o que tem? – perguntei abraçando ele de volta, e sentindo meu coração acelerar.

– É que eu gosto quando você me chama pelo nome. – sussurrou em meu pescoço. – Eu sinto que sou importante.

– Mas você é importante Otoya. Para mim e para todos os outros. – sussurrei em resposta.

– Mas, você é o meu melhor amigo, Tokiya. Então eu fico feliz que você me ache importante.

Nesse momento meu coração já queria saltar para fora, e eu sentia meu rosto esquentar, num claro sinal que eu estava enrubescendo.

Ficar perto dele já é tentador demais, é extremamente difícil controlar a vontade que eu tenho de beijá-lo, resistir a ele é terrível. Eu nunca conheci ninguém mais amável, e fofo que ele. Mesmo tendo a mesma idade, eu tenho vontade de erguê-lo no colo e levá-lo para longe de todos, onde só eu consiga ver ele, e o ter somente para mim.

– Você sempre foi, e sempre será importante Otoya. Sempre. – murmurei o mais baixo possível, na intenção de que ele não escutasse, mas ele escutou.

– Sempre Tokiya? – perguntou se afastando um pouco para me olhar com os olhos marejados.

– Sempre. – respondi, secando uma lágrima que escorreu por aquele rosto que tanto me encantava. Em resposta ele abriu um dos sorrisos dele. Fazendo-me sorrir de volta.

Me afastei dele um pouco relutante, não queria soltá-lo, mas estando preocupado com o Kurusu é complicado.

– Vem Otoya. Vamos achar aquele baixinho. – disse puxando ele puxando ele e voltando a caminhar. Quando chegamos à sala ouvimos Ai-senpai no telefone.

– Claro... Mas como ele está?... Por Kami-sama, pelo menos ele não se feriu gravemente... O que? Como assim você o viu? Não tem nenhuma marca?... Tudo bem...Aham... Entendo... Mantenha-nos avisados Reiji... Okay, até. – e desligou.

– Etto, Ai-senpai. – Otoya chamou.

– Sim?

– Alguma noticia do Ranmaru-senpai?

– Ele vai ficar bem, pelo que o Reiji me disse, ele ficará mais algum tempo na UTI devido aos calmantes e talvez vá para o quarto hoje ou amanhã pela manhã. Então ficará em observação por uns dois ou três dias talvez.

– Entendo. Obrigado Ai-senpai. – Otoya falou sorridente. — Err... Senpai, você sabe o que aconteceu com o Syo-shan?

– O chibi? Bom ele ficou bravo por uma coisa que o Nagi fez, e saiu correndo. Daqui a pouco ele volta. Não se preocupem. – respondeu calmamente, pude ver que não era só isso, mas acabei deixando passar.

– Hm. Então não precisamos nos preocupar Tokiya. – o ruivo comemorou.

– É verdade. Obrigado senpai. – agradeci.

– Nee, Tokiya, vamos dar uma volta? – Otoya sugeriu.

– Mas... – comecei, mas ele me cortou.

– Eu não quero ficar sozinho, e não quero voltar pro quarto. – explicou. – Nee, nee, vamos Tokiya. – pediu fazendo bico.

– Okay. Vamos. – respondi. Vi que o Ai-senpai nos olhava e segurava uma risada. Até que o ruivo se jogou no meu pescoço novamente. Ele estava pegando esse costume, e eu tenho que parar com isso, mesmo gostando. Droga.

– Vocês dois, fariam um casal bonito. – o senpai ironizou. Otoya corou furiosamente, fazendo com que seu rosto ficasse quase do mesmo tom que seu cabelo, e eu desviei os olhos.

– Como assim senpai? – Otoya perguntou receoso.

– Isso, mesmo, vocês dois fariam um ótimo casal, você faz o Tokiya ficar menos mau humorado, e ele faz você ficar menos irritante.

– Etto, etto... – vendo que ficamos embaraçados começou a rir, e pela primeira vez vi o senpai rir. Foi um tanto quanto surpreendente.

– Não precisam ficar envergonhados. Só sugeri uma coisa. – e desatou a rir novamente.

– Vocês não iam sair? – perguntou depois que conseguiu parar de rir.

– Etto, íamos. – Otoya respondeu.

– Íamos, não. Estamos indo. – corrigi o ruivo. – Até depois senpai.

– Tchau senpai.

– Tchau. – respondeu. – Tokiya não leve o Otoya pro mau caminho ele ainda é muito inocente. – provocou novamente, fazendo nos dois corarmos.

– Pode deixar senpai. – respondi. – Vamos Otoya. – disse puxando ele.

– Vamos.

*****

~Camus

Entrei em meu quarto, tudo escuro e quieto, as cortinas haviam sido fechadas e não notei nenhum movimento no mesmo. Quando acendi as luzes, vi que não havia ninguém, o que me deixou um pouco preocupado, Aijima não estava muito bem quando sai.

Cruzei o quarto e me aproximei da cama dele, e vi que o colar que ele sempre usava estava sobre a mesma, peguei-o e o olhei de perto, era muito bonito, com certeza nunca vi nada igual, era uma pedra única, e linda.

– Camus? – chamou-me. Me assustei com a chegada repentina, achei que ele não estava no quarto.

– O que foi Aijima? — perguntei me virado para ele, enquanto ainda observava a pedra.

– O que você ta fazendo com isso? – perguntou apontando para o colar.

– Só estou olhando, vi-a em cima da cama e peguei para olhá-la de perto. – respondi. – Ela é muito bonita. – comentei.

– Obrigado. Eu a acho linda. Lembra-me muito de casa.

– Entendo. Desculpe ter pego. – estendi a pedra para ele.

– Não tem problema. – Sorriu. – Aliás, como está o Ranmaru-senpai?

– Segundo o médico disse para nós no hospital, ele está estável, mas quando saímos de lá os exames ainda não tinham ficado prontos. Estou esperando o Reiji ligar para confirmar que não é nada de mais.

– Tomara que ele ligue logo. – sussurrou. – Vocês são muito próximos não é? – perguntou erguendo os olhos nos meus.

– Por mais difícil que seja de acreditar, eu e o Ranmaru somos muito amigos. Mas discutimos muito por termos a paciência curta.

– Eu notei. – concordou sorrindo.

– Até o Ai que parece indiferente é muito ligado a nós, e quando se preocupa com qualquer um que goste, ele se descontrola. – contei sorrindo de volta.

– Eu não imagino o Ai-senpai descontrolado. Ele sempre parece ser tão calmo e centrado.

– É bem difícil de imaginar mesmo. – comentei e caminhei até uma cadeira perto da janela, sentando nela. – Eu quando não o conhecia, achava que ele era apático a tudo e a todos.

– Eu achava isso até agora. – comentou, sentando na cama. Sorri para isso, às vezes ele não era tão irritante e até dava para conversar civilizadamente com ele.

– Todos acham. Ele é realmente apático a todos que não sejam amigos ou próximos a ele. Só é possível saber desse outro lado dele quando se aproxima o suficiente para se tornar importante. Você não notou o quanto ele estava cuidadoso com o Kurusu, antes de ele ter de ir fazer os exames?

– Sim, eu notei que ele estava tratando ele diferente, com mais cuidado.

– Exato. Ele se afeiçoou a ele e ao Shinomiya. Mas como o Kurusu parece ser mais frágil, ele ficou preocupado e começou a tratá-lo diferente. Como se quisesse protegê-lo. Entende?

– Hai. – concordou. – Nee, Camus, você se preocupa com alguém fora eles? – perguntou abaixando os olhos para as mãos e corando levemente.

– Eu me preocupo com muitas coisas Aijima, – respondi calmamente. Fazendo-o olha para mim de novo, para então completar – com você também, é meu kouhai, e eu quero que seja um bom ídol.

Vi ele corar até a raiz dos cabelos e abaixar os olhos rapidamente, segurei o riso. Ele parecia uma criança daquele jeito.

– Obrigado. – sussurrou.

– Não tem de que. – sorri. – Eu vou tomar um banho e depois ir comer alguma coisa. – disse me levantando.

– Hai. – respondeu.

– Ei, Aijima, – chamei e ele olhou-me novamente. – você fica uma graça corado. – provoquei para ver ele avermelhar de novo. Se ele estive perto do Itokki poderia facilmente confundir o rosto dele com o cabelo do ruivo. Dei algumas risadas e rumei para o banheiro afim de tomar banho.

Notas finais
Gostaram? Eu quero saber... TTwTT gente eu to bem triste... e vou contar porque, eu tenho 50 pessoas acompanhando a fic, sério, 50 e sabem quantos falam comigo? 6 ou 7 só! eu gosto de saber o que vocês estão achando da fic, o que precisa ser melhorado, e podem ter certeza eu to fazendo o melhor para isso, mas queria saber o que vocês acham... Sem mais, me vou bye bye, quem sabe o próximo não sai daqui a pouco também... Kissus :* bye bye