Notas iniciais
Espero que gostem.

Lucy's P.O.V.

Saio do trem e olho ao redor. Pelo o que eu conseguia ver da estação, a cidade cultivava a lenda do Rei dos Dragões do Céu com grande intensidade e alegria.

Assim que os três Dragon Slayer escandalosos param de beijar o chão, a Erza fala:

- Wendy, você tem alguma ideia de onde pode estar a próxima charada?

- Eu li em algum lugar que o local onde o Rei falou aquilo é onde, hoje em dia, está a biblioteca local.

Uma biblioteca? — Levy pergunta com os olhos brilhando de ansiedade.

- Hai.

Eu e a azulada obcecada por leitura começamos a conversar sobre que tipos de livros poderíamos encontrar lá, enquanto todos nós andávamos seguindo a Erza que havia encontrado um mapa da cidade e, como sempre, assumido a liderança.

Em pouco tempo chegamos na biblioteca, o prédio era enorme e tinha uma aparência gótica com detalhes que pareciam dragões voando e nuvens, havia pombos espalhados por perto numa praça e várias pessoas saiam e entravam pelas grandes portas duplas.

Ao entrarmos, nos deparamos com estantes e mais estantes de livros de todos os tipos e que pareciam não ter fim e no centro do prédio havia uma grande estatua de um dragão.

- Uau! — Exclamo maravilhada. Ao meu lado a Levy assenti enquanto sorri de orelha a orelha.

Enquanto olhávamos ao redor, uma jovem de mais ou menos 18 anos se aproximou.

- Vocês seriam, por acaso, magos da Fairy Tail e Sabertooth que estão em uma missão para desvendar enigmas?

Me viro completamente para ela e tomo uma boa olhada da sua aparência. Seus cabelos lisos eram pretos como as penas de um corvo e batiam na sua cintura e seus olhos eram de um violeta intenso. Suas roupas consistiam de um vestido azul escuro com detalhes pretos e roxos e um sapato de salto alto preto. Ela emitia uma aura calma e ao mesmo tempo perigosa.

- Poderia se dizer que sim, como você sabe? — Gray fala.

- É que eu tenho uma mensagem para vocês.

- Qual o seu nome? — Wendy pergunta.

- Vocês não precisam saber, pois se eu dissesse o meu nome ele seria logo esquecido sendo essa a única vez que vamos nos encontrar. Agora à mensagem:

A solidão é algo bom e ruim
Bom porque nos dá tempo para pensar
E ruim porque nos faz amargos.

- Eu não entendi nada. — Sting confessa.

- Nem eu, mas como todas as charadas até agora foram para um Dragon Slayer, e os únicos que não resolveram uma ainda foram o Rogue e o Gajeel, um deles deve saber. — Falo.

- Aquele cabeça de vento que com certeza não é. — Diz uma garota andando lentamente em nossa direção e apontando acusadoramente para o Rogue — Ele tem cara que é mais burro que uma porta, além de ser muito feio e usar saia.

Ela tinha cabelos loiros acastanhados e olhos verdes, suas roupas eram um vestido verde com estampa de flores rosas e um sapato branco com detalhes rosa. Por algum motivo, ela me lembrava muito a Michelle.

- Jane! Você não pode sair falando assim das pessoas. É rude. — Diz a primeira garota que a gente encontrou.

- Mas é a minha opinião, Amy! — Reclama Jane, fazendo outra suspirar.

- Me desculpem por minha amiga, ela normalmente não é assim e, se servir de consolo eu te acho lindo. — Amy fala, enquanto a loira bufa e começa a puxar a morena — Eu tenho que ir agora, então, boa sorte.

- Juvia achou isso esquisito.

- Ah! Agora eu lembrei, eu sei a resposta pra a charada. — Gajeel diz — Depois que o Metalicana desapareceu, eu me isolei em uma caverna e escrevi isso.

- Por que eu não estou surpresa? — A maga Solid Script pergunta.

- Porque você é a namorada dele. — Respondo e ela me olha zangada.

- Eu estou com fome e sono, então vamos arranjar um hotel. — Natsu fala.

Nós voltamos a caminhar e todos, até mesmo os exceeds, começam a conversar. Eu olho para o Rogue e vejo ele sozinho, então resolvo tomar coragem e falar com ele.

- Você conhece aquela Jane de algum outro lugar?

- Não.

- Então, por que será que ela pareceu te odiar tanto?

- Não estou interessado.

É o máximo que eu conseguiria dizer. Mas o Sting acaba batendo em um homem que passava na rua, quando tentou iniciar uma briga com o Natsu.

- Baka. — Ouço o moreno murmurar.

- Vocês não são amigos?

- Pode-se dizer que somos meio que amigos, eu acho. — Diz ele depois de uma pausa.

- Então por que você chama ele assim? E por que você não ajuda ele?

- Ele é meu então eu sempre tenho que falar a verdade sobre ele e para ele, sendo ela ruim ou boa, pelo menos para mim isso é o que uma amizade significa. E se eu me metesse nas brigas dele eu iria machucar o enorme ego dele. — Ele revira os olhos dando um pequeno sorriso.

- Você fica muito mais bonito quando sorri, se a Jane te visse assim não iria falar aquelas coisas. — Falo sem pensar. Meus olhos ampliam quando percebo o que tinha acabado de dizer e eu olho para o chão — Q- Qu- Quer d- dizer...

- Chegamos! — Erza grita me interrompendo.

Eu agradeço a todos os deuses conhecidos e desconhecidos por termos chegados no hotel e entro apressadamente, indo até o balcão para fazer o check-in e tentar esquecer o que tinha acabado de acontecer.

Notas finais
Então o que acharam?
Ah, e a Jane e Amy são Oc's para outra fanfic que estou começando a escrever, a Jane é da minha melhor amiga e por isso ela odeia o Rogue como minha melhor amiga e o nome Amy é na verdade um apelido que a Jane deu a ela e ela se chama na verdade Amethyst.
Então é isso.
Kissus,
Jya ne.