World Of Dolls

8 Capítulo 8 - O enigma.


Notas iniciais
Bianca: Holaaaa mi amores!!! Isa-chan: Olá! o Bianca: Você demorou muito pra postar Ò.Ó Isa-chan: Hehehe Desculpinha! Estava sem inspiração esses dias! Bianca: Que desculpa mais simples! Isa-chan: Esperava que eu dissesse o que? Bianca: Que você foi atropelada por caminhão de leite condensado , que você foi pro hospital , foi internada e estava em risco de morte! Seria bem mais dramático! Isa-chan: O.O Paty: Meu deus Bianca! Que malvada que você é! Isa-chan: Sim!Muito! Buaaaaaaaa *braça Paty* Bianca: MUAHAHAHAHAHAHA Rodrigo e Melina: E então VAMOS APARECER DESSA VEZ?? Isa-chan: Hehehe olha , só no fim mas... *olhares amedrontadores* Rodrigo e Melina: Guerra de travesseiros na Isa-chan! Isa-chan: A-Até lá em baixo p-pessoal! B-Boa leitura Pof Pof Pof

– Bianca. –Fez um sinal com a mão para me aproximar enquanto a outra fora para a cozinha preparar o lanche. Olha! O ser folgado finalmente diz meu nome. — Eu achei uma coisa sobre o World of Dolls.

Fiquei surpresa e logo fitei o livro que o mesmo segurava.

– Espera... Esse livro...

...

Olhei o livro por alguns segundos, quando percebi seu nome "O mistério da família desaparecida".

– É o da família desaparecida!! – Exclamei..

– Eu estava lendo o livro, e parece que está relacionado com o que procuramos.

– Como assim?

– O livro conta sobre uma família feliz e normal, a mais rica da cidade, moravam em uma bonita mansão, eram ricos devido à loja de bonecas que administravam. Era um comércio de grande sucesso, os moradores da cidade sempre compravam aquelas adoráveis bonecas devido à beleza, e ao bom sentimento que as mesmas transmitiam. Porém, cinco anos depois, a casa já não era mesma, suja, velha e empoeirada, parecia até mesmo abandonada. As bonecas estranhamente estavam com expressões tão tristes e sombrias na loja, elas assustavam os clientes e os mesmos nunca mais voltaram a comprá-las. Os vizinhos preocupados com o que havia ocorrido àquela família resolveram que um grupo de pessoas iria até a casa, mas estes nunca mais foram vistos novamente. No dia seguinte os vizinhos apavorados relataram a policia, mas acabaram descobrindo que família já havia morrido há cinco anos. No dia 13 de Novembro, de uma maneira cautelosa, a polícia conseguiu tirar uma foto de uma pessoa que estava sentada em uma cadeira de madeira. Era uma mulher sem expressão de cabelos castanhos até os ombros e olhos castanhos claros que pareciam dourados ao Sol. Isso é tudo que o que o livro fala, a partir daí as paginas estão em branco.

– E o que tem haver conosco esta história? – Perguntei tentando interligar os fatos.

– A mulher da foto é idêntica as características de Elza. Ou seja, eu presumo que esta família conhecia de alguma forma Elza e roubara a tal boneca sagrada da mesma por algum motivo ainda desconhecido. Isso poderia ter levado a morte deles, na qual recusaram a revelar o lugar que escondiam a boneca para a mulher. E como Elza criou as B.As, não me parece anormal que aquelas sombrias da loja não eram de sua criação, e que estavam espalhadas pela mansão. Isso explicaria a morte do grupo.

– Hum... Faz sentido. Você é bom mesmo nisso. – Coloquei o indicador no queixo de maneira pensativa. – Mais alguma pista?

– Sim... Na ultima pagina, tem um enigma. – Folheou até a última pagina. – "Há um fio vermelho que liga o cavaleiro a rosa. E não o contrário. Se cortado, famintos tigres irão reinar"

– Huuum... Entendi...

– Entendeu??! – Perguntou incrédulo. Nossa! Duvida de minhas capacidades.

–... Nada. – Continue duvidando...

Ele socou o próprio rosto. Ele também tem problema.

– Sem comentários. – Voltou a olhar o livro atentamente.

– Ok,ok. – Fiz bico. – Perguntou à Beatriz?

– Sim. Ela disse que está em uma loja de brinquedos. Uma das bonecas é a passagem.

– Ah claro... E VOCÊ TEM IDEIA DE QUANTAS BONECAS TEM EM UMA LOJA DE BRINQUEDOS??!! COMO VAMOS SABER QUAL É??

– XIUUUUUUUU! — Tampou minha boca com a mão. – Quer que sua mãe descubra isso??!

Olhei para a cozinha da sala, vendo minha mãe fazendo dois mistos quentes com suco usando fones nos ouvidos, dançando que nem uma- pata- doida, já se preparando para ir até nosso encontro. Nota da performance: 0. Assim, adentrou ao local, despejando a bandeja na mesinha de centro, dando uma piscadela para minha pessoa, e saindo do cômodo depois de terminado o dever. Na verdade, FOI UM BANQUETE! PORQUE DO NADA APARECEU PUDIM, BOLO, BOLACHAS, SALGADINHOS, PANETONE, SORVETE, E OUTROS MAIS! PARECIA ATÉ QUE ESTAVA ALIMENTANDO DUAS BALEIAS. Minha mãe é ninja, e nunca me contou.

– A boneca não tem nome de empresa, e nada do tipo na embalagem. – Respondeu, pegando um lanche e dando uma mordida.

– E nunca suspeitaram? – Estranhei, também pegando um lanche do prato e mordendo.

– Acham que é um defeito de fábrica. Deixaram-na no deposito, temos que ir lá. – Mordeu outro pedaço.

– E como conseguiremos? – Arqueei uma sobrancelha, tomando um gole do suco de uva logo após.

– Aprenda com o mestre. – Fechou os olhos e deu um sorriso confiante.

Ai... Lá vem.

. . .

Saímos da casa e o segui até onde supostamente era a loja. Entrando, pude ver gigantescas prateleiras de brinquedos. Era um lugar relativamente amplo, com um largo corredor, alguns atendentes supervisionando e os caixas atendendo aos clientes. Ao ver crianças segurando embalagens de jogos, bonecos, fantasias, e tudo mais, senti-me um pouco envergonhada devido ao fato de ser uma adolescente. Encolhi os braços graças ao ar condicionado que estava um pouco forte, e segui o corredor ao atrás do outro.

– O deposito é ali. – Apontou discretamente.

– E como vamos ir até lá sem sermos vistos? Há vários funcionários!

– Exatamente. Olhe e aprenda.

Foi até um atendente.

– Com licença, eu gostaria de comprar certo jogo para meu primo que uma amiga sugeriu ao ver aqui nesta loja, mas não o vejo nas prateleiras.

– Ah, pois não. Venha comigo, irei levá-lo até o estoque. – Disse indo em direção ao deposito.

Michael me fez um gesto para segui-lo.

Entramos num ambiente pequeno e com varias caixas amontoadas.

– Como é o jogo que procura? – Perguntou o atendente.

– É um de tabuleiro medieval. Não me lembro o nome. Poderia me mostrar os que têm?

– Ah claro, vou pegar alguns. – Respondeu o moço subindo as escadas para o segundo andar do depósito.

– Aquela. – Sussurrou apontando para uma boneca. – Saia com ela pela porta dos fundos.

– Nossa! – Exclamei.

– O que?

– Que boneca mal feita e feia. Não curti. – Reprovei, balançando a cabeça negativamente.

– Não importa sua opinião, apenas pegue e saia agora!! – Repreendeu baixinho.

– Ok, ok. Entendi. Estressadinho. – Retirei a mesma da embalagem, nesse momento senti um calafrio. Coloquei a parte dianteira da caixa para a parede, assim eles não dariam por falta, e saí silenciosamente pela porta dos fundos. Pus o objeto na bolsa e contornei a mata que havia atrás do estabelecimento, indo até a frente do mesmo, sentando-me num banquinho próximo.

Logo, Michael sai da loja pela porta automática de vidro.

– O que você disse para ele?

– Que não era nenhum dos que ele mostrou. Simples. – Colocou os braços atrás da nuca. – Agora vamos ir para um lugar sem movimentação.

– Esperem aí vocês dois!! – Exclamou uma voz conhecida.

– RODRIGO? – Virei rapidamente para trás e vi Rodrigo encostado em uma árvore da calçada. E logo depois Melina e Paty saíram de trás da mesma. Ôou.

– O que vocês fazem aqui? – Perguntou Michael nervoso.

– Nós seguimos vocês ao vê-los saindo da casa da Bianca. – Respondeu Melina.

– O que está acontecendo? – Perguntou Paty preocupada com aqueles olhinhosbrilhantes.

– A onde pensam que vão? E que negocio é esse de ir até um lugar sem movimentação?? – Agora quem falara era Rodrigo, sua feição era de raiva.– Por acaso vai fazer algo com a Bianca, em Michael?! AAH Seu Maldito!! O que pensa em fazer?? – Saía faíscas de seu corpo.

– Rodrigo, não é nada disso, é só que...

– É só que o que?! — Ai meu Deus! Ferrou tudo agora! O que eu falo? Eu não possa contar a verdade... ou posso? AAAAAAAAAAAAAAAAAAH MINHA VIDA TÁ UMA MARAVILHA, IGUAL O BONDE DAS MARAVILHAS!!

– Por que você quer saber? –Agora que o Michael acaba com a mínima paciência que o Rodrigo tem... Quer dizer que ele tinha.

–PORQUE EU SOU O AMIGO DELA?? E VOCÊ O QUE É? NÃO TEM O DIREITO DE... –Explodiu Rodrigo até ser interrompido.

– Sou o namorado dela. – Michael diz normalmente. ALÔ? É DA POLICIA? EU QUERIA FAZER UMA OCORRÊNCIA. URGENTE. ALÔ? É DO HOSPÍCIO DE SÃO JUDAS? EU GOSTARIA DE UMA VAGA. OBRIGADA. Pronto, agora to preparada.

– O-O q-que? – O garoto dos olhos esmeraldas o olhava pálido.

Continua...

Notas finais
Pof Pof Pof Isa-chan : OMG SOCORROOOOOOO Bianca: Também quero participar! *pega travesseiro , ataca e acidentalmente bate na cabeça do Michael* Michael: Tsc Tsc Então você quer brincar de novo , não é Bianca? Mas eu te disse que com facões é muito mais legal! * Pega facão* Todos: Vixi. Bianca: Fujam para as colinas!! Adeuuuuuuuuus Paty: EEEEEEH 3ª Guerra Mundial /o/ Isa-chan: Até mais meu pequenos leitorPOF leitores! Espero que tenham gostPOF gostado! Comentem , ta? POF e.... Tchaaaaau o/ POF