World Cup 2014 Brazil!

55 [FILLER] Magias, globalização e o B de LGBT


Notas iniciais
*Aki entra no palco* A: Erm... Oi? *é expulsa do palco com tomatadas* Kimiko: MENTIROSA! CORRUPTA! ATRASADA!! A: Nada disso, sou só irresponsável!!!! (mas o atrasada tá certo *gota*) Eu falei q o proximo cap seria jogo, mas deu ruim e vou ter q adiar o capítulo. Acreditem, eu tb n estou feliz com isso. Mas pra não passar em branco eu me forcei a escrever um filler rapidinho. São três historinhas diferentes e curtinhas. K: gastou três dias nisso ao invés de focar no principal... A: tu é chata ein garota K: vc q me criou, agr aguenta beibe. A: se eu n postasse nada, eu ia perder total a motivação de continuar a fic, então espero que entendam. Do jeito que as coisas estão indo aqui nos bastidores, esperem mais fillers no futuro. Enfim, boa leitura pra quem quiser ler, pra quem não quiser ler, até daqui duas semanas!

~*~*~ 1. Magias ~*~*~

KimikoXD: Danieeeeel kd vc???

KimikoXD: Se perdeu no bueiro???

A garota já estava plantada no parque há mais de meia hora esperando seu amigo chegar. Kimiko estava prestes a desistir e voltar para casa quando uma coruja chega dando um rasante e taca uma carta na cara dela. Depois de cuspir umas penas e xingar meio mundo, ela abre o lacre de cera do envelope e começa a ler.

"Cara Kimiko,

Sinto muito por não avisar antes, mas não poderei comparecer ao nosso clube do livro. Estarei me mudando para a casa do Senhor Romênia, onde aprenderei mais sobre magias ocultas. Muito obrigado pelo tempo que passamos juntos, espero que eu, você e todos os nossos amigos possamos nos encontrar em breve.

Ti abbraccio forte, Daniel~"

- D-daniel... — o lábio da garota treme e ela amassa a carta contra o peito — Esse filho da puta foi embora SEM DEVOLVER O MEU MANGÁ! VOLTA AQUIIII!!!


ROMÊNIA

- Bem, chegamos~ O que você acha? — A nação pergunta para seu novo convidado.

- Esse castelo no meio da floresta parece tirado diretamente de um livro de horror! Pode ser que eu seja assassinado a qualquer momento por um demônio devorador de gente... Que demais! — Daniel exclama, sorrindo de orelha a orelha.

- Aww, que bom que você gostou!

- Mas... Essa viagem me deixou com fome.

- Eu também, viajar de classe econômica é bem sofrido. — Romênia estala as costas. — Bem, que tal assim: sua primeira lição é magicamente criar o nosso almoço~

Daniel concorda, ele rapidamente faz um círculo mágico e estende os braços sobre ele. O círculo começa a brilhar e de lá... Um italiano muito confuso surge.

- QUE CARALHOS TÁ ACONTECENDO?! ISSO É UMA DAS MAGIAS DO INGLATERRA?!

- Romano, há quanto tempo! Ei, já que você está aqui por que não vem turistar o meu país? — Romênia diz, com os olhos brilhando.

- Ah, não. É só o outro esquisitão que gosta de magias. — Romano torce o nariz, ainda desconfiado. — Droga! Só me mandem de volta pra casa logo!

- Mas ainda é tão cedo! Que tal eu ler a sua sorte? *começa a tirar cartas de tarô*

- Ela deve tá no inferno pra eu ter vindo parar aqui!

- Verdade, o que isso significa, Daniel? Não podemos comer o meu irmão!

- Já falei que não somos irmãos, porra! Primeiro, você não é descendente do vovô Roma! Segundo, você já não tem o Moldávia como irmão?!

- S-sim mas... Ele parece tão distante... *depressão* Por que ele prefere ficar com o Rússia?! Deve ser porque sou um péssimo irmão mais velho! *chora*

- Ei, sinto muito pelo seu irmão, mas isso não tem nada haver comigo, não é?

- Talvez eu devesse beber seu sangue, desse modo vou absorver sua força e ficar mais poderoso, assim serei digno do Moldávia... *presas brilham ameaçadoramente*

- CHIGIIII!!

- Desculpa! Acho que sei o que aconteceu! — Daniel interrompe — É que eu estou com tanta dome que não consegui decidir se eu queria comer parmigiana, risotto, pizza, carbonara, tortellini, cappelletti, focaccia, bottarga, arancini, tiramisu...

- Então o país inteiro foi invocado! — Romênia gargalha enquanto Romano não entendia nada. — Tudo bem, vamos parar por aqui e fazer uma pausa pro almoço, de verdade. Romano, você conhece algum restaurante bom no seu país?

- Tch! Claro que sim, quem você acha que eu sou?!

- OK, nos mostre o caminho! *Romênia e Daniel saem voando de vassoura*

- E COMO EU VOU SEGUIR VOCÊS, BASTARDOS DE MERDA?!


~*~*~ 2. Globalização ~*~*~

- Japa! Que coincidência!

- Ah, Brasil-san. Olá.

- Eaê, cumpadi, tá curtindo meu país tropical? Já sambou muito? Encheu a cara de caipirinha?

- Ah, b-bem, estou mais interessado em apreciar as partes mais tranquilas da sua cultura... (*ele foi em vários parques e tirou muitas fotos da natureza, como um verdadeiro vovô.)

- Hahaha! Não vou aceitar desculpa esfarrapada de você, vamos deixar essa timidez de lado e ir pra um baile funk descer até o chão!

- M-muito obrigado pelo convite, mas meu espírito japonês ainda não está pronto para isso! — Japão diz desesperado.

- Oh, lembrei que estava usando isso!

Brasil tira a blusa, mostrando a camiseta de Shingeki no Kyojin super espalhafatosa e claramente não-oficial que comprou no camelô do centro. Japão olhou aquilo e reagiu com o seu melhor "pokerface" apesar da vergonha alheia quase matar ele por dentro. Não conseguia nem imaginar quantos olhares atrairia se usasse isso em seu próprio país.

- Esse anime tá fazendo sucesso pra caramba, já assistiu? Eu tô maluco pela segunda temporada! — Brasil exclama.

- Sim, é muito bom mesmo... — Japão observa a camiseta atentamente, um tanto reflexivo. — Desde a invenção da internet, parece que os animes tem se popularizado cada vez mais e estão atingindo os mais diversos públicos.

- Tem de tudo nas interwebs! Eu não conseguiria assistir metade das coisas que eu vejo se dependesse só da TV Globinho!

- A globalização é mesmo incrível. — os olhos de Japão brilham — Agora, todos podem apreciar o maravilhoso charme de garotas 2D! O poder do moe irá dominar o mundo!

- É, não minto, já xonei em muitas personagens femininas! Inclusive quero umas figures pra botar na minha estante, eu preciso viajar pro seu país e fazer umas compras em Akihabara~

- Quando for, me ligue para que eu possa te guiar pela área. Pessoalmente, gosto de lá pois posso mostrar meu lado otaku livremente...

- Ah, ser otaku é mal visto no seu país, não é?

- De umas décadas para cá o termo vem perdendo a conotação negativa, mas ainda assim é um tanto embaraçoso, prefiro ser um otaku no conforto do meu quarto. Porém, admiro aqueles que são verdadeiros e se expressam livremente.

- Eu não tenho vergonha de expressar meu amor pela cultura japonesa! — Brasil declarou — Vocês são incríveis! Fazem as melhores animações, são super tecnológicos e vendem pastéis deliciosos!

- Pastéis?

- Toda feira tem que ter um japonês vendendo pastel na barraca! Eu nunca passo na frente sem comprar um pastel de carne com queijo e um caldo de cana!

- Mas esse tipo de pastel não é japone--

- E tem as barcas de sushi que são maravilhosas! Eu gosto mais das barcas de açaí, mas só de sobremesa. E os temaki de strogonoff, hot roll, sushi de goiabada com queijo ou chocolate com banana~

- E-eu não reconheço nenhuma dessas comidas!

- Aqui no país tem vários restaurantes japoneses, só que por essas bandas eu não conheço nenhum bom... MAS logo ali tem uma pastelaria que faz pastel de sashimi com cream cheese! Sério, você vai amar, vamos lá agora! E não se preocupa, você é meu convidado especial, faço questão de pagar pra você, questão!

"A globalização é assustadora...", Japão pensa, enquanto era arrastado para seu novo inferno pessoal e Brasil ria por dentro, mal escondendo as verdadeiras intenções e deixando transparecer um sorriso malicioso.



~*~*~ 3. B do LGBT ~*~*~

Na distância, Makoto conseguia ver Jusé chegando na pracinha. Ele acena para sinalizar onde estava e espera.

- Oi, Makoto, desculpa a demora...

- Sem problema! Aqui, você esqueceu sua blusa na casa da Kimiko.

- Obrigado...

Um silêncio estranho se arrastou, Makoto reparou em como o amigo estava abatido, seu olhar estava perdido e ele nem parecia estar no presente.

- O que aconteceu? Está tudo bem?

- Eu... Enquanto eu vinha pra cá eu... — Jusé engole seco — Eu vi uma mulher bonita.

- ...Certo. — Makoto pisca algumas vezes, surpreso.

- Mas muito, muito bonita. Ela era... Sabe o tipo de mulher que pode te quebrar no meio com um olhar?

- Uhum...

- Aquele tipo de mulher que te usaria, te manipularia, te humilharia e você agradeceria no fim? O tipo de mulher que poderia pisar em você e--

- Tá bom, tá bom, entendi! — Makoto interrompe antes que escutasse algo traumatizante — De onde veio isso? Achei que seu coração já tinha dono!

- Eu tenho olhos, só isso. — deu de ombros, depois suspirou — Posso garantir que o complexo coquetel de hormônios e neurotransmissores liberados perante a presença do espécime segue inalterado.

- Vai matar você dizer que gosta dele em voz alta?

- Sim. Eu tentei falar na frente do espelho e comecei a cuspir sangue.

- Ah.

Um silêncio pesado surgiu mais uma vez. Jusé cobre o rosto com as mãos e geme de frustração.

- Mulheres são lindas... Eu até tive uma namorada antes... — ele resmunga — Mas homens são atraentes também, principalmente homens ruivos, engraçadinhos, de olhos castanhos e sardas.

- Esse homem ruivo tem nome ou ele é só hipotético?

- Hipotético. Mas você sabem quem é. — Jusé responde e Makoto apenas acena com a cabeça. — Por que eu tenho que ser tão confuso? Só uma vez, eu queria que a resposta caísse no meu colo pra eu nunca mais ter que me preocupar com isso!

- Já considerou que você pode gostar dos dois?

.

.

.

- Hã? *Juse.exe parou de funcionar*

- Bem, por exemplo, eu sou bi, então...

- Bi? Bipolar?

- Não, bissexual. — vendo o ponto de interrogação gigante na cara do amigo, continua — Quer dizer: alguém que sente atração por homens e mulheres. Ou seja, waifu ou husbando, banana ou melão, coca ou fanta, para mim tanto faz.

As engrenagens da cabeça de Jusé começaram a girar, Makoto não reparou seu silêncio e continuou falando.

- Mas, ah, nem sei se ainda me identifico assim ou se sou exclusivamente "Kimikosexual*"! Ela é o amor da minha vida todinha! Eu faria tudo por ela! Vamos nos casar em um campo florido, ter dois filhos, um cachorro, um gato, um pokémon e--

Os ombros do garoto quase são deslocados por causa da força que Jusé o agarrou.

- MAKOTO, COMO ASSIM DÁ PRA GOSTAR DOS DOIS????????


5 minutos de explicação depois...

- Meu santo guaraná geladinho, isso esclarece muita coisa da minha vida! É por isso que eu era obcecado por "A Lagoa Azul" quando criança! Como eu passei a minha vida sem saber disso? Por que isso não é ensinado nas escolas? Por que não se fala disso em todos os meios de comunicação do país?!

- Recentemente as pautas LGBTs tem ganhado mais atenção... Porém não o culpo por não ter tanta informação sobre o assunto.

- Ei, eu vejo as notícias, eu sei que a comunidade existe. — Jusé se defendeu.

- Ué, e você achava que o B de LGBT significava o que?

- Brasil? Briga e barraco? Beyoncé?

- Ótimas sugestões, mas por favor, não esqueça dos bissexuais também...

Jusé balançou a cabeça. Pensamentos demais estavam girando dentro dele, e sem perceber também começou a caminhar em círculos. Ele apertava as mãos e os braços com força enquanto sentia um buraco gelado abrir no peito quanto mais pensava no assunto.

Makoto esperava com paciência. O farfalhar das folhas e o vento preencheram os minutos que Jusé ficou em silêncio profundo e contemplativo. Quando decidiu que queria falar ficou um tempo mastigando as próprias palavras até conseguir soltar um sussurro:

- Então... Quer dizer que eu sou... Normal. Não é? — perguntou sem olhar Makoto nos olhos.

- Completamente normal. Nunca houve nada de errado com você. — Makoto diz e aperta os ombros dele gentilmente — Olha, você não precisa se sentir envergonhado ou se tormentar por algo tão comum. Você merece ser feliz sendo quem você é. Só... Encare isso com uma mente aberta.

Jusé acenou de leve com a cabeça, ainda estava meio incerto mas ao mesmo tempo se sentia aliviado... Então um estalo, ele olha Makoto com um brilhinho no olhar.

- Quer dizer que eu ainda tenho chance de ter um relacionamento héter--!

- Jusé, por favor, para. *aperta mais o ombro dele* Por favor, você já passou por isso... O que houve com seu desenvolvimento dos últimos capítulos? Jusé, você já superou essa questão, não superou? Jusé, por favor, não vamos repetir isso... *olhando pra ele com muita esperança*

- Eu adoraria, mas não. *joinha* Meu medo profundo de decepcionar meus pais ainda segue firme e forte.

- E você--

- Eu vou guardar minhas ansiedades pra mim até não aguentar mais e explodir, sim.

- *suspiro de derrota* Por que, ó Kamisama, por que só coloca gente difícil na minha vida?

Mas antes que Kamisama respondesse, os dois escutam gritos à distância. Jusé olhou para o horizonte e reconheceu Rússia correndo e berrando como se sua vida dependesse disso, ele estava apavorado. Junto aos gritos se misturava o som de botas pesadas batendo no chão.

Quem estava perseguindo o pobre russo? O que viram era uma mulher muito bela, de longos cabelos prateados e olhos tão azuis que beiravam o roxo, ela usava um laço no topo da cabeça e um lindo vestido. Ela parecia uma boneca, Makoto pensou, se ao menos ela não estivesse correndo em alta velocidade, com o olhar de uma caçadora atrás de sua presa.

- Irmão! Irmão, por que foge de mim?! Vamos para casa! Casa! Casa comigo!

- NÃAAAOOOO!!! ME DEIXA EM PAZ, BIELORRÚSSIA! — Rússia grita e passa entre os dois humanos.

- E-ei, essa é a mulher que eu tinha visto antes... — Jusé engole seco.

- Ein?! Essa doida?!

- SAIAM DA FRENTE!!

Bielorrússia passa por eles e dá uma cotovelada fodida em Jusé, que o manda voando na direção de uma árvore. Makoto consegue se afastar a tempo e sobrevive. Em poucos segundos, os dois já haviam sumido de vista e tudo havia voltado ao normal. Bom, quer dizer…

- J-jusé? Você está vivo?

Sem resposta.

- Makoto-kun~ Meu amorzinho, que bom te encontrar aqui~ — Kimiko vem saltitando de longe e dá um beijo na bochecha do garoto, antes de virar para olhar o desastre. — Eita, o que aconteceu?

- Erm... Uma yandere atacou o Jusé...

- Com razão?

- Não, foi de graça mesmo. Mas ele disse que gosta de mulher violenta, então talvez isso não tenha sido de todo mau, haha... — Makoto disse, tentando amenizar o clima, porém achou a própria piada de mau gosto.

- Mais um que gosta de mulher maluca! Será que todo homem é assim, mesmo? Espera, isso não é traição? Coitado do Ruan!

- Eles nem namoram, Kimi-chan... Vamos deixar o Jusé se entender como ser humano primeiro e depois julgamos, ok? Ele, erm, tem muito o que processar.

Kimiko concorda em silêncio. Ela volta o olhar para Jusé:

- Eu acho que aquilo é muito sangue, Makoto...

- Daijobu, um pouquinho de sangue, só!

- Não. — Kimiko aponta pra poça de sangue, que começava a formar um córrego na grama. — Aquilo é muito sangue.

- Mas ele é protagonista… Protagonistas não morrem...

*sangue continua jorrando do pobre coitado*

- P-precisamos chamar uma ambulância, não é? – Makoto diz, já com o celular na mão.

- Ou um carro funerário.


*Aviso: Jusé encontra-se vivo e recuperado de qualquer injúria. Nenhum Jusé foi propositalmente ferido durante a produção desse capítulo, todo dano causado à sua pessoa foi 100% acidental.*


EXTRA

J: Vc contou isso pros seus pais?! Como foi?!

M: Uhm, bem, eu meio que sempre soube então nunca vi necessidade de falar para eles. Então só saiu numa conversa sem querer... Eles ficaram um pouco confusos, mas depois eles aceitaram bem... Fizeram até uma festinha pra comemorar... Com muitas pessoas... Balões de arco-íris... E um banner gigante escrito "parabéns por ser bissexual, você é tão corajoso, temos orgulho de você". E um bolo de arco-íris... E música da Lady Gaga no fundo*morrendo de vergonha alheia*

J: Pais acolhedores? Que conceito alienígena. Não que os meus sejam as piores pessoas do mundo, mas eu nunca me sinto 100% confortável perto deles.

K: Quinta passada consegui ver meus pais por um segundo antes deles saírem em mais uma viagem de negócios. *close-up dramático* Foi o melhor segundo do meu dia...*lágrima solitária rola*

R: Meu pai é um bosta mas a minha mãe é legal.

J: Desde quando isso virou uma sessão de terapia? E de onde você saiu, Ruan?

R: Eu só apareci aqui, sei lá. Mas então, a moral dessa história é que só o Makoto tem pais decentes?

K: Ai, eu amo eles, são gente boníssima, e a mãe dele faz uma lasanha que é uma maravilha!

M: Quando vocês estiverem livres vocês podem vir almoçar lá em casa. Minha mãe vai ficar feliz se eu levar alguns amigos.

K: A gente faz um motiyori! Cada um leva uma comidinha e depois jogamos video games a tarde toda! Eu sei fazer uma salada de batata muito boa!

R: A única coisa que eu sei fazer bem é aquela gelatina mosaico.

M: Ótimo, pode trazer! Hmm, tem umas tangerinas maduras lá no quintal, eu vou fazer um suco pra gente tomar. E se vocês estiverem lá, meu pai provavelmente vai fazer churrasco também.

J: Como o assunto virou comida?

M: A autora deve estar com fome.

K: Então vamos terminar logo com esse capítulo antes que ela morda um pedaço do computador.

Notas finais
Espero q tenha ficado aceitável, me diverti escrevendo e se desse tempo eu daria mais uma refinada kk Mas é até bom q escrevi rapidinho (lê-se: 3-4 dias) pq me obriga a n me agarrar no perfeccionismo e só criar. Aliás, se quiserem saber pq atrasei o cap do jogo, taí a resposta: perfeccionismo. Quis alterar algumas coisas e me fudi, então yey, atrasar a porra do meu calendário de postagem q ja mudei umas 50 vezes hahahahahaha *chora* *essa fic vai acabar só em 2026* (ninguem viu mas editei a historia 3 muahaha) Foi meio difícil pesquisar sobre o Romênia, mas agr ele e o Bulgária tão virando meus personagens favoritos (shippo mt tb lol) Quero mais fics do Brasil com o Japão! Deve ter potencial pra fics contemporaneas ou históricas. n sei q tipo de relação eles teriam, talvez n bffs, mas se dão super bem quando estão juntos. Brasil é sem noção às vezes, mas por ser um país multicultural, acho q ele tb tem um grande respeito por outras culturas e tradições e se comportaria bem nas terras nipônicas (mas certeza q antes faria alguma merda e levaria bronca). Se bem q o brasileiro tem fama d ser barulhento... Bom, Japão q se vire. E acho q só, kissus e se kami-sama quiser eu n atraso mais nada esse ano! Kami-sama: n coloque suas responsabilidade em mim n mulé, eu ein.