Wonderwall
34 34. I love the way it feels when I'm with you
Notas iniciais
Giovanna's POV
Estava eu, Sophia e Krista conversando no quarto. Não tinha um assunto certo, o papo era aleatório. Entramos num papo que me deixava nervosa, casamento
“Eu e o Ray já estamos casados há quase 4 anos”
“Krista você é uma guerreira, como consegue?” — rimos — “droga, eu não vi essa cena”
“eu tava nervosa, acho que eu quase desmaiei no dia”
“Não me vejo casada”
“que isso Sophia” — falei sorrindo — “Frank é todo romântico, espere que um dia ele vai te pedir em casamento”
“não estou preparada ainda” — ela sorriu — “e você com o Gerard? Por deus, vocês dois já estão casados, só falta provar com papel e tudo” — ri nervosa
“não, ainda é muito cedo”
“até parece que você conheceu ele agora” — Krista falou deitando na cama — “eu ouvia ele falando de você toda vez que ele ia lá em casa, por deus, ele é maluco por ti” — sorri — “quando eu te conheci, eu fiquei 'nossa, ela existe'. Porque do jeito que ele falava, parecia que você tinha sido criada na imaginação dele” — ri — “sem contar que você é linda de perto”
“verdade”
“para vocês duas” — sorri envergonhada
“que história foi essa de você com o Mikey?”
“ah! Coisa de momento, não deu em nada, foi um beijo só”
“um só?”
“ok, alguns beijos... mas não passou disso. Não vejo o Mikey como algo sério, mas como um...”
“irmão?”
“quase isso” — rimos, ouvimos uns barulhos de risadas e coisas batendo no chão vindo da sala — “começaram com a bagunça”
“que absurdo, nem chamaram a gente”
“e precisam?” — uma olhamos para a cara da outra e descemos logo em seguida se deparando com a sala virada de cabeça para baixo — “AE BANDO DE BAGUNCEIRO, QUE PORRA É ESSA?” — Sophia gritou e os 4 pararam nos olhando. Mikey estava atrás do sofá tentando se proteger, Ray estava indo atacar o Frank com uma almofada e Frank estava tentando se proteger de duas almofadas que o Gerard iria jogar nele — “que feio, vocês não tem vergonha?”
“pensamos que iriam ficar lá em cima para sempre” — disse Mikey se ajeitando
“vocês não tem vergonha de começarem uma bagunça” — cheguei perto do Gerard, peguei uma das almofadas — “e não ter a coragem de ir chamar a gente?” — bati nele com ela. Ele me olhou sorrindo e me pegou no colo pela cintura, eu comecei a me debater e a ri/gritar. Em segundos estavam todos fugindo um dos outros, almofadas voando e risadas em todo canto. Bando de crianças grandes.
-x-
“ok, tempo” — me joguei no sofá
“to morta” — Shopia se jogou no colo do Frank que estava sentado na poltrona
“Ray temos que ir, eu acordo cedo amanhã”
“eu esqueci disso” — Ray levantou com a esposa e segurou a mão dela — “eu te ligo amanhã”
“quero homem me ligando não” — Gerard jogou a almofada nele
“vai se catar” — ele jogou de volta rindo — “tchau gente” — e saiu. Frank e Mikey não demorou muito para irem embora também. Ficamos ali em silêncio por algum tempo
“Hey?” — ouvi ele me chamando e olhei para ele
“hm” — ele sorriu — “o que está passando nessa sua mente hen?”
“nada demais” — ele foi chegando perto de mim — “bem, nada que você não esteja já imaginando”
“para com isso” — sorri mordendo meu lábio de leve — “te espero no quarto” — dei um beijo rápido nele, levantei e sai correndo para o quarto. Entrei e tranquei a porta e fui me arrumar correndo, coloquei uma langerie que eu tinha comprado, era vermelha com algumas rendas delicadas em preto, soltei meu cabelo e o baguncei propositalmente, escutei alguém batendo na porta, abri ela rápido e fui quase que correndo me sentar na cama.
“pode entrar?”
“pode” — sorri. Ele entrou no quarto e parou para me olhar
“uau”
“vai ficar só me olhando mesmo?” — mordi meu lábio e levantei indo até ele — “Não acha que está vestido demais?” — passei a mão pelos ombros dele
“acho” — ele tirou a camisa, jogou longe, me puxou pela cintura e me beijou urgentemente. Ele me deitou na cama e ficou sobre mim. Mordi meus lábios quando senti seus lábios em meu pescoço, o apertei contra mim quando ele deu uma leve mordida naquela região. Passou alguns minutos e já estávamos sem roupa nenhuma, os movimentos dele eram intensos e me faziam arfar e gemer um pouco mais alto. Ele afundou o rosto em meu pescoço e eu agarrei o seu cabelo o puxando com força. Chegamos ao ápice juntos, deitei minha cabeça sobre seu peito tentando normalizar minha respiração, ele começou a mexer em meu cabelo, sorri.
“eu vou acabar dormindo”
“bem, já está escuro... não tem problema” — olhei para ele — “o que foi?”
“eu te amo sabia?” — ele sorriu e me deu um selinho — “sabia que eu não me via contigo”
“que absurdo” — rimos — “hey”
“o que?”
“casa comigo?” — fiquei encarando ele, me sentei na cama — “o que?”
“não tá sendo rápido demais” — fiquei de costas para ele — “não sei, e se não der certo? Vamosa sair machucados e isso não é legal”
“não vamos saber se não tentar” — olhei para ele novamente — “olha, eu te amo, eu to disposto a passar o resto da minha vida ao seu lado” — sorri
“eu aceito” — mordi meu lábio para tentar parar um pouco meu nervosismo, ele sorriu, eu sorri de volta e o agarrei, caindo deitada na cama com ele — “eu seria uma idiota se não aceitasse depois do que você disse”
“então foi só porque eu disse isso né?” — ri, ele ficou por cima — “tudo bem que poderia ter sido mais romântico, eu imaginei uma forma diferente para isso, mas o que importa é que...” — interrompi ele com um beijo, o beijo era calmo e não durou muito
“você fala demais” — ele sorriu e me beijou outra vez.
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