Notas iniciais
Finalmente tive coragem de potar minha FANFIC! Pode parecer bobo esse inicinho, mas depois vai melhorar, ok? É só o Capítulo 1!Espero que gostem!!Bjs, BiaP.S.: Essa história foi escrita, inspirada em uma banda real, espero que descubram de quem eu falo, haha.***Músicas para ouvir com esse capítulo:American Girl- http://www.youtube.com/watch?v=-Uh6VZF0R5UParty In The USA- http://www.youtube.com/watch?v=M11SvDtPBhA

O dia estava muito corrido.

–Aliceeee!!! –gritou minha mãe- Você tem 5 minutos!

Eu não estava com pressa. Não sou daquelas fãs, super fãs, que vão uma semana antes pra porta da Casa de Shows. É meio ridículo falar isso, por que garotas de 18 anos não costumam gostar de boybands. Mas eu gosto. Ta, eu gosto MUITO da banda, mas não estava com pressa de ir para o show. Já estava garantido. Depois de muita briga, consgui convencer meus pais a me darem o Meet de presente pros meus 18 anos. Sabe, como uma “adolenscisse” antes da maioridade.

Eu estava muito ansiosa, com certeza. Eu tenho um preferido. Com toda certeza. Eu AMO o Mathew. Não que eu o tenha conhecido pra dizer, mas pelo que vejo, sei que ele é perfeito. Com seus cabelos pretos, naquele topete, a pele um pouco morena e os olhos escuros... Eu tinha fantasias com ele, sim. Quer dizer é lógico que eu achava que um dia podia viver uma história de amor com ele. Mas era tudo miragem, no fundo, eu sabia que não iria acontecer, afinal, ele é o Mathew, e eu, sou apenas eu.

Fitei-me no espelho do meu armário. Calça Jeans, blusa com desenho, all star vermelho. Meu pingente da sorte, presente da minha melhor amiga, fita no cabelo, que estava jogado sobre meus ombro, e maquiagem simples: rímel e brilho. O mais EU possível. Eu veria os meus astros, mas não precisaria fingir ser outra pessoa pra isso. Peguei minha bolsa sobre minha cama, conferi se o ingresso e meu presente estavam lá dentro, e ao confirma-los, fui em direção ao lugar de onde vinham os gritos da minha mãe.
***

Eu realmente adorava meu estado e minha cidade. Califórnia é um sonho, eu nasci ali, e era lá que eu gostaria de ficar, para sempre. Passamos de carro em frente às praias da cidade. Os coqueiros balançando de leve, turistas tirando fotos, crianças fazendo castelos de areia e surfistas. Tudo era detalhe pra complementar o cenário perfeito

Coloquei minha cabeça para fora do teto solar e estiquei meus braços. Não tinha medo de bagunçar os cabelos. Apenas queria sentir o vento gelado bater em minha pele. Só pensava em sentir o clima praiano, mal sabia eu o quanto as coisas mudariam após aquele dia. Realmente, o dia seguinte era meu aniversário de 18 anos, mas não pensei que as coisas realmente mudariam. Continuaria a morar com meus pais, levar a vida e me divertir.

Depois de muita luta consegui convencer meus pais a me deixarem entrar na faculdade apenas um ano depois do fim da escola. Com esta acabou a apenas um mês, eu não estava muito preocupada. Nunca fui a melhor aluna, eu realmente queria cursar desenho, ou algo parecido, por que o que queria para minha vida, ou desenhar, ou cantar, mas eu sabia que virar cantora não daria certo.

–Desce daí garota, você vai chegar lá toda bagunçada!- disse minha mãe.

Não respondi, apenas voltei ao meu lugar. Não queria discutir, estava muito feliz pra isso.
***

Nunca vi tantas garotas gritando juntas na minha vida. Na porta da Casa de shows, era quase impossível ver ou ouvir alguma coisa. Depois da rua e da calçada, havia um amplo espaço, e em seguida, bem mais à frente, estava a entrada do lugar. Meninas com cartazes e roupas coloridas estavam para todos os lugares. Era possível ver alguns meninos, mas em bem menos quantidade. Haviam barracas, pais, cadeiras, caixas de isopor com comida, cangas, praticamente tudo havia naquele lugar.

Foi difícil achar o final da fila, mas com algum custo, vi um espaço mais vazio após um padrão de pessoas em fila ondulada. Estava indo para este lugar, quando alguém pula nas minhas costas, não dá pra dizer o tamanho do susto que levei.

–Te assustei!- disse Tiffany, minha amiga antes de uma longa gargalhada. Ela usava um shortinho, bata, sapatilha e nos cabelos de californiana, havia um coque. Ela estava com um grande cartaz escrito “Logan, quero ser sua cenoura” E dois riscos de tinta colorida nas bochechas- por que você chegou tão tarde? Já estão quase abrindo o portão!

–Tiffany, ainda falta 3 horas pra abrirem os portões!- retruquei pra minha amiga desesperada.

–Mesmo assim! Pra quem tá aqui a 4 dias, 3 horas é muito pouco!! Vem logo- ela disse me puxando. Eu continuei no lugar.

–Não! Eu vou pro final da fila, onde devo ir!

–Deixa de ser besta menina! Anda logo, isso não é um pedido, é uma ordem!- gritou em meio à gritaria já existente, e antes de puxar mais uma vez, se dirigiu à minha mãe- Oi sra. Wonderwood, estou levando sua filha teimosa pra fila, pode deixar que eu cuido dela!

Então ela me puxou mais uma vez, mais determinada que nunca.

Ela não estava bem no inicio da fila, mas o bastante para não conseguir um lugar ruim. Nosso amigo “gay”, Bob estava lá, guardando o lugar. Segundo suas próprias definições, ele não é gay, mas isso é só fachada, por que ele é sim, e como!

–Aaaaaaaaaaah! – esgoelou ao me abraçar, então fez uma cara feia, me olhou de cima a baixo e disse- Você não vai encontrar os meninos assim. Vai?

–Vou. Por que?

–Não, de jeito nenhum. É a chance da sua vida, querida, você não pode ir assim!

–Mas eu vou- então com cara de indiferente perguntei- alguém trouxe cadeira?

–Cadeira??- perguntou Tiffany, como se eu estivesse louca- fã que é fã, senta é no chão mesmo!

Notas finais
Obrigada a você, que leu até aqui. Obrigada mesmo! Espero que tenha gostado! Logo, logo postarei mais. Já está escrito, só tenho que fazer algumas modificações para atender às regras do site.Bjs,Bia.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.