Wolves on a cold
1 A nova história romantica e perigosa vindo!
Notas iniciais
PV-Autora
em nossa adoravél paris,em um prédio,morava uma garota leal,gentil,um pouco emburrada, e alegre,chamada Francine,ela morava com sua Mãe a eduarda Esme e o Pai o Pedro Esme, donos de uma loja de moda bem conhecida e famosa,Francine tem 15 anos,tem cabelos um pouco longos e curtos de cor ruivo mesclado com castanho,é morena meio palida e tem olhos dourados,ela estava dormindo tranquilamente até que um dispertador a assustou......
PV-Francine
eu estava dormindo,com meu pijama de estralhas cadentes,não muito curto e nem muito longo,derrepente ouso um barulho vindo da minha escrivaninha,me assustei na hora,me assutei tanto que cai da cama,bom...só meio desastrada,as vezes,então fui desliga-lo e voltei para cama,logo depois,veio minha mãe dizendo que hoje era meu primeiro dia de aula,eu não queria saber,me abracei no traviseiro e fechei os olhos fortes,com uma cara emburrada,eu tinha sentido umas mãos nos meus pés,e depois me puxanram,logo quando vi era minha mãe.
—mãe!deixa eu dormir mais um pouquinho!!-disse,gritando e me segurando no ferro da cama.
—filha você não pode se atrasar para o primeiro dia de aluna,vamos!!levanta preguisa!-disse minha mãe,me puxando com muita força,logo eu cai da cama com o cobertor na minha cabeça.-consegui!-disse ela,novamente.
—aff...-tirei o cobertor de minha cabeça e quando fui ver,meus cabelos estavam arrepiados e um fio estava em minha cara,logo assoprei ele para sair do meu rosto.-você venceu,eu me arrumo.-disse,me levantando do chão,emburrada já.
—seu café da manhã estara lá na cozinha te esperando.-disse minha mãe,logo saindo do quarto.
meu quarto era espaçosso e eu tinha uma cadelinha chamada violeta,que é uma Pug petra, uma das raças mais fofinhas do mundo,bom...para mim é...então depois de dar bom dia a ela,fui escolher minha roupa ,peguei um vestido branco com mangas longas e no final delas,tinha um pelinho muito gostoso de se tocar e no pescoço também tinha,o vestido ia até os joelhos,e como ia fazer frio mesmo vesti ele,logo depois fui arrumas meu cabelo,fiz um coque com filhas circulares nele,tinha ficado lindo e na pentiadeira mesmo,peguei um boss e passei,então já estava pronta só faltava minha bolsa preta e o meu caderno para completar tudo, peguei-as rápido,e logo fui para a cozinha,já que minha porta do quarto dava um corredor,fui correndo.
—ei,filha!cuidado assim você pode escurregar.-disse minha mãe,botando meu café da manhã em cima do baucão.
—ok...vou tomar mais cuidado na proxima...-disse,dando uma risada com a cabeça para o lado e um pouco inclinada.-mas,admite...foi divertido!-disse,dando um pulinho de leve.
—foi,mas vamos logo!venha tomar seu café da manhã.-disse ela,apontando para o lugar aonde meu café estava.
—ok,mami.-disse,dando uma risadinha e indo me sentar,mas alguém botou as mãos em meus olhos,não me permitindo ver,eu não conseguia tirar aqueles mãos.-quem é?!-perguntei,um pouco emburrada.
—adivinhe.-disse uma voz familiar.
—pai!-disse,ele logo tirou as mãos e eu o abracei.-bom dia!-disse,novamente,sorrindo e logo me sentei no meu lugar.
(depois de tomar o café da manhã)
—tchau,amo vocês!-disse,indo até a porta,para ir a escola.
logo quando eu sai fui indo a pé,com o meu caderno nas mãos,e vi minha melhor amiga a Micole,ela tinha 16 anos,cabelos ondulados nas pontas e de cor roxo,olhos azuis meio escuros,e um vestido preto sem mangas,ela não sentia tanto frio como eu,isso eu admito,então ela veio na minha direção,e eu a abracei.
—oi,Micole!!!-disse,quase gritando.
—oi,Francine...não precisa me enforcar,ok?assim eu agradeço.-disse ela,com as mãos para cima.
—foi mal.-disse,me afastando rápido,colocando meu dedo indicador no labio de baixo e sorrindo com os olhos fechados,me achando a fofinha.
—você te se achando com esse vestido,né fofa?-perguntou ela,com os braços cruzados.
—e você não.-disse,dando um sorriso malicioso.
—ah,admito...to me achando também.-disse minha melhor amiga,depois desse comentario nos rimos.
e logo fomos para a escola,só era mais alguns passos de lá,e fomos conversando, então não ia ser chatinho ir para a escola assim,quando chegamos subimos as escadas gigantes da escola enorme,que era a nossa,não tinha quase ninguém lá,a maioria das pessoas era da nossa série,como eu sabia?facil!eles eram do ano passado,como eu e minha amiga,já que a aula não iria começar tão cedo,fomos para alguns bancos e começamos a conversar novamente,depois de alguns minutos,chegaram dois garotos,um chamado Alexendre de 15 anos,cabelos ruivos meio escuros e lisos,mas não muito,quase da minha cor de pele,só que mas puxado para amarelo,olhos de mel claros e usava uma uma blusa branca,uma calça jess preta e um casaco puxado para a cor vermelho e azul,parecendo ondas e com tênis brancos.
o outro era amigo dele,chamado Felipe tinha no minino uns 16 anos,cabelos castanhos claros,com o mesmo aspecto do de Alexendre só que mas liso,moreno e com olhos azuis como o céu,estava usando um anel e uma camisa vermelha clara,calça jess branca,tinha um casaco mas não muito longo como o do Alexendre,era mas curto com uma cor mas puxada para vermelho e com tênis pretos.
minha amiga ficou olhando para Felipe com cara de boba e eu,bem...estava muito confusa, por que ela estava parecendo um zumbi?balancei a mão na frente do rosto dela e nada,então estava pensativa,e me deu uma ideia de chacualhar ela para poder voltar a terra,então botei em pratica,logo quando fiz isso ela voltou e ficou assustada.
—aleluia você voltou...aonde você tava,em?com a cabeça nas nuvens?-perguntei,confusa e obvia.
—desculpa...-disse ela,coçando a nuca dando um sorriso de olhos fechados.-eu só estava olhando o Felipe,só isso.-disse,novamente.
—você esta com uma cara que escondendo uma coisa...-disse,com os braços cruzados.-vamos fala logo!-exclamei.
—ok...-disse minha amiga,olhando para o lado.-EUGOSTODEFELIPE!-disse ela,novamente,não tinha entendido nada.
—o que?pode trazudir,por favor.-disse,com as mãos nos joelhos me apoiando e inclinando para frente.
—ta,eu traduzo...sabe o Felipe.-disse ela,eu balancei um pouco a cabeça para cima e para baixo,afirmando.-eu gosto dele.-disse ela botando a mão perto da boca,e sussurrando para mim.
eu dei um grito e fiquei dando pulinhos no banco mesmo,os garotos que tinham chegado ficaram me olhando meio confusos,então minha amiga tampou minha boca,e com o dedo indicador fez aquele sinal que uma pessoa ta louca.
—ei!-disse,depois de tirar a mão dela da minha boca.-eu só to feliz.-disse,novamente,com os braços cruzados.
depois nos ouvimos um barulho um pouco familiar,quando fui ver era minha...AVÓ!o que ela faz aqui?fiquei com cara de assustada e arrepiei,minha amiga tentou me acalmar e conseguiu,logo depois percebi que minha avó já tava perto de mim,me surprende na hora.
—vó...o que você...-disse,com os braços encolhidos e dando um sorriso meio falso,quando ia continuar ela me enterrompeu,me entregando um colar preto com uma lua branca,muito lindo.-obrigada,vó!-agradece,pulando do meu lugar e a agraçando,ela retribuio.
—mas,minha netinha...use ele com sabedoria.-afirmou ela,eu não tinha entendido, mas,eu acho que era para eu tomar cuidado,então afirmei com a cabeça e um sorriso.
então ela saiu,quando fui perceber quase todos estavam olhando para mim,fiquei surpresa e meio invergonhada por causa da minha vó,então botei o colar e me sentei de novo, rapidamente,e mostrei o colar para minha amiga,sorrindo,e ela ficou de boca aberta.
—essa joia é muito linda,Francine!-disse ela,tocando.
—sim!-disse,muito feliz e satisfeita por minha vó ter me dado,depois disso o sinal tocou,fazendo com que todos fossem para a sala de aula,e nos também.
(na escada)
—bom...vamos falar sobre o que agora?-perguntou minha amiga,querendo conversar sobre algo.
—que tal...-disse,tentando pensar em um titulo legal para a nossa conversa.-garotos!-exclamei,rapidamente.
—garotos?-perguntou,meio desanimada.-não tinha uma coisa melhor para você pensar não.-afirmou.
—não!-exclamei,depois dei um sorriso.-é isso ou discursão,qual você prefere?-perguntei, maliciosamente.
—discursão.-disse minha amiga,obvia.
—sério!você não gosta de garotos?-perguntei.
—é claro que eu gosto,Francine!ta pensando o que?-perguntou ela,meio emburrada.
—pronto,consegue o que eu queria.-disse,sendo obvia.
—o que.-perguntou,confusa.
—falar sobre garotos com você.-disse,dando uma risada.
—bom...já que agente ta falando de garotos,que tal você falar de quem você gosta?-perguntou,se inclinando na minha direção e com os olhos meio fechados.
—Micole...você ta bem?-perguntei,meio assustada.
—claro que to!e responde minha pergunta,não fuja do nosso assunto...foi você que escolheu falar sobre garotos!-exclamou ela,obviamente,bom...ela tinha razão,eu que escolhe o titulo para nossa conversa,então eu tenho que terminar.
—sei lá...de nem um.-disse,isso era verdade não gostava de nem um garoto...ainda.
—sério!-exclamou minha melhor amiga,com um braço incolhido.-você ta mentido,né?-perguntou,curiosa.
—não.-afirmei,agente já tinha subido toda a escadaria e estavamos em frente a sala,então entramos,estavamos sozinhas na sala!!!-oba!!!não tem ninguém aqui,vamos fazer o que quiser!-exclamei,me sentando em uma mesa.
—bom...que tal uma musica para agitar?-perguntou ela,com o celular em mãos.
—é claro que sim!-disse,levantando uma perna e me apoiando com uma mão.-bota uma boa,ok.-afirmei.
—claro!-disse ela,tentando achar uma musica boa,tinha saido de cima da mesa e fui na direção dela.
depois de alguns minutos,os garotos entraram,rindo,eu olhei,rapidamente,e fiquei com cara de confusa um pouco de lado,eles olharam para mim surpresos e logo foram sentar em alguns lugares na segunda carteira.
—então,você acho ou não?-perguntei,confusa.
—não.-disse minha amiga.
—então...vamos conversar só.-disse,sorrindo.
—esta certo então,sabida.-disse ela,eu ri pelo meu novo apelido.-sobre o que agora?-perguntou,sendo obvia.
—sobre a sua quedinha por alguém?-perguntei,dando um sorriso malicioso.
—não.-disse ela,cruzando os braços.
—ok,só perguntei...perguntar não ofende.-afirmei,indo me sentar e Micole me seguio.
encolhemos as carteiras da frente,e conversamos um pouco,notei que Alexendre não parava de me olhar isso era estranho,então respirei fundo e olhei para ele.
—Alexendre!-exclamei,chamando a sua atenção,ele voltou e ficou assustado.-por que você estava me observando?-perguntei,muito curiosa para saber.
—ah...p-por nada,só e-estava pensando.-disse ele,com um sorriso meio falso e coçando a nuca.
—esta certo,então.-disse,sorrindo e me virando para frente.
—você viu amiga?-perguntou Micole,meio maliciosa.
—vi o que?-perguntei,meio assustada e confusa.
—parece que ele gosta de você!-exclamou ela.-você não viu o olhar dele olhando para você?é o mesmo que eu fiquei olhando para você sabe quem.-disse ela,novamente,piscando e então fiquei pensando,ele estava gaguejando olhando para mim como se estivesse perdido...ai não.
—não pode ser amiga,ele disse que estava pensando.-disse,tentando fugir da situação.
—sim eu sei,mas,viu o sorriso falso dele,não era verdade.-disse ela,tinha razão aquele sorriso não era um dos melhores e eu sei.
—vamos falar de outra coisa,por favor.-afrmei.-na verdade,acho que vou ficar quieta até a professora chegar.-disse,não queria mas saber de nada até que eu senti uma dor de cabeça.
—mas amiga...você ta bem?-perguntou minha amiga,eu negei com a cabeça.
—minha cabeça ta doendo.-disse,logo depois Alexendre parou de falar com seu amigo Felipe e ficou me olhando,preucupado.
—que tal irmos a infermaria,talvez a professora não chega tão cedo assim.-disse ela,depois vimos a professora entrar conversando com um aluno e os outros escolhendo seus lugares.-eu e minha boca.-disse ela,novamente,emburrada.
—calma eu cuido disso.-disse,me levantando em direção a mesa da professora.-pro,eu estou com uma dor de cabeça insuportavel...posso ir a infermaria?-perguntei,e não era mentira minha dor de cabeça só aumentava,de fraca para forte.
—esta bem,mas,se você se recuperar a tempo volte para a aula,esta bem?-perguntou ela,meio preucupada,e afirmei com a cabeça,então sai da sala e esperei alguém sair de lá para me acompanhar e sabia que era Micole,mas,quando fui ver era Alexendre.
—oi,posso te acompanhar?-perguntou ele,todo meigo.
—claro que pode,só estava esperando outra pessoa para me aconpanhar.-disse,e logo tampei minha boca,por que eu disse isso?
—a Micole,eu sei,mas,eu queria te acompanhar dessa vez.-disse ele,indo na minha direção.
—ok!eu não vou negar,mas,você pode me ajudar a descer essa escadaria...-disse,com um braço incolhido e o outro apontando para a escada.-por favor.-completei a frase,sendo meiga e fofa.
—e-esta c-c-certo.-disse ele,coçando a nuca,ele me apoio em seu ombro e descemos as escadas.
—bom...você pode me dizer a verdade sobre o por que você ficou me olhando?-perguntei,queria puxar assunto com ele.
—como a-assim a verdade?-perguntou Alexendre,olhando para mim,assustado.-foi tão obvio assim?-perguntou,novamente.
—sim.-disse,dando uma risadinha e logo percebe que ele deu um sorriso sem os dentes.-bom...responde minha pergunta.-disse.
—ah,ok...é por que...-disse ele,eu tava percebendo que ele não queria dizer.
—por que você gosta de mim?-perguntei,sendo meiga e alegre.
—ah...-ele ficou olhando para mim,meio assustado.
—desculpa!-exclamei,eu não queria deixa ele assim daquele jeito.
—tudo bem...eu me acostumei com isso.-disse ele,logo tampou a boca.
—por que "acostumado"?-perguntei,curiosa.
—as garotas me usam para conseguir o que querem,já que meu pai e o prefeito.-disse ele,mas...pera ai...SEU PAI É O PREFEITO! eu nunca sabia disso,quer dizer,nunca soube disso.
—sério?eu nunca soube que seu pai era prefeito.-disse,olhando para o chão.
—cara,sério!-exclamou ele,coçando a nuca.
—sim.-disse,olhando para ele.-mas,eu não vou te usar...mais,acho que vou sozinha para a infermaria,já te usei demais para você responder minhas perguntas estúpidas.-disse,saindo de perto dele,tentando ir o mais rápido que pude.
—não!espera!-exclamou Alexendre,gritando,eu estava me sentindo horrivel,mas por que?eu sabia,eu estava usando ele,como as outras garotas que ele disse,mas minha dor de cabeça só aumentava,me fazendo cair no chão.-ai meu deus!-exclamou ele,me levantando.-você ta bem?-perguntou,eu afirmei com a cabeça.-é melhor eu te levar logo.-disse ele,me colocando em seu colo,ai meu deus digo eu,eu to em um colo de um garoto que eu conhecia desde o ano passado,e ele era filho do prefeito!bom eu não pude fazer nada,fiquei me segurando pelo pescoço dele,e sem querer...dormi.
PV-Alexendre
uma garota em que eu amei desde o ano passado estava no meu colo,dormindo!eu quase surtei,mas,deixei...era o melhor dia da minha vida!finalmente falei com ela sem gaguejar, mais ou menos,e sem ser um idiota,era meu recorde,mas,também fiquei preucupado com a dor de cabeça dela,tinha que levar ela para infermaria da escola logo.
Chegando lá,entreguei Francine a infermeira e ela disse que eu tinha que esperar aqui fora, então fiz isso,sentei em um banco e esperei Francine sair da sala,mas,estava demorando muito,será que era muito forte ou algo assim?eu fiquei mais preucupado ainda!queria logo vê-la feliz e alegre novamente,não queria vê-la infeliz e triste,depois de algumas horas ela saiu da infermaria e acenou para mim,feliz novamente,abri o maior sorriso por ver ela de novo e me levantei.
—então...vamos para a sala?-perguntei,estendendo o braço.
—sim.-disse ela,tocando na minha mão.
—espero que a aula não tenho acabado.-afimei,e ela concordou com a cabeça,então fomos de...MÃOS DADAS!até a sala,mas,de MÃO DADAS!!PARECIA QUE AGENTE ESTAVA........ NAMORANDO,quase surtei,novamente,não fiz porque ela olhou para mim e sorriu e dei um sorriso também.
quando agente chegou perto da porta,ela largou minha mão e entrou na sala,eu fiz o mesmo,mas,quando agente entrou só tinha meu amigo e a amiga dela, conversando?sim,eles estavam conversando e Francine que estava do meu lado deu um sorriso enorme e foi perto da amiga rápido,não tinha entendido o por que...mas aceitei,e fui me sentar no me devido lugar e ela também,então fiquei perdido novamente,na beleza da minha amada,mas logo quando percebi ela tinha virado para mim.
—bom...e a minha responte,em?-perguntou,com um rosto malicioso.
—qual?-perguntei,eu tava assustado e curioso para saber quais delas era.
—a que te perguntei primeiro,que você disse "por que" ai eu completei a frase fazendo uma pergunta,lembra?-perguntou ela,novamente,fiquei pensativo e estalei os dedos,tinha me lembra é aquela pergunta se eu gostava dela....ei parai...SE EU GOSTO DELA!a casa caiu!se eu dizer a mentira ela vai ficar chatiada e se eu dizer a verdade ela vai ficar supresa demais,o que eu faço!!
—bem...se eu dizer a verdade você não vai surtar ou algo assim,vai?-perguntei,sendo meigo e assutado.
—ok,não vou.-disse ela,sorrindo.
—esta bem...-quando eu ia completar,o sinal tocou fazendo com que a professora e os alunos chegassem,disparados...obrigado sinal!
—vai ter que ficar para a proxima,Alex.-disse ela,pera ai...ela me chamou de Alex?ah, Alexendre "Alex"...entendi,ela tinha me dado um apelido!
a professora começou a explicar o assunto estava um tedio,até que eu percebi que minha amada tinha soltado os seus cabelos,estavam lindos e lisos,ela ficou mexendo neles e conversando um pouco com Micole,depois ouve a professora falar comigo,então levantei a cabeça rápido.
—você por acaso ta no mundo da lua,eu te perguntei o que são pronomes.-disse ela,aquele era um assunto para relenbrar as atividades do 6 ano.
—são palavra que substituam ou acompanham os substantivos,professora.-disse,obviamente e notei que Francine olhou para mim e sorriu de lado sem os dentes e virou para frente de novo.
depois abaixei a cabeça e fiquei ouvindo um pouco da conversa das garotas.
—amiga então...agora você pode me responder de qual garoto você gosta?-perguntou Micole,levantando uma mão.
—ok...começa com A.-afirmou Francine,começa com A hmm...não conseguia pensar tinha muitos garotos que o nome começava com a letra A.
—como você quer que eu adivinhe se você só me deu uma dica?-perguntou Micole,percebi que ela esta sendo obvia.
—hmm...to vendo que Francine adora conversar,né?-perguntou a professora,sendo maliciosa.
—eu pro?-perguntou Francine,assustada.
—não meu pai.-disse a pro,sendo obvia.-o que é composto?-perguntou a professora.
—aff pro,sério!são números que dividem por varios números e se você perguntar sobre primos são números que se dividem por um e por ele mesmo.-disse Francine,dando um sorriso malicioso para a pro.-eu posso até gostar muito de conversar,mas...sou atenta as explicações, professora.-completou ela,com uma mão no peito.
—esta certo,Francine...você esta correta.-disse a professora,escrevendo no quadro.
—bom..você é esperta amiga,vai discobrir rápido só com uma dica.-disse Francine,só olhando para o quadro,sua amiga fez uma cara de confusa e depois balançou a cabeça e olhou para o quadro.
—ei cara,você ta bem?-perguntou Felipe,meu amigo.
—sim,to legal.-disse,olhando para Francine.
—não parece,parceiro.-disse ele,tocando no meu ombro.
—ah,depois eu te falo.-disse,olhando para ele sorrindo sem os dentes.
PV-Francine
eu estou me sentindo um pouco estranha,um pouco traiçoeira...o que aconteceu comigo?primeiro a dor de cabeça insuportavel e agora o sentimento traiçoeiro,o que ta acontecendo comigo?o que eu to me tornando!!naquela hora deu uma vontade de me balançar feito um cachorro molado,queria tirar todos esse pensamentos da minha mente e voltar para aula,mas não consegui,então fiquei conversando escondida com Micole sobre isso,depois me levantei e fui para a mesa da professora.
—pro.-disse,me inclinando na mesa,com meus braços.
—sim...-disse ela,ainda estava virada para o quadro,anotando o assunto.
—eu não estou me sentindo normal hoje,tem como eu ir para casa só por hoje.-disse,sendo meiga e com um braço incolhido,desesperada.
—olha eu não sei o que você tem hoje,mas a aula já vai acabar então...não tem como eu te deixar ir para casa.-disse a professora,apontando o piloto para mim.
—ok...-disse,com cara triste e voltei para minha cadeira toda incolhida.
—o que ouve com você,em?desde que sua avó deu esse colar você ta diferente.-disse minha amiga,ai foi que caiu a ficha era o colar,mas se minha avó queria que eu usasse com sabedoria eu iria guardar ele com muito amor.
—eu já sei o que é.-disse,pegando o colar que estava no meu pescoço e depois o abracei.-e eu já sei como fazer isso parar.-disse,novamente,com um sorriso malicioso.
—ai não!você não pode aprontar agora.-disse ela,apontando para mim com uma cara desconfiada.
—mas,e o unico jeito.-disse,depois eu olhei para a professora,que estava escrevendo no quadro negro e sai da minha cadeira fui rastejando até a porta e sai correndo.
a professora nem suspeito,então fui para o patio esperar a hora de ir embora,quando cheguei lá vi o prefeito falando com o diretor fiquei meio confusa e me esconde para ouvir a conversa deles,quando eles acabaram eu tinha entendido que o prefeito queria entregar uma coisa muito importante para seu filho,o Alexendre,que era do seu avo,então quando ele foi subir a escada percebeu que eu estava ali,e deu um sorriso sem os dentes.
—olá,você parece ser a Francine,certo?-perguntou ele,eu afirmei com a cabeça.-ah!meu filho fala muito de você,fala que você é inteligente,não tem medo de nada,corajosa e essas coisas,então eu posso confiar em você para entregar isso a ele,diz que foi o avo dele que mandou.-disse ele,me dando um anel preto com uma lua branca eu logo me surpreende.
—e...-eu não consegui dizer nada,só mostrei o meu colar,ele também ficou surpreso mas logo sorriu,por que ele estava sorrindo?eu não sabia o por que,mas tudo bem e eu também dei um sorriso sem os dentes e com os olhos fechados.
—bom...vai logo entregar para meu filho,estou contando com você.-disse ele,me tocando no ombro.
—ok,prefeito!não vou desaponta-lo.-disse,dando um sorriso.
—me chame de leo.-disse ele.-já que agente vai se ver em breve.-disse ele,novamente,indo embora,eu acenei para ele e fui de novo para sala e é claro,discretamente.
quando cheguei perto da porta abri ela divagar e fui,escondida,para meu lugar e me virei para trás,ele estava prestando atenção a aula,mas tive que entregar logo para ele.
—ei!Alexendre.-disse,chamando sua atenção.-isso é para você,seu pai trouxe disse que foi seu avo que deu.-disse,novamente,entregando a ele o anel e me virando divagar para frente,mais uma mão em meu ombro me interrompeu de me virar.
—meu pai não falo nada para você né?-perguntou ele,meio nervoso e assustado.
—falo sim...mas,não fique assim!eu não to...como se diz,invergonhada ou emburrada,se isso é o que as meninas fazem quando um pai de seu namorado fala o que seu namorado falo sobre você.-disse,dando um sorriso malicioso,mas logo balancei a minha cabeça e dei um sorriso falso,me virei rápido para frente e prestei a atenção na aula,mas também percebi quando fui virar que Alexendre ficou meio vermelho na hora.
Micole ficou me olhando estranho e as vezes eu olhava para ela e ficava emburrada,o sinal tocou fazendo com que todo mundo levantasem e fossem embora,até que eu senti uma coisa na minha cabeça....
continua?
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