WolfHill

25 Capítulo 24 - Annie


Notas iniciais
Oi betas! Bom, antes de tudo devo dizer que o capítulo já estava pronto há um tempinho, mas, a minha pessoa precisava tirar essa última semana para me organizar, já que, minhas aulas finalmente voltaram, e eu tenho minhas notas, que estão uma vergonha, e se eu não recuperar minha mãe vai me tirar o computador até o resultado do próximo bimestre, e eu vou morrer. Então, é isso, se eu não recuperar vai ficar difícil postar, mas não irei abandonar vocês. Eu acho que sou a única pessoa que tira 9 em matemática e 2,8 em história! Até em física eu passei, menos em história! Então, tirando o meu desabafo, e voltando a história, bom, os capítulos agora servirão para começar a encaixar as peças, e quem for esperta, vai entender a treta toda rapidinho. Bom capítulo

P.O.V Annie

Abri os meus olhos lentamente e sorri ao ver que estava em minha cama, ele sempre irá cuidar de mim. Passei minhas mãos pelos meus cachos e suspirei, queria poder dormir pela eternidade, entretanto, infelizmente, não tinha essa opção.

Levantei-me da cama e caminhei até o banheiro, tratei logo de tomar um banho, já que provavelmente ficaria um bom tempo sem ver um chuveiro. Lavei os meus cachos e fiquei um tempo debaixo do chuveiro apenas sentindo a água cair em meu corpo. Estava nervosa, e tinha muitos motivos para isso.

Sequei o meu cabelos com a toalha mesmo e o prendi em um rabo de cavalo, vesti uma calça jeans escura, uma camisa cinza e um Vans azul, olhei o meu reflexo no espelho e respirei fundo.

“Tudo bem, Annabeth, vai ficar tudo bem.” —Pensei, pensamento positivo sempre funciona, não é?

Batidas em minha porta cortaram os meus pensamentos, olhei para a mesma e vi a minha mãe parada ali, ela usava um vestido preto com um capuz e mangas esquisitas, aquela roupa só deixava claro que estava na hora. A segui em silêncio pela clareira, vi tochas acesas no meio da floresta e senti minhas pernas fraquejarem, engoli em seco e continuei a seguí-la.

Paramos em meio as árvores, todos estavam ali, o que só me deixava mais nervosa. Minha mãe olhou para uma mesa ao seu lado esquerdo, sobre ela haviam várias armas, ótimo. Caminhei até lá e olhei as armas, peguei uma faca de bronze, o material não era bom contra a maioria dos seres sobrenaturais, e não parecia muito resistente, mas algo me fez pegá-la. Voltei para a frente da minha mãe e a encarei. Ela se aproximou de mim e pegou a faca em minha mão, cortou a palma da mesma e seguiu com a faca até o fogo, quando o sangue pingou ali eu senti minhas veias queimarem, era doloroso, mas eu sabia que coisas piores poderiam acontecer.

Olhei para entre as árvores e vi que o espaço ali oscilava. Dei uma última olhada para os presentes ali, me amaldiçoei quando olhei para o Percy e as lembranças tomaram a minha cabeça.

1 dia atrás…

Estava nervosa com o que aconteceria naquela noite, muito nervosa. A Thalia ainda não havia descido, e não dava mais tempo de avisá-la. Poseidon fez um sinal para mim e eu caminhei até ele.

—Preciso que coloquei isso na bebida. -Ele me entregou um pequeno frasco. -Vai fazê-los dormir em alumas horas. -Assenti. -Seja discreta.

Voltei para onde estava e esperei alguns minutos, segui para a cozinha, as pessoas que estavam servindo eram humanos, talvez não encrencassem muito. Cheguei até o local onde as garrafas de Champagne estavam, olhei em volta e comecei a pingar a poção dentro das garrafas, o que sobrou eu pinguei nas taças.

—Hey! -Senti o meu sangue gelar. -O que pensa que está fazendo?

—Eu…

—O que é isso em sua mão? -Ele começou a se aproximar, porém dois braços passaram por seu pescoço, alguns segundos depois o cara caiu no chão apagado. Arregalei os olhos e vi o Percy.

—O que…

—Aprendi da maneira mais difícil que não devo te deixar sozinha. -Senti minhas bochechas esquentarem. -Para que isso?

—Não beba o champanhe. -Ele assentiu. -Obrigada.

—Não foi nada. -Eu assenti. Escutei passos e me desesperei, senti ele me puxar até um pequeno armário que havia ali, a luz ascendeu e apagou rapidamente.

—Indespectus. -Murmurei para acobertar o corpo no chão. O Percy fez sinal para eu ficar em silêncio e eu assenti.

—Onde ele se meteu? -Escutei alguém perguntar.

—Achou? -Era outra voz. -Sentiu isso? -Arregalei os olhos. -Tem alguém aqui. -Olhei para o Percy desesperada, vi que eles se aproximavam da porta.

—Confia em mim? -Ele perguntou em um sussurro.

—Nem um pouco.

Ele sorriu e colou os lábios nos meus, minha primeira reação foi afastá-lo, mas suas mãos em minha cintura me impediram, os meus sentimentos por ele falaram mais forte, e assim os meus olhos se fecharam, deslizei minhas mãos pelo seus braços até o seu pescoço o mantendo ali. Como eu havia desejado esse beijo. Sua língua tocou os meus lábios e eu os entreabri timidamente, sua língua explorava a minha boca com certo desespero. Minhas mãos escorregaram para os seus cabelos, eram realmente macios.

Nos separamos quando eu fiquei sem ar, respirei fundo e o olhei, seu dedo contonou meu lábio inchado e vermelho, meus olhos não desviavam dos seus, o cuidado que ele aparentava ter comigo fez borboletas voarem em meu estômago. Será que ele conseguia ouvi-las? Minha pergunta teve que esperar, já que a porta foi aberta e a luz bateu em meu rosto.

—O que fazem aqui? -Ele perguntou.

—Nunca viu um casal de adolescentes se pegando? -O Percy perguntou. -Obrigado por cortar o clima.

—Caiam fora daqui. -O moreno bufou e saiu me puxando.

—Me desculpa. -Pediu quando já estávamos longe. -Eu…

—Eu sei. -O cortei. -Foi só um beijo Percy, nada demais. -Saí de lá antes que ele pudesse ver as lágrimas se formarem em meus olhos.

—Annie. -Ele me chamou, mas eu não me atrevi a olhar.

Presente…

Senti algo dentro de mim queimar, minhas pernas fraquejaram e eu fui ao chão. Meu peito doía como se algo estivesse sendo retirado dele, eu não conseguia controlar o meu corpo. Escutava os meus gritos, mas não me sentia gritar, a dor era maior. Aquilo era para acontecer?

Podia escutar minha mãe me chamando, mas não conseguia responder, meu peito doía, minhas veias queimavam, meus olhos ardiam, sentia o meu corpo mole, estava fraca. Até que tudo parou, e algo tomou conta do meu corpo. Me senti sentar e olhar para a minha mãe.

—Pobre Atena, tão desesperada para ter uma filha bruxa. -Era uma voz grossa, e a risada era pior ainda. -Patética. -Me levantei e olhei para todos. -Vocês irão todos sangrar, todos irão morrer. -Olhei diretamente para o Hades.-Seu filho e a filha de Zeus, serão os culpados, mas eles já estão acostumados, não é? -Outra vez a risada. -Se querem o poder dela de volta, libertem Zeus, ou então… -Ergui minha mão em direção á Hazel, ela engasgou e caiu no chão com as mãos no pescoço e mal conseguindo respirar, fiz um galho voar em direção ao Leo, ele desviou por pouco. -Haverá consequências. -Eu pedia o tempo inteiro para aquilo parar, não era eu! Minha cabeça doeu tanto que achei que iria explodir, meu corpo bateu no chão e então tudo ficou escuro.

Abri os olhos lentamente, a luz machucava os meus olhos, meu corpo inteiro doía, e protestava, me sentei com certa dificuldade, e assim que o fiz minha cabeça começou a doer. Acariciei minha têmpora e suspirei. O que havia acontecido?

—Graças à Deus. -Senti braços me envolverem, olhei seus cabelos loiros e franzi o cenho.

—Mãe… O que…

—Shiiii… -Ela sussurrou.

—O que aconteceu? -Ela suspirou e desviou o olhar, não era preciso dizer nada, eu podia sentir o vazio dentro de mim. Meus olhos encheram-se d’água.

—Oh, Annabeth, eu sinto muito. -Ela voltou a me abraçar. Senti a raiva tomar conta de mim, a empurrei e saí correndo do quarto. -Annabeth!

A ignorei e caminhei até o homem acorrentado na fogueira. Peguei uma pedra do chão e acertei nele, o mesmo me olhou sem entender. E sempre soube o que ele havia feito, e já era motivo suficiente para odiá-lo, entretanto, ele nunca havia feito nada que me atingisse diretamente.

—Para que precisa dos meus poderes? -Eu perguntei, podia sentir a raiva em minha própria voz. -Eu não vou perguntar novamente. -Ele riu.

—E o que você vai fazer? Jogar pedras em mim? -Senti um formigamento em minhas mãos e algo dentro de mim ficar completo novamente. Ergui minha mão e fiz um galho atravessá-lo.

—Eu quero os meus poderes de volta! E os quero agora!

—Annie. -Olhei para a Thalia. -O que… -Senti minha cabeça latejar e o formigamento em minhas mãos parar, olhei para as mesma e arregalei os olhos, novamente minhas veias estavam negras.

—Não. -Sussurrei. Olhei para Zeus e vi o galho nele. -O que eu fiz?

—Annabeth. -Olhei para a minha mãe.

—Eu estou bem. -Sussurrei.

—Para quê precisa dos poderes dela? -Ele riu.

—Alguém teria que me tirar daqui, não é? -Vi a Thalia se aproximar e girar o galho, ele gritou, e desviei o olhar. -Filha da puta!

—Que bom que sabe que é uma puta Zeus. -Ele respondeu. -Sua estadia aqui mal começou, é bom dizer o que sabe, eu estou perdendo minha paciência, e se eu perder, não vou esperar respostas.

P.O.V Nico

Tudo aquilo não podia estar acontecendo. Até preso Zeus continuava a nos infernizar. Agora a Annie havia perdido os poderes, o que mais poderia dar errado?

A pior parte era saber a resposta, a Thalia caída no chão, os olhos fechando-se e o meu nome saindo de seus lábios como um sussurro. Apenas a lembrança me deixava nervoso e com o coração doendo, o que a realidade poderia fazer?

A Annie havia adormecido no colo da Thalia, a morena acariciava seus cachos loiros e suspirava, todos estávamos preocupados com a Annabeth, era impossível não se preocupar. A Hazel e o Leo haviam se recuperado do ataque do clã e estavam igualmente preocupados. O Percy não ousava aparecer, e eu não o culpava, ele devia estar se sentindo péssimo, eu o culpei uma vez por isso, e talvez, tenha exagerado nas palavras.

—O que foi? -Eu a olhei.

—Nada. -Balancei a cabeça em negação. -Eu tenho que ir ver o Percy. -Ela franziu o cenho, mas não contestou.

Segui até a casa de Poseidon e entrei, subi as escadas e bati na porta do quarto, não tive resposta e bati novamente, escutei um entre fraco e abri a porta. A cena me fez sentir ainda mais culpado. O quarto estava perfeitamente arrumado, coisa que nunca acontecia, era até estranho, o Percy estava sentado no chão encolhido, olhava para um ponto fixo na cômoda, era uma foto da Annie. Suspirei e me sentei ao seu lado.

—Eu ferrei com tudo. -Ele abriu um sorriso amargo. -A culpa é minha.

—Não é. -Ele suspirou, dava para perceber nitidamente que ele havia chorado até perder as forças, a camisa molhada, os olhos inchados e vermelhos, e o rosto ainda úmido deixava isso claro. -Zeus é o culpado.

—Zeus não a deixou matar uma pessoa.

—O que aconteceu não tem…

—Claro que tem, se eu estivesse com ela a iniciação já teria acontecido. -Olhei para a foto da loira e suspirei. -O que eu fiz Nico? -Vi que ele também olhava para a foto.

—Ela vai ficar bem, vamos recuperar os poderes dela. -Ele assentiu.

—Eu vou matar o desgraçado que fez isso. -Eu sorri.

—Entra na fila. -Ele riu. -Você é um babaca. -Ele continuou a rir. -Um babaca apaixonado, mas não deixa de ser um babaca.

—Isso era para me animar?

—Não. -Eu ri. -Ela vai gostar de ver você quando acordar. -Ele me olhou.

—Não, mesmo. -Suspirei. -Ela vai querer me matar.

—Então deixe-a, ela precisa descontar toda a raiva dela, sabe que a magia negra vai se aproveitar da vulnerabilidade dela. -Ele assentiu. -Então, fique com ela.

—Tudo bem. -Ele assentiu.

P.O.V Annie

—Isso é mesmo necessário? -Ela assentiu e eu suspirei.

Tomei um banho rápido e voltei para o quarto, ela me entregou um roupão e nós seguimos para a floresta. Ela acendeu as tochas e sentou-se no chão, fiz o mesmo ficando de costas para ela. Estendi a mão e fiz uma careta quando ela a cortou, desfiz o laço do roupão e o deixei deslizar.

Senti a mistura gelada em minhas costas, e logo o formigamento começou. Demoraria um pouco e eu não podia fazer nada para adiantar o processo, ou mesmo durante o processo, tinha que ficar parada e ereta, e ainda não poderia reclamar se alguém aparecesse e visse os meus seios expostos.

Minha mãe sussurra em latim enquanto desenhava, aquele som já estava me dando dor de cabeça, era sempre a mesma coisa. Como bruxa anciã ela já deveria estar acostumada, devo admitir, minha mãe não tinha a idade que aparentava, era quase tão… antiga quanto Poseidon, 823 anos. Queria eu chegar á essa idade com aquele corpinho.

Senti ela se mover e suspirei aliviada. O formigamento em minhas costas já estava diminuindo, isso significava que estava fazendo efeito. Olhei para frente e vi seus olhos totalmente cinzas, da primeira vez que vi tive pesadelos por uma semana.

—Triskle.*

—Ad aequilibrium. (Para o equilíbrio)

—Oculus Horus. (Olho de Hórus)

—Praesidio. (Proteção)

—Bubonem. (Coruja)

—Dirige me in tenebris. (Para me guiar na escuridão)-Seus olhos voltaram ao cinza normal e eu segurei um suspiro de alivio.

—Os símbolos irão te proteger. -Assenti. -Precisa ficar aqui até o formigamento parar. -Assenti, ela beijou minha testa e se afastou. -Nada de se cobrir ou se mexer até terminar.

—Posso falar pelo menos?

—Pode. -Ela começou a andar. -Vai me deixar aqui sozinha?

—Sim. -Suspirei.

O Sol se pôs e nada daquele formigamento parar, já estava começando a achar que tinha um bicho nas minhas costas. Meu nariz estava coçando, meus dedos queriam se mover e eu não podia fazer nada. Aos poucos eu senti os meus braços pararem de formigar, faltava só o resto das minhas costas.

—Annie? -Merda! O que ele estava fazendo ali?

—Percy? -Eu não conseguia vê-lo, pois graças á Deus ele estava atrás de mim. -Por favor, fique onde está!

—O que foi? O que é isso nas suas costas?

—Percy, vai embora! -Suspirei. Faltava apenas um pedaço para parar de formigar. -Só vai embora.

—Por que? -Que cara teimoso. -Annie. -Suspirei aliviada quando o formigamento parou, levantei tão rápido que esqueci de puxar o roupão.

Parabéns Annabeth, perdeu a inteligência também? Fica mesmo pelada no meio da floresta, ainda por cima na frente do Percy.

Senti o meu rosto queimar mais que nunca, eu não tive reação, estava estática, nada passava pela minha cabeça. O que eu tinha que fazer? Me cobrir, isso! Mas para eu me cobrir eu preciso pegar o roupão que está caído no chão atrás de mim, isso significa que vou ter que virar de frente para ele. Péssima ideia, ele já viu atrás não precisa ver a frente também.

Meus pensamentos foram cortados quando senti algo quente deslizar pelos meus ombros, olhei para trás e o vi. Engoli em seco e puxei o roupão para frente, me cobri o mais rápido que consegui

—Ah… Eu...

—Está bem? -Assenti. -Posso saber o que é isso nas suas costas? Não consegui ver direito de longe.

—Não. -Ele arqueou uma das sobrancelhas. -Coisa de bruxa.

—Entendo. -Abri um sorriso sem graça.

—O que veio fazer aqui?

—A Thalia teve a brilhante ideia de sair, achei que seria legal irmos até o French Quarter.

—Tudo bem. -Olhei em seus olhos, aquelas lindas íris verde mar. -Eu vou… -Me assustei quando senti os seus dedos tocarem meu ombro.-O que você acha que está fazendo?

—Eu… -Revirei os olhos e saí andando. -Annie.

—Por que me beijou? -O perguntei, lerdo como era, demorou alguns minutos para entender.

—Porque eu quis.

—Desde quando eu te dei liberdade para me beijar a hora que bem entender? -Senti ele segurar minha mão.

—E você me daria tal liberdade? -Engoli em seco, por essa eu não esperava.

—Percy, se a Rachel te deu um pé a culpa não é minha, eu não sou sou seu consolo, seu passa tempo e muito menos seu parquinho de diversões, e caso você não tenha percebido, eu acabei de perder os meus poderes, não acha que é o pior momento para você tentar algo?

—Hey, calma! -Suspirei. -Você disse que…

—Eu sei o que eu disse! -Fechei os meus olhos e respirei fundo. -Eu… Eu vou me arrumar.

Notas finais
E então, o que acharam? Esse é o começo do nosso querido e amado Percabeth. Tia Amanda, por que o French Quarter? Porque eu sou louca por esse lugar, sério, sonha da minha vida é ir à Nova Orleans e visitar o Bairro Frances, sério. Planejo ir no ano que vem. *-* Passamos os 70 leitores, e como prometido, eu vou postar uma One especial de algum casal, e como ninguém disse nada no capítulo anterior, eu peço, encarecidamente, que você me digam o casal que preferem, okay? Por favorzinho. Eu não sei se alguém a acompanhava, mas a Christina Grime foi assassinada e eu fiquei bastante triste por isso, eu super a curtia, sério, fiquei bem chocada com o ocorrido. O cover dela de Do I wanna know é a "trilha sonora" de um trailer de uma fic minha, e deu até vontade de chorar quando escutei hoje. Se alguém acompanhava, me diz o que acha desses fãs que cometem esse tipo de loucura. Acho que é só isso. Quem está sentindo falta de Thalico?! Eu estou! Quero meu casal perfeito em ação, se é que entendem o tipo de ação que me refiro. Kissus Tia Amanda