WolfHill

22 Capítulo 21 - She Wolf


Notas iniciais
Nada de me matar! Sei que estou muuuuuuuuuuuu...ito atrasada. Mas se acalmem, okay? Não vou dar explicações e enrolar mais, vou deixá-los ler o capítulo logo e nos vemos lá em baixo. CAPÍTULO NÃO REVISADO E POR FAVOR LEIAM AS NOTAS FINAIS

P.O.V Nico

Faziam três horas que a Thalia estava daquela maneira. Eu sabia que a transformação era dolorosa, e para ela parecia estar sendo ainda pior. E a pior parte era saber que eu não podia fazer nada, e que a culpa era minha.

—Hey. -A olhei. -Não fica assim. -Assenti.-Nico…

—A culpa é minha, Thalia. Eu…

—Nós não sabíamos. -Eu assenti. -Se quiser culpe a Poseidon e a minha mãe. -Senti ela apertar o meu braço novamente. -Desculpa.

—Thalia, a transformação tem 4 fases. A primeira fizemos no meu quarto. -Ela acabou rindo. -Não sei quem foi o idiota que teve essa ideia, mas nossa maldição é ativada quando um lobisomem tem sua primeira relação sexual com outro lobisomem, sob a luz da lua cheia.

—Tudo bem. -Ela franziu o cenho. -Deixa eu ver se entendi, virei lobisomem por que transei com você? -Assenti. -Mas não era virgem.

—Mas nunca tinha transado com um lobo. -Ela suspirou. -Segunda fase acontece dentro de você.

—Isso explica a dor.

—Exatamente. -Ela me apertou novamente. — Terceira fase aceitação, quarta você tem a primeira transformação.

—Como aceito uma coisa que não sabia que era a poucas horas atrás?

—Eu não sei. -Olhei para o meu tio do outro lado da fogueira. -Só sei que Poseidon tem muitas coisas a explicar.

Me levantei e caminhei até ele. Mais cedo ou mais tarde iria acontecer, ele teria que contar toda a história, a peça que estava faltando. Até mesmo nós da matilha sabíamos que a história não estava completa.

—Poseidon, eu quero saber a verdade. -Ele suspirou e olhou para o meu pai.

—Não é hora para isso, saber a verdade só irá atrasar ainda mais a transformação. -Eu suspirei e olhei para a Thalia que estava encolhida no chão. -Irei dizer tudo o que quiserem saber, mas primeiro ela tem que completar a transformação.

—Poseidon. -Olhamos para Afrodite. -Eu vou chamar Ares, ele precisa saber.

—Afrodite…

—Não! -Ela o cortou e repetiu. -Ele precisa saber.

P.O.V Ares

Eu reconheceria aquele cheiro em qualquer lugar, era doce e suave, mesmo que a dona não fosse tão doce assim. Parei de correr e olhei para as árvores que ao lado da pista de corrida, verifiquei se não havia ninguém olhando e entrei na floresta, alguns metros mata a dentro eu a encontrei.

—Saudades? -Ela riu e se levantou do tronco.

—Ares, você já foi menos convencido. -Acabei rindo, enlacei sua cintura e cobri seus lábios com os meus. -Hum…

—O que foi?

—Precisamos conversar. -Franzi o cenho, ela me afastou e passou a mão pelos cabelos. -Você já contou á Thalia? -Eu sabia do que ela estava falando, e toda vez que tocávamos naquele assunto eu queria me bater.

—Não, ainda não.

—Então, é o momento perfeito para você contar. -Franzi o cenho. -Ontem foi lua cheia.

—Eu sei.

—E ontem a noite um ômega* deitou-se com um beta.-Fiquei estático.

—Quer dizer que…

—Sim. A Thalia transou com o Nico. -Continuei na mesma posição. -Ela está em transição.

—Qual fase?

—Está entre a segunda e a terceira, algo nela é diferente, ainda não dissemos a eles, mas…

—Ela é perigosa. -Completei e ela assentiu.

—Se não souber se controlar, sim. -Assenti.

—Posso vê-la?

—Não vim aqui atoa, Ares. -Ela sorriu e começou a correr, usou dois troncos para pegar impulso e saltou, quando aterrissou já era um enorme lobo loiro.

“Você vem?”

O lugar da iniciação era sempre o mesmo, uma clareira um pouco mais afastada das casas. Em pouco tempo nós estávamos lá. Eu podia ouvir o coração da Thalia batendo rápido. Sem pensar duas vezes corri até ela. Assim que a vi fiquei aliviado, achei que poderia ser pior, ela estava suada, aparentemente fraca, mas as marcas no braço do Di Ângelo provavam o contrário, ela estava ficando mais forte.

Parei aos seus pés e rocei minha cabeça, ela me olhou por alguns segundos, até sorrir e acariciar o meu pelo. Me aproximei mais dela e senti seus braços me envolverem, com mais força que o necessário, mas eu duvidava muito que ela estivesse percebendo.

—Achei que não iria vir. -Disse quando me soltou. -Eu sei que é você, Ares. -Se eu pudesse teria franzido o cenho. Me concentrei por alguns segundos e voltei ao normal.

—Como sabia?

—Não sei, o seu cheiro…

—Consegue sentir meu cheiro?

—Sim, consigo sentir o que Zeus está comendo em casa. -Ela fechou os olhos por alguns segundos. -Café preto, panquecas, e… -Ela franziu o cenho. -Frutas?

—Hera. -Abriu os olhos. -O que mais mudou?

—Tudo. -Suspirou. -Minha cabeça está explodindo, a cachoeira faz muito barulho, a estrada também.

—Estamos a quilômetros de distância da estrada.

—Isso é normal?

—É sim. -Beijei sua testa. Na verdade não era tão normal assim. -O melhor que poderá fazer, é terminar a transição. -Ela assentiu.

P.O.V Thalia

Eu tentava a todo custo ouvir o que Ares e Poseidon falavam, mas parecia impossível, provavelmente Atena estava bloqueando, já que ela também participava da conversa. Mas como Ares havia dito, eu precisava terminar a transição.

Parte de mim ainda não acreditava que tudo aquilo era verdade, mas a dor que sentia me provava que sim. Balancei minha cabeça, eu precisava saber o que era, não aguentava mais aquela dor, e sabia que o Nico não queria me contar alguma parte da transição. E tinha certeza que era uma parte ruim.

—ELA PRECISA SABER! -Olhei para Ares, podia sentir a raiva e preocupação que ele sentia.

—Ares…

—Não!-Ele caminhou até mim. -Thalia, há quanto tempo está em transição?

—Há algumas horas.

—Quantas?

—Oito. -O Nico respondeu. -Agora fazem oito.

—Então, ela só tem 16 horas. -Franzi o cenho. -Você tem 16 horas para se transformar, ou então morre. -Arregalei os olhos. -Precisa completar a transição.

—Mas eu não sei o que eu sou!

—Não é um lobo, Thalia, o que você é?

—Sou uma caçadora. -A dor se tornou mais forte.

—Resposta errada.

—Eu não sei o que eu sou Ares! -Ele suspirou.

—Não vou deixar você morrer.

—E eu não vou! -O olhei. -Eu sou Thalia Grace. -Ele sorriu.

—Ainda é a minha parceira de caça… -Parei de ouvi-lo quando ele disse essas palavras.

—Lia. -Olhei para o Nico. -O que foi?

—É isso. -Sentei-me.

—Isso o que?

—Não sou um lobo. -Ele franziu o cenho, olhei para Ares. -Não sou uma caçadora. -Olhei para Atena. -Não sou uma bruxa. -Olhei para os outros presentes. -Não sou uma adolescente. -Olhei para Poseidon. -Eu sou uma assassina. -Toda a minha dor parou por um segundo, depois voltou mais forte. Voltei a me deitar no chão, meus ossos pareciam se contorcer dentro de mim.

—Ela conseguiu. -Ouvi a voz de Poseidon ao longe.

A dor parou novamente. Abri os meus olhos e me sentei, eu os via, mas não os ouvia. Instintivamente ajoelhei-me no chão e apoiei minhas mãos no mesmo. Baixei a cabeça, respirei fundo. Senti os meus dentes se moverem, meu olho ardeu, nada que eu não pudesse aguentar. Meu corpo inteiro ficou quente, muito quente. Levantei minha cabeça e os olhei.

—O que eu faço agora? -Poseidon ajoelhou-se ao meu lado.

—Apenas deixe acontecer. -Assenti e respirei fundo.

Senti todos os meus músculos se retesarem, vi as minhas unhas crescerem absurdamente, assim como pelos crescerem em minhas mãos. Não sentia mais os meus cabelos, mas sim uma fofa camada de pelos em meus ombros. Fechei os olhos por alguns segundos até não sentir mais nada, quando os abri novamente tinha certeza que não era mais uma pessoa, eu podia ouvir qualquer coisa a quilômetros de distância, podia ver os raios do sol batendo contra as roupas de todos os presentes, podia sentir o cheiro das folhas úmidas, eu não era mais uma pessoa. Parte de mim sabia que a transformação havia terminado.

—Thalia. -Ignorei Poseidon. Andei até o Nico, ele sorriu e se abaixou. -Nicholas ela…

—Chego primeiro que você na cachoeira. -Eu quis rir. Comecei a correr com ele ao meu lado. Precisava aprender como andar em quatro patas.

Durante todo o percurso ele quis me ensinar a ter equilíbrio, já que batia em mim a cada dois minutos, até o momento que eu não caia mais. Assim que chegamos eu senti o cheiro de algo doce, não sabia dizer de quê, mas tinha um cheiro doce.

Vi que o Nico estava me encarando, o olhei por alguns segundos, ele sorriu e se aproximou. Acariciou o meu pelo e ajoelhou-se ao meu lado. Seu perfume estava forte, entretanto, ainda assim eu podia sentir um outro cheiro, era diferente, mas me atraia, não sabia o motivo.

—Você precisa de uma âncora. -Ele disse. -Para voltar a sua forma humana, precisa de algo que lembre sua humanidade. -Automaticamente lembrei da minha mãe. As poucas imagens que tinha dela invadiram minha mente, seu sorriso principalmente. Fechei os olhos e voltei a sentir meu corpo reagir, foi um pouco doloroso, mas nada comparado ao que havia ocorrido anteriormente. -Foi mais rápido que a maioria. -Eu o olhei, estranhamente sentia mais frio que deveria. -A Annie precisa por o feitiço em você. -Ele desceu os olhos pelo meu corpo e eu o segui, vendo que estava livre de roupas.

—Isso é interessante.

—Toma. -Ele me entregou a camisa que usava, olhei para o pano cinza em minha mão e depois para ele, e então para o pano. Joguei sua camisa no chão e pulei em seu colo.

—Não quero me vestir. -Ele riu. -Na verdade quero despir você. -Suas mãos agarraram minha bunda com força, fechei os olhos e deixei um gemido baixo escapar de meus lábios.

—Acho que gostei da ideia. -Eu ri. -Mas saiba que você está assim por causa da transformação.

—Então a transformação me deixou excitada? -Ele assentiu. -Tem certeza que foi só a transformação?

—Thalia, não vamos transar na floresta. -Levei minhas mãos até o botão de sua calça, ele me lançou um olhar de adversão, eu sustentei o seu olhar e terminei de abrir sua calça, que escorregou por suas pernas. -Lia…

—Não precisamos transar. Você pode chamar como quiser. -Acariciei-o sobre a box. -Pode dizer que trepamos, que fodemos… -Vi ele abrir um pequeno sorriso. -Até falar que fizemos amor, se preferir. -Coloquei minha mão dentro de sua box e comecei a acariciá-lo. -Quando eu quero uma coisa, ninguém me impede de ter, Nicholas, você já devia saber disso.

Ele me pegou no colo e começou a andar, senti a água bater contra a minha pele quente, mas não esquentei nem um pouco, aquela água estava sempre quente. Uni nossos lábios brevemente descendo de seu colo. Suas mãos apertaram minhas coxas me puxando para perto, uni nossos lábios novamente, sua língua explorava minha boca como se precisasse daquilo para viver, suas mordidas me deixavam ainda mais acesa, e o fato dele puxar o meu cabelo não ajudava muito. Ele estava sendo bruto, e eu estranhamente estava gostando daquilo.

Sem aviso ele me virou de costas e eu arfei em surpresa. Seus lábios estavam acabando com o meu pescoço sem pena alguma, seria fato eu ter marcas. Cravei minhas unhas em seu ombro causando mais atrito entre nós. E para quem não queria transar na flores ele estava bem animado.

Deixei um urro escapar de meus lábios quando seus dedos me penetraram. O ouvi rir em meu ouvido, para logo depois morder o lóbulo da minha orelha enquanto seus dedos se moviam. Inconscientemente eu comecei a acariciar os meus seios, parecia que iria entrar em combustão espontânea.

—Nico… Porra! -A mão que estava em minha cintura desceu até o meu clitóris e começou a acariciá-lo. -Puta merda. -Meu corpo inteiro estremeceu.

—Não. -Ele parou de mover os dedos. -Só vai gozar quando eu deixar. -Eu ia reclamar, mas ele me calou com um beijo que acabou com o resto do meu fôlego. -Vem.

Ele me puxou até a borda e me deitou na pedra, não vi em que momento ele retirou a box, mas no segundo seguinte ele me penetrou, eu gritei, não consegui me conter. Todo o meu interior se contraiu, e eu o ouvi gemer tão alto quanto eu, era bom saber que não era a única desesperada por contato.

Suas estocadas eram fortes e fundas, eu já não conseguia me conter, gemia sem me importar se alguém nos ouvia. Minhas mãos deslizavam pelas suas costas arranhando-a por completo, e quando eu conseguia apertava a sua bunda. Arqueei minhas costas e um arrepio passou pelo me corpo.

—Nico… -Ele inverteu as posições tão rápido que eu nem percebi, só senti quando sentei com força e ambos chegamos ao orgasmo. Eu podia ter acabado de ter um orgasmo intenso, e provavelmente o melhor da minha vida e. ainda assim, não estava satisfeita. Comecei a morder seu pescoço o ouvindo rir. -Ainda não estou satisfeita, Di Ângelo.

—Eu sei, Grace. -Eu o olhei. -Tem que aprender a se controlar, ou vai abusar sexualmente de todos que aparecerem. -Eu ri.

—Acredite em mim, eu procuraria você. -Ele sorriu e retirou o cabelo do meu rosto, voltei a unir nossos lábios. Eu jamais me cansaria de seus beijos. -Acho que preciso de um banho. -Ele riu e assentiu. Me levantei e mergulhei, olhei-o da água e ele riu balançando a cabeça, mas acabou fazendo o mesmo que eu. Enlacei o seu pescoço. -Posso te perguntar um coisa?

—Eu sei o que quer saber. -Arqueei uma das sobrancelhas. -E foi com Ártemis. -Arregalei os olhos e ele começou a rir.

—Ártemis?! -Ele assentiu. -Mas…

—Eu tinha 13 anos. -Arregalei os olhos novamente. -Estávamos no Kansas rastreando uma matilha rebelde que estava causando problemas, Poseidon queria cuidar dela antes de Zeus.

—Eu lembro dessa matilha.

—Eu e Ártemis estávamos sozinhos em um motel que ficava perto do galpão que os outros se reuniam, mas um dos lobos apareceu e nós tivemos que disfarçar. -Ele deu de ombros.

—Transou com ela para disfarçar?

—Na verdade ela tirou a roupa e se enrolou em um lençol, aí foi atender a porta. -Soquei o seu ombro. -Hey! Eu tinha 13 anos, era lua cheia e tinha uma mulher nua na minha frente, o que queria que eu fizesse? -Revirei os olhos. -Meu pai me levou para Vegas depois. -Acabei rindo.

—Então quer dizer que todos os lobos tem que passar por isso? -Ele assentiu. -Apenas com um lobo?

—Que eu saiba, sim. -Balancei a cabeça em negação.

—Acha que o Jason também é um lobo?

—Só iremos saber depois que Poseidon nos contar a história toda. -Assenti. -Temos que voltar para a clareia. -Ele riu. -E encarar todos que nos ouviram. -Quis me bater. -Acostume-se com isso.

—Talvez demore um pouco. -Ele riu. -Nós não precisamos voltar agora, precisamos?

—Não, não mesmo.

P.O.V Poseidon

Faziam horas que eles estavam na cachoeira, dava para ouvir da clareira. Já era quase noite quando eles voltaram, ninguém disse nada, mas provavelmente falariam algo depois, conheço muito bem adolescentes.

Eu sabia que aquele dia poderia chegar um dia, e sabia que não estava nem um pouco preparado para contar tudo para eles. Não sabia qual seria a reação deles, principalmente a da Thalia.

—Vocês vão ficar só nos olhando ou vão falar algo? -Ela perguntou.

—É melhor vocês sentarem. -Assim que eles sentaram-se junto aos outros eu suspirei e olhei para Atena, ela assentiu. -Diferente do que vocês pensam, principalmente você Thalia, você não herdou nada da sua mãe. -Ela franziu o cenho.

—Está querendo dizer que Zeus é um lobo? -Ela perguntou.

—Quero dizer que Zeus é meu irmão. -Vi todos eles arregalarem os olhos. -Zeus é o terceiro filho de Cronos. -Não precisei me esforçar os batimentos cardíacos dela estavam muito alterados. -Sua mãe roubou o Sanguini de Reia para se proteger de Zeus.

P.O.V Thalia

—Foi ele quem a mordeu, se ela não fosse mais um bruxa não poderia mais controlá-lo. -Ares completou.

—Mas sua mãe era esperta, ela deixou Zeus pensar que ela havia perdido seus poderes, mas ela ainda os tinha, parcialmente, mas tinha.

—Foi assim que ela escondeu minha cicatriz. -Sussurrei. -Mas por que ele iria matá-la?

—Vingança, talvez. -Ele deu de ombros. -Nunca saberemos o motivo.

—Eu vou matar aquele desgraçado filho da…

—Thalia! -Ares me cortou. -Matar Zeus não irá mudar nada, não agora.

—ELE MATOU A MINHA MÃE! -Me levantei. -O que quer que eu faça, Ares?

—Olha, antes de ser casado com sua mãe, ele era casado com uma outra mulher.

—Quem?

—Hera. -Franzi o cenho. -Hera é minha mãe.

—O que?! Não… Você… Mas…

—Zeus é meu pai.

—Assim como é meu. -Ártemis disse.

—E meu. -Atena pronunciou-se pela primeira vez. -E de Apolo, que não está presente, e de Hefesto, e de Afrodite, e… Zeus tem muitos filhos, mas o que importa somos nós, descendentes diretos dele e de Hera.

—O que Hera tem de tão especial?

—Hera é filha de Cronos e Reia.

—Tudo bem, eu estou perdida. -Voltei a me sentar.

—Nós já fomos uma matilha, Thalia. Essas doze casas eram o nosso lar. -Olhei para as doze casas com características únicas. — Os quatro primordiais e a linhagem pura. -Arregalei os olhos quando oito olhos vermelhos brilharam ( Poseidon, Hades, Atena, Afrodite, Hefesto, Ares, Ártemis).

—São todos alfas. -Poseidon assentiu. -Mas Atena…

—Todos temos nossos truques. -Ela disse sorrindo.

—O que você precisa saber, é que, Zeus é um lobo, e ele matou sua mãe, e você não pode deixá-lo saber que você se transformou. Ele não pode saber, Thalia.

—Tudo bem. -Me levantei. -Mas ele vai ter o que merece, e eu sei exatamente como vamos pegá-lo.

*Ômega -Na história será o nome dado aos lobos que ainda não fizeram a transformação.

Notas finais
O capítulo não ficou muito bom, mas eu realmente não sabia mais o que fazer, e eu estou ansiosa para a treta com Zeus, então... Desculpa, se mais alguém achou ruim. Eu estou feliz que ninguém descobriu uma coisa que será revelada no próximo capítulo, eu estava louca para escrever sobre, então... Aguardem cenas do próximo capítulo! Betas lindos da minha vida, domingo, dia oito de maio, 08/05, sim dia das mães (again) é meu b-day! Eu odeio o meu aniversário, e odeio principalmente por ele cair constantemente nos dias das mães, maaaaaaaas... Eu quero presentes! Podem tratar de me dar presentes, ou então eu vou entrar em HIATUS indetermindado... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . BRINCADEIRA! Mas a parte do meu aniversário é sério, a dos presentes também, só a parte do HIATUS que não, não serie tão ruim com vocês. ******************************************************************** Alguém lembra da fic que falei que seria co-autora? Então... O link do capítulo está aqui para quem quiser ir lá e dar uma olhadinha, deixar um comentário (que eu amo)... Okay? Sejam betas lindos e leiam o capítulo. https://fanfiction.com.br/historia/683169/Contos_Percabeth/capitulo/4/ Uma curiosidade sobre meus leitores Duas das minhas leitoras são autoras de algumas das histórias que eu mais gosto de Thalico... Semideusadorock e Tia Ally Valdez, essas são as leitoras. Não é para puxar o saco de ninguém, é só uma curiosidade, e isso não as torna melhores que ninguém, todos são meus betas e moram no meu coração. Até porque, provavelmente, existem outras leitoras com o mesmo caso, citei elas duas por que aparecem no índice, okay? Então é isso. Kissus Tia Amanda Ah, claro... Perguntinha básica. 1- Já aconteceu com você o caso citado a cima? 2- ALGUÉM ALÉM DE MIM PIROU COM A FANART DA ARDEN CHO COMO SHADOWHUNTER? ARDEN CHO AS ALINE PENHALLOW #ArdenChoDeserversToBeInShadowhuntes E sim eu li os livros, assisti ao filme, e gosto da série, na verdade é a saga que eu mais gosto, então, sim, eu falarei eternamente de Shadowhunters e TMI. E para os fãs de plantão, há um Clace em andamento. *-* Kissus again Tia Amanda