Notas iniciais
Chaos o/ Gente linda quero começar por agradecer à fofas, Joyce, shindou0 e LouPie por favoritarem a fic, vocês merecem o céu ♥ E claro os que estão acompanhado e comentando também XP Pessoas, vou já avisando que eu sou super distraída, então se encontrarem algum erro me avisem ^^ Perguntas da semana no final do capitulo. Bom, já não vos incomodo mais =9

"— Harry Melione, não finja que não me esta ouvindo. Quantas vezes você pensa que já cá esteve esta semana? Você … — A diretora para de falar, quando vê as três garotas. — E aqui estão as três pessoas que decidiram faltar à minha palestra. Podem se sentar. Vão ter que me explicar muita coisa, minhas meninas."

POV Joy Clinford

O gabinete da diretora fazia lembrar uma sala de estar. As paredes eram totalmente brancas. A claridade era transmitida por uma grande janela, decorada com uma longa cortina azul clarinho. Havia um pequeno sofá com o aspeto de uma nuvem no qual Harry estava sentado e à frente deste, uma escrivaninha de madeira clara. As paredes tinham uma grande quantidade de quadros com imagens que se moviam Muitas delas incluíam a diretora, no entanto também havia fotos de vários grupos de alunos ao longo dos anos.

As três garotas sentaram-se no sofá ao lado de do rapaz de rebeldes cabelos negros e olhos amarelados, que teve que se chegar para um canto para poderem caber todos. A diretora tinha longos cabelos brancos apanhados numa trança. Era dona de uns lindos olhos verdes, que mesmo apesar da idade e das rugas, não tinham perdido o seu brilho. Aquele olhar fazia-a parecer muito mais nova do que realmente era. Rumores dizem que tem perto de 120 anos. Resumindo era uma velha raposa com o espirito de uma jovem.

— Muito bem. Estou à espera que me digam qual é a vossa desculpa para não terem comparecido à minha palestra. — A mulher fixa o olhar avaliando a expressão dos quatro alunos à sua frente. — Harry você pode ter a honra de ser o primeiro.

— Eu tive um bom motivo para isso. Estava levando uma colega, que se sentiu mal para a enfermaria. — O rapaz olha para o seu relógio de pulso, e num sussurro quase inaudível começa uma contagem decrescente com início no número três. No fim, o som de uma enorme explosão ecoou por toda a escola, alertando todos os seus integrantes. Minutos depois já estava toda a gente correndo e gritando pelos corredores. Havia criaturas mágicas por todo o lugar.

— HARRY. — O rosto da diretora estava vermelho de raiva. — Eu vou expulsar você. Você pode ter a certeza que eu vou expulsar você. ­— Gritava enquanto numa mão segurava a pena e na outra puxava a lista dos aulos a se expulsar.

­— Calma aí. Você tem alguma prova que fui eu? Tal como eu disse, eu estive ajudando um colega que passou mal. Pode-lhe perguntar se quiser, além disso não me pode acusar sem provas. — Defendeu-se Harry. Vendo que o garoto tinha razão a mulher retraiu-se a contra gosto. Ela sabia que ele tinha qualquer coisa a ver com toda aquela confusão, mas incriminar um aluno sem provas iria por a rua reputação e carreira em risco. No fim um sorriso vitorioso apareceu no rosto do garoto.

— E as meninas? Pode-se saber o vosso motivo? — Desta vez foi a vez de Gabrielle responder.

— A verdade, diretora, é que fomos buscar um livro que a minha mãe me enviou. — A diretora pareceu torcer o nariz. Vendo que ela estava na dúvida se deveria acreditar ou não, Gabrielle decidiu continuar com a mentira. — É para um trabalho da escola. E depois como ficamos tão absorvidas pelo seu conteúdo, acabamos nos esquecendo da palestra. Ah, por certo! Vimos um símbolo que não conseguimos identificar. Procuramos por toda a biblioteca, mas não havia nenhuma informação sobre ele. Será que você poderia nos esclarecer?

— O símbolo é este. — Lyra desenha o símbolo no ar. Por uma fração de segundo os olhos da mulher, que antes pareciam semi cerrados, agora estavam esbugalhados como se tivessem visto o maior e mais perigoso dragão na face da terra. A sua boca fazia um perfeito “o”. Não havia dúvida que ela sabia algo.

— Merlin! Em que livro é que vocês viram isso? — A sua pele estava pálida como cal, e tinha uma expressão nitidamente assustada. As três garotas entreolharam-se, como um pedido de ajuda, e enquanto pensavam em algo, toda a sala começou a tremer.

Tudo naquele quarto se tornou vermelho. O que antes era de um branco puro, se tornou num vermelho escuro irregular. Passava a impressão, que a sala estava a sangrar. Era uma visão bem macabra. As alegres imagens, aleatoriamente espalhadas pelas paredes, começaram a desvanecer, lentamente, se tornando em espelhos. Tanto a mobília como a janela desapareceram e quando todas as mudanças terminam a escuridão reinou.

— “Lumos Maxima” — Harry aponta a sua varinha para o teto. Foi o suficiente para que todo o lugar ficasse minimamente iluminado. O quarto possuía um aspeto assustador o suficiente, para que a diretora se encolhesse num dos cantos enquanto escondia a cabeça em seus joelhos. Ou pelo menos era o que pensavam.

Os espelhos começaram a produzir ruídos. Em cada um deles podia-se ver pequenos pontos de luz indo uns contra os outros, como se estivessem em uma luta constante. Um tempo depois saltaram para fora dos espelhos tomando uma forma humana, porém intocável. Era a forma de um garoto, que aparentava ter os seus vinte anos. Tinha cabelos cor de mel e olhos azuis. O ser etéreo aproximou-se do grupo com um sorriso e começou a rodeá-los com uma velocidade cada vez maior, criando uma corrente de ar, que os fez fechar os olhos.

O som de várias pessoas a gritar fez com eles abrissem os olhos. Eles já não estavam mais no quarto vermelho. À volta deles estavam corpos inertes e sem vida. Feixes de luz dançavam no momento em que saiam das varinhas dos bruxos, que lutavam com todo o tipo de feiticeiros e criaturas. Por cima da fação inimiga, um aglomerado de dementadores, rapidamente faziam caminho para sugar a alma das primeiras pessoas que se aproximassem.

— FRED! — Grita uma linda garota de vibrantes olhos verdes e longos cabelos castanhos atados numa trança. O garoto etéreo de antes corre em direção ao grupo parando à frente dos mesmos. Agora ele parecia um ser vivo. — CUIDADO! — Um dementador aproxima-se a grande velocidade do rapaz, pelo lado oposto do mesmo e dos quatro adolescentes que estavam paralisados. Vendo que o ser acabaria atacando-os primeiro, Gabrielle solta um grito desesperado.

Temendo o pior todos acabam se encolher um pouco, mas ao contrário do esperado o ser das trevas passa dentro do corpo de Joy e para a poucos centímetros de Fred. Puxou a sua capa para trás e apertou a sua mandibula perto da boca dele começando a sugar a sua alma. A cara de Fred expressava puro sofrimento. Era devastador até para os quatro espetadores. Lyra tentou usar o seu patrono, porém magia não funcionava naquele lugar.

— “Expecto Patrono” — A garota de cabelos castanhos invoca um grande urso que consegue afugentar o ser negro. — Seu idiota! Tenha mais cuidado!

— Obrigada Milla! — Sorri em forma de agradecimento e ela cora levemente. Um grupo de bruxos, lançam um jato de água que foi impedido por alguns aliados.

Ao ver que o perigo passara Joy repara que tanto ela como os seus colegas estavam semitransparentes. Alguém ia falar algo quando toda a área tremeu, acabando por os fazer perder o equilíbrio. A Oeste, em cima de uma colina, dava para ver uma fação de humanos com longas capas pretas, as quais tapavam todo o corpo. Harry e Gabrielle não entendiam quem eles eram, e pensaram que se tratasse de mais seres das trevas, porém para Lyra e Joyce, não havia a mínima duvida. Aquela aura os deletava. Eles eram os homens vendados que apareceram na aldeia de Hosmeade.

Por cima deles estava o símbolo que Lyra desenhara para a diretora. Um triangulo com um losango dentro.

— Obscure! O que eles fazem aqui? — Milla pergunta, e gradualmente fez-se silêncio por todo o campo de batalha. Todos olhavam para o sítio onde eles estavam. Ninguém se movia. Quando um homem encapuzado se chegou à frente, e levantou a mão esquerda, todos os dementadores voaram para ficar por cima deles. Não os atacavam, apenas ficavam pairando alguns metros sobre as suas cabeças.

Ficaram assim alguns minutos até o mesmo homem mover braço levantado, o direcionando para a frente. Ouviu-se um chiar ensurdecedor e todos os seres das trevas avançaram de uma só vez atacando todos os que cruzavam o seu caminho. Desta vez não aleatoriamente, mas como militares seguindo um plano trabalhado por horas.

— Milla rápido se transforme num animal. Eles não conseguem a sentir quando está transformada! — A garota assentiu, e se transformou num rato, enquanto o rapaz se preparava para conjurar o seu patrono. No momento em que fazia o seu movimento com a varinha, dois dementadores aproximaram-se dele, deixando-o incapaz de acabar o seu feitiço. Vendo que Milla ia deixar a sua forma animal para o ajudar, utilizou as suas últimas forças para a lançar para longe com a esperança que ela caísse inconsciente e eles não a encontrassem.

Tudo ficou preto e em poucos segundos voltaram à iluminada sala branca da diretora. Ela estava sentada na cadeira da sua escrivaninha com os cotovelos apoiados na mesa enquanto escondia cabeça entre os dedos que estavam entrelaçados. Ninguém ousou dizer uma palavra. Se os seus palpites estavam certos aquilo tinha sido uma memória daquela mulher.

— Vocês! — Ela começou com uma voz baixa e trémula. — O quanto é que vocês conseguiram ver? — Ninguém disse uma palavra. Rever o passado das pessoas não era algo bom, ainda mais quando se tratava de algo tão triste, estranho e misterioso. O garoto usara as suas últimas forças para proteger alguém querido para ele.

Lançou um olhar ameaçador, no entanto ninguém se atreveu a tomar a iniciativa, então não restou dúvidas que eles tinham visto toda aquela situação. Ia para dizer que estava tudo bem, e que não se preocupassem, que aquilo eram invenções da sua mente. No entanto também continuou em silêncio. Se o dissesse estaria tanto a mentir para os alunos à sua frente, como para si mesma.

— Muito bem. — Suspirou. — É verdade que sei o que esse símbolo significa, mas não se alegrem, estou sobre o juramento de não dizer nada sobre eles. — O seu rosto demonstrava nojo profundo, o que os deixou a pensar o que teria acontecido. Ela parecia ser uma velhinha tão alegre e simpática que era difícil acreditar que a cara, que ela fazia naquele momento era verdadeira.

Ouviu-se o chiar da velha porta de madeira e todos dirigiram a sua atenção para a entrada. Apareceu uma pequena criança que aparentava ter sete anos. Tinha médios cabelos pretos e grandes olhos azuis. A única coisa que passava pela cabeça de Joy era, porque raio estava ali uma criança. Será que ela era alguma parente da diretora? Não parecia ser.

— Luna! Não precisa se disfarçar, quando vem a esta escola! — A criança deu um sorriso de lado. Fechou a porta firmemente mas com cuidado de antes olhar para ver se alguém no corredor a seguira. Com isso feito, os seus membros se esticaram, ficando com a estatura perto de um metro e cinquenta e cinco. Os seus cabelos clarearam terminando num tom rosa claro os olhos num tom violeta. Ela era uma metamorfamago. Adotou uma postura confiante colocou os óculos pretos na cara e virou o corpo na direção da mulher de cabelos brancos.

— Você diz isso Milla, mas nunca se sabe quem você pode encontrar. Vocês de Hogwarts têm uma vida demasiado pacífica. — A garota aproxima-se do sofá onde os quatro estavam sentados, toca de leve com a ponta do pé no chão. Deste saem umas linhas pastosas que no fim se transformam numa cadeira, na qual ela se senta cruzando as pernas, acabando por receber um olhar de desaprovação da diretora. — E bem? Pode-se saber porque é que você me chamou? — Desta vez foi a mulher que deu um sorriso matreiro de lado.

— Preciso que você faça uma missão. — A garota levanta uma sobrancelha. — Os detalhes estão nesta carta. Ah, e leve estes quatro com você. — Ela cruza os braços. Não parecia estar muito feliz.

— Ararara. E porque é que eu tenho que lhe obedecer? Você sabe que nós de “Straw.” não obedecemos ordens de ninguém. Muito menos de Hogwarts. — Apesar de ter um sorriso na cara o seu olhar era frio.

— Eu só lhe posso pedir isto a você! Você sabe muito bem que os outros não ouviriam nada do que tenho a dizer. Pelo menos leia carta. — A rosada pegou no envelope. Retirou os pepéis lá de dentro e leu cada palavra cuidadosamente. No fim ela tinha uma expressão de surpresa e um sorriso divertido no rosto. — O que acha?

— Interessante. Mas ainda não vejo um bom motivo para ser a fazer isto. Como é que vou justificar os dias que estiver fora? Se eles souberem que se trata disto posso muito bem estragar tudo o que consegui até agora. — Ela permanecia irredutível, analisando cada expressão da mulher à sua frente

— Não se preocupe com isso. Desses pormenores trato eu. E se quiser mais um motivo… Alan já lá está com outros alunos que eu lhe enviei. — Ela deu um sorriso vitorioso.

— Mukyaa. Isso é um golpe baixo Milla. Você sabe que ele não mede consequências se você lhe pedir algo. — “Aquele idiota” sussurrou para si. A diretora parecia se divertir. A garota acaba suspirando. — Ok, você venceu. Vamos pessoas. — Diz se levantando e fazendo um movimento com o braço como se dissesse para a seguirem.

— Opa, calma aí! — Lyra pronunciou-se. — Como assim temos que ir como uma desconhecida que nunca vimos antes? Aliás ela pertence a Hogwarts? Nunca a vi antes. E ainda fazer uma missão da qual nunca ouvimos falar? Nem sabemos nada sobre isso. E como é que sabemos que ela é de confiança? Estivemos calados até agora por respeito, mas não me parece justo nem prudente executarmos isto.

— Vocês querem saber mais sobre o símbolo, certo? Se forem com ela talvez descubram mais informações e as respostas a essas perguntas todas. E mesmo não parecendo ela é um génio e a melhor bruxa da vossa geração. — Aquela declaração fez com que as garotas se rendessem. A curiosidade era maior que as suas perceções de perigo, além disso a garota de cabelos rosa não parecia ser má pessoa.

— Mas e quanto a mim? Eu não estou envolvido nessa história! — Desta vez foi Harry que protestou. Ele não tinha nenhuma intenção de participar em algo que ele considerava ser confusão a mais.

— Sabe Harry! Eu não o posso expulsar, ma ainda tenho a autoridade o suficiente para que obedeça às minhas ordens! Isto é, se não quiser ficar o mês inteiro lavando toda a escola! — Isso fez com que recuasse na sua afirmação. Do que adiantaria fazer pegadinhas quando depois teria que as limpar toda a bagunça ele mesmo. — Muito bem, se não há mais objeções, podem ir.

— Por certo! Eu sou a Luna Addams! Tenho 18 anos, e não, não sou aluna de Hogwarts! — Todos estavam confusos. Se ela não era aluna de Hogwarts, então de onde era? — Agora que as apresentações estão feitas, vamos nos dirigir ao mundo humano.

— O QUÊ? — Respondem os quatro em uníssono.

Notas finais
Lyra - http://fullhdpictures.com/wp-content/uploads/2015/10/Ashley-Benson-Wallpapers.jpeg Joy - http://images6.fanpop.com/image/photos/36900000/Perrie-Edwards-perrie-edwards-36963544-500-650.jpg Harry - https://pequenodiariodotcom.files.wordpress.com/2014/03/asa.jpg Luna - http://www.christinapitanguy.com/wp-content/uploads/2014/10/chanel-eyewear-2014-fall-winter-ad-campaign04.jpg Perguntas da semana: Qual a vossa cor preferida?? Gostariam que a fic tivesse audio? Gostaram?? Não gostaram?? Ideias? Encontraram algum erro? Coisas que preciso corrigir??? Digam tudo nos comentários, e façam esta escritora feliz ^^