Without any Sense

1 Oh, man, seriously?


Notas iniciais
E AÍ, PESSOAL! De boa? Essa é minha primeira fic, e eu poderia dizer algo como "mimimi, não sejam maus comigo", mas vocês tão pouco se fudendo *dá um sorriso angelical*.
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Boa leitura!

Se me perguntassem o que eu achava da academia Drummond, eu diria que era a escolha perfeita para professores imbecis.

Dês de a Sra. Trina (que foi pega transando com o diretor no estacionamento) até o Sr. Jones (que comprava cocaína de uns alunos do ultimo ano), nossos professores não eram exatamente bons exemplos.

Mas como não importando quão ruins as pessoas podem ser, sempre vai ter o pior, que no caso era o Sr. Brown.

Aquele velho careca miserável tenta me fazer repetir de ano faz muito tempo, e não perde a oportunidade de infernizar com a minha vida. Aliás, todo mundo parece adorar infernizar a minha vida. Deve ser um dom.

Voltando ao Sr. Brown. Eu estava fazendo um desenho lindo dele. Meu pai é um pintor conhecido internacionalmente, e eu acho que herdei seu talento. Meus amigos dizem que eu desenho pior que minha irmã de sete anos, mas eles só estão com inveja.

Viu só? Meu desenho é lindo.

Eu estava só fazendo uns retoques, quando uma sombra atrapalhou minha visão. Sério, que gente mal educada! Não sabem que não se tapa a luz de um artis...

- S-Senhor B-Brown...! E-eu...

- Calado.

Ele olhou friamente minha obra digna de um museu e abriu um sorriso. Um sorriso tão macabro e psicótico que acho que vou ter pesadelos.

- Fudeu, Chris – Foi a última coisa que eu ouvi meu amigo Jay murmurar, antes de eu ser arrastado até a diretoria por um possível homicida psicopata.

***

Ok, eu preferia que o Sr. Brown fosse um homicida, porque se ele me matasse, com certeza não seria tão doloroso quanto o que minha mãe faria comigo. Mas aparentemente ele era um sádico, que gosta de ver os outros sofrerem, o que explicaria o porque de ele ter escolhido virar professor. Tipo, não deve ter sido pelo salário ou pra pegar garotas, a única explicação seria gostar de ver o sofrimento alheio. Eu, por exemplo, sofro a aula inteira, sonhando com o último período.

Mas estou divagando.

Acabou que a minha mãe teve que vir na escola, eu fiquei de castigo por um mês sem videogame (ahã, vai nessa, mãe) e vou ter que entregar uma redação de duas mil palavras sobre a Segunda Guerra Mundial (obrigado, criador do Google, você é o Sol que ilumina meu boletim escolar).

***

- Jay, você pode ir buscar um suco pra mim?

- Hã? – Me olhou como se eu tivesse pedido para se fantasiar de Hitler no Halloween. – Por que eu faria isso, seu folgado?

- Porque eu estou muito triste por ter que fazer aquela maldita redação, e você é meu amigo e deveria querer me ver feliz.

Olhei sorrindo em expectativa pra ele, com cara de gatinho do Shrek.

- Foda-se.

- Ei!

- Eu não vou buscar uma merda de um suco pra você, levanta a bunda da cadeira e vai pegar, eu to com sono – E começou a jogar Candy Crush no celular.

- Argh, seu...! – Levantei. Fazer o quê, né?

A verdade era que eu não queria chegar perto do idiota do Caleb Collins e do maníaco do parque que era o Kevin Davies. Não era medo nem nada do tipo, era apenas lógica.

Quer ver? Eu+Caleb =eu com olho roxo. Matemática simples.

O problema é que eu sou baixinho e fracote (o que pode explicar porque eu não sou nenhum imã para as garotas), nem um pouco bom de briga.

E parece que sempre que eu chego perto do Collins acontece alguma merda e eu irrito ele. Acho que a culpa é do Davies. Aquele garoto é do mal. Ele adora ferrar os outros. Uma vez o Jay quase foi suspenso porque quebrou uma porta de uma sala, mas tinha sido o Kevin. Meu amigo não conseguiu provar nada, é claro.

Viu? Aquele garoto é do mal.

Não pensem que o Caleb é aqueles valentões que gostam de bater nas pessoas, porque não é verdade. Ele só bate em mim. Acho que ele não vai muito com a minha cara. Não que eu vá com a dele, mas o problema é que eu não consigo bater nele. Eu já tentei. Não deu muito certo.

Caminhei despreocupado e charmoso como sempre (EI, NÃO RIA!) e peguei um suco de morango sem nem olhar para o lado, onde aquele GIGANTE estava sentado.

Tipo, eu sei que sou baixinho. Não precisa jogar na cara. Fico até meio desanimado em saber que sempre vou bater no queixo do Caleb. Merda de DNA.

Aliás, meu minha genética realmente não é das melhores. Além de baixinho e magricela, tenho cabelos e olhos castanhos, o que é, tipo, a cor mais comum do universo, e também sou pálido feito um vampiro. O maldito do Caleb não, ele é alto, forte (e eu tenho prioridade para falar isso, já que ele me bateu várias vezes), cabelos escuros e olhos azuis. Eu queria ter olhos azuis. Desgraçado.

Eu estava voltando pra minha mesa, mais relaxado, afinal, nada tinha acontecido, quando aquele ruivo maldito (já disse que o Kevin é ruivo? Combina, afinal, ele é um demônio. Demônio, inferno, fogo, ruivo, sacaram? Não? Ok, calei) colocou o pé pra mim cair. Como eu sou um pateta idiota, adivinhem o que aconteceu? É. Eu derrubei suco da camiseta BRANCA do Caleb.

Ele arregalou os olhos azuis para mim sem piscar por uns trinta segundos, ficando mais vermelho do que o suco que manchou a roupa dele. Oh-oh, mal sinal. Então ele piscou. Uma vez. Duas vezes. Três.

- ADAMS!!!

Ele me agarrou pelo colarinho e me sacudiu feito um boneco de pano, e me fazendo ficar na ponta dos pés.

- O QUE VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO?!?!?!

- SÓ JOGUEI UM POUCO DE SUCO PARA ESFRIAR A SUA CABEÇA!!! TAVA GELADO??? – É, eu sei, não deveria ter dito isso. Maldito orgulho. – É QUE VOCÊ ESTÁ MEIO EXTRESSADO, DÊS DE QUE A ANNE WILLIANS TE DEU UM PÉ NA BUNDA!!!

É, pessoal, ta na água é pra se molhar. De qualquer jeito, eu já estava fudido mesmo.

- SEU...!

Ele me deu um soco forte pra caralho no braço, como é que nenhum professor via aquilo?

Eu apanhei mais um pouco (incluindo uma merda de um soco no estômago, aquele imbecil me paga), antes que alguém viesse parar com a briga.

- CHEGA! Sr. Collins, Sr. Adams, para a diretoria, já! – Disse o Sr. Brown, aquele careca idiota. – Brigando, onde já se viu!

- Mas... Eu não... Ele que me... – Tentei dizer. EU ERA A VÍTIMA!

- Não quero ouvir desculpas, Sr. Adams! Creio que teremos que chamar sua mãe de novo – EU VI! EU VI QUE ESSE VELHO FILHO DA PUTA SORRIU QUANDO DISSE ISSO!!!

Ah, cara! É sério isso? Tô tããão ferrado.

Notas finais
Então, o que acharam? O Chris é mesmo um artista nato, não é? Puxou o pai perfeitamente (SÓ Q NÃO). KKKKKK
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.