Notas iniciais
Yoo, pequenos e pequenas de mi vida O/
E então, sentiram saudads?! kk. Bm peço desculpa pela demora. Mas infelizmente, a escola está me desgastando mt, e estou com bastante coisa para estudar =/, e até um tempinho atrás eu estava doente rs. Consegui um tempinho, e deu para escrever o cap d boa =D. Ahhh tem mais, eu tbm não sei dizer qndo postarei o prox cap =( .. eu realmente sinto mt!.
Mais uma coisinha kkkk.. acho q mts de vcs ficarão com raiva de mim, e provavelmente vão querer me estrangular rs

Boa leitura =3

Luffy’s POV

A primeira coisa que faço ao entrar no quarto de Ace é tirar os meus tênis, jogando-os em qualquer lugar. Ando em direção a sua escrivaninha e pego a cadeira, arrastando-a até seu guarda-roupa. Mesmo não sendo baixo, não alcanço a parte superior do móvel, então com a ajuda da cadeira consigo pegar minha mochila de cor marrom com alguns detalhes dourados, que esta em cima da prateleira dos lençóis. Desço e pego no encosto da cadeira, arrastando-a novamente até a escrivaninha.

Sento-me no chão, apoiando as costas na lateral da cama e coloco minha mochila entre as pernas. Assim que a abro, encontro várias embalagens de doces e de outros comestíveis que Ace havia comprado para mim, quando passamos por uma loja no aeroporto de Bogga. E pensar que comi tudo, sem dividir com ele shishishi.

Retiro todas as embalagens, deixando-as cair no chão. Quando termino encontro-o no fundo, o pego, deixando minha mochila de lado e volto a fitá-lo.

– Ele ficaria bravo comigo, se eu perdesse você! – falo, mesmo sabendo que eu não ouviria a resposta. – Não é... Shanks-sensei?! – indago, ainda fitando o chapéu de palha.

Levanto-me e vou em direção a porta de vidro que dá acesso a varanda, arrasto-a e no mesmo momento sinto o vento forte invadir o quarto, trazendo consigo aquele cheirinho de grama molhada. Fico inalando um pouco daquele cheiro, que no momento, fazia-me ter recordações de um passado não muito distante.

Saio e sento-me, apoiando as costas na parede, cruzo as pernas e deixo o chapéu em meu colo. Olho pela grade de segurança, e observo-o carregar as folhas, fazendo-as dançar livremente.

– Eu não sei o que está acontecendo comigo. – Apoio a cabeça na grade, fitando o chapéu em seguida e começo a rir. – O ossan parece ser uma pessoa legal, mas também parece ser meio maluco haha. – o vento sopra mais forte, fazendo meu chapéu inquietar-se em meu colo. – Talvez, eu devesse dar uma chance.

Flashback on

– Eu vou me molhar primeiro. – Ace passa por mim e fica em frente ao armário que fica no lado direito. Vira o rosto para mim e sorri. – Então poderá esfregar minhas costas. – fala e sinto minhas bochechas reagirem com aquilo.

Ace tira moletom e coloca-o em uma cesta de roupas que esta em um pequeno espaço do armário, e depois tira a bermuda, ficando apenas com a cueca boxer de cor preta. Inconscientemente, fico observando cada detalhe de seu corpo, como: os braços musculosos, o abdômen definido, e, descendo mais um pouco, vejo aquilo... Não! Isso já é demais!

Percebendo que estou observando-o, sorri.

– O que foi? Por que está me olhando assim?! – indaga, agachando-se e abrindo a porta do armário, pega uma toalha branca e coloca-a no ombro, levanta e vira para mim em seguida.

Coro novamente e automaticamente viro o rosto, cruzando os braços.

– Não é nada! – começo, e escuto-o rir. – É-é melhor você ir logo, pois quero tomar meu banho logo.

Ace anda em minha direção e para em meu lado, inclinando o rosto em direção a minha orelha.

– Não quer... – começa, sussurrando. – Entrar no Box comigo?! – Sinto meu rosto todo arder, e todos os pelos em meu corpo levantarem.

Viro o rosto para sardento e vejo um enorme sorriso estampando o seu rosto. Sorrio ao vê-lo daquele jeito.

– N-não. E-eu estou bem! – afirmo e ele suspira em seguida.

– Tudo bem, tudo bem. – dá um sorriso sem dentes e leva as mãos ao meu rosto, puxando-me e aproximando os lábios novamente de minha orelha. – Mas... Eu não garanto que não irei fazer nada. – sussurra e sinto meu estomago se contorcer.

– A-ce... Vo-você... N-não...

– Calma. – começa rindo um pouco e volta à mesma posição, fitando-me em seguida. – Só estou brincando. – Puxa meu rosto novamente, dando-me um selinho carinhoso.

Aos poucos, separa-se de mim, e anda em direção ao Box. Depois de alguns segundos, escuto-o cantarolar enquanto toma banho.

Sem ter o que fazer, fico andando de um lado para o outro, enquanto o maior está dentro do Box. Após algum tempo lá dentro, escuto o barulho da torneira sendo fechada.

– Você já pode entrar, Lu! – afirma, e no mesmo instante coro.

Um pouco exitante, dou passos lentos até o Box e quando arrasto a porta, vejo-o enrolando a toalha na cintura.

Ace’s POV

O menor, entra com um pouco de dificuldade, pois parece estar muito envergonhado. Enquanto ele dá passos lentos até mim, mais parece estar arrastando as pernas, arrasto um pequeno banco de madeira com o pé, deixando-o em minha frente. Quando olho novamente para ele, sorrio largamente, ao ver seu rosto completamente corado.

– Venha. – falo e pego um frasco de sabonete liquido que está na prateleira, também pego uma esponja que estava pendurada em um gancho na parede, ao lado da prateleira.

Luffy se aproxima mais de mim, pegando-os de minhas mãos. Viro-me e sento no banco, ficando de costas para o menor.

Luffy’s POV

Ignorando o fato de estar totalmente envergonhado com a situação, me agacho e coloco a esponja e o frasco nas pernas, enrolo as mangas de meu moletom e os pego novamente. Coloco um pouco de sabonete na esponja, e como suas costas ainda estão molhadas, começo a passar a esponja nelas, escutando-o suspirar em seguida.

Assim que termino de esfregar suas costas, Ace reclama, afirmando que suas costas não foram limpas corretamente. Impaciente, peço para que ele me passe à ducha que está na parede, em sua frente.

– Ei. – começa, mexendo nos botões da ducha. – Acho que isto, está com defeito, não quer ligar. – inclino-me para vê-lo e ele me mostra, quando estou para pegá-la, ele a liga, fazendo-me ficar encharcado.

– Por que fez isso?! – indago, analisando meu moletom completamente molhado. – Olha só o que fez.

– Ops, eu me enganei, parece estar funcionado direitinho. – fala olhando o objeto na mão. Começa a rir, e eu fico irritado.

– Ora seu...

– Bem, já que está molhado, acho melhor tirarmos as suas roupas. – levanta, andando para cima de mim.

– N-não, não precisa! – exclamo, gesticulando com as mãos negativamente, mas ele não me escuta e continua tentando tirar minhas roupas.

Tento me afastar, mas ele me puxa, fazendo-me ficar próximo a ele. Depois de algum tempo tentando tirar minhas roupas, escorregamos no piso molhado e Ace acaba caindo em cima de mim.

– A-Ace, você é muito pesado... – tento afastar seu torso com ajuda das mãos, mas nada acontece.

– Você está agoniado, não é?! – passa a mão direita em meu rosto, acariciando-a.

– N-não, não é isso. – falo tentando desviar o meu olhar do seu, mas não consigo. Pois ele está com uma expressão, que eu nunca havia visto.

– Então, o que é?!

– Eu... Não sei dizer...

– Eu entendi. Agora, quero fazer uma coisa. – ele sorri e levanta, me ajudando em seguida.

– E-ei, Ace o que você pretende fazer?! – indago um pouco receoso.

– Calma. Apenas confie em mim, ok?! – dá um sorriso gentil e eu, apenas assinto.

Ace pede para que eu levante os braços, e um pouco envergonhado faço-o. Aos poucos, vai retirando meu moletom, e em seguida joga-o por cima de mim, fazendo-o cair em algum lugar do Box.

Aproxima-se mais, e me abraça.

– Relaxe... – fala sussurrando.

Ele beija minha bochecha esquerda e vai descendo até meu pescoço, mordendo de leve a região. Deixo escapar um pequeno gemido e escuto-o rir. Ace continua descendo, distribuindo beijos aonde ia passando, até chegar ao cós de minha bermuda.

– Lu?! – chama-me, com a voz um pouco rouca.

– O-oi?! – indago, com certo nervosismo.

– Eu vou desabotoar. Tudo bem?

– T-tudo bem. – afirmo, ficando completamente envergonhado. Ace percebendo, limita-se apenas a sorrir.

O maior leva as mãos aos botões de minha bermuda e desabotoa-os, puxando-a. No mesmo momento, sinto o meu rosto inteiro arder. Assim que retira minha bermuda, Ace vai puxando de leve minha cueca, até os meus pés, e desta vez sinto o meu estomago se contorcer.

Quando Ace “livra-se” de minha cueca, volta a sua atenção para o meu membro e fica observando-o com aquela cara, “Eu vou te comer”. Levanto minha cabeça, desviando minha atenção para não olhar.

Ace coloca as mãos em minha cintura e sinto-o se aproximar de meu membro, mas nada acontece. Ele pega minha mão, fazendo-me fitá-lo e quando vejo, está com a cabeça baixa, fitando o chão.

– Vamos, você precisa tomar banho, não é?! – pergunta retoricamente, levanta a cabeça e dá um sorriso sem dentes.

Ace...

Ele levanta e puxa-me pelo pulso, fazendo-me ficar embaixo do chuveiro.

– Deu vontade de fazer uma coisa boba agora. – dá um sorriso sapeca.

– C-coisa boba?! – indago surpreso.

Ele gira a torneira e a água de temperatura fria, começa a percorrer todo o meu corpo.

– É. – começa, anda alguns passos até a prateleira e pega o shampoo, virando para mim em seguida. – Dar banho em você! – fala e minhas bochechas coram levemente. Não aguentando, sorrio com a ideia do maior.

Anda novamente até mim e fecha a torneira. Despeja um pouco do liquido na mão e pede para que eu segure o shampoo. Leva as mãos a minha cabeça e começa a massagear meus cabelos, fazendo muita espuma. Quando termina, gira a torneira novamente e enxágua meus cabelos com abundância.

– Fazia muito tempo, que não tomávamos banho juntos. – falo com a cabeça ainda baixa e ele continua a mexer em meus cabelos.

– É mesmo... – começa a rir um pouco.

Seguro os seus braços e ele para de mexer as mãos.

– O-o que foi, Lu?! – indaga, e eu apenas balanço a cabeça negativamente.

Depois de alguns segundos em silencio, ele entra debaixo do chuveiro comigo e envolve-me em seus braços, abraçando-me. Levanto os meus e passo-os por sua cintura agarrando suas costas, pressionando mais contra o meu corpo.

– Eu não sei o que você deve estar pensando neste momento... – começa. – Mas eu quero que você saiba, que não quero apressar as coisas.

– Está tudo bem, Ace. – afirmo, e começo a rir para descontrair.

– Não. Eu sei que não é isso, o que você realmente está sentindo. – fala passando as mãos em meus cabelos.

– Do que você está falando?! – indago, sem entender muito bem.

Ace me afasta um pouco e levanta minha cabeça, segurando-a com as mãos.

– Estou querendo dizer... – fala, fitando os meus olhos. – Que eu não quero apressar as coisas. Não quero te forçar a fazer algo, a qual não está preparado. – acaricia minhas bochechas com o polegar, e sorri em seguida. – Eu quero fazer as coisas com calma, e aproveitar cada momento com você, Lu! – afirma.

O maior se aproxima mais de meu rosto e me dá um selinho demorado. Sem ao menos dar satisfações e com um ato selvagem, invade minha boca com a língua. O beijo se aprofunda cada vez mais, e vai ficando mais calmo e carinhoso. Esse é um belo jeito de começar as coisas com calma.

Sem pensar direito nas conseqüências, Ace tira as mãos de meu rosto e leva até o nó de sua toalha, desmanchando-a e fazendo-a cair em seguida. Separo-me do sardento, e por impulso olho para baixo e vejo-o livre. Rapidamente sinto meu rosto arder.

– P-por que fez isso?! – indago, com um pouco de ânsia pela resposta.

– Não era justo só você estar pelado. – afirma e começa a rir em seguida.

– Deve doer... Quando está duro. – falo baixinho, mas Ace percebe.

– Oe, disse alguma coisa?! – indaga.

– N-não. Não é nada. – disfarço, sorrindo logo após.

Ace’s POV

Luffy parece ter ficado bastante incomodado com a situação. Olho para baixo e noto algo que não havia percebido antes.

– Eu não tinha percebido isso naquele momento, mas... – falo, e Luffy me olha surpreso. – Vejo que ele cresceu. – o menor fica completamente vermelho e desvia o olhar.

– É claro que cresceu. Nós éramos crianças. – fala um pouco envergonhado.

– É, mas era deste tamanhinho. – levanto a mão direita e tento demonstrar com o polegar e o dedo indicador. Luffy ficando com raiva, crava as unhas em minhas costas, e solto um pequeno gemido de dor.

– Pelo o que eu me lembro, o seu também não era lá essas coisas. – o menor olha para baixo fitando o meu membro por alguns segundos, e depois levanta a cabeça, fitando o meu rosto. – É Ace, você melhorou para melhor! – sorri largamente.

– Oe, não precisa humilhar! – falo fazendo biquinho e o menor começa a rir.

– Não fui eu, quem começou a falar sobre pênis. – retruca e não aguentando sorrio.

– Ok ok.

Aproximo-me devagar de seu rosto, e Luffy deixa-me invadir novamente sua boca. A cada segundo que passa, o beijo vai se tornando mais lento e saboroso.

Se vocês estão lendo isto, e estão imaginando dois garotos pelados, se abraçando enquanto se beijam carinhosamente e estavam esperando algo mais... Bom, vocês são uns grandes PERVERTIDOS!

Flashback off

Notas finais
Pois é... Eu não sei se estão cm raiva de mim, mas por precaução, estou mt bem escondida hehe. Mas convenhamos, está mt cedo para rolar nheco nheco u.u kkk
Uma coisa bem tosca kkk .. eu meio q dei uma d Sanji, cm uma das cenas pervertidas rs .. é, mas fazer o q?! kk
E sim, foi apenas um Flashback para esclarecer as coisas rs.
Pois bem pequetuchs, até o prox ( q eu infelizmente não sei dizer qndo =( )..
Ahhh, perguntinha boba, não precisam responder (pressinto vácuo kk) .. mas se fosse para colocar outro casal, qual vcs gostariam? Mas avisando, eu já tenho planos para tdos os personagens kk .. isso é apenas curiosidade da autora mesmo ;P rs
Então, pf deixem reviews dizendo o q acharam ^^
Beijinhos fofuras ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.