Witches... at nightfall
10 Capítulo 10 : Pontos de Ebulição
Notas iniciais
Capítulo 10
Voltar Para Sweet Sunny, ainda não estar nos meu planos. Mas ainda penso em tudo no que aconteceu, o que me dá mais motivos para querer voltar para casa catando o que sobrou de mim e seguir em frente. Mas... Ainda não posso, bem que eu adoraria fugir da casa da minha prima Carrie, e voltar para casa da minha tia e encontrar Zoe, Tom e Dan.
Tenho coisas para resolver antes de partir de onde vim, preciso restaurar tudo o que perdir com um simples feitiço de esquecimento. Preciso me encontrar e descobrir o que eu tenho que fazer para usar os meu poderes sem me prejudicar e aos outros ao meu redor. Sou uma bruxa e não posso misturar sentimentos com feitiços por puro capricho. è contra qualquer regra do mundo da magia(Exceto o cupido que pode escolher uma vítima qualquer para flechar).
Zoe têm me ligado qando ela provavelmente pode, mas não retonei nenhuma das suas ligações. Estive me desviando e ocupando a mente com outras coisas que não me ligasse a nenhum sentimento ou alguma emoção. Porque com certeza eu voltaria assim que ela me pedisse. E eu não conseguiria falar que não estou pronta para retornar.( Outra razão que me fez delisgar o celular, retirando a bateria, até mesmo caio na tentação de olhar o visor com suas chamadas, porque sei que ela estar preocupada comigo).
"Estar longe de caixa ás vezes me me faz cair na nostalgia, e eu só penso em olhar o céu escuro com suas estrelas como pontos cilntilantes no céu com a enorme lua em meio á elas, um ótimo clima de romance me lembra, uma cena de um casal deitado sobre uma toalha estendida na grama olhando o céu" Leio alto, e fecho livro.
voltando ao mundo real, me lembrando de onde estou. Agora é noite, e pelo jeito de uma chegada Lua minguante ao se instalar para uma nova fase. Estou a beira da piscina lendo um caderno antigo de capa dura que horas atrá estava com um cadeado com o nome da minha Mãe, Aurora. Minha tia antes deu vir para cá achou que seria ótimo eu ler e e tentar conhcer um pouco da minha mãe que me privou da presença dela e do meu pai, o que eu nunca entendi.
— Sua mãe fazia a mesma coisa quando se senti sozinha... Mas eu nunca entendi isso nela porque ela não era filha única! — Disse minha tia Rosalya se aproximando.
Aneinha — Talvez a dêsse paz? — Sugeri levantando da espreguiçadeira.
Rosalya — Talvez!
Aneisha — Tia?
Rosalya — Sim!
Aneisha — Me responderia com toda sinceridade uma coisa?
Minha tia ficou pensativa e supirou tensa, não gostando da minha pergunta sobre algo que pelo jeito ela saberia me dizer.
Rosalya — Eu vou me arrepender... mas só posso te dizer muito pouco. Então fala?
Aneisha — A minha mãe... Ela me amou alguma vez?
Minha tia ficou surpresa com a minha pergunta, boquiaberta eu diria, será que ela não esperava que fosse essa a pergunta que tinha embora houvesse tantas outras.
Rosalya — Neisha, isso eu não tenho dúvidas! Toda mãe ama seu filho!
Aneisha — Não! Isso não é uma resposta... — Falei sem perceber e uma lágrima caiu.
Rosalya — Querida...
Aneisha — Isso não é justo! A Carrie, A Rose, A Keri e a Zoe têm suas mães com elas, todas nós temos uma ligação familiar e a única que falhou comigo.... Foi a minha própria mãe! — Falei magoada chorando antes de sair correndo.
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Dan
E mais um dia se passou desde que a Zoe me pediu um tempo, a Aneisha sumiu da da cidade e o Tom novamente correndo atrás da Selena, o que não muda. Mas já tentei fazer com que ele caísse na real, mas até agora nada.
Estava deitado lendo quando Tom entrou no quarto machucado e sujo de terra e algumas pétalas de flores pela roupa, levantei num pulo da cama rindo da situação e da carranca dele ao ouvir a minha risada.
Tom — Não fala nada! — Pediu.
Dan — kkkkkkkkk... kkkkkkk Foi a Selena? — Perguntei ainda rindo.
Tom — Sim, a amiga da sua perseguidora!
Dan — É mais eu consigo a colocar em seu devido lugar! kkk .Mas o que aconteceu ? Isso é terra e flores?
Tom — Você não vai acreditar?
Dan — Se você tentar contar.. kk
Tom — OK, eu tentei chamar a Selena para sair sendo roamntico, fazendo uma serenata... e quando ela estava na janela o Cameron apareceu! E o resto você já deve supeitar!
Dan — Ai! Sinto muito cara! Eu achei que a selena te acertou com o vaso ...
Tom — Ela também ajudou! — Disse magoado. — Ela me deu um balde com água e ele me bateu e ainda jogou o vaso!
Me sentir nal por ele, e por ter rido mas ele de alguma forma merecia, a Selena namorava o Cameron há 4 anos e ela nunca deu bola para o Tom, e não ia ser agora que ela iria fazer, ainda mais ela sabendo que uma de suas inimigas pesssoais da escola, Aneisha, fosse afim dele.
Dan — Sabe, se você escolhesse a pessoa certa... Talvez não estaria assim!
Tom — De jeito nehum eu ficaria com a Aneisha, ela é legal, mas é só!
Dan — Pela primeira vez eu ouço você falar da Aneisha bem! Acho melhor irmos ao hospital? Você não estar bem! — Falei rindo.
Tom — Já falei, não tem graça! E você como estar com a Zoe?
Dan — Ainda a mesma situação. ela me pediu um tempo e eu estou respeitando! — Suspirou tenso e cruzou os braços.
Tom — E eu que achava que seus problemas são mais fáceis que os meus!
Dan — É ao contrário, os seus são mais facéis de lidar do que os meus! A Selena sempre te deixou claro que te odiava, e você continua persistindo no erro.
Tom — A Aneisha faz a mesma coisa e você nunca falou nada!
Dan — A Zoe falou com ela, que agora finalmente saiu da cidade, e de perto de você! — Falei sinceramente.
Tom — Foi uma ótima escola que ela fez! — Falou frio antes de se pôr a sair.
Dan — Tom?
O moreno virou para olhar o loiro.
Tom — O que?
Dan- Se você dêsse a mesma atenção que dá a Selena á Aneisha, ela iria fazer você se arrepender e nunca iria se perdoar pelo que fez a Ela!
Tom — Posso ir?
Dan — Ainda não, Tom, eu sou seu amigo! Só não me faça me arrepender disso! Agora você pode ir! — Falou e o garoto foi embora.
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Através dos vidros da varanda Frank observava a filha que parecia concentrada desenhando em seu caderno. Ele não tinha a menor ideia de como aajudar a filha, porque no fundo ele sabia que tinha algo acontecendo, mas como fazer isso sem que invada sua privacidade.
O pai sabia que mais cedo ou mais tarde ela falaria com Stella e logo as coisas iriam se resolver..
Frank — Qual é o problema dessa vez?
Stella — Não sei, por quê diz isso?
Frank — A Zoe anda desenhando, e ela normalmente faz isso para se alcalmar, o que tanto a extressar?
Stella — Envolver magia!
Frank — Mas ela é tão nova para ter problemas com isso! — Falou confuso sem tirar os olhos da filha.
Stella -você se lembra quando ela nasceu e eu quis...
Frank — Não era o certo a se fazer, criar ela sem saber, para que? E se algo do mundo da magia viesse... Tipo um ogro! E atacar ela como ela iria se cuidar? fizemos o certo, Stella. Não podemos esconder o que ela é seria como se tivessemos vergonha do que somos!
Stella — É mas você pensou na infância normal que ela teria?
Frank — Eu pensei naquela época, mas fizemos o certo! É o que importa!
Stella — Você estar dizendo isso por causa da Aurorae Da Aneisha?
Frank — Não, eu sei que tem o pacto das cinco famílias de sangue. Mas sempre pensei que se a Zoe fosse criada normal, ela não iria se sentir especial como ela se sente agora. Ela tem primas que tem magia e sabem desde que eram crianças. Imagina se a Zoe descobrisse conforme um pequeno deslize de uma delas?
Stella — Tem razão!
Frank — Eu adorava desenhar com ela, quando ela era pequena!
Stella — Por que não vai lá desenhar com ela?
Frank — Não daria certo! Ela não é mais criança e eu amava aquela época?
Stella — Porque?
Frank — Ela não tinha a menor noção sobre garotos!
Stella riu do marido
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Zoe
Ultimamente não tenho me sentido muito bem, ainda mais por não poder conversar com Aneisha que estar fora da cidade. Ligai várias vezes para ela que não me retornou nenhuma ligação, sei que não é culpa dela e que precisa de um tempo afastada de todos, uma coisa que pedi ao Dan e não sei por quanto tempo vou fazê lo esperar enquanto tomo alguma decisão.
Ando desenhando quando tenho tempo, o que estar sendo bem estranho para mim, já que faz um bom tempo que não desenho. Já me peguei em momentos de distração que desenhei um colar com simbolos que provavelmente para nenhum humano tenha algum significado. Mas para o mundo da bruxas talvez sria algo.Num formato de um gota vermelha de rubi pendurada num cordão de prata, era como me lembrava a joia era segurada por uma pessoa que entregava a outra. E era estranho porque era terceira vez que eu o desenhava.
Stella — Seu chá, querida!
Zoe — Obrigada, mãe!
Frank — O que foi querida? Você se manteve focada enquanto desenhava que eu nem quis te atrapalhar!
Zoe — É que é a terceira vez só nessa semana eu desenhei esse objeto, e agora não paro de pensar nisso... E olha que eu nunca vi nos livros de amuletos!
Stella — Me mostra logo, estou ficando nervosa!
Zoe — Aqui! — Disse e passou o caderno para os dois.
Os dois olharam o desenho e ficaram assustados, e se entreolharam tensos sem saber o que dizer.
Zoe — O que foi?
Frank — Onde você viu esse colar?
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