Wishes And Nightmares

22 Chapter 149 to 154


Notas iniciais
Ai, ai desisto de falar alguma coisa _ _"...
Não sei quando sai os próximos capítulos principalmente porque me falta inspiração. Foi um sofrimento escrever esses capítulos,mas espero que em breve a coisa volte ao normal.

C h a p t e r 149

Esperaram pacientemente, afinal, tinham, teoricamente, bastante tempo. Não demorou muito para que o humano se aproximasse.

- Vieram tratar de negócios, presumo – perguntou ele.

- Precisamente – disse o mais alto com um sorriso. Soube que estava atrás de gente como nós.

Luccio se perguntou como descobriram algo que ainda estava em sua mente.

- E o que querem em troca? Minha alma?

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Ele riu alto e Luccio sentiu um calafrio na espinha

- Não somos os chamados “filhos de Lucy”, mas se quiser saber mais sobre eles é só abrir o sexto livro na página quatro.

O humano não pôde evitar o espanto, apesar de saber que, certamente, para eles, saber daquilo não era nada. Iria precisar de um tempo para poder se acostumar com esses novos seres, esse novo mundo.

- Não sendo minha vida dou o que quiserem.

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A criatura sorriu. Sabia que não tinha nada melhor do que alguém desesperado para se fazer negócio.

- Não se preocupe, não quero sua vida. Só estamos meio entediados e algo me diz que se ficarmos com você vamos poder reencontrar nosso querido irmãozinho. Mas antes que eu me esqueça, sou Neil Alan Snowfall – disse o vampiro tirando o capuz e fazendo uma leve mesura – e este é meu irmão mais novo Cade Alain Rainfall. É um prazer conhecê-lo senhor Luccio Baptista Spinozza.

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Enquanto isso, Eve e Levi estavam explorando o lugar onde estavam tanto em busca de madeira quando de alguma pista que lhes desse alguma ideia de onde estavam. A única coisa que conseguiram descobrir era que estavam em uma ilha e a medida que se aproximavam de seu centro mais frio ficava; tanto que já podia ver neve mais afrente, porém a ilha em si não tinha, aparentemente, nada de mais. Apenas árvores, alguns animais e mais outras curiosas criaturas, mas nada que fosse perigoso ou que pudesse ter emitido aquela estranha aura.

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Iam voltando para o navio com algumas toras de madeira quando ele apareceu. Parecia ter surgido do nada o que, de certa forma, era verdade. Os travels eram criaturas solitárias, grandes e relativamente lentas, porém o fato de se locomoverem rapidamente pelo espaço tempo parecia anular todos esses defeitos e mais outros que poderiam ter. Geralmente não são violentas e nem atacam sem motivo, mas ao que parecia essa tinha um. Um bem pequeno, contudo, mesmo assim, parecia que ele estava realmente aborrecendo o bicho.

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- … uuko... Yuuko!

- Quem...? Tatsuki!?

- Não tenho muito tempo. Você precisa salvá-lo.

- Salvar quem?

- A raposa. Você vai precisar dela e ela de você. Fale com o Levi quando ele chegar. Ele vai saber onde achá-la.

- Tatsuki, espe... — disse a menina acordando.