Notas iniciais
Bom,isso é basicamente o começo de tudo.

– Pensei que você não viria — disse Ange.

– Errou — respondeu Cane.

– Precisamos conversar Cane!– disse Ange atordoada.

– É por isso que estou aqui.- Cane retrucou.

– Não,você não entende...- Ange parou.

– O que foi? — Disse Cane levantando a cabeça dela com sua mão esquerda.

– Eu pretendo tê-lá. — Ange virou o rosto.

– Como assim? — Disse Cane,já não pensando no que dizer.

– Eu não irei cria-lá,mas quero pelo menos que ela possa nascer e ter uma vida normal.

– Eu não sei o que dizer. — Cane pareceu preocupado.

– Não diga nada.

– Mas, você sabe o que pode acontecer,não sabe?

– Sei. E não me importo com os riscos,contanto que ela possa viver em meu lugar.

– Eles já sabem?

– Eu ainda não sei, mas me convocaram para ir até a ordem.

– E você irá?

– Provavelmente. Se eu não for será pior. — disse Ange olhando para os lados.

– Acho que você deve ir.

– Eu também acho. — disse Ange virando-se de costas.

– Espere! — disse Cane,segurando-a pelo braço.

– O quê?

– Como a conhecerei?

– Isso irá depender.

– Do quê?

– Você sabe,e...

– Fale.

– Eu irei manda-lá para o mundo dos humanos.

– Por quê?

– Ela ficará mais segura,além disso se quiserem fazer algo contra ela, será mais dificil,como ela não é pura,misturando-se com os humanos irá confundi-los.

– E com quem?

– Isso eu ainda não sei. Preciso ir,não é seguro continuarmos nos encontrando.

– Eu sei,e por isso... — disse Cane segurando-a pela cintura e a puxando para um beijo.

– Adeus. — Ange disse afastando-se.

– Adeus minha guardiã. — disse,mostrando o que parecia ser um riso,misturado com o medo e a insegurança.