Wings - A Life Story

1 A garota que caiu do céu... Literalmente


Notas iniciais
Eu sei, sou horrível para criar nomes para personagens, mas vou me dar ao máximo na história :3

Essa é uma história normal, acontecida num futuro não muito distante, nem tão próximo. Essa história conta a vida de Tsukushima e como sua vida mudou.

Ao longo da escola, de longe se ouvia o som de uma bola de basquete quicando, e vários barulhos de queda. Era ele, o garoto que havia levado à ruína a grande final do time de basquete da escola. Tudo que ele podia fazer ele fez, tudo que estava ao seu alcance. Mesmo assim, não pode salvar o time do fracasso. Feito isso, seu técnico — e professor – irritado com tudo que havia ocorrido, disse que gostaria de melhores resultados no próximo jogo. A partir desse dia, Tsukushima acorda cedo todos os dias para treinar na maior quadra da escola, uma pouco acessível, onde quase ninguém ia. Ele treina seu pulo em direção a cesta, mas devido a um acidente que houve quando era menor, ele não consegue pular direito, e isso o leva a treinar.

Mas quando ele estava treinando, um dia, ele vê uma garota, caindo do céu. Ele pula para pegá-la, mas ao fazer isso, ele não cai sobre o colchão, cai batendo com o cóccix no chão, mas ao menos consegue salvar a garota. Ao cair no chão, ele sente um choque, como se algo muito sério tivesse ocorrido em suas pernas. De repente ele sente suas pernas queimando, mas depois para. Ele cai com a garota no colo, e ficam alguns segundos deitados. Depois disso, a garota acorda.

Garota – Hmmmm.... – Meio abatida com a queda

Tsukushima – Oi. Você está bem? Está ferida? Ao menos acordada?

Ela acorda, e olha para ele, mas não parece estar muito ciente do lugar onde está.

Garota – Eu... Onde eu... estou? Ai!

Ela grita, como se alguma parte do corpo estivesse realmente dolorida.

Garota – Quem é vo... você?

Tsukushima – Eu te salvei, você veio caindo, sabe-se lá de onde, mas eu te salvei. Está ferida?

Garota – Minha asa dói... Parece que ela... Ai!

Ela tenta mexer algo em suas costas.

Tsukushima – Asa? Você é o que, um anjo?? Haha, não pode ser, anjos não...

Cresce uma asa dela, mas uma das asas parece torta, e ele fica pasmo ao ver.

Garota – A asa... se danificou um pouco... Já faz tempo, também. Faz tempo que eu não venho á terra.

Tsukushima – Então é verdade... Ela... você é um anjo...

Ocorre um silêncio profundo. Ambos se calam, e não se ouve nada de longe, ambos estavam em um lugar pouco acessível.

Tsukushima – Qual o seu nome?

Garota – Na Mono Eria. É tudo que eu lembro... E você?

(Na Mono Eria: Alguma coisa Eria)

Tsukushima – Eu sou Tsukushima Kanpei. Estudo aqui.

Eria – E “aqui” seria onde, exatamente?

Tsukushima – Japão. Hokkaido.

Eria – Uhh... Acho que eu errei um pouco a localização. Bom, muito obrigado por ter me salvado. Respondendo suas perguntas: Sim, eu sou um anjo, e vim aqui apenas para cumprir o desejo daquele que salvou minha amiga. Mas nada muito relevante agora, então vou indo...

Ela se levanta do colo dele, abre suas asas e tenta voar, mas não dá muito certo, a asa ainda doía.

Tsukushima – Acho que não vai dar muito certo, a asa está torta. Vê? Bem ali.

Eria – Uhhh, é verdade. Mas tudo bem, vai passar com o tempo. E você, não vai se levantar?

Tsukushima – Verdade, cansei de ficar deitado.

Ele tenta se levantar, mas não consegue. Ele não sente as pernas.

Eria – Algo errado?

Tsukushima – Minhas pernas, elas... Eu não sinto mais ela... Acho que foi a queda...

Eria – Tudo bem, eu te levo a um médico.

Tsukushima – Voando?

Eria – É.... Ah, esqueci, está quebrada...

Tsukushima – Vou ligar para uma ambulância, só um minuto...

Mais tarde...

Hospital Médico – Centro da Cidade

Eria – Então... Aconteceram algumas coisas, e... ele acabou desse jeito. Parece que algo caiu sobre as pernas dele, e...

Tsukushima – É. Uma coisa bem grande e pesada. Nossa, como minhas pernas doem... – Diz ele, olhando com um olhar cínico para Eria. –

Ela parece não gostar da piada sobre o peso dela, e acaba beliscando ele.

Tsukushima – Ai!!

Ela vira o rosto para o médico, que após ver os Raio-X das pernas de Tsukuhima, faz uma cara de que as coisas não vão muito bem, mas... Por quê?

Médico – Então... Você era parte do time de basquete, certo? Eu percebi que você não pôde pular muito alto naquele último lance pela televisão, e agora entendo o porquê: Vê essa mancha grande na parte de trás? Ela foi a causa disso tudo, mas depois do ocorrido de hoje, vou ter que ligar para o técnico da sua escola, você tem o número dele?

Tsukushima – Tenho sim, por quê?

Médico – Parece que ele acabou de perder um jogador. E parece que você... perdeu os movimentos das pernas.

Ele entra em choque. Ele fica pasmo. Já não se vê mais reação no rosto dele. Eria fica com um olhar de culpa para o médico, percebe que tudo aquilo foi causa dela, mesmo tendo sido algo inevitável... Agora é tarde para se desculpar, ela já não pode fazer nada mais para resolver esse problema... O médico sai, Eria senta em uma das poltronas da sala, coloca as mãos no rosto e começa a chorar. Tsukushima tenta se mover, mas não consegue. Suas pernas estão dormentes, ele já não consegue sentir nada. Ele tenta levantar, mas cai no chão. Assim que Eria vê a cena, se levanta e tenta ajudar, então uma enfermeira o ajuda a sentar na cama do hospital de novo. Ela lê o histórico médico do garoto, e entende a situação...

Notas finais
Bom... É isso ;)
Qualquer comentário é aceito, qualquer crítica e sugestões, e sem xingamentos ^^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.