Notas iniciais
https://www.youtube.com/watch?v=bNqxT21S1f0

Aquela era a melhor sensação de déjà-vu que eu já tinha experimentado.

Alice novamente estava me ajudando com a maquiagem, Rosalie com o cabelo, que já estava na altura da minha cintura. E dessa vez eu tinha Mary para me dar algo azul: uma fina tiara para meu cabelo.

Dessa vez, Alice fez questão de ela mesma desenhar meu vestido de noiva e eu não me opus à ideia. Era um vestido longo, de cauda modesta, de mangas curtas, feito de renda branca com alguns detalhes em azul. E dessa vez, estaríamos todos nos casando legalmente, finalmente, com direito a padrinhos e madrinhas.

Realizando um de seus sonhos, era Charlie quem me conduziria ao altar daquela vez, e Mary levaria Sam. Estávamos os dois ansiosos na limusine, tagarelando horrores com todo mundo, a fim de dispersar a tensão.

A capela estava absurdamente florida, como era de se esperar de um casamento feito na primavera. Aquela infinidade de rosas foi escolha de Alice, é claro, mas tudo estava mais do que perfeito ali.

Quando as portas da capela se abriram para nós, Charlie, em seu vestidinho de princesa, foi saltitando à nossa frente, espalhando as pétalas de rosa.

No altar, Dean e Castiel me esperavam, Bobby e Ellen sendo os nossos padrinhos, e Gabriel esperava por Sam, John e Mary sendo os seus padrinhos.

Nossas famílias reunidas, bem como os amigos que fizemos ao longo do caminho. Meus pequenos ali. Tudo estava perfeito.

Charlie me entregou a Dean e Cass, Mary entregou Sam a Gabriel, e assumimos os nossos lugares para que a cerimônia começasse. Eu precisei me esforçar muito para não chorar e borrar a maquiagem maravilhosa que Alice tinha feito.

Repetimos nossos votos, nossas mãos tremendo enquanto o fazíamos.

Então, as alianças.

Meu garotinho pálido de cabelos cor de chocolate e olhos azuis como os do pai veio timidamente em nossa direção, trazendo as caixinhas com as alianças. John parecia uma miniatura de Castiel, salvo os cabelos, que se pareciam com os meus. Aos cinco anos, ele parecia uma cópia do pai, assim como Charlie parecia uma cópia do dela.

John nos deu as nossas alianças e prosseguiu para dar as alianças de seus tios.

Assinamos nossos nomes com orgulho naquelas documentações. Castiel era, oficialmente, um Winchester. Alexis havia mexido em muitos pauzinhos para que nós três pudéssemos ter a nossa união reconhecida legalmente, já que poligamia não era aceita no país, então o nosso casamento era uma vitória em muitas maneiras.

Enfim casados, todos nós.

O começo do nosso felizes para sempre.

~~~

pra quem ficou curioso sobre os bebês Winchester:

Notas finais
e chegamos ao fim do crossover! a todos que acompanharam até aqui, o meu mais sincero muito obrigada por todo o apoio e cada comentário que vocês deixaram ♥ escrever essa história, as duas partes, no ritmo em que escrevi, foi o maior desafio que já tive (e o meu maior surto). sem o incentivo de vocês, eu não teria terminado ela. obrigada, de coração! pretendo (não por agora porque estou participando do Camp NaNoWriMo) fazer uma one-shot da família Winchester no futuro. e talvez, quando eu estiver melhor emocionalmente, eu faça mais um capítulo para ''Love Me Again'', mostrando a lua de mel do Sam e do Gabriel :3 no mais, agora só preciso concluir ''Don't Stop The Devil'', que é mais focada no Crowley e eu (sim, eu, é self-insertion, me julguem kkkk). obrigada por todo o carinho de vocês ♥ nos vemos por aí ;)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!