Wind Walker - O Mercenário Voador
27 L - A Parte Chata do Dia
Notas iniciais
Perdão pela demora, eu viajei por um tempo e não pude escrever.
Perguntas nas notas finais. Estejam a vontade para perguntar qualquer coisa aos personagens principais
31 de agosto, 2166
“Mais rápido” Exigi em um tom sussurrante para o meu parceiro de treino enquanto tentava cumprir a este mesmo objetivo. Nossos punhos se chocavam no ar com um ruído abafado provocado pelas tiras de esparadrapo que os protegiam de arranhões superficiais desnecessários e continham o pequeno sangramento que agora tentava escapar da pele de minha mão direita. A respiração marcava, junto com meu coração, o compasso rápido dos golpes que desferia contra o garoto à minha frente, ao mesmo tempo em que me sentia cada vez mais envolto em uma fina camada de suor que eventualmente pingava ao chão, tornando ainda mais difícil o ato de permanecer em pé, sustentando uma base firme, enquanto sentia o ritmado/veloz contra-ataque. Francamente, o tatame da academia deveria ser menos escorregadio. Principalmente na área destinada a treinamento de combate corpo-a-corpo.
Este era o típico treino que executávamos normalmente. Posicionávamo-nos um na frente do outro, armávamos as nossas respectivas bases e tentávamos nos defender dos ataques adversários. O objetivo inicial era passar a maior quantidade de tempo sem levar nenhum golpe direto, no entanto, com o nosso nível de prática, já era possível passar muito tempo sem nenhum golpe ter êxito, portanto o nosso real desafio era melhorar a velocidade e precisão, sem perder a força e manter tal qualidade por tempo indeterminado. Naquele exercício não poderíamos usar nenhuma parte do corpo, senão os braços. A graça de tudo estava neste aspecto. Podíamos usar as pernas para andar e esquivar, mas todo o tipo de bloqueio e ataque tinha de vir dos punhos, exigindo muito de nossa rapidez e concentração.
O combate era intenso e cansativo. De certa forma, a concentração era indispensável para continuar, tendo em mente que qualquer segundo de distração quebra a cadência de golpes/bloqueios/esquivas, dando oportunidade ao seu oponente de começar uma nova sequência e, potencialmente, te nocautear da forma mais dolorosa possível. Uma das coisas mais interessantes nesta atividade é o fato de, se praticada corretamente, poder desenvolver uma fluência harmônica de golpes e defesas, onde os jogadores mais experientes entram em sintonia e a transformam em uma dança mortal.
Um pequeno sorriso brotou de minha face enquanto pensava seguramente: “Posso manter este ritmo o dia todo”. De fato, não estava me sentindo cansado, muito menos debilitado, de alguma forma, mas Douglas não mostrava o mesmo. Na verdade, devo dizer que ele havia melhorado e apresentava um ótimo desempenho, dentro da sua média. Todavia tal desempenho não poderia ser mantido por muito tempo. O seu corpo estava tomando uma coloração avermelhada leve e seus ataques já não estavam tão intensos como antes, seu corpo tinha, no mínimo, o triplo de suor que o meu, sua respiração estava ofegante e seu olhar permanecia fixo em minhas mãos, ou seja, ele estava claramente cansado.
-Está sorrindo por que? – Perguntou ele, entre pesadas respirações – Preste a atenção! – Exclamou depois de uma pausa curta na fala, preparando-se para começar uma nova investida
Devo dizer que o ataque me pegou de surpresa inicialmente. O cruzado que ele lançou tinha uma velocidade notável, mas o cansaço visivelmente aparente impediu que o golpe tivesse a precisão necessária para acertar minhas costelas. Desviei facilmente do golpe arrastando a minha base um pouco para trás, deixando o soco em potencial passar em direção ao nada pela frente do meu corpo.
Tudo estava passando muito devagar. Pude ver o olhar surpreso de Douglas ao notar que o golpe havia falhado, vi a sua expressão de tristeza ao perceber que havia perdido as chances de ganhar, acompanhei cada detalhe do golpe, vi todas as imperfeições anteriormente ocultas da sua base, observei o seu corpo cansado, quase se entregando, e olhei o seu corpo se preparando para o meu contra-ataque que, certamente, não poderia ser defendido. Este intervalo de tempo durou um segundo, mas me parecia uma eternidade.
Perdi a conta de quantas vezes isto já havia acontecido. Eu também já tinha dado tal chance de contra ataque para ele, uma vez, algum tempo atrás, e posso dizer que a frustração é maior do que qualquer dor que possa vir em seguida. Mesmo que esta dor seja grande. Apenas ressaltando que, mesmo em um treinamento, a finalização, dolorosa ou não, é necessária para aumentar a resistência do corpo. Ou seja: Eu poderia, teoricamente, bater nele o quanto eu quiser, mas eu não sou tão malvado assim. Ou sou?
Exibi um pequeno sorriso com o canto da boca enquanto armava inconscientemente o próximo ataque. Naquelas circunstâncias, o tempo que ele perderia para erguer-se de volta a sua posição de guarda, por menor que seja, era mais que suficiente para me possibilitar inúmeras formas de nocaute: Eu poderia entrar com um jab rápido no rosto e dar sequência, ou poderia investir unicamente com um direto ou um gancho, talvez conseguisse finalizar com mais potência se usasse um uppercut, no entanto, neste caso, ele já não precisaria receber tal golpe para contar como um nocaute válido.
“Não” Pensei rapidamente “Hoje não”. Mirei um direto no seu rosto, preparei o golpe e o projetei de forma rápida e certeira. Com certeza ele seria derrubado se o acertasse em cheio, mas o que fiz o surpreendeu mais do que se a colisão estivesse ocorrido: Eu simplesmente impedi o golpe de acertar, parando a poucos milímetros de seu nariz.
-Como está a Alyssia? – Perguntei com meu punho ainda erguido – Teve chances de falar com ela depois do final do teste?
O seu olhar incrédulo ainda encontrava-se focado diretamente no meu punho que agora descia gradativamente em direção a sua posição habitual. Era de costume que o ganhador tivesse a oportunidade de distribuir alguns socos em seu oponente derrotado e, pelo visto, ele achava que eu iria aproveitar mais esta oportunidade, no entanto, estava enganado.
-Pare de me olhar com esta cara – Exclamei, virando em direção a ele – Não vou te nocautear hoje, pode comprometer o seu treino preparatório. Agora, por favor, responda a minha pergunta: Como está a Alyssia?
Ele balançou levemente a cabeça, reorganizando as ideias, olhou para mim com uma nova expressão, e falou de forma tranquila:
-Ela está na mesma classe que eu. A última vez que a vi, ela estava caminhando em direção à cessão de dormitórios femininos. Ontem à noite – Informou – Ela está ótima, digamos assim. O desempenho teórico dela, na classe de ensinos gerais é impecável. Na área de treinamento físico, bem... Nós ainda não tivemos a chance de ter um treinamento prático. Até agora.
-Que bom... – Comentei mais para mim mesmo.
A ideia da possibilidade de me encontrar com Alyss me parecia muito agradável e eu queria aproveitar este acontecimento único, no entanto, temo que, quando ela chegar, o local já esteja cheio de pessoas. Isto não seria nem um pouco agradável, pois, em minha humilde opinião, o amor é o sentimento mais vergonhoso e estúpido de se demonstrar. Principalmente em público
-Quando você pensa na Alyssia fica com uma cara estranha – Comentou o meu amigo, acordando-me para a realidade.
Não pude deixar de sentir um pequeno constrangimento. Eu realmente estava pensando nela, e fui ridiculamente previsível naquele momento.
-E você, como vai o seu curso? – Mudei de assunto rapidamente (Acho que ele percebeu) enquanto me encostava numa parede próxima, cruzando os braços e inclinando o olhar para o chão
Pude notar a aproximação de uma pessoa desconhecida ao longe, antes de Douglas começar a responder. Não era possível identificar nenhum detalhe da nossa nova companhia, devido apenas ao fato de estar muito longe, sendo parcialmente escondida pelos equipamentos da sala. Antes de Meu colega poder responder a minha pergunta, o vulto falou:
-Olá, garotos – Era uma voz feminina que falava de forma provocante e macia – Já começaram?
Levantei o olhar para tentar reconhecer a pessoa. Sua voz não era familiar, mas o tom falado aparentava que já nos conhecíamos.
Não. Definitivamente, eu não a conhecia. Não vou entrar em detalhes, mas era uma menina vistosa. Sua aparência era de que tinha por volta dos dezoito ou dezenove anos, andava de forma firme e confiante, armando uma pose diferente a cada passo, enquanto provavelmente visava a exibição de seu corpo, coisa que fazia com orgulho. Seu olhar era travesso e brincalhão ao extremo, como se estivessem convidando-o para fazer algo insanamente perigoso, somente por prazer e diversão. Resumindo: Somente possuía beleza, e, provavelmente, um orgulho muito grande, tanto por sua aparência, quanto pelo seu jeito de ser
Olhei para Douglas enquanto esperava a mulher se aproximar, coisa que me arrependi de fazer. Ele estava com a boca aberta observando a visitante caminhar, a acompanhar com o olhar cada movimento das “curvas” acentuadas que ela possuía. Provavelmente sua cabeça estava viajando mais fundo que seu olhar, se é que você me entende.
-Mais ou menos isso – Falei silenciosa e forçadamente, assim que percebi que meu companheiro não iria responder à pergunta
-Quem são vocês? – Perguntou enquanto se aproximava demais do Douglas – Eu já o vi na classe vizinha – Apontou para o meu amigo atordoado, encostando a ponta do dedo em seu peito –Mas você eu nunca vi em nenhuma classe – Completou, enquanto olhava para mim por um momento
Provavelmente o meu colega queria dizer alguma coisa extraordinariamente inteligente, ou algo do gênero, mas tudo o que ele conseguiu dizer para a garota que posicionava o rosto a poucos centímetros do seu foi algo como: “Bahh... Ehh... Quem?”
Estava olhando diretamente para a mulher jovem, tentando compreender as suas intenções, quando ouvi um pequeno ruído vindo de trás de alguns equipamentos de musculação a uns vinte metros de distância. Risos? Sim, risos. Só poderia ser. “O que estava acontecendo? Isto era algum tipo de pegadinha?” pensei rapidamente, tentando aguçar os meus ouvidos, e tentar compreender o ocorrido “Já entendi. Nada de mais”
-Primeiro responda-me a minha pergunta: Quem é você? – Indaguei, perdendo um pouco da minha paciência
Quem era ela para poder invadir o nosso espaço desta forma? Obviamente que a academia em que estávamos é pertencente a todos os alistados no colégio, mas eu acho que se aproximar muito de uma pessoa, sem se identificar, é invasão do espaço pessoal da mesma. Se nenhum de nós a conhecia, esta redução de espaço pode ser considerado falta de educação. Eu não dei nenhuma permissão para que faltassem com a educação para comigo, e/ou meus amigos
Fiquei impressionado com a ousadia da moça. Assim que terminei de realizar a minha pergunta, ela direcionou bruscamente o rosto em minha direção, lançando-me um olhar que dizia: “Eu pergunto, e você responde”. Sabe quando uma pessoa acha que está no controle da situação, mas, tudo o que faz é irritar os outros? Certo, acho que se o Douglas estivesse sozinho nesta, provavelmente ela estaria no controle, todavia, eu também sabia jogar este jogo. De outra maneira.
O fato é que ela começou a se aproximar em minha direção, da mesma forma que fez com meu amigo, impondo sua liderança em cima dos companheiros. Ela tinha talento para isso, mas um pequeno erro dedurava o fato de ela nunca ter lido um livro de psicologia de liderança: Nunca tente se impor sobre outras pessoas, sem saber se vai conseguir sustentar a imposição mais tarde
-Acho que eu perguntei primeiro – Afirmou, num tom falsamente macio e agradável, enquanto estendia sua mão direita em direção ao meu rosto.
Que audácia! Eu sei que, por fora, estava inexpressivo, mas, por dentro minha raiva queimava dentro do coração. Esta deve ser o tipo de garota mandachuva, que gosta de ver pessoas ajoelhadas aos seus pés, e usava a sua “Beleza” e de seu instinto de liderança para isso. Repugnante. Eu tenho que dar um fim nisso.
Olhei um pouco mais para baixo e vi sua mão se aproximando do meu rosto, cada vez mais perto, invadindo todas as minhas restrições de segurança. Eu não iria tolerar isso
-Se perguntou primeiro – Comecei a falar ao mesmo tempo em que planejava vencê-la no mesmo jogo: Interceptei sua mão, segurando-a firmemente, e aproximei o meu rosto inexpressivo/ameaçador em direção ao dela, diminuindo drasticamente a distância, assim como ela já havia feito com o Douglas – Então responderá primeiro – Completei, enquanto erguia a minha voz de silenciosa para firme, sem barulhos exagerados.
O efeito que eu esperava provocar nela realmente ocorreu. Pouco depois de ter falado, ela arregalou os olhos e abriu levemente a boca, demonstrando surpresa, sua posição mudou um pouco, perdendo o ar de determinação que tinha antes, e sua mão que estava sendo segurada por mim, no ar, agora tinha perdido a firmeza. Seus olhos passaram agora a encarar os meus demonstrando mais ainda a sua verdadeira impotência por trás daquela pessoa poderosa.
-Qual é o seu nome? – Perguntei novamente, com um tom mais macio que o de antes, enquanto encarava friamente os seus olhos, sem desviar.
-Viper Muraner – Respondeu pausadamente, como se estivesse hipnitizada
-E quais são os nomes de suas amiguinhas que estão escondidas ali atrás? – Perguntei novamente, apontando com o rosto o local designado
Desta vez ela hesitou. Com certeza esperava exibir o seu método de liderança para suas amigas, que eram três, para sustentar algum certo temor ao seu redor. Acho que isso não deu muito certo, e já estava na hora de acabar isto por aí
As meninas escondidas também hesitaram por um momento, interrompendo suas antes, incessantes, risadas, e permanecendo paradas no local, na esperança de que eu as ignorasse. Na verdade, o nome delas nada interessava para mim. Tudo o que eu queria era surpreendê-las no local que estavam, para que pudessem sair do esconderijo e encarar os fatos corajosamente. Coisa que não fizeram
-Quais amigas? – Perguntou ela, depois de uma pausa, tentando mascarar o medo — Estou sozinha aqui, com exceção de vocês .
-Então quem são as nossas invasoras aqui? – Interroguei, elevando a voz para que elas também pudessem ouvir – Não gosto de espiões
Assim que terminei de falar, as três se ergueram rapidamente, atestando a sua derrota, e caminharam aos tropeços em nossa direção, olhando sempre desconfiadamente para a cara de sua “Amiga” que tentava mascarar o fato de já conhece-las
-Nós viemos aqui com ela, pouco antes do treinamento começar, porque haviam nos dito que dois gatos já estavam aqui – Falou a mais alta das três, hesitando logo em seguida. Ela tinha falado demais – De qualquer forma, a Viper disse que iria ganhar os dois de uma vez só...
-Que feio, Viper. – Comentou Douglas, assim que saiu de seu estado de hipnotismo.
-Um ela conseguiu controlar – Continuou a menina, quebrando a fina linha de dignidade do meu amigo
-De qualquer forma, vou indo – Falei – Não gosto muito de lugares cheios
Douglas arregalou os olhos em minha direção, com uma pequena expressão de desespero. Que pena.
-Ei, garoto – Falou a Viper, um pouco acanhada – Qual é o seu nome?
Eu me virei um pouco em direção a ela, tentando imaginar uma resposta menos cruel para a pergunta. Notei que a academia estava começando a ficar cheia de gente. Uma fila grande de alunos entrou de uma vez só, sendo liderada por uma pessoa que deduzi ser o instrutor. Quase ao mesmo tempo, junto a eles, o barulho infernal de conversinhas e risadas, brincadeiras e muitas outras coisas, começou a invadir o local também.
Já havia decidido a resposta e iria falar agora, no entanto fui tomado por outra surpresa
-Luk... – Hesitou a voz macia e conhecida, atrás de mim – Lúcio!
Notas finais
"Douglas, você é Forever Alone que nem seu amigo, ou tem mais amigos além dele?"
D-De forma sincera, sim tenho amigos. O problema é que sempre viajei muito, quando criança, por isso nunca pude manter amizades fortes. No entanto, sim, sim. Eu tenho amigos. Mais que o Lúcio. Hah hah.
2ª-Pergunta de Snarkii:
"Oi, Alyssia, você morre no final? Se você morrer, não vai fazer sentido você estar me respondendo isso, não? A não ser que seja do Inferno ou do Mundo Espiritual. Creio que no cristianismo, ninguém além Jesus vai pro céu, pois são todos malditos pecadores, então coloquei Inferno mesmo HAHA'. Capeta nos entende... De fato..."
A-Que pergunta é essa? Como vou saber se morro no final? Tomara que não, mas, creio que não vou morrer no final. Não sei.
3ª-Pergunta de Hurricane:
"Luke,você disse que podia sentir a grama roçando em suas pernas em capítulo, a tecnologia é tão avançada assim, que as próteses podem fazer com que a pessoa sinta o que está tocando e coisa e talz?"
L-Quando disse que ela imita, perfeitamente, a perna humana, eu não estava mentindo. Na verdade, com a ajuda da nanotecnologia, fica tudo muito mais fácil. Além disto, se eu criei, é bem feito.
4ª-Pergunta de Luana Nascimento
"Oi, Luke! Parabéns pelo título de Wind Walker! Gostei da descrição da personalidade de Douglas. Hey, eu nunca vejo você comendo! Por que você não morre de fome? Beijos."
L-Obrigado...
Sim, eu como sim. Na verdade, eu não sou de comer muito, e acho que descrever cenas em que estamos comendo pode ser um tanto desagradável. De qualquer forma, sim, eu como sim.
5ª-Pergunta de Luana Nascimento
"Oi, Alyss! Um lindo jovemzinho me falou que você gostou de mim. É sério? Eu também gosto muito de você, embora eu ache seu romance com o Luke meloso demais! É, eu sou estranha. Ah, e fiquei feliz com sua aprovação. Beijos."
A-Sim, é sério, gostei de conversar com você! É verdade, nosso romance está muito... Alguma coisa, mas eu acho que todo o começo de relacionamento costuma ser assim. Além do mais, ele é o Lúcio, não é?
6ª-Pergunta de Luana Nascimento
"Oi, Doug (peguei o apeido do Hurricane)! Sabia que o Luke disse que 'ele (você) é muito bom em combates corpo-a-corpo, tem uma excelente condição física e sabe ser inteligente, quando quer. Se tem uma pessoa que dispõe de muitas chances para se tornar um ótimo fuzileiro da marinha, esta pessoa é ele.'? Certamente o Luke vai ficar com ódio da minha cara por eu ter dito isso a você, mas não tô nem aí. Eu acho a mesma coisa que ele disse =D Beijos."
D-Estou adorando este apelido. Heh heh heh. Ele disse realmente isso? tem certeza? Woow, eu sabia. Obrigadão!
L-Muito obrigado por revelar o segredo...
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