Willowfire — Uma Nova Era (Hiato)
1 Competidores— Parte 1
Notas iniciais
Willowfire — Uma Nova Era
Competidores — Parte 1
Um meteoro marcou o fim da era dos dinossauros e o início da civilização humana. Com o passar dos anos, o homem foi acabando com a natureza. Então, um novo meteoro caiu na Terra e provocou Terremotos, enchentes e furacões. A humanidade estava condenada, e a Terra se transformou em um cenário caótico. Então, uma nova era surgiu. A tecnologia aliada a magia transformou o mundo para sempre.
Os humanos descobriram um minério que não só poderia gerar eletricidade o suficiente para iluminar uma cidade inteira,e que lapidando-o e forjando-o, ele poderia produzir uma infinidade de produtos como: Armas, equipamentos e também magia.Este mineral, de aparência semelhante a um Rubi, é conhecido como "Willowfire".
Anos depois, um feiticeiro, descobriu que um dos reinos possuía o tal mineral em abundancia e tentou convencer o Rei a lhe entregar uma porção desse mineral. O Rei negou o pedido do feiticeiro e então o feiticeiro declarou que se ele não tivesse parte do mineral, ele iria sequestrar a filha dele e a transformaria em sua esposa. O feiticeiro deu ao rei um prazo de 6 meses para ele lhe entregar o mineral, e o rei havia dado sua palavra ao feiticeiro, porém,os seis meses se passaram e o Rei não havia entregado uma só peça do mineral, então o feiticeiro sequestrou a filha dele como havia dito e a trancou em uma torre bem alta que ia até o céu. A filha do Rei foi mantida cativamente pelo feiticeiro até que ela estivesse pronta para se tornar sua esposa. O Rei ficou desesperado para resgatar a sua filha, e ordenou a realização de um torneio a fim de encontrar um herói para resgatar sua filha.
Vilarejo Ellenwood
Deitado em um campo de trigo perto de sua casa, estava um jovem rapaz de cabelos pretos compridos até o ombro,olhos verdes,vestindo uma camiseta de cor violeta, e calças pretas e sapatos pretos. Ele estava a descansar. Seus olhos estavam fechados e os braços por de trás da cabeça.
O nome desse rapaz era Ahtur Edgeworth. Ele havia perdido os pais durante a passagem de um furacão na floresta onde morava e fora adotado por um homem e um garoto até então desconhecidos. Com a chegada da nova era, Ahtur acabou descobrindo que o seu salvador era na verdade um fazendeiro que perdeu sua esposa devido a um tornado que destruiu sua antiga casa na sua cidade natal chamada Alburn City, e então se mudou para o vilarejo com seu único filho e então adotou Ahtur como filho e ele cresceu junto com o irmão, e se tornaram grandes amigos.
É então, que uma garota de cabelos loiros, uma coroa de flores brancas na cabeça, olhos azuis, vestindo um vestido branco comprido de algodão, e carregando uma cesta de vime com uma torta de frutas, coberta por um pano branco se aproxima do garoto e o acorda com um beijo em sua boca. O garoto se levanta assustado.
—Hã? O que aconteceu? Quem é você? —exclamou Ahtur
O nome da garota era Stella. Ela estava noiva do irmão de Ahtur.
— O seu irmão não falou de mim? —quis saber a garota.
— Não, nunca. E porque você me beijou? — replicou Ahtur
— Bem...eu costumo acordar o seu irmão assim, então... — disse a garota.
— Cara! Eu não sei o que dizer... — Ahtur se queixou.
—Enfim, o meu nome é Stella, e eu estou noiva do seu irmão — retrucou a garota.
—Você está...noiva do Hector? — Questionou Ahtur.
—Sim. E em breve nós vamos nos casar — replicou Stella.
—Bem, vejamos...você está noiva do meu irmão e...em breve você vai se casar com ele...O quê?! — Ahtur ficou indignado.
—Você está convidado para o nosso casamento, se é isso que você quer saber...— Stella disse sendo solícita.
Então, Stella teve uma idéia.
—Você pode ser o padrinho — A mesma disse.
Ahtur estava um pouco constrangido com aquilo e na realidade havia mentido sobre o fato do irmão ter contado sobre o seu noivado com Stella. O irmão dele havia contado sim sobre o noivado, só que ele fingiu que não estava escutando exatamente porque o sentimento de solidão e a inveja dentro dele cresciam dentro dele.
Então,Hector, o irmão de Ahtur chega e encontra Ahtur com Stella, sua noiva. Ele tinha cabelos castanhos, olhos castanhos, estava sem camisa, vestia apenas uma calça marrom escuro e botas pretas, pois havia se banhado no lago da floresta perto do vilarejo.
— Eu vejo que você acabou conhecendo a minha noiva, irmão — retrucou Hector um tanto animado.
—Pois é, e ela me roubou um beijo...— Ahtur confessou.
— Eu estava tentando acordá-lo como eu faço com você — informou Stella— Eu até convidei ele para ser o nosso padrinho.
—Isso é bom. Você está pronto para ser padrinho de casamento?— quis saber Hector.
— Eu não sei, Hector.. —disse um Ahtur incerto.
— Eu gosto de você, irmão. E eu gostaria de ver você no nosso casamento — Hector falou em um tom animado.
—Eu agradeço o esforço, mas...eu não sei, eu preciso de um tempo para processar isso.
— Está certo. Me desculpe se eu forcei demais a sua barra — confessou Hector.
—Está tudo bem. Não é com você, o problema é comigo. Eu preciso de tempo para pensar e...e também para superar o que eu estou sentindo por dentro—Ahtur desabafou.
— Vem aqui, mano — chamou Hector.
Hector dá um abraço no irmão.
— Vai ficar tudo bem.
— Certo.
Hector então se separa de seu irmão, e tira um panfleto que estava em um dos bolsos de sua calça.
— Eu dei uma passada no mercado e estavam distribuindo isso— Ele mostrou o panfleto.
Hector entrega o panfleto para Ahtur. O panfleto dizia: "O Rei de Vandeeren convida a todos para um torneio de luta. O objetivo é escolher um bravo guerreiro que salvará a princesa e como recompensa, um suprimento de Willowfire para o(s) vencedor(es).
— Você vai competir nesse torneio? —questionou Ahtur.
— Eu gostaria, eu tenho praticado muito com a espada, mas...por causa do meu casamento, eu não posso ir. Você vai ter que ir no meu lugar — Hector se lamentou.
— Mas, eu não sei lutar, nem nada. Eu sou muito desleixado para lutar.
— Está tudo bem. Apenas tente, se você perder no torneio, você ainda tem o meu apoio, irmão.
— Eu não sei...mas, esse Vandeeren, como se chega lá?— indagou Ahtur.
— Eu ouvi dizer que uma nave sobrevoará as regiões em busca dos candidatos. Então ela deve passar aqui em breve — replicou Hector.
— Você quer uma garota para você? entre no torneio e se vencer quem sabe você consiga a mão da princesa em casamento. Não só isso, mas você se tornaria um grande herói, todas as mulheres gostam de heróis. Você seria como o mel que atrai as abelhas.
— Está bem. Eu acho que vou me inscrever nesse torneio ainda hoje.
— Na verdade, eu já cuidei disso. Eu me inscrevi nesse torneio, mas como eu não posso ir, você vai no meu lugar e se apresenta com o meu nome, afinal, nós dois somos Edgeworth, não vai fazer a mínima diferença trocar um pelo outro.
— Tá, mas e se eles descobrirem? — questionou Ahtur
— Não tem como isso acontecer, o nosso sobrenome é Edgeworth — atestou Hector.
— Eu sei,mas...droga!Eu acho que não vai dar certo e...eu estou com medo.
— Vai dar tudo certo. Entoe esse mantra na tua cabeça e você não terá com que se preocupar.
— Está bem, está bem. Eu vou tentar.
—Certo. Agora, vamos comer algo. Eu estou com fome.
— Eu fiz uma torta de morango e uma de Mirtilo —retrucou Stella.
— Parece delicioso...
— Você se junta a nós, Ahtur? — Stella quis saber.
— Eu adoraria.
— Está bem. Então está decidido.
Ahtur, Hector e Stella entram para a casa do pai de Hector e Ahtur. E Ahtur conversa com Hector enquanto eles andam.
— Você já falou com o nosso pai sobre o casamento?
— Ainda não. Eu estou trabalhando nisso..
— Você tem que falar para ele.
—Eu sei. Talvez jantando junto ele aprove.
— Parece uma boa idéia...
E então, o pai de Hector e Ahtur abre a porta de casa e os recebe. Ele era um homem forte, de cabelos castanhos, olhos castanhos, um bigode fino e repartido no meio, vestia uma camisa verde turquesa, com uma calça preta e suspensório, e botas pretas.
— Pai? Nós podemos entrar?
O nome do pai de Hector e Ahtur, era Tucker. Ele era um fazendeiro honesto que gostava de cuidar da terra e até mesmo de cultivar flores.
— Hector, Ahtur e...— tucker interrompeu.
— Ah! Essa é a minha noiva e futura esposa, Stella — Hector a apresentou.
— Entrem,por favor. Nós precisamos conversar — replicou Tucker.
— Eu digo o mesmo, pai.
Depois de receber Hector, Ahtur e Stella em sua casa, Tucker fecha a porta. Então, eles se sentam na mesa do almoço, que estava arrumada com uma toalha branca. Ahtur, Hector, e Tucker se sentam à mesa e Stella coloca as tortas sobre a mesa. Stella vai até a cozinha, pega uma pilha de pratos e serve a primeira torta.
— Pai, eu e a Stella vamos nos casar em breve — anunciou Hector.
— Casar? — questionou Tucker.
— Sim, nós já estamos começando os preparativos.
—Você tem certeza disso, filho? Para mim parece muito cedo para isso.
—Sim, eu tenho certeza sobre isso. Eu pensei muito e eu amo a Stella, eu quero fazê-la feliz.
—Você quer fazê-la feliz se cansando com ela? inquiriu Tucker.
—Sim, pai. E se o senhor não aprovar, nós nos casaremos assim mesmo.
—Agora você está indo longe demais com isso! — Tucker Bate o punho fechado na mesa.
— Eu vejo que você não está me dando outra escolha...—disse Hector.
— Abaixe o tom comigo, meu jovem! — bradou Tucker.
— Olha pai, eu sou responsável. Eu posso me cuidar e da Stella.
— E como você fará isso?
— Eu não sei, coletando Willowfire, para vender e juntar dinheiro? A questão é, eu posso me virar!
— Está bem, eu não vou discutir, você já é adulto, não?
— Sim, eu sou! — bradou Hector
— Me desculpe, querida. A sua torta está deliciosa —Tucker tentou ser educado com a convidada.
— O-Obrigada — Stella chora.
—É, a torta está mesmo muito boa. Eu posso me retirar agora? — falou um não tão animado Ahtur.
—É claro, Ahtur —replicou Tucker.
Ahtur se retira da mesma, deixando o seu prato com um resto do pedaço de torta na mesa.
Mais tarde...
Ahtur vai até o celeiro de sua casa e cravada em uma pilha de feno, estava a espada que seu irmão usava para treinar. Ela era toda vermelha e bem trabalhada. A cada movimento que Ahtur fazia,a espada brilhava ainda mais. Ela era bastante resistente, e precisa nos movimentos.
— Uau! Essa espada é incrível. Eu não preciso aprender a controlá-la. Ela segue cada movimento que eu faço.
Então, antes que Ahtur pudesse usá-la mais um pouco, ele ouve um alarme de vapor, três vezes e sai correndo com a espada na mão.Ele então vê um zepelin movido a vapor e a Willowfire parado em frente a porta de sua casa e corre até lá.
Na nave que tinha a forma de um sapo prestes a pular com as turbinas em formas de mãos, dois guardas trajando um traje preto com linhas luminosas vermelhas e azul respectivamente, capacetes, botas e luvas pretas, empunhando dois rifles lasers, resolvem tocar a nave para que fosse embora.
Guarda 1— Vamos embora!
Guarda 2 — Sim.
O segundo guarda já ia fazer o sinal para ir embora quando Ahtur chama a atenção deles.
— Ei, eu estou aqui! Me levem com vocês! —exclamou Ahtur.
Guarda 1 —Certo, abaixe a rampa de carga!
Guarda 2 —Agora mesmo.
O segundo guarda abaixa a rampa de carga da aeronave e Ahtur sobe a bordo. Sua espada havia sido guardada dentro do peito dele.
Guarda 1— Você é Hector Edgeworth?
—Sim, sou eu — mentiu Ahtur.
Guarda 1— Sente-se com os outros.
—Sim, senhor — replicou ele como Hector.
Ahtur entra na nave e a rampa de carga sobe e a porta do compartimento de carga se fecha. A nave decola.
Hector então senta-se com outros cinco passageiros, dentre eles havia uma mulher de cabelos e lábios azuis, olhos verdes, humana, vestindo um traje preto colante e brilhante, botas e luvas que iam até os antebraços, um Touro humanoide com tronco, pernas e mãos humanas, mas a cabeça de touro, e vestindo uma armadura de metal com dois canos contendo Willowfire em forma líquida que passavam pelos tubos e davam mais potência a eles. O touro ainda podia assumir uma forma humana quando quisesse. Um homem de cabelos ruivos, olhos verdes, vestindo um sobretudo fechado preto, que estava de braços cruzados e descansava encostado na parede atrás do banco. O quinto passageiro, era um homem negro, muito forte, uma barba bastante espessa, vestindo uma camiseta amarela, calça preta, botas tipo coturno cinza. E o último passageiro, um ser andrógino vestindo um quimono vermelho feminino com detalhes em azul,uma tanga branca debaixo do quimono, cabelo preto preso por pausinhos em um coque, olhos azuis,unhas feitas, uma sandália de madeira, e uma pintinha embaixo do olho esquerdo, ele segurava um leque com plumas azuis, e pontas de metal retráteis que estavam recolhidas na mão.
Nenhum deles se conheciam e nem mesmo pareciam querer puxar conversa entre eles. Então, eles aguardavam o termino da viagem chegar em silêncio.
6h 12 minutos depois...
A nave em forma de sapo pousa em uma construção com uma torre no meio, lojas de vários artigos ao redor dela, muita verde, e uma enorme estufa ovalada com vários holofotes iluminando o centro. Mais dois guardas vigiavam a porta do local. A aeronave desliga os motores e os dois guardas na aeronave descem de lá com os cinco candidatos pela rampa de carga e os escoltam até onde os outros dois guardas estavam. Os guardas batem continência, a porta de ferro se abre automaticamente e eles entram. Os cinco candidatos se sentam na arquibancada, perto de uma enorme redoma com vidro e luzes brancas iluminando o seu interior. Havia uma pequena porta que era guardada por mais dois guardas e outros quatro guardas ficavam ao redor da redoma vigiando a arquibancada. Outros seis candidatos estavam na arena enfrentando os desafios dentro da redoma. Um painel mostrava a contagem de pontos dos candidatos que estavam dentro da arena. Ahtur e os outros cinco candidatos assistiam a pontuação no telão.
Então, a pequena porta que os dois guardas guardavam se recolhe automaticamente e é desmagnetizada. Uma voz nos autofalantes perto do telão anuncia o início de um novo embate e avisa no telão também em letras luminosas vermelhas.
—E agora, vamos dar início a segunda rodada desta noite, seis candidatos enfrentam os desafios da arena, primeiro um grupo de três, e em seguida outro grupo de três...vocês estão preparados, candidatos?
Então, um dos guardas ao lado dos seis candidatos na arquibancada os chama para ir até a arena.
Hector que estava sentado na ponta, perto da mulher de cabelos azuis, é o primeiro a ser chamado.
Guarda —Você, a mulher de azul, e o tauriano, venham comigo.
— Tauriano? — questionou Hector.
— Eles são uma raça de guerreiros que protegem as fazendas. Eu já enfrentei alguns deles — explanou a mulher.
Guarda —Você, sem conversa!
A mulher se cala.
Então, os três são escoltados pelo guarda e levados para dentro da arena. Chegando lá, eles descem uma escada com corrimão até um campo circular com areia. O guarda que os escoltara se retira e a porta da arena se fecha.
No telão a frente deles surge a imagem do Rei que estava patrocinando o evento, ele era um homem de cabelos longos até os ombros,olhos castanhos, usava um quepe que imitava a forma de uma coroa fechado em cima, com fundo preto, e a parte da "coroa" em linhas douradas, e um sobretudo fechado bordô com linhas douradas. Ele era retratado até o peito. E então, o Rei fala com seus convidados.
—Boa noite, candidatos. Eu sou o Rei Victorius Frey, eu sou o patrocinador deste evento. Eu estou a procura de um herói que possa salvar a minha filha do feiticeiro Bloodwyn.
Da imagem do Rei pula para a imagem do feiticeiro, um homem com o rosto enrugado, maquiagem preta nos olhos, um capuz preto, e um pouco de seu manto preto aparecendo.
Os três candidatos ficam olhando um tempo a imagem do feiticeiro e então ela volta para a imagem do Rei.
—Estão vendo? Ele precisa ser detido. Ele quer se apoderar do meu suprimento de Willowfire e porque eu recusei dá-lo à ele, ele tomou a minha filha e pretende transformá-la em sua noiva — explanou o Rei.
—Lembrando, o objetivo é selecionar um herói para resgatar minha preciosa filha, contudo, se bons candidatos se sucederem bem nas provas, talvez eu escolha um time para se incumbir da tarefa — frisou o Rei.
—Essa arena está equipada com vários armamentos militares, eliminem eles e vocês se classificam.
— O prêmio é uma caixa cheia de Willowfire para o vencedor ou os vencedores. E para a sua segurança, todos estão sendo vigiados durante o torneio. Boa sorte a vocês.
A imagem do Rei sai fora do ar e o telão se desliga automaticamente.
—É hora do show,pessoal! Que o melhor vença!
Então, o telão liga e um anuncio aparece escrito na tela: "Primeira Rodada".
Duas torres de tiro preta com dois canos cada emergem do solo e são apontadas para os três candidatos na arena.
—Ah Meu Deus! Eles vão atirar em nós! — replicou Hector
A mulher de cabelos azuis, Tandra Paulsen reage a ameaça com um sorriso nos lábios. Ela já imaginava o que estava por vir.
—Hmpf! Isso vai ser moleza! — retrucou Tandra.
Tandra tira um fragmento de Willowfire do decote de sua roupa e o segura em seu punho fechado, o fragmento então se transforma em um bumerangue vermelho. Ela segura o bumerangue em sua mão, dá alguns passos para trás se distanciando dos outros dois candidatos e se prepara para lançá-lo contra as torres de tiro. As torres de tiro concentram a energia laser e então disparam quatro rajadas de energia vermelha contra os três candidatos. Tandra lança seu bumerangue contra as torres de tiros e elas ficam desorientadas disparando vários tiros contra eles. Hector e o Tauriano pulam no chão a cada tiro e Tandra lança seu bumerangue mais uma vez e dessa vez provoca um curto-circuito nas duas torres.
— Eu disse que seria fácil! Agora, rapazes! — exclamou Tandra
O Tauriano cospe bolas de fogo que atingem as torres de tiro e Hector salta em cima das torres e as corta com sua espada de Willowfire. As torres explodem e então os dispositivos são recolhidos do solo.
Surge então uma mesnsagem do Rei na tela.
— Muito bom, rapazes. O outro grupo parece que não se deu tão bem quanto vocês. Próximo nível! — disse o rei.
A imagem do Rei pula para um anúncio: "Segunda Rodada!"
Mais torres de tiro emergem do solo, agora eram três.
— Preparem-se! — alertou Tandra.
As torres concentram a energia nos canos e disparam seis tiros contra os três candidatos.
Fale com o autor