Will you remember me?

3 And now... What should I do??


Notas iniciais
Ok... Bem... Por onde comecar... Mil e uma desculpas meus amores, eu juro que não era a minha intencao demorar tanto, mas eu viajei, não tinha computador, a net ainda tava sendo descoberta por lá e eu passei um período sem inspiracao, então eu quero muito me desculpar por toda a demora, mas prometo que não vou demorar a postar o próximo, espero que vcs entendam e não me abandonem, assim como espero que gostem desse capítulo. Agora vamos para os avisos: 1.Esse capítulo e completamente, totalmente, absolutamente e muitos outros mentes dedicado a Holly Becker Stark, só que como eu amo muito essa princesa, pra mim ela é princess holly, ela tem fics INCRÍVEIS, e foi ela que me inpirou a escrever essa, sério, eu sou completamente viciada nas fics dela, normalmente ela escreve com a minha outra princesa Scarlett Hudson, as fics delas são incríveis e eu sou comletamente viciada, mas eu sei que vcs e principlamente vc minha princesa Holly deve estar se perguntando o pq? Ela deixou uma recomendacao muito fofa na fic dela, ela RECOMENDOU a fic pros leitores dela, entào eu tenho que dizer muito obrigada mesmo, eu fiquei super feliz e queria dizer que amo muito vcs duas!!!!!! 2. Além dela recomendar a fic! S2, foi o aniversário dela dia 09/01, entào amor meu feliz aniversário, te amo muito e te desejo tudo de bom!!!!!!!!!! Então espero que vcs gostem do novo cap, e recomendem, comentem, favoritem, o que vcs quiserem amores meus, e nào deixem de olhar as fics delas, estào entre as minhas favoritas, como seria diferente?? Bjs e amo vcs e antes que me esqueca feliz natal e ano-novo, mesmo que a gente já esteja praticamente em fevereirokkkkk

Eu corria, corria, apenas corria, como se em vão tentasse fugir de tudo que acontecera a pouco, como se esse meu ato imprudente e inconsequente pudesse me auxiliar em algo, como se isso fosse de certo modo afastar meus problemas, permitia que meus cabelos ruivos se bagunçassem ao forte vento, enquanto abraçava meu corpo em busca de qualquer conforto, pisava fortemente contra o calcamento de pedras como se isso de alguma forma fosse uma prova, pelo menos para mim mesma, da minha existência, eu sabia, eu sentia, eu estava viva, eu podia ouvir, falar, chorar, meu coração ainda batia em meu peito, então por que de certa forma, para os outros, eu era invisível?

Minha cabeça girava, não conseguia fixar nenhum pensamento sequer, eu apenas me permitia chorar, demonstrar a minha fraqueza, deixava as lágrimas rolarem livremente por minhas bochechas rosadas,

Tentava ignora, mesmo que em vão, a pequena multidão que corria em sentido contrário, para saber o que ocorrera, tentava ignorar a imagem de minhas amigas chorando, o desespero de Jane, a dor de Darcy, o sofrimento de Pepper, tentava ignorar a tristeza que meus pais provavelmente sentiriam quando soubessem do ocorrido, tentava ignorar todas as chances desperdiçadas, todas as noites mal dormidas em busca de algo maior, melhor, uma chance fora daquele lugar, para tudo acabar daquela maneira, tentava ignorar meu corpo ensanguentado no asfalto, meus batimentos cardíacos tão fracos, eu tentava ignorar tudo, naquele momento eu apenas desejava ser a Natasha Romanoff assustada, humana, que não tinha medo de demonstrar suas fraquezas para os demais, que podia mostrar que também cometia erros, como atravessar aquela maldita rua.

Eu apenas corria cada vez mais e mais rápido, ignorando tudo ao meu redor, o barulho do vento balançando as folhas das poucas árvores, dos freios de alguns teimosos carros, que agora paravam para ver o ocorrido, o som estridente da ambulância, o burburinho das pessoas, eu apenas tentava ignorar.

Um homem passou a correr em minha direção, ele pisava fortemente enquanto colocava uma das mãos sobre o peito, provavelmente não estava apto fisicamente, seu rosto demonstrava cansaço e cada vez mais ganhava uma coloração avermelhada, mas ele continuava correndo e por um momento aquilo me deu certa esperança, parei subitamente e vi aquele homem se aproximar cada vez mais.

–Você... Você pode me ver? – eu perguntei esperançosa, ele parecia olhar para mim, ele podia me ver. – Pode? – perguntei mais uma vez, esboçando um esperançoso sorriso, afinal eu estava livre? Alguém podia me sentir, os últimos minutos não passaram de um terrível pesadelo?

Mas não, ele passou por mim, ele simplesmente passou por mim, me atravessando, como a pouco ocorrera com Darcy, ele não podia me ver, tratava-se apenas de mais um curioso, isso apenas aumentou minha fúria, saber que todos sentiam pena do que havia acontecido com a filha do xerife, quando afinal eu estava ali, viva, de pé ao lado deles, assistindo sua dor.

Virei meu corpo de encontro a uma das poucas vitrines da área comercial da cidade, uma velha loja de roupas de festa, onde eu e as meninas planejávamos comprar os vestidos do baile, podia notar os suntuosos e coloridos vestidos, encostei a palma de minha mão contra o vidro gelado e deixei que minha testa fosse de encontro a mesma, eu não podia ver, não via meu reflexo, mas podia notar o reflexo de outras pessoas, eu de fato não era visível para os demais.

Continuei correndo da mesma maneira, desesperada, triste, imaginando tudo que poderia ter vivido e não o fiz, apenas aumentando a minha raiva, não podia suportar muito mais.

Logo estava cada vez mais próxima da propriedade escolar, podia ver alguns alunos se aproximando em velhos e usados carros, portando sues pesados livros, assim como os meus, se reunindo em pequenos grupinhos, sentados na grama sob as árvores, alguns estudando para as provas finais, outros se aproximavam com fones de ouvido, como se isso fosse afastar seu cansaço, outros tinham seus celulares em mãos, alguns tomavam café, mais um dia comum, e eu, dessa vez, não fazia parte dele.

Continuei correndo, ignorando a todos, apressando cada vez mais o meu passo, minhas pernas não protestavam, pelo contrário, me incentivavam a continuar, a fugir cada vez mais, o que eu era afinal? uma covarde.

Eu corria, corria, corria, até perceber que cada vez mais eu me aproximava daquele local, o local que por tanto tempo eu tentei ignorar, que por tanto tempo tentei não me aproximar, cada vez mais eu chegava perto dele, a antiga campina, afastada da cidade, uma espécie de parque isolado, com uma única árvore, um antigo carvalho, podia perceber o rio passando próximo, meus pés correndo contra a grama, todo e qualquer barulho se tornando menos perceptível, corri de encontro à árvore e deixei que meu punho a acertasse, exatamente naquele local, onde continha a minha inicial, a minha e a dele.

–Por quê? – eu balbuciava, com a voz cortada pelo choro. – Você devia estar aqui, prometeu que estaria, disse que me protegeria quando me pediu em namoro, aqui, e escreveu nossos nomes, onde você está quando eu tanto preciso da sua ajuda. – eu continuava a socar o local, pensava que antes, ele teria ido me buscar em casa, eu não precisaria ir andando sozinha, ele com toda certeza puxaria meu braço, se colocaria a minha frente, não deixaria que eu fosse atropelada.

–Onde está você Rogers... Onde?

Notas finais
Então????????????
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.